Actividades para crianças

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 1

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100)

A Família é tudo!

Os momentos em família são bons momentos de partilha e de observação, uma vez que se conseguem ver uns aos outros, havendo oportunidade de se conhecerem cada vez melhor, havendo espaço para aprender a respeitar e a aceitar a individualidade e as diferenças de cada um. Assim como a admirar a beleza que cada um tem em si, como cada um é especial à sua maneira e tem tanto para mostrar aos outros.

O tempo de brincadeira com a família é o melhor tempo para as crianças aprenderem a partilhar e a agradecer. A criatividade e a generosidade são dois dos presentes que se recebem a brincar com a família e os amigos.

A criança aprende com os seus pais e com os outros cuidadores, a respeitar, a agradecer, a amar e a socializar com os seus pares e com os outros adultos. No seio da família surgem as primeiras socializações e através da brincadeira podemos incentivar a criança a expressar-se em grupo, dando-se a conhecer a si mesma e a conhecer mais os outros.

 

Brincadeiras em família

Para festejarem o Dia da Família experimentem estas brincadeiras em que todas as idades podem participar:

Vamos fazer uma roda!

 Com os mais pequeninos ao colo dos adultos façam juntos uma roda.

Pode adicionar uma corda elástica para fazerem a roda, aumentando assim o nível de dificuldade da brincadeira para os mais crescidos.

É uma ótima forma para iniciar uma atividade, podendo dar às crianças as indicações necessárias, quer sejam verbais ou somente visuais, em que o adulto modela os movimentos e as crianças imitam.

Inicie esta brincadeira a cantar uma música de introdução da atividade “Vamos fazer uma roda, uma roda, uma roda…” e depois modele diferentes movimentos simples. Comece por movimentos como abanar a corda, marchar no mesmo lugar, levantar e baixar a corda, e depois passe para movimentos que implicam deslocação no espaço. Por exemplo, andar para a frente (dentro da roda), andar para trás (fora da roda), variar o andamento rápido/lento, andar à roda para a esquerda e para a direita…

Acompanhe os movimentos com canções simples: “dentro, dentro, dentro…”, “fora, fora, fora…”

Esta brincadeira ajuda a criança mais velha a desenvolver a linguagem e aquisição de novos conceitos e também impulsiona o desenvolvimento motor, como é o caso da coordenação bilateral.

No caso dos bebés, esta brincadeira ajuda-os a ganhar mais noção de ritmo através do movimento do corpo do adulto, assim como a desenvolver o seu equilíbrio e força nos membros inferiores no caso daqueles pequeninos que já gostam de estar de pé e começam a dar os primeiros passos.

 

Máscaras musicais!

Convide a família a sentar-se em círculo. Encha um saco com lenços, óculos, chapéus e roupas. Ligue a música e peça ao grupo para passar o saco em roda enquanto a música toca. Quando a música parar, a pessoa que está com o saco, escolhe um artigo sem olhar. Continuem a jogar até que cada um tenha alguns itens de vestuário.

As crianças vão gostar de se ver com uma variedade de roupas e chapéus e esta brincadeira ajuda os  mais pequenos a aprender a esperar pela sua vez assim como a compreender conceitos opostos como “pára” e “avança”.

 

Percurso de obstáculos

Construa um percurso de obstáculos com algumas almofadas, cadeiras, caixas de cartão e deixe as crianças explorar o caminho por cima das almofadas, em volta das mesmas, por baixo das cadeiras e por dentro das caixas de cartão.

O bebé com cerca de 16 meses está apto a compreender cada vez melhor os conceitos opostos, como dentro e fora, por isso vai gostar de explorar o percurso e resolver desafios do género “Como é que vais para dentro da caixa?”. Pode ainda juntar uma bola e tornar os desafios mais complexos para a criança mais velha – “Consegues acertar com a bola na caixa?”, fazendo variar a distância para a caixa e fechando os olhos para atirar a bola.

Os irmãos juntos vão descobrir muitas maneiras criativas e únicas de explorar este percurso, que constitui em si um estímulo para o planeamento motor (organização dos seus movimentos para alcançar o seu objetivo) e aquisição da linguagem do mano mais novo e uma oportunidade de treino da pontaria e confiança do mais velho.

Este caminho às vezes pode ser um pouco atribulado e barulhento, mas faz parte da cumplicidade de irmãos, não é?! ?

 

Olha a onda!

Os manos vão mergulhar juntos! Podem ficar os dois deitados numa mantinha no chão enquanto o adulto abana um lençol ou fralda de pano para cima e para baixo imitando a ondulação do mar. Para o bebé pequenino (até +- 6 meses) esta brincadeira constitui um estímulo multi-sensorial, pois vê o objecto a aproximar e a afastar, sente a “brisa fresca do mar” e o toque do tecido no rosto, mãos e pés, que vai esticar para tentar agarrar a “onda”. O mais crescido (acima dos 2 anos) também vai gostar de imaginar que é um peixe debaixo de água. Que peixe é? Qual a sua cor? O que gosta de comer?

