Desenvolvimento Infantil

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Top 10 Brincadeiras Crianças – 28 a 36 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 28 a 36 meses

 

 

Já chegou o melhor conjunto de brincadeiras e estímulos para as crianças entre os 28 e os 36 meses! ? http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

As crianças estão a desenvolver a sua capacidade para estabelecer relações lógicas entre ideias. As suas brincadeiras do faz de conta incluem mais sequências lógicas e ideias mais complexas. Assista a este vídeo e confira as 10 sugestões de brincadeiras, com garantia Gymboree Play&Music!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Histórias com roupas 00:44

Brincadeira #2: Momento da leitura 01:26

Brincadeira #3: Passeio pela selva 02:00

Brincadeira #4: Piquenique 02:57

Brincadeira #5: Receitas simples 03:43

Brincadeira #6: Cartas 04:56

Brincadeira #7: Fantoches 05:41

Brincadeira #8: Sementinhas 06:24

Brincadeira #9: Caixa de areia 07:10

Brincadeira #10: Pasta de papel 07:54

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Olá, o meu nome é Catarina. E vou vos apresentar o top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 28 e os 36 meses.

 

Nesta fase, é o aprender a pensar logicamente.

As crianças estão a desenvolver a sua capacidade para estabelecer relações lógicas entre ideias.

As suas brincadeiras do faz-de-conta, incluí mais sequências lógicas e ideias mais complexas, por seres imaginários, ganham vida através da literatura ou dos livros de histórias, da exploração do equipamento e de atividades de grupo.

Vamos descobrir quais são as nossas brincadeiras?

 

Nesta primeira brincadeira vamos trabalhar o pensamento…

Nesta primeira brincadeira vamos trabalhar o pensamento simbólico e a linguagem.

Arranje uma caixa com roupas, pode ser camisas velhas, aventais, chapéus, meias, o que tiverem aí por casa.

Incentive o seu filho a explorar a caixa e atirar cada objeto que está lá dentro e descubra qual será a história que ele vai inventar, ou explorar, ou pensar ou se se lembra de uma história que já tenha lido.

E dramatizem os dois 2 em conjunto, nesta aventura no mundo da caixa, com diferentes objetos do nosso dia a dia.

 

Nesta segunda brincadeira vamos promover a literacia, os conceitos e o pensamento simbólico.

Conte uma história ao seu filho e pergunte-lhe o que vai acontecer a seguir.

E quais as suas ideias na narrativa.

Isto ajuda na construção do pensamento criativo e também da imaginação.

Para além de ajudá-lo a desenvolver a literacia, e também o pensamento lógico.

E fique horas, o tempo necessário para a sua criança saiba desenvolver esta história para além do que consta os nossos livros.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar o pensamento simbólico e a motricidade global. E vamos fazer um passeio pela selva.

Pergunte à sua criança o que necessita para este passeio e arranje tudo o que é necessário mesmo que seja apenas à base da imaginação.

Por exemplo, desafie o seu filho a dizer: vamos passar silenciosamente pelo leão. Como é que nós vamos conseguir fazer isso?

Vamos colocar-nos em biquinhos dos pés e passar rapidamente antes que o leão acorde.

E depois chegamos à parte do rio.

Será que conseguimos ir ver os peixes? Vamos nadar com os peixes!

E faça os movimentos dos braços, como se tivesse mesmo a nadar dentro da água.

Incentive o seu filho a que ele partilhe consigo as suas ideias deste passeio na selva e que seja ele também a liderar, a dizer o poderão fazer ou qual é o animal que vão passar, ou estão a ver neste momento.

Nesta brincadeira, vamos promover o pensamento lógico e o contacto com a natureza, faça um piquenique.

Encha com o seu filho, uma mochila ou um cesto com tudo o que é necessário para realizar um piquenique e vão para um jardim ou para o quintal ou uma mochila ou um cesto. Pergunte-lhe o que é necessário levar e para onde levar.

E perceba se ele quer liderar esta brincadeira, este contacto com a natureza que acaba por ser não tão paginação, mas também real.

E desfrutem deste momento.

