Escrever uma carta ao Pai Natal, sim ou não?

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Devemos ou não incentivar os nossos filhos a acreditar no Pai Natal? As opiniões dividem-se. De onde veio o Pai Natal afinal? Por que razão incluí-lo nas nossas vidas? Nada mais, nada menos do que história, imaginação, sonhos… E por que não?

 

Hoje acordei com esta newsletter da Magda Gomes Dias do blog Mum´s the Boss e achei delicioso. Agora que estamos a poucos dias do Natal e se aproxima a chegada do senhor barrigudo de vermelho e barbas brancas, como têm vivido estes dias com as vossas crianças? Como é que eles aguardam essa hora?

Que tal uma história?

Antes de escrever ao Pai Natal vamos tentar conhecer a sua origem um pouco melhor.

Oriundo de Myra, na península da Anatolia (hoje conhecida como Turquia) St. Nicholas foi um bispo que, segundo reza a lenda, era um homem muito generoso. Criado pelos pais no seio da religião Católica, ficou órfão cedo e deles herdou alguma riqueza. Ficou conhecido por ajudar os pobres e dar presentes secretos a quem mais precisava. Há muitas histórias acerca deste bispo, mas não sabemos se são verdade. Isso não impede de lermos sobre elas e imaginarmos como teria sido, verdade? Pois então. Deixemos a imaginação rolar…

A mais famosa história de Nicholas

Havia um homem pobre, tão pobre que as filhas não tinham dote para poderem casar. Uma certa noite, conhecendo essa história, Nicholas deitou pela chaminé um saco de ouro! Ora esse saco de ouro caiu dentro de uma meia que secava à lareira… Mais tarde, Nicholas volta a repetir o gesto deixando pela chaminé mais um saco para, portanto, a segunda filha poder casar. Duas vezes o mesmo acontecimento levam a que o pai das raparigas fique determinado a descobrir de onde vem tamanha generosidade. Ficou, então, escondido junto à lareira. À terceira vez pegou o jovem Nicholas “em flagrante”. Este suplicou que nada contasse a ninguém para não atrair atenções, contudo, a notícia rapidamente se espalhou. A partir dessa altura, sempre que alguém recebia um presente secreto acreditava-se que tivesse sido Nicholas a dar.

Santo Nicholas

Pela sua generosidade com os demais e amor pelas crianças, Nicholas foi proclamado o Santo. Ao longo de vários séculos várias foram as histórias que surgiram sobre a vida e os feitos deste Santo. Há quem não acredite que ele tenha existido. Outros proclamam que foi uma pessoa amada, protetora e ajudante daqueles que mais necessitavam. E essas histórias duram até hoje!

Como é que o Santo Nicholas chegou a Pai Natal?

A lenda da sua existência tão bondosa viajou continentes, atravessou fronteiras, criou cépticos e adoradores.

E, em 1821, foi publicado nos Estados Unidos da América um livro intitulado The Children’s Friend. A partir desta altura o Pai Natal já chegava vindo do norte num trenó com renas a puxar. Os poemas e ilustrações deste livro afastaram, dessa forma, a imagem do Santo Nicholas para dar lugar a uma personagem mais didática cujo objetivo final era educar. Compensando o bom comportamento e desvalorizando o mau.

Orville L. Holley, escritor e editor americano, disse: “Não sabemos a quem devemos a criação deste “pai” das crianças – Sante Claus– cuja descrição é, de forma caseira, uma personificação da generosidade dos pais. A ele, com o seu fato e o seu equipamento, vindo de terras felizes e que visita os lares, trazendo consigo o Natal, só podemos agradecer. Há na sua concepção um espírito cordial de bondade, um sentimento de brincadeira, uma predisposição a deixar entrar sentimentos e a promover prazeres simples às crianças. (…) Será que, rapazes e raparigas, acreditarão nesta nossa boa vontade para com eles?”

História, imaginação e sonhos… Por que não?

A época natalícia é mágica para quase toda a gente, todavia, há várias maneiras de vivê-la. Não há nenhuma mais certa do que outra.

É certo que as crianças devem ser estimuladas no sentido da criatividade, nesta e noutras épocas do ano, com a história do Natal ou qualquer outra história. Contar a história do Pai Natal aos seus filhos desde cedo desenvolve não só a imaginação como a fantasia.

A existência do Pai Natal nas suas vidas pode, igualmente, servir como uma ferramenta para que se portem melhor em casa ou na escola, bem como, uma forma de lhes ensinar a ser generosos e solidários.

Escrever uma carta ao Pai Natal leva o seu filho, à reflexão sobre os seus atos, uma consciencialização do seu comportamento e, por fim, à transmissão dos seus desejos.

Atividade lúdica

Escrever a carta é uma atividade que podem fazer em família, tornando-se, pois, um entretenimento para a criança e demais elementos. Além de desenvolver pensamentos sobre aquilo que gostaria de receber, já sabendo escrever pode servir como prática de escrita. Os mais pequenos podem, inclusive, ilustrar.

Do princípio ao fim, todos os elementos da família devem corroborar a história. Dessa forma,  a criança sentir-se-á envolvida na sua fantasia. Da escrita à entrega no posto de correios (também já há versões online) esta sucessão de acontecimentos fará a imaginação do seu filho fluir. Todos os dias até ao Natal pensará se se está a portar bem porque estará na ansiedade de ver os seus desejos realizados.

Em tempos de pandemia surgiram alternativas às visitas ao Pai Natal nos centros comerciais. Entre elas, conversas na cabine mágica do Pai Natal, que têm sido muito procuradas pelas crianças. Ainda vão  a tempo de marcar a vossa!

O espírito das festas contagia, os presentes chegam e os corações ficam cheios. Enfim, todos temos em nós imaginação e sonhos, cabe-nos escolher como queremos vivê-los. Vivamos dias felizes em família!

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