Um mundo faz-de-conta (a criança entre os 22 e os 28 meses)

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Nesta fase as crianças aprendem a pensar criativamente. Aprendem a usar palavras, imagens e objetos (símbolos) para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias através de jogos de faz de conta. Temas tais como: Cães, Gatos, Comida, Carros e Animais da Quinta, promovem o pensamento simbólico à medida que as crianças transformam os escorregas, túneis, escadas e plataformas em casotas de cães, carros dos bombeiros, e nos seus animais favoritos. As fotografias, os bonecos, e os acessórios especiais promovem o desenvolvimento linguístico, cognitivo, emocional e a interação social com os pares.

coisas boas

Usar acessórios para representar objetos reais promove o pensamento simbólico de que as crianças irão necessitar para explorar novas ideias e que é uma competência essencial para o crescimento intelectual e emocional, assim como organizar os objetos por padrões significativos.

Só a fantasia permanece sempre jovem; o que nunca aconteceu nunca envelhece.

Friedrich Schiller

Dica de Ouro para o jogo faz-de-conta:

Disponibilize alguns pedaços de tecido de diferentes texturas e cores no cesto de brinquedos da criança.
Apelando ao seu pensamento simbólico, a criança criará asas de borboleta, toalhas de piquenique, capas de toureiro ou pêlos de animais.
Ficará impressionado com a quantidade de ideais que surgirão a partir destes simples pedaços de tecido. Dê tempo à criança para explorar, inventar e revelar o seu mundo de fantasia. 

Competências em destaque:

  • Pensamento simbólico
  • Linguagem
  • Estimulação sensorialUm mundo faz-de-conta (a criança entre os 22 e os 28 meses) 1

O que é afinal o pensamento simbólico?

O pensamento simbólico é a chave para a verdadeira inteligência. Permite que as crianças formem as suas próprias ideias e usem a sua imaginação. Considerando que anteriormente eles precisavam ter um objeto concreto, como uma bola à sua frente para perceberem que queriam jogar à bola, agora podem imaginar a bola e usar um símbolo, como a palavra ‘‘ bola ’’, para descreverem o seu desejo. Este tipo de pensamento simbólico não só constrói fortemente as competências de comunicação e de linguagem, como também permite que as crianças explorem e percebam todo o tipo de sentimentos e ideias. Isso é essencial para os seus aspetos sociais, emocionais e de crescimento intelectual. As crianças podem desenvolver a noção de bem e de mal, brincando ao “super-homem”, ou aprender a lidar com a separação fazendo de conta que são a mamã ou o papá a irem para o trabalho.

A partir dos dois anos a personalidade da criança afirma-se a cada dia que passa. As crianças desta idade reconhecem os seus pensamentos e não se inibem de partilhar opiniões e vontades. Contudo, os adultos significativos continuam a ser as lentes através das quais a criança vê o universo.

O grande desafio desta fase do desenvolvimento é a criança conhecer-se a si própria participando no mundo de uma forma mais completa.

O entusiasmo da sua criança pela música continua! Cante e use instrumentos musicais (reais ou feitos em casa), pois ajuda, a desenvolver a capacidade motora fina (dedos e mãos) e permite promover o raciocínio uma vez que as crianças aprendem padrões e sequências através da música.

Está a falar cada vez melhor e a conseguir falar com frases simples. O desenvolvimento da linguagem acompanha o brincar ao faz de conta, tornando-o mais rico com o seu repertório cada vez maior. Gosta cada vez mais de atividades que desenvolvam as suas habilidades físicas, demonstrando cada vez mais força e perfeição na execução.

A brincadeira continua a ser um bem essencial do seu filho. É a forma que tem de aprender sobre o si próprio, sobre o mundo e as pessoas que o rodeiam. Por isso, incentive-o a brincar sempre (sozinho ou acompanhado, dentro ou fora de casa, em todo o tempo, lugar e circunstância).

Siga as nossas 10 melhores brincadeiras para as crianças entre os 22 e os 28 meses.

 

Como é a criança aos 2 anos?