Arranjar tudo, e pensar para onde levar e o que levar, promove o pensamento lógico e também o contacto com a natureza é sempre importante para as nossas crianças.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento lógico e a se a…

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento lógico e a sequencialização.

Prepare uma receita simples com seu filho.

Serão receitas simples, em que a criança o poderá ajudar, a mexer, a deitar ou a espalhar.

Mostre-lhe a receita ou as instruções e vá assinalando as palavras à medida que as lê.

Converse sempre sobre a sequência das atividades antes e durante a sua preparação.

Primeiro, vamos deitar o leite, de seguida com a colher vamos mexer e depois com o garfo ou com a colher, vamos espalhar e vá desenvolvendo cada receita lentamente para que a criança o ajude.

Evoluir as crianças nas tarefas domésticas ou ajudar na cozinha é muito benéfico, porque todas as crianças querem ser parte de a equipa ou de ajudar nas tarefas domésticas e é sempre muito importante para as crianças também socializarem e aprenderem a sequência e quais são as regras que temos de ter, também segurança e não só na cozinha.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a criatividade e a linguagem com as nossas cartas.

Brinque aos correios, que no marco do correio a partir de uma caixa de cartão.

Crie uma ranhura no topo da caixa, para inserir os envelopes e as cartas e pequenos saquinhos de feijão que pode fazer, com um saquinho de plástico e colocar o feijão lá dentro.

Encoraje a criança a escrever cartas para a família e amigos e a colocá-los no marco do correio.

A criança poderá, mesmo fazendo uma carta que poderá enviar-nos correios verdadeiros e vão com ela e desfrute desta experiência imaginária e real ao mesmo tempo.

E quem sabe, no Natal, seja ela própria a escrever a sua carta para o pai Natal.

 

Nesta brincadeira, vamos promover as competências sociais, a dramatização e também a criatividade.

Como?

Vamos convidar os nossos amigos para fazer fantoches. Usando sacos de papel ou meias sem pares.

Ajude o seu filho e os seus amigos a fazer fantoches, usando marcadores, fios, pompons e botões.

Vamos lá Gymbo!

Quando tiver terminado, as crianças poderão usar o seu o seu crescente pensamento criativo, assim como os seus regentes competências sociais, eloquente habilidade para cooperar e negociar para que criar histórias para dramatizar com os seus fantoches.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento sequencial e lógico, o contacto com a natureza e as competências linguísticas, plantando sementes. Ou relva, feijões, cenouras ou girassóis. Num vaso ou algures no vosso pátio.

Converse com seu filho em cada etapa, de forma que possa compreender a sequência envolvida.

Primeiro, colocamos terra no vaso. Depois enterramos o dedo para fazer um buraco com a semente.

Observem diariamente a plantação para verem como está a semente a crescer.

Atividades como esta, desenvolvem o conhecimento lógico e as competências linguísticas.

E quando as crianças exploram novos objetos, experiências e ideias.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade fina um bocado a imaginação.

Construindo uma caixa de areia nestes dias chuvosos.

Encha uma bacia, pouco profunda com cereais, arroz ou massa.

Dê umas colheres ao seu filho, paz, copos para que ele explore a areia ou a mexer, ou a tocar ou mesmo com as suas mãos, os seus dedos, têm de perceber a textura da areia, se tenta tirar da bacia ou não, se tenta fingir que depois a areia pode ser alguma coisa para ele comer, visto que estamos utilizar arroz ou massa.

Perceba quais são as ideias do seu filho ao brincar com estas areias nestes dias chuvosos que sabe tão bem estar em casa.

 

Nesta brincadeira, vamos promover o tacto, a criatividade e expressão artística, fazendo pasta de papel.

Poderá fazer alguma pasta de papel, colocando e desenrolando um rolo de papel higiénico para uma tigela ou para um balde de plástico.

Depois, adicione água com tintas laváveis, tintas não tóxicas e depois a pasta produz uma sensação tátil única e pode ser amassada e pode ser que também mudada para formar diferentes formas e deixe a sua criança explorar, esta pasta de papel. E também claro o adulto que se divirta com a criança, que também é muito importante estes momentos a dois ou a três ou a quatro em família.

 

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Ficamos à vossa espera.

E claro não perca o nosso próximo vídeo de brincadeiras e estímulos.