Desta forma, desenvolve-se a imaginação e o pensamento simbólico do mano mais velho, pois para ele o lençol é uma onda, os seus braços são barbatanas… e ele consegue representar essas imagens no seu pensamento e de expressar cada vez mais as suas ideias. E ainda pode ajudar o adulto a abanar a onda do mar.

Bons mergulhos!

Construa uma tenda iluminada

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Empilhe as almofadas de um sofá de forma a criar “paredes” ou coloque um cobertor sobre uma mesa. As crianças mais velhas adoram o desafio de construir um espaço secreto onde podem ler e ouvir histórias fantásticas! Este cenário torna-se ainda mais mágico com uma lanterna a iluminar as paredes da tenda, como se fossem estrelinhas no céu.

 O bebé pequenino vai adorar ver essas estrelinhas a brilhar, pois o bebé nessa idade tem preferência por padrões de contraste, neste caso, a zona iluminada em oposição à zona escura.

Esta brincadeira ajuda a desenvolver a visão do bebé e a aumentar a cumplicidade entre os irmãos, que se podem divertir juntos na tenda iluminada. E se o adulto se juntar à brincadeira? Conte-lhes uma história neste esconderijo ultra secreto! Haverá momento mais ternurento e cúmplice?!

  

Passeio de trenó

Uma viagem de cobertor é muito semelhante a uma viagem de trenó, como o do Pai Natal! Sente ou deite o bebé num cobertor e depois puxe o cobertor lentamente pelo chão do quarto ou pela relva do jardim. Experimente direções diferentes. O mano mais velho pode ir sentado no cobertor para assegurar que o bebé não tomba, e a brincadeira terá o dobro da graça! Ou então com a ajuda do adulto, a criança mais velha pode puxar o “trenó” com o bebé deitado em segurança (de barriga para cima ou para baixo) ou sentado, caso já se aguente bem nessa posição.

Esta brincadeira promove o desenvolvimento do equilíbrio e consciência espacial do bebé, assim como a autoconfiança e a força nos braços e pernas do mano mais velho.

Há melhor presente do que poder brincar com os filhos?

 

Jogue à “batata quente”

Coloque dentro de um balão uma colher de água, encha-o e ate-o. Sentem-se em círculo e passem o balão. Dificultem aumentando a velocidade, mudando a direcção e adicionando mais balões. Os mais pequeninos poderão gatinhar ou andar no meia da roda a brincar com uma outra bola ou balão, ou o bebé mais pequenino ainda no colo da mãe achará graça ao balão a voar de um lado para o outro e tentará segui-lo com o olhar.

 

Brincar às escondidas

Este jogo simples é uma excelente forma de envolver toda a família e amigos. Ele contempla variadas competências cognitivas como a contagem, a escuta e a procura lógica de locais onde alguém se pode esconder.

 

Brincar com a natureza

Recolham alguns elementos da natureza, como folhas de diferentes árvores, pequenos galhos, pinhas, caruma. Convide as crianças mais velhas a contar e a agrupar os diferentes itens, ao mesmo tempo que incentiva a partilha e a descoberta das semelhanças e diferenças entre os vários elementos. Poderão até fazer uma tabela para registar essas descobertas.

Acompanhe as crianças mais novas na exploração táctil dos diferentes elementos e converse com elas sobre as suas características. E divirtam-se a usar as folhas como chapéus e as pinhas como bolas.

 

Vamos dançar?

Junte os amigos e a família e façam duas linhas frente a frente.

Escolham uma música familiar e que todos saibam cantar!

O par numa das pontas avança para o meio e desce o “corredor” a dançar ao ritmo da música, até chegar ao final da linha.

E assim sucessivamente, até todos os pares terem dançado.

Enquanto o par dança ao longo do “corredor”, as filas vão cantando a música que está a tocar.

 

Olha o chapéu!

Cada membro da família tem o seu chapéu, e dispostos em roda, cada um passa o seu chapéu à pessoa do lado direito e um de cada vez personifica a pessoa do respetivo chapéu, destacando aspetos positivos e divertidos dessa pessoa.

Brinquem ao Quente / Frio

Esconda um tesouro em qualquer parte da casa. Dê à criança pistas acerca de onde está (promove a capacidade auditiva): “O tesouro está perto de onde lavamos a roupa”. Depois diga “quente” quando a criança estiver perto do “tesouro” e “frio” quando ela se afasta (isto ajuda-a a seguir instruções). Comemore com um grande abraço quando ela encontrar o tesouro!

Torne esta brincadeira mais completa e adequada para as crianças mais pequeninas (acima dos 12 meses) juntando umas imagens alusivas aos conceitos quente e frio, por exemplo, um sol e um floco de neve, respetivamente.  Ou então fazendo gestos que ensinam as palavras ao bebé. Por exemplo soprar quando está quente e tremer “brrrhh” quando está frio. Sabia que o bebé a partir dos 10 meses mostra um interesse súbito pela comunicação, começando a imitar mais sons e a apontar para tudo, sendo que lhe pode ensinar gestos simples para comunicar, estimulando assim a aquisição da linguagem nos próximos meses.

