Actividades para crianças

Iniciação nas ciências a fazer de detective

Seja um pequeno detective! Coloque sobre a mesa várias lupas e diferentes objectos para observarem, como por exemplo, tecidos, pequenos ramos de árvores, insectos, folhas e flores.

“E como são as lupas? Parecem-se com o quê?”

Sugira ao seu filho que mova o dedo de um lado para o outro, observando-o através da lupa. Reparem que as lentes são transparentes e não são rasas, mas de certa forma são curvas. Aproximem e afastem ao máximo a lupa dos vossos olhos. Coloquem-na tão próximo dos vossos olhos que a imagem fica desfocada, como que nebulosa.

 “E como será observar folhas e flores?

Mostre ao seu filho um conjunto de folhas e flores. Convide-o a observar e a descrever cada uma delas.

“De que cor são? As pétalas são todas da mesma cor e tamanho? O que tem cada um dos lados da folha? É rugoso ou macio? É duro ou mole? É húmido ou seco?”

Peguem numa lupa, observem e descrevam as folhas e as flores. Escolha duas folhas ou duas flores e faça uma tabela simples para comparar e descrever as semelhanças e diferenças entre elas.

Vá anotando as respostas do seu filho, assinalando com um X as semelhanças entre a Flor A e a Flor B, por exemplo. Inclua categorias como: tamanho, cor; onde vivem, se têm folhas, se são rosas ou margaridas. Se os itens são diferentes nas duas flores, deixe esse espaço em branco. No final contem quantas categorias têm em comum para concluir se são flores diferentes ou se são a mesma flor.

E os insectos, como são?

Observem a fotografia de um insecto e vá perguntando ao seu filho:

“Quantas pernas tem? Consegues ver os seus olhos, orelhas e boca? Vês alguma parte do corpo que as pessoas não têm? (Aponte para as antenas e para as 6 patas, por exemplo)

“Onde é que já viste este insecto? Aonde é que eles vivem? O que é que comem? Que barulho fazem?”

Os gafanhotos-macho fazem barulho batendo as suas asas ao mesmo tempo. Essas pequenas vibrações fazem um barulho característico.

Em 3 diferentes caixas devidamente preparadas coloque um grilo, um caracol e uma minhoca, assegurando que os animais não saem da caixa. Observem os insectos e como eles saltam e comem.

“Eles mexem as antenas? E para que servem as antenas?”

E um verdadeio detective analisa impressões digitais!

Comecem por olhar para as próprias mãos sem ainda usar a lupa. E pergunte ao seu filho:

“O que é que vês nas tuas mãos?”

Conversem sobre como cada pessoa é única e tem linhas em cada um dos dedos, e que são diferentes entre si. Disponibilize-lhe várias folhas de papel branco e almofadas de carimbo (de preferência com diferentes cores) para que se possam divertir a fazer as vossas impressões digitais. Aproveite a ocasião para falarem sobre as diferenças existentes, tanto na forma como no tamanho das vossas impressões digitais.

Por Carolina Canto, Psicóloga, Professora Sénior Gymboree

Eduardo Sá Pré-Escolar Jardim de infância Jardim infantil escola

O que pensa Eduardo Sá da educação na idade pré-escolar?

O que pensa Eduardo Sá da educação na idade pré-escolar?

 

“Devia ser proibido ensinar a ler e a escrever no Jardim de Infância.”

Esta ideia que nos deixa meio intrigados e com vontade de ler mais, foi defendida por Eduardo Sá no encontro “Vale a Pena ir à Pré”, uma iniciativa conjunta da  Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e da revista Pais&filhos destinada a debater e esclarecer  o valor do ensino pré-escolar na educação de uma criança.

Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”.
Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”).
Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.

Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu.

Em suma, concluiu, “o jardim de infância faz bem à saúde” e é urgente que seja “acarinhado” e discutida a educação pré-escolar. Sob pena de virmos a pagar no futuro “custos exorbitantes” por tal esquecimento.

Está comprovado que as relações, as experiências e aprendizagens que ocorrem nos primeiros anos de vida têm um grande impacto no futuro da criança. De facto, o cérebro está mais ativo nos primeiros três anos de vida, nos quais crescerá até 80% do seu tamanho adulto.

É, assim, fundamental que os pais, os cuidadores e os educadores promovam o desenvolvimento da criança durante esta fase centrando-se na criança como um todo, com o objetivo de ajudar as crianças a adquirir as competências chave – capacidades motoras, sociais e de auto-estima – de que irão necessitar para se tornarem adultos confiantes, felizes e bem sucedidos.

Que mais podemos nós (como Pais, Educadores e Profissionais do Ensino) pedir do que isso, um futuro feliz para as crianças do presente?

E é a nossa experiência de 40 anos em Desenvolvimento Infantil que nos dá a confiança de que o programa de aprendizagem do Gymboree é um meio por excelência para apoiar este desenvolvimento e que faz com que os nossos programas apresentem resultados. Seja em modelo Local nos Centros ou seja em modelo Gymboree On The Go / Nas Escolas, onde oferecemos os mesmos princípios e componentes que nos nossos espaços físicos, devidamente adaptados para cada grupo de idade, espaço disponível e número de crianças nos estabelecimentos Pré-Escolar com que temos parcerias.

As nossas aulas são:

  • Apropriadas para a maturidade e desenvolvimento de cada grupo
  • Prestadas por professoras entusiásticas, experientes e treinadas nos nossos programas
  • Enriquecidas pelo nosso currículo Gymboree, produtos e equipamentos
  • Flexíveis no horário e local

Benefícios:

  • Aprendizagem pela brincadeira, música, arte e movimento
  • Adaptadas para as crianças em ambiente escolar quando em modelo OnTheGo/Nas Escolas
  • Oferta diferenciadora entre escolas
  • Aulas em Português ou Inglês
  • Suporte de uma rede internacional com 1000 centros físicos, em 55 países, com programas colaborativos e altamente sofisticados
  • Oferta de uma aula de demonstração antes de se comprometer com o nosso programa

https://www.eduardosa.com/

Gostaria de conhecer o nosso programa PlayLab Academy?

Saiba mais em www.gymboreeclasses.pt/programas/gymboree-nas-escolas 

Férias é Aprender, a brincar!

É Verão, não há aulas e estamos em pleno período de férias! Bom tempo, boa disposição e dias grandes, são a combinação perfeita para a brincadeira.

As férias são por excelência, o tempo para os nossos pequeninos descansarem do ritmo muitas vezes acelerado da rotina da escola e do trabalho dos pais. É aquela altura do ano em que podemos ficar a brincar no parque até mais tarde, ir à praia, fazer piqueniques no campo, fazer novos amigos, brincar com os amigos com quem não estamos habitualmente e até viajar.

E embora a escola e as aulas sejam formalmente o espaço e o tempo de aprendizagem e de trabalho, não significa que as férias sejam o tempo de não trabalho e de não aprendizagem.

Também nas férias, pode ajudar o seu filho a fazer novas aprendizagens, a adquirir e melhorar competências e a não esquecer o que aprendeu durante o ano, proporcionando-lhe experiências únicas e cheias de significado, que ele certamente nunca mais irá esquecer.

Aproveite as férias, para educar e ensinar os seus filhos de uma forma descontraída  e não formal.

A não formalidade da educação, ou melhor dizendo a Educação Não Formal, é aliás um tema que ganha cada vez mais destaque e importância, sendo debatido pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa, que afirma que a educação e a aprendizagem não-formal é uma área essencial à aprendizagem.

Mas o que é a Educação não formal?

A Educação não formal, é centrada na criança, nos seus gostos e motivações. Não tem horário, nem espaço específico para acontecer, não tendo um currículo ou avaliação formal. É assim, uma forma de educação voluntária, que parte das oportunidades que a própria curiosidade e vontade de aprender da criança nos dá.

Mas e como é que nós pais, pomos em prática a Educação não Formal durante as férias?

Tem um número infinito de possibilidades!

  • Levo o seu filho a um workshop, ao teatro, ao cinema, a um museu, ao oceanário…
  • Leve o seu filho a uma aldeia, vila ou cidade onde ele nunca tenha ido
  • O seu filho pode ajudar a fazer o almoço e o jantar
  • Quando for às compras ensine o seu pequenote a fazer compras e se ele já tiver idade incentive-o a ler rótulos e a fazer pequenos cálculos.
  • Leia uma história ao deitar, ou sempre que o seu filho demonstrara vontade
  • Ensine-o a nadar
  • Façam construções na areia
  • Façam desenhos, com diferentes materiais (lápis, tintas) e diferentes técnicas (pintar com as mãos, com os pés)
  • Ponha uma música e dance
  • À noite mostre-lhe a lua e as estrelas
  • Imitem animais
E mesmo para os mais pequeninos e nas mais pequeninas coisas e ocasiões pode sempre retirar proveito do Verão e da curiosidade do seu filho sobre as texturas estimulando-lhe o sentido do tacto por exemplo.
Tire-lhe os sapatos, deixando-o sair e percorrer uma variedade de texturas, tais como a areia quente, pedrinhas lisas, cimento frio, erva molhada e terra fofinha. Actividades como esta promovem a consciência sensorial, uma vez que a criança recebe informação dos seus cinco sentidos.

Brincadeiras para o fim-de-semana!

Aqui estão algumas sugestões de brincadeiras para todas as idades!

0-1 ANO:

Crie uma sinfonia! Reúna um conjunto de objectos sonoros/barulhentos – tampas de frascos, rocas/guizos, colheres de pau ou de plástico – e una-os com uma fita. Agite o instrumento em frente ao seu bebé.

Como é que ele reage? Mexe-se e tenta pegar no instrumento ou procura afastá-lo? Parece receoso ou chora?

Compreender o modo como a criança lida com a informação sensorial e detectar qual a amplitude de som que é confortável para o bebé, constitui uma informação importante para os pais e para outros cuidadores do bebé.

1 – 2 ANOS:

Será que cabes? Junte algumas caixas de cartão – algumas suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro e outras suficientemente grandes para que se possa sentar no interior.

Para fortalecer a sua noção de consciência espacial, alinhe as caixas e pergunte ao seu filho “Será que cabes?” Deixe-o experimentar entrar em cada caixa para ver se cabe. Esta é, também, uma excelente actividade de resolução de problemas.

2 – 3 ANOS:

Saltar nas folhas de lírio/nenúfar. Corte grande círculos verdes de papel. Espalhe-os e cole-os no chão. Veja se o seu filho consegue andar ou “saltar” de folha em foha. Diga “salta” cada vez que o filho salta para associar a palavra à acção.

Jogos como este incentivam a imaginação e o pensamento criativo do seu filho, tanto como constroem as capacidades da linguagem

3 – 5 ANOS:

Brinquem ao “afunda” ou “flutua”. Reúna um conjunto de itens, alguns que se afundam (como uma pedra) e outros que flutuam (como uma rolha). Encha uma bacia com água e peça ao seu filho para adivinhar se determinado objecto irá flutuar ou afundar-se.

Deixe que a criança coloque cada item no alguidar de modo a observar se o seu palpite estava correcto.

DIVIRTAM-SE!

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A música ao fim de semana mas como “instrumento” de brincadeiras e aprendizagem

Pés Pequenos

Pegadas Próprias

Desde o nascimento, os bebés são fascinados pelos seus próprios pés, quer seja pelo que sentem com eles, ou pelo aspecto dos seus primeiros sapatos!
Seguir um caminho de qualquer espécie requer equilíbrio e coordenação.
Esta semana ofereçam uma nova perspectiva dos pés aos vossos filhos, assim eles têm um grande desafio para as suas competências motoras, aprendendo a seguir as suas próprias pegadas. Desenhem o contorno das solas dos sapatos dos seus filhos, em varias folhas de papel e usando diferentes cores. De seguida coloquem-nas no chão e lancem o desafio: “agora uma pegada azul, vermelha… amarela, a que está ao lado da verde!” e por aí em diante!
Desta maneira estão, de uma forma divertida, a ajudar os vossos filhos a desenvolverem várias competências tais como a coordenação, o auto-controlo, equilíbrio, reconhecimento visual e até o vocabulário!

Vamos Tocar nas Bubbles!

Bubbles de Sabão

É muito divertido tocar nas Bubbles! Elas flutuam, tremem e brilham.

A partir dos 3 meses de idade, o seu bebé está a adquirir a sua consciência sensorial, a sua coordenação olho-mão e a compreensão da causa e do efeito enquanto os seus olhos seguem e as mãos tentam chegar às bolinhas de sabão.

Enquanto a sua criança cresce, estimule as suas aptidões linguísticas crescentes ao falar com ela sobre as suas descobertas de como rebentar as bolinhas. O que acontece quando rebentas uma bolinha? Quando rebentas uma bolinha sentes cócegas nos dedos? Ou um beijinho molhado na bochecha?

Dar largas à imaginação!

Jogos que ajudam a desenvolver o pensamento criativo das crianças

 

Aqui ficam duas sugestões de brincadeiras que os papás poderão aproveitar para se divertirem com os seus filhotes (sobretudo para crianças a partir dos 2 anos) e promover o desenvolvimento do seu pensamento criativo e capacidade de se colocarem no papel de outros:

  1. Brinque às Escondidas com Cartas. Recorte quadrados de papel colorido; escreva uma pequena nota ou o nome de um familiar em cada um. Esconda-os pela sala e peça ao seu filho para tentar encontrar as cartas e trazê-las até à caixa do correio. Você pode ser o “carteiro”e segurar uma caixa de sapatos (com um pequeno corte no cimo) onde a sua criança poderá pôr as cartas. Troquem de papéis e deixe que seja a criança a esconder as cartas. Este tipo de jogo estimula a imaginação da criança e o pensamento simbólico, permitindo ainda promover os primeiros conhecimentos de leitura.
  2. Alimenta-me! Desenhe um rosto grande numa caixa de cartão. Recorte um círculo no sítio da boca. Ponha uma bola através do buraco / boca e diga à criança, “O meu amigo tem fome. Eu dei-lhe uma maçã, mas ele ainda tem fome! O que mais deverei dar-lhe para ele comer?” Continuem a “alimentar” o seu “amigo” até a criança querer tirar a caixa e começar de novo. Actividades como este jogo dão à criança a oportunidade de exercitar o pensamento simbólico, enquanto faz de conta que os diferentes objectos que coloca na caixa são alimentos.

Divirtam-se! E quem sabe criar novas brincadeiras e partilharem connosco as vossas experiências!

Hoje vou ser bailarina
Hoje vou ser bailarina

Som mágico…

Instrumentos Musicais

Os paus de chuva são instrumentos musicais e cerimoniosos usados desde tempos ancestrais até à actualidade. O seu nome deriva do delicado tilintar das mágicas “gotas” que escorregam no seu interior.
O som desta bela obra de arte é considerado, por muitas pessoas, como extremamente calmante e confortante, relaxando pessoas de todas as idades. Há pessoas que o sentem como um meio para comunicar.
Sabia que o pau de chuva usado nas aulas de Musica do Gymboree foi feito por um artesão no Chile, onde este precioso instrumento é usado em cerimónias para chamar a chuva para regiões do Deserto de Atacama?
É mesmo mágico.

Sugestão para este fim-de-semana: construir um pau de chuva.

Para construir este instrumento musical poderá usar uma garrafa de água de plástico vazia, uma colher de plástico e um recipiente com arroz. Mostre-lhe como segurar na garrafa com uma mão e com a outra encher a colher de arroz e depois deitá-lo dentro da garrafa. Esta tarefa exigirá uma grande coordenação motora. Veja e elogie o progresso da criança à medida que vai enchendo a garrafa. Bastará que preencha cerca de 1/3 do volume da garrafa. Para ajudar a criança poderá mesmo fazer uma marca em torno da garrafa indicando até onde a criança deverá deitar o arroz.
Por uma questão de segurança cole a tampa à garrafa – ponha cola no interior da tampa (na zona lateral) e depois feche a garrafa. O pau de chuva poderá, depois, ser pintado com tintas de diferentes cores. Experimente apresentar à criança uma pequena esponja como “pincel”.
Depois de seco… Tocar e cantar?

I.M.

Respeitar o ritmo da Criança

Um ginásio para crianças? Uma universidade para bebés?

Gymboree

Onde? Um espaço cheio de cor, seguro e com equipamentos e materiais adequados à ao processo de descoberta.
Que ginástica se faz no Gymboree? Brincar, brincar e brincar.
Que músculos são trabalhados no Gymboree? Motores, cognitivos, sociais e emocionais. Todas eles em sintonia ajudam a criança a trilhar os caminhos do crescimento.
O currículo das aulas? Brincadeiras adequadas ao nível de desenvolvimento da criança. Novas brincadeiras todas as semanas.
Porquê esta brincadeira? Cada pormenor das brincadeiras é reflexo de estudos continuados, levados a cabo por especialistas, na área do desenvolvimento infantil.
Os professores? Entusiastas, dedicados e sensíveis (pessoal e profissionalmente) ao desenvolvimento infantil.
Os pais também vão às aulas? Os pais são potencialmente os melhores professores e os melhores companheiros de brincadeira. Os pais também vão às aulas!
Avaliações? Cada um ao seu ritmo. O interesse da criança dita o caminho da descoberta.
Trabalhos para casa? A animação da aprendizagem e do crescimento pode continuar em casa. Para casa vão sugestões de mais brincadeiras.
Missão? Confiança. Amizade. Criatividade. Tudo começa no Gymboree.I.M.

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