À procura de brincadeiras

Pai, Mãe! Mostro-te o que o meu corpo consegue fazer:

  • Já faço rabiscos num papel com lápis de cor e já sei empilhar e alinhar blocos. Alimento-me com os meus próprios dedos. Se me incentivares até já posso usar uma colher e beber por uma chávena.
  • Primeiro gatinho, depois ando e por fim corro! Eu adoro tentar subir escadas mas preciso muito da tua ajuda.
  • Eu ajudo-te a vestir-me, empurro os meus pés para dentro dos sapatos e enfio os meus braços nas mangas.

Vejam o que estou a aprender sobre mim e os meus sentimentos:

    • Sinto-me importante e amado quando me ouves, falas para mim e brincas comigo; quando me embalas e me acalmas; quando me incentivas a explorar, quando me mostras como estás orgulhoso de mim.
    • Já tenho pessoas, brinquedos, comida e roupa preferidas.
    • Já sou capaz de apontar e nomear as diferentes partes do meu corpo. Começo a usar as palavras “eu” e “meu”.
    • Tenho sentimentos fortes e por vezes expressar-tos-ei com prazer. Eu posso dizer “Não!” com frequência ou mesmo dar ordens, tais como dizer-te “Senta-te aí!” para te mostrar o que quero e que já sou capaz de pensar por mim.
    • As separações podem ser difíceis para mim. Posso chorar quando te vais embora, e mesmo quando te volto a ver depois de termos estado separados, porque sinto muito a tua falta.
    • Adoro fazer escolhas, porque sinto que sou competente e de que controlo algumas coisas.
    • As rotinas ajudam-me a saber o que esperar e fazem-me sentir confortável e seguro.
    • Posso ficar frustrado e zangar-me facilmente porque há demasiadas coisas que quero fazer e ainda não consigo. Posso empurrar, bater ou morder. Preciso que me ajudes a lidar com estes sentimentos fortes, mas mesmo assim vou demorar algum tempo a aprender a controlar-me.
    • Já compreendo as palavras “não” e “pára”, mas não me consigo impedir de fazer as coisas que não devia.
    • Num minuto posso agir de forma muito independente. Mas, no seguinte, posso agir como um bebé que precisa que faças tudo por ele. Ser uma “criança grande” por vezes é assustador. Eu preciso de saber que tu, ou outra pessoa em quem confio, estará sempre lá para tomar con
    • ta de mim.Gymboree-Video-Background-Fallback-Image3

 

Estou a aprender mais sobre as pessoas, os objetos e como as coisas funcionam:

  • Gosto de estar com outras crianças, mas as crianças da minha idade por vezes têm problemas em partilhar. Tu podes ajudar-nos a fazer turnos.
  • Gosto de te imitar. Vejo como falas com as outras pessoas e como fazes as coisas: como cortas a relva, fazes o jantar, e arranjas as coisas lá de casa.
  • Sou um pequeno cientista. Cada momento que passo acordado, quero explorar para descobrir como tudo funciona – desde como levar-te a ler o meu livro favorito a como fazer com que o bloco se encaixe no buraco, ou como pôr de novo a caixa de música a tocar.
  • Estou a aprender que as pessoas e as coisas continuam a existir mesmo quando não as consigo ver (um conceito chamado de “objeto permanente”). Assim eu posso protestar por saíres da sala, começar a chamar por ti a meio da noite, ou procurar a bola que rolou para baixo do sofá.
  • As separações ainda podem ser difíceis para mim. Com o tempo, vou perceber que voltas sempre, o que me vai ajudar a lidar melhor com as separações.abraço abraços filhos

Como sou capaz de comunicar e de me relacionar:

  • Uso o meu corpo, sons, palavras e expressões para te comunicar o que penso e sinto.
  • Já consigo apontar para te mostrar os meus interesses e para que vejas também e me contes acerca do que vês.
  • Já consigo fazer frases longas de balbucios. Eu já consigo dizer algumas palavras ou usar sons consistentes com estas. Posso empurrar a comida e dizer “não”.
  • Eu percebo muito mais do que consigo dizer. Já consigo seguir indicações simples tais como “Traz a Bola”.
  • Gosto de te estudar e, ás vezes, imitar o que tu dizes. Por isso, não fiques surpreendido se ouvires as palavras que costumas usar a saírem da minha boca!

Muitas e Boas brincadeiras aí por casa com momentos de cumplicidade, aventura e descoberta mútua.

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