 

 

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Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

 

 

Programa Play Lab Academy para fazer em casa!

Tem um bebé entre os 22 e os 28 meses?

Assista a este vídeo e descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazerem juntos, com a garantia do Gymboree Play&Music!

Parabéns! A sua criança chegou à fase em que começa a pensar de forma criativa; aos poucos irá aprender a usar palavras, imagens e objetos (símbolos) para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias. Poderá observar isto enquanto brincam por exemplo aos jogos faz-de-conta. A brincadeira continua a ser um bem essencial do seu filho. É a forma que tem de aprender sobre o si próprio, sobre o mundo e as pessoas que o rodeiam. Por isso, incentive-o a brincar sempre (sozinho ou acompanhado, dentro ou fora de casa, em todo o tempo, lugar e circunstância).

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeira #1: Brincadeiras faz-de-conta 01:16

Brincadeira #2: Dança da luz 03:02

Brincadeira #3: Esconderijo secreto 03:55

Brincadeira #4: Vou-te papar 05:02

Brincadeira #5: Parar e avançar 05:51

Brincadeira #6: Mãos à obra 07:28

Brincadeira #7: Atira a bola 08:53

Brincadeira #8: Passeios a cavalo 10:50

Brincadeira #9: Da cabeça aos pés 12:28

Brincadeira #10: Copos mágicos 13:35

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Olá, eu sou a Patrícia professora Gymboree, bem-vindos a mais um top 10 brincadeiras e estímulos.

Desta vez para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Está pronto para brincadeiras super divertidas e benéficas para si e para o seu filho?

Então assista a este vídeo e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades!

 

Nesta fase as crianças aprendem a pensar de forma criativa.

Elas utilizam os símbolos, como as palavras, as imagens, os objetos para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias.

Muitas vezes nos jogos faz de conta.

Se observarmos uma criança a brincar, podemos ver a concentração a examinar cada objeto, o entusiasmo a cada esforço, a alegria que a radiam, quando conseguem atingir um determinado objetivo.

E isto demonstra que para eles brincar é um assunto sério. É a forma que eles têm para conhecer mais sobre si mesmos, sobre o mundo e os outros que os rodeiam.

Também para testar e puxar os limites das suas capacidades. Por isso enquanto brincam sigam os interesses da sua criança, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

Estas são as nossas dez sessões.

 

Começamos este top 10 brincadeiras e estímulos com as brincadeiras faz-de-conta.

E aqui cabem infinitas brincadeiras e jogos que podem fazer juntos.

A exploração de temas imaginários e as brincadeiras faz-de-conta promovem o pensamento simbólico, que é a verdadeira chave para a inteligência, porque permite que a criança formule as suas próprias ideias e usem a imaginação.

Estas brincadeiras também estimulam a linguagem e a interação com os pares.

Encoraje o interesse do seu filho por estas brincadeiras, disponibilizando-lhe diferentes materiais do cotidiano, por exemplo, aqui temos alguns objetos da cozinha como copos, tigelas, colheres, colher de pau, uma vassourinha adequada ao tamanho da criança, temos também uma mochila.

Tudo o que tiver por causa e que a sua criança possa explorar em segurança.

Deixe-a explorar à vontade e deixe-a guiar a brincadeira.

Em alternativa podem sempre brincar vestindo-se.

Aqui temos umas gravatas, um lenço, sapatos diferentes, uma mala, um chapéu e por casa abra um baú e tirem esses tesourinhas, que podem ser tão divertidos para a criança explorar e vesti mesmo que ela não seja capaz ainda de criar uma história com a roupa que escolheu.

Vai sempre gostar de se vestir e de se sentir diferente.

Uma outra brincadeira faz-de-conta, é brincarem aos animais, por exemplo, poderá fazer uma visita ao Jardim Zoológico com o seu filho.

Como?

Peça-lhe que estique o pescoço o mais possível como uma girafa, ou que corra mais rápido como uma chita ou que trepe por exemplo o sofá da sala como um macaco a trepar uma árvore. Ou então que nada no fundo do oceano, que é o chão da sala ou do quarto e divirtam-se.