 

Contem uma História Partilhada

Este jogo promove a cooperação e a capacidade auditiva da criança, assim como a capacidade de acolher a perspetiva do outro. Começam a história a partir de uma frase e cada um vai acrescentando mais detalhes à história. A próxima pessoa constrói uma nova frase e decide quando dizer “Fim”. Não importa se no geral a história for absurda desde que faça sentido de frase para frase.

Jogos deste tipo promovem o gosto pela leitura, o pensamento lógico, a memória e a capacidade de sequenciação.

 

Passear em família num dia de sol

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Persigam e fiquem em cima da sombra uns dos outros. Façam sombras de animais usando as mãos, o corpo, e outros objetos (tais como ramos, folhas de árvores, um balde ou uma mangueira). Experimentem adivinhar que animais são, fazendo também os sons e movimentos característicos dos animais. Esta brincadeira promove a criatividade e o desenvolvimento da expressão corporal e linguística das crianças mais velhas e estimula o desenvolvimento da linguagem das mais pequenas e a sua curiosidade sobre o mundo. E, claro, faz soltar muitas gargalhadas!

Vamos juntos arrumar!

Finja que pratos de papel, copos vazios e outro tipo de materiais inúteis/lixo são bolachas saborosas para alimentar o caixote do lixo “monstro”. O envolvimento em atividades de arrumação e limpeza apoiam a preparação para a escola e o recurso à criatividade durante a limpeza desenvolve, simultaneamente, a imaginação.

Mesmo as crianças mais pequeninas (com cerca de 1 ano) poderão interessar-se por essa brincadeira pois gostam muito de colocar os objetos dentro e fora das caixas. Desta vez incentive a mantê-los dentro?, inventando uma música com uma melodia de que goste para acompanhar a tarefa de arrumar.

Mega retrato da família

Num espaço amplo da casa, estenda no chão uma longa tira de papel de cenário, suficientemente grande para caber toda a família em altura e comprimento.

A ideia é desenhar o contorno do corpo de cada elemento da família deitado no chão, compondo um desenho da família à escala real.

Depois poderão completar o desenho com diferentes tecidos, lãs, fitas, botões… usar materiais recicláveis até e assim adicionar pormenores únicos de cada um.

Esta atividade poderá levar a criança a descobrir pormenores do pai, mãe e irmãos que até então lhe tinham passado despercebidos, e para os mais pequenos também é uma oportunidade de aprenderem mais sobre conceitos simples da matemática – grande e pequeno, maior e menor, fazer a contagem dos dedos, braços, pernas… E poderão aprender mais sobre as partes do corpo.

Não haverá com certeza outro retrato igual!

Até porque os momentos passados em família são únicos e ficam registados para sempre na memória e no coração!

Quais são as vossas brincadeiras preferidas em família?

rocky bateria divertida chicco

A importância da música no desenvolvimento infantil [Rocky, a bateria divertida da Chicco]

Chicco – Rocky, a bateria divertida. Brinquedo Musical

 

 

 

#chicco

A importância da música no desenvolvimento infantil

Olá!

Estou aqui para falar um pouco sobre a importância da música no desenvolvimento da criança, desde logo quando nasce.

E nos primeiros meses podemos identificar a importância da música e da dança e quando embalamos o bebé e quando lhe cantamos para acalmar.

Pois é, a música tem inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança, desde benefícios físicos, sociais e cognitivos. Apresentarei aqui alguns exemplos desses benefícios e também darei algumas dicas de brincadeiras que podem reproduzir em casa com os vossos pequeninos.

Benefícios Físicos

Então, em termos físicos que é que a música nos permite desenvolver na criança, se então estamos a falar da música, que vai também estimular o movimento do seu corpo e por tanto vai permitir à criança desenvolver a sua motricidade grossa, mas também juntando alguns instrumentos permitimos que a criança desenvolva a sua motricidade fina dos pequenos músculos das suas mãos.

E para o bebé pequenino, que está a desenvolver a sua visão, que está a aprimorar os seus sentidos para a descoberta do novo mundo em seu redor.

Depois a música, em termos auditivos permite então estimular a capacidade do bebé, localizar a origem de um som. E também ir reconhecendo diferentes timbres associados a diferentes instrumentos e reconhecer diferentes vozes do adulto ou dos adultos que estão com o bebé diariamente.

E depois distinguir mesmo aqueles que são então do seu âmbito familiar e outros que são mais estranhos.

Benefícios Cognitivos

Em termos cognitivos, ora a música permite o desenvolvimento do cérebro do bebé, facilita muitas ligações neuronais.

Se estivermos a falar de desenvolvimento da memória, o bebé é capaz de reconhecer padrões musicais, por exemplo, e se repetirmos esse padrão musical, esse padrão rítmico várias vezes ao longo de uma música, o bebé será capaz de o memorizar e será capaz de associar uma palavra a esse momento desse padrão, ao longo da música, ou um gesto associado a esse conjunto de três notas que tocamos sequencialmente e sempre por tanto numa mesma sequência ao longo da música e portanto facilita o desenvolvimento da memória do bebé.

Desde cedo, desde bem pequenino.

Benefícios Sociais

Em termos sociais, pois a música coloca-nos em relação uns com os outros, facilita muito esta relação social. Naturalmente como eu dizia no princípio, o laço afetivo que se fortalece quando a mãe embala o seu bebé no colo, quando lhe canta uma música ternurenta e que o acalma.

Portanto este princípio da socialização, mas depois mais tarde, a criança que gosta de dançar com os seus amigos e por tanto socializa desta forma também com a ajuda da música, claro que nos coloca em grupo e que facilita estas relações sociais.

 

Brincadeiras musicais

Ora, então passamos às sugestões de brincadeiras.

1. Um espanta-espíritos multi-sensorial

Para os mais pequeninos, mesmo bebés podemos construir assim com a ajuda de um cabide e recorrendo a fitas de diferentes cores, diferentes tecidos, e portanto a possibilidade de uma o experiência multi-sensorial, para o bebé poder tocar, querer agarrar os diferentes fios, também a diferentes alturas, permitindo estimular então esta capacidade do bebé ir agarrar o objeto. E depois instrumentos com diferentes sons.

Neste caso, tenho um guizo e umas maracas.

E então ajuda aqui à estimulação da audição para a identificação de diferentes sons.

E também poderão tocar o instrumento de um lado do ouvido do bebé, do outro ouvido e portanto o bebé ir identificando a origem e os pontos de origem do som diferentes.

2. Uma bateria na cozinha

É uma sugestão de brincadeira que podem construir aí por casa. E lá por casa também, com algumas panelas, permitir que o bebé assim já perto de um ano, tem um gosto especial depois poder encontrar os objetos do dia a dia e de querer utilizá-los para as suas brincadeiras.

Porque não então com as panelas, com as caixas de plástico que tem na cozinha e construírem uma bateria?

E depois podem recorrer a outros brinquedos em que permitam então o bebé explorar o som das panelas.

Porque não os talheres, em segurança?

Poder dar uma colher mesmo que sejam objetos por tanto mesmo, os reais, aqueles que tem na cozinha de plástico ou metálicos, mas que permitam à criança explorar em segurança esses objetos da realidade, do seu dia a dia, que vê os adultos usarem, colher de pau também poder dar à criança então tocar em diferentes texturas, a ouvir os diferentes sons que esses, objetos fazem nos diferentes materiais.

3. Instrumentos suspensos

Também poderão pendurar alguns instrumentos que tenham com diferentes materiais também, a madeira em contraste com o plástico e portanto sentir diferentes temperaturas dos materiais e ir portanto facilitando estas experiências táteis ao bebé, também tem muitos benefícios.

Neste caso, também pendurei uma panela, portanto ter alguns objetos do dia a dia também pendurados e permitir à criança então, alcançá-los.

Escolha os objetos também da dimensão mais apropriada para a idade do bebé, para que ele sozinho ou com ajuda do adulto possam então segurar os diferentes instrumentos, por exemplo aqui com este reco reco, um bocadinho mais com a ajuda do adulto, ele poder ouvir o som.

4. Imaginar e Criar!

E por que não cantar?

Qual o som? Qual o som? Toca toca toca toca! Qual o som? Qual o som?

E explorar os sons que o instrumento pode fazer.

Explorando o objeto de diferentes maneiras poderão encontrar diferentes sons.

E para os mais crescidos, claro as suas ideias sobre como tocar um instrumento, como usar um instrumento, dar largas à imaginação para poderem incluir os instrumentos em diversas brincadeiras. As mais variadas que podem surgir nas vossas brincadeiras aí por casa.

E depois há outros brinquedos musicais que poderão ter por casa e ajudam a estimular o desenvolvimento musical da criança.

O Desenvolvimento musical

Este desenvolvimento musical vai de um princípio em que a criança é uma receptora e portanto recebe, está numa fase receptiva da música e portanto absorve a informação que lhe é dada em termos de música que colocamos para a criança ouvir, ou que lhe cantamos, a forma como tocamos no corpo do bebé marcando o ritmo da música, a forma como dançamos com ele no colo.

Depois a criança caminha no sentido de uma expressividade, e portanto de tornar essa música expressiva e de poder então mostrar aquilo que gosta de fazer e o que sabe fazer em termos de musicais.

E portanto alguns instrumentos facilitam essa, essas brincadeiras expressivas, por exemplo com as baquetas, poder ter uma bateria para tocar e ouvir os sons que esse instrumento faz nos pratos, também poder seguir indicações, digamos assim de um instrumento onde pisca a luz para ir tocar com a baqueta, portanto estas brincadeiras que neste caso, esta bateria divertida Rocky, permite explorar.

Ouvir os sons dos diferentes instrumentos e portanto ir reconhecendo os timbres desses instrumentos. É também uma das mais valias das brincadeiras musicais.

E sem dúvida, a criança poder explorar e poderem criar juntos diferentes coreografias associadas à música que vão até criar uma própria letra também para cantarem juntos.

Portanto, é aproveitar o tempo juntos, para poderem criar novas brincadeiras musicais e deixarem-se viajar neste mundo mágico da música, que realmente nos pode transportar para cenários mágicos, divertidos e serão experiências únicas em família certamente.

Boas brincadeiras!

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Natal colorido

Escrever uma carta ao Pai Natal, sim ou não?

Devemos ou não incentivar os nossos filhos a acreditar no Pai Natal? As opiniões dividem-se. De onde veio o Pai Natal afinal? Por que razão incluí-lo nas nossas vidas? Nada mais, nada menos do que história, imaginação, sonhos… E por que não?

 

Hoje acordei com esta newsletter da Magda Gomes Dias do blog Mum´s the Boss e achei delicioso. Agora que estamos a poucos dias do Natal e se aproxima a chegada do senhor barrigudo de vermelho e barbas brancas, como têm vivido estes dias com as vossas crianças? Como é que eles aguardam essa hora?

Que tal uma história?

Antes de escrever ao Pai Natal vamos tentar conhecer a sua origem um pouco melhor.

Oriundo de Myra, na península da Anatolia (hoje conhecida como Turquia) St. Nicholas foi um bispo que, segundo reza a lenda, era um homem muito generoso. Criado pelos pais no seio da religião Católica, ficou órfão cedo e deles herdou alguma riqueza. Ficou conhecido por ajudar os pobres e dar presentes secretos a quem mais precisava. Há muitas histórias acerca deste bispo, mas não sabemos se são verdade. Isso não impede de lermos sobre elas e imaginarmos como teria sido, verdade? Pois então. Deixemos a imaginação rolar…

A mais famosa história de Nicholas

Havia um homem pobre, tão pobre que as filhas não tinham dote para poderem casar. Uma certa noite, conhecendo essa história, Nicholas deitou pela chaminé um saco de ouro! Ora esse saco de ouro caiu dentro de uma meia que secava à lareira… Mais tarde, Nicholas volta a repetir o gesto deixando pela chaminé mais um saco para, portanto, a segunda filha poder casar. Duas vezes o mesmo acontecimento levam a que o pai das raparigas fique determinado a descobrir de onde vem tamanha generosidade. Ficou, então, escondido junto à lareira. À terceira vez pegou o jovem Nicholas “em flagrante”. Este suplicou que nada contasse a ninguém para não atrair atenções, contudo, a notícia rapidamente se espalhou. A partir dessa altura, sempre que alguém recebia um presente secreto acreditava-se que tivesse sido Nicholas a dar.

Santo Nicholas

Pela sua generosidade com os demais e amor pelas crianças, Nicholas foi proclamado o Santo. Ao longo de vários séculos várias foram as histórias que surgiram sobre a vida e os feitos deste Santo. Há quem não acredite que ele tenha existido. Outros proclamam que foi uma pessoa amada, protetora e ajudante daqueles que mais necessitavam. E essas histórias duram até hoje!

Como é que o Santo Nicholas chegou a Pai Natal?

A lenda da sua existência tão bondosa viajou continentes, atravessou fronteiras, criou cépticos e adoradores.

E, em 1821, foi publicado nos Estados Unidos da América um livro intitulado The Children’s Friend. A partir desta altura o Pai Natal já chegava vindo do norte num trenó com renas a puxar. Os poemas e ilustrações deste livro afastaram, dessa forma, a imagem do Santo Nicholas para dar lugar a uma personagem mais didática cujo objetivo final era educar. Compensando o bom comportamento e desvalorizando o mau.

Orville L. Holley, escritor e editor americano, disse: “Não sabemos a quem devemos a criação deste “pai” das crianças – Sante Claus– cuja descrição é, de forma caseira, uma personificação da generosidade dos pais. A ele, com o seu fato e o seu equipamento, vindo de terras felizes e que visita os lares, trazendo consigo o Natal, só podemos agradecer. Há na sua concepção um espírito cordial de bondade, um sentimento de brincadeira, uma predisposição a deixar entrar sentimentos e a promover prazeres simples às crianças. (…) Será que, rapazes e raparigas, acreditarão nesta nossa boa vontade para com eles?”

História, imaginação e sonhos… Por que não?

A época natalícia é mágica para quase toda a gente, todavia, há várias maneiras de vivê-la. Não há nenhuma mais certa do que outra.

É certo que as crianças devem ser estimuladas no sentido da criatividade, nesta e noutras épocas do ano, com a história do Natal ou qualquer outra história. Contar a história do Pai Natal aos seus filhos desde cedo desenvolve não só a imaginação como a fantasia.

A existência do Pai Natal nas suas vidas pode, igualmente, servir como uma ferramenta para que se portem melhor em casa ou na escola, bem como, uma forma de lhes ensinar a ser generosos e solidários.

Escrever uma carta ao Pai Natal leva o seu filho, à reflexão sobre os seus atos, uma consciencialização do seu comportamento e, por fim, à transmissão dos seus desejos.

Atividade lúdica

Escrever a carta é uma atividade que podem fazer em família, tornando-se, pois, um entretenimento para a criança e demais elementos. Além de desenvolver pensamentos sobre aquilo que gostaria de receber, já sabendo escrever pode servir como prática de escrita. Os mais pequenos podem, inclusive, ilustrar.

Do princípio ao fim, todos os elementos da família devem corroborar a história. Dessa forma,  a criança sentir-se-á envolvida na sua fantasia. Da escrita à entrega no posto de correios (também já há versões online) esta sucessão de acontecimentos fará a imaginação do seu filho fluir. Todos os dias até ao Natal pensará se se está a portar bem porque estará na ansiedade de ver os seus desejos realizados.

Em tempos de pandemia surgiram alternativas às visitas ao Pai Natal nos centros comerciais. Entre elas, conversas na cabine mágica do Pai Natal, que têm sido muito procuradas pelas crianças. Ainda vão  a tempo de marcar a vossa!

O espírito das festas contagia, os presentes chegam e os corações ficam cheios. Enfim, todos temos em nós imaginação e sonhos, cabe-nos escolher como queremos vivê-los. Vivamos dias felizes em família!

A melhor festa de anos é no Gymboree!!! 4

A melhor festa de anos é no Gymboree!!!

Chegámos ao último mês de 2018, e já só se pensa e só se fala em Natal, mas nós sabemos que há por aí muita criançada a fazer anos em Dezembro. 

Ora, se cada aniversário é a conclusão de uma etapa e o início de outra nova e diferente, porém, igualmente importante. Todas as fases do crescimento de uma criança são fundamentais! E, nada melhor do que comemorar mais um aniversário em grande. Crianças que brincam são mais felizes, e serão adultos bem sucedidos do futuro!

Que tal uma festa de anos no Gymboree?

Escolha o tema favorito do seu filho e nós criamos uma festa de anos privada, personalizada e apaixonante. Garantimos uma experiência 100% divertida e inesquecível para o aniversariante e os seus convidados. A limpeza, contudo, fica por nossa conta! As festas de aniversário Gymboree estão disponíveis para membros e não membros.

Alguns temas que propomos:

Deixe o seu filho contagiar-se pela adrenalina de um… Safari na selva ou, igualmente, numa Aventura no oceano! Que tal uma divertida Festa de música? Ou uma arrepiante Aventura com dinossauros? Também podemos lançar os mais pequenos numa exploratória Volta ao Mundo. Que tal?

A escolha é sua!

Para mais informações contacte-nos através de: https://gymboreeclasses.pt/contactar/

gymboree restelo catarina rita

Olá Restelo! O Gymboree já abriu e está à vossa espera!

E esta é a grande surpresa que reservámos para o final do Verão: a abertura do Gymboree Restelo!

A 17 de setembro, chegamos a uma das zonas nobres da cidade de Lisboa e vamos fazê-lo com as honras que a ocasião merece! No dia da abertura, para qual estão todos convidados, as aulas vão ser GRÁTIS!

Mas não é tudo…

Tal como no Gymboree Telheiras, que a 15 de setembro se mudou para o Lumiar, também o Gymboree Restelo vai ter uma fabulosa Open Week! Entre 17 e 22 de setembro, vai poder experimentar todas as atividades Gymboree sem quaisquer custos!

Onde fica o Gymboree Restelo?

O Gymboree Restelo fica na Avenida Ilha da Madeira, 41, Lisboa.

Como posso entrar em contacto com o Gymboree Restelo?

Pode entrar em contacto connosco através de telefone ou email.

Tel: 91 397 04 56

[email protected]

E nas redes sociais?

Já estamos no Facebook…

E no Instagram!

Que atividades há no Gymboree Restelo?

No arranque do Gymboree Restelo, vamos concentrar-nos nos programas Play & Learn para crianças dos 0 aos 36 meses.

O Play & Learn é um programa concebido para apoiar o desenvolvimento da criança em cada fase do crescimento. Promove o estímulo do desenvolvimento global através de brincadeiras e novas descobertas, com um programa dividido em sete níveis, concebido para apoiar o crescimento da criança.

gymboree restelo
A equipa Gymboree Restelo: o Tiago, a Catarina, a Rita… e o Santiago!

Saiba mais no nosso site

Consulte aqui os nossos horários!

horarios setembro gymboree restelo
Horário de Setembro
«Estou sem paciência para os miúdos!». Inspire, expire... e leia as nossas dicas 5

«Estou sem paciência para os miúdos!». Inspire, expire… e leia as nossas dicas

Ser pai não é ser de ferro. Por mais que ame os seus filhos, há por certo dias em que pura e simplesmente não os consegue aturar. Ou porque o trabalho está a chegar a níveis inimagináveis de stress, ou porque passou duas horas parado no trânsito ou apenas porque está a ter um dia mau.

Leia também: «Hoje é dia de festa! Deixamos os miúdos acordados até mais tarde?»

Antes de sermos pais somos humanos. Temos os nossos dias menos bons. Claro que gostávamos de ter uma varinha de condão e fazer aparecer, como por magia, aquela preciosa paciência que, ao fim de um dia de trabalho, é necessária para brincar com os miúdos.

Mas como não vivemos num mundo perfeito, deixamos-lhe algumas ideias para conseguir relaxar – mesmo nos dias mais stressantes! – e ter tempo de qualidade com os seus filhos. Com muita brincadeira à mistura, claro!

Antes de mais, é importante lembrar que tudo o que os pais fazem é interiorizado pelos filhos.

«Os pais são modelos para os filhos, por isso as suas atitudes influenciam-nos. Quando os pais andam carregados de trabalho estão menos disponíveis para ouvir as crianças, mais acelerados e, por isso, com menos paciência e menos capazes de resolver com tranquilidade os ‘stresses’ do dia a dia», começa por explicar Carolina Canto, Psicóloga e Professora Sénior Gymboree.

Birras, trabalhos de casa, discussões entre irmãos… o lado real da paternidade pode parecer, nos dias mais caóticos, um cenário dramático. No entanto, e tal como frisa Carolina Canto, «um adulto feliz faz uma criança feliz».

Primeiro objetivo: destressar com os miúdos

Chegar a casa em piloto automático e começar a ‘despachar’ tarefas domésticas. Soa-lhe familiar? E que tal fazer uma atividade em família que também o ajude a relaxar?

«Praticar desporto, cozinhar, jardinar… Há tarefas que os pais podem fazer em conjunto com os filhos que ajudam não só a cumprir tarefas necessárias em casa mas também a passar tempo juntos e a conhecerem-se melhor, a conversar sobre o dia que passou», exemplifica Carolina Canto.

Encontrar essa tal atividade agradável deve ser tarefa dos pais. «Cada adulto pode descobrir o que o ajuda a acalmar após um dia de trabalho e tentar pôr isso em prática», acrescenta a psicóloga.

Segundo objetivo: planear para poder relaxar

Perder tempo a fazer listas de tarefas, de compras, a compor um calendário com as aulas, reuniões e atividades de toda a família é ganhar no dia a dia horas que podem ser passadas a brincar, a descontrair.

«Ter a manhã bem organizada de véspera, com mochilas prontas, lancheiras planeadas, roupas escolhidas e mesa do pequeno-almoço preparada são boas dicas para manhãs mais tranquilas», afiança Carolina Canto.

Se a manhã começa bem, sem correria, vai compensar no final do dia. «Um fim de dia tranquilo passa por encontrar um equilíbrio entre a rotina e o tempo de exclusividade com as crianças. Elas precisam da nossa presença dedicada e atenta. Essa atenção torna-as crianças mais cooperantes, mais tranquilas e mais seguras», explica a Professora Sénior Gymboree

O que podemos fazer?

  • ir ao parque infantil antes da rotina de banhos e jantares
  • aproveitar o bom tempo para ‘jantar fora’ na varanda (ou até um piquenique de fim de tarde no jardim público!)
  • preparar o jantar em conjunto (sem telemóveis à mão ou televisão ligada)
  • ler uma história ao deitar
  • inventar uma história com o contributo das ideias da criança

ciencia crianças experiencias

Em cada criança, um cientista! Vamos fazer experiências?

A ciência é um mundo fascinante para todas as idades, em particular para as crianças! Se os seus filhos têm uma paixão particular pelos pormenores da natureza, das pedras, das cores, da luz, façam experiências científicas em casa!

Veja mais: 5 truques infalíveis para não ouvir ‘mas eu não quero ir à escola!’

Através das experiências, as crianças podem desenvolver-se de forma global. Deixamos-lhe uma sugestão divertida… e surpreendente!

Solução Camaleão

Precisa de…

  • três tigelas ou frascos
  • sumo de limão
  • água destilada
  • líquido tira-gorduras
  • água da cozedura de couve roxa

Vamos começar!

Comece por deitar um pouco da solução de cozimento da couve roxa nas três tigelas. Em seguida, deite sumo de limão na primeira tigela e observe em conjunto com o seu filho o que acontece.

Na segunda tigela, deite água destilada e volte a observar. Por fim, verta um pouco de líquido na terceira tigela e, mais uma vez, observe e discuta os resultados com o seu filho.

Desta forma estará a contribuir para o desenvolvimento da linguagem e da observação de situações concretas.Poderá ainda convidar a criança a verbalizar de forma sequencial o procedimento da experiência, bem como a cor que resultou ao juntarem os diferentes líquidos à cozedura da couve roxa.

Conte-nos depois quais os resultados da experiência e como se divertiram!

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Dicas de criatividade e brincadeiras artísticas

Crianças criativas e mais cooperantes

Os pequeninos agradecem sempre que se passe mais tempo de qualidade com eles e de preferência com criatividade!

Reserve alguns minutos do dia para mimar o seu filho e o fazer sentir ainda mais especial com algumas brincadeiras.

Ele vai adorar e você também! Pois para além da alegria que simplesmente sente em brincar com ele, a criança ainda lhe retribui em dobro! A criança vai ficar mais feliz, mais bem disposta, mais cooperante e o vosso dia vai ser muito mais fácil!

Então que tal umas brincadeiras artísticas e com criatividade para colorir os vossos momentos especiais?

Os benefícios das brincadeiras artísticas e criativas

  • A criança desenvolve as suas capacidades físicas, sociais e cognitivas;
  • A criança torna-se mais tolerante em relação às ideias dos outros;
  • Proporcionam às crianças mais do que uma perspetiva ou resposta;
  • A arte dá às crianças uma maneira divertida e visual de processar a informação e as suas experiências;
  • Permitem transferir habilidades para outras áreas de aprendizagem como a matemática, a linguagem, a ciência e a interação social;
  • A arte permite às crianças arriscar intelectualmente e tentar novas experiências, e ainda atribuir-lhes um significado;
  • Através da arte as crianças dizem-nos quem são, do que gostam, quem são as pessoas importantes nas suas vidas, como se sentem em relação a si mesmas e o que conhecem sobre o seu mundo.

Dicas para Promover a Criatividade da Criança

  • Não modifique ou corrija o trabalho da criança.
  • Permita que a criança seja criativa. Aceite o facto de que o gato que a criança pintou tenha três rabos e cinco olhos!
  • Incentive a criança a falar acerca das cores e formas que coloca na sua obra de arte.
  • Deixe que a criança lhe conte o que pintou antes de tentar adivinhar.
  • Lembre-se que a arte não tem de representar algo concreto para ter valor ou um significado.

Sugestões de Brincadeiras:

  • Pintura livre com o papel de cenário colado no chão ou na parede;
  • Plasticina – amassar, cortar, rolar, esticar. Pode acrescentar um tema à brincadeira para estimular a imaginação.
  • Construções com blocos / legos. Adicione um tema de uma história que a criança goste muito para desenvolver a brincadeira.
  • Usar adereços como lenços e chapéus para encenar algum momento especial do dia, algum acontecimento familiar divertido, ou uma parte da sua história preferida.

As gargalhadas são garantidas e a cumplicidade e o amor ainda mais fortalecidos assim como a qualidade da relação que constrói com o seu filho é cada vez mais positiva!

bebé estimualaçao sensorial sentidos

Vamos sentir! Saiba como, de forma simples, pode estimular os sentidos do seu bebé

Estimule os sentidos do bebé, tocando e fazendo o bebé sentir os objectos em diferentes partes do seu corpo e conversando sobre as características do que estão a tocar.

Pode usar um peluche macio, um lenço de seda, uma pinha rugosa, uma colher de metal, uma pena colorida, um limão ou uma pedra.

 

(Já conhece o nosso programa de estímulos para fazer em casa 24 horas por dia e 7 dias por semana?)

É uma brincadeira que pode ser repetida tantas vezes quantas a sua imaginação deixar.

Com esta brincadeira, desenvolvemos:

  • Estimulação sensorial

  • Linguagem

  • Consciência corporal

Esta atividade é especialmente indicada para bebés com idades compreendidas entre os 0 e os 12 meses. E explicamos-lhe porquê.

Um recém-nascido é um ser fascinante: os seus sentidos estão em desenvolvimento, está focado nos adultos cuidadores e mostra-se curioso pelo mundo que o rodeia. Durante os primeiros meses, verificam-se grandes ganhos na sua habilidade de controlar os músculos, tornando-se cada vez mais ativo.
O bebé recém-nascido pode parecer ainda incapaz de fazer muita coisa, mas já apreende muita informação do mundo envolvente através dos cinco sentidos.

É nesta fase que a brincadeira tem um papel fundamental.

Ajudando cada bebé a tornar-se calmo, atento e curioso. À medida que vai crescendo, surgem outras necessidades e emergem novas potencialidades. Por isso mesmo, as brincadeiras focarão outras competências, nomeadamente a coordenação, a consciência espacial, a força dos principais grupos musculares e a comunicação.
O brincar começa com a exploração sensorial pela observação de objetos, pela audição de diferentes sons e pelo toque, até o bebé se mostrar mais sociável, rindo e chamando a atenção com as suas brincadeiras.

Alguns vídeos que pode usar para exploração sensorial:

No Gymboree, as aulas Sensory Baby Play são especialmente indicadas para bebés que ainda não gatinham. Saiba mais no nosso NOVO SITE.

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Foto: Katie Emslie on Unsplash