 

Avançamos agora para a dica número 2 com a dança da luz.

Arranje uma lanterna com um botão de ligar e desligar fácil de manusear.

Depois escureça a divisão da casa onde se encontram.

Inicialmente, dirija a luz da lanterna para o teto, para os móveis, para si próprio, também para as diferentes partes do corpo da criança.

Depois deixe ser a criança a fazer esta dança da luz.

Poderá colocar uma música calma e assim deixar a criança expressar-se à vontade. Passado pouco tempo a criança irá sentir um enorme prazer, ao perceber que consegue controlar o movimento da luz. E assim estará a estimular não só movimento expressivo, mas também o seu sentido de competência.

 

E esta é a nossa dica número 3.

Construa um esconderijo secreto.

Poderão fazê-lo com uma caixa de cartão.

Por exemplo, recortando uma porta num dos topos, fazendo também alguns buracos que poderão ser as janelas e assim a criança será capaz de estar lá dentro da caixa e conseguir ver o que se passa cá fora.

Poderão fazer também este esconderijo secreto com uma tenda, utilizando duas cadeiras e um lençol.

À semelhança do que já fizemos num dos nossos vídeos anteriores, que deixamos aqui o link.

Encoraja o seu filho a encher este esconderijo com os seus brinquedos e livros preferidos.

E pergunte-lhe mesmo: o que é que vamos fazer nesta cave secreta?

E deixe o seu filho brincar e explorar à vontade, mas é importante que o adulto assumam um papel nesta história.

Rapidamente se vai a perceber que a criança vai transformar este esconderijo num ninho, num castelo, num avião, num carro, naquilo que ela conseguir imaginar. O que demonstra de facto a sua capacidade imaginativa e o seu pensamento simbólico.

 

Para a quarta dica de brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 a 28 meses, sugerimos transformar o seu filho num alimento.

Poderá ser uma banana, um cachorro-quente ou qualquer outro alimento.

Para isso precisa apenas de um lençol ou de um cobertor.

Primeiro, envolva a sua criança no lençol ou no cobertor, sempre com a cara destapada.

E depois faça um grande espetáculo a descascá-la, basta puxar gentilmente do outro lado do lençol para a desenrolar, em seguida coma-a.

Nham nham nham nham nham nham nham!

Com muitos beijinhos, abraços, cócegas e mordidelas.

Depois podem trocar de papéis.

Quantos alimentos conseguem fingir que são?

Puxe pela criatividade da sua criança e divirta-se muito.

 

Já estamos na dica de brincadeira número 5.

Crie uma banda, pára e avança.

Convide o seu filho a bater em algum objeto de plástico ou metal que tenha em casa.

Poderá ser um alguidar, ou um outro brinquedo, por exemplo aqui temos um pequeno tambor.

Vá dando pistas ao seu filho de quando é que é para tocar. E quando é que é para parar.

Poderá associar uma canção.

Por exemplo, vamos?

Toca toca toca, toca toca toca, toca toca toca toca toca até parar!

Paramos? Conseguimos parar?

É importante que o adulto demonstre a brincadeira e a repita várias vezes para que a criança consiga perceber, a dada altura até já vai antecipar o momento de pausa.

Deixamos também uma alternativa muito divertida que é a dança do Freeze.

Fica aqui em cima o link para vocês visitarem também.

Esta brincadeira pode parecer de fato muito simples, mas ajuda a criança a desenvolver a sua memória, atenção e concentração e também a sua linguagem.

Numa segunda fase, quando a criança já dominar este procedimento do pará e do avança, poderá dar pistas de uma outra forma, por exemplo utilizando sons ou então mostrando alguns sinais, por exemplo, o verde para tocar e o vermelho para parar.

Isto ajudará a criança a associar o símbolo, neste caso a cor, a um conceito, do avança e do pára.

O que constitui um marco muito importante para a preparação de leitura.

 

Nesta dica de brincadeiras e estímulos números 6, sugerimos colocar as mãos à obra.

Poderá fazê-lo através de brincadeiras do foro mais artístico, como pinturas de água, numa tarde quente, poderá dar à criança uns pincéis baratos, um baldinho de água e deixá-la pintar ou o passeio da rua ou uma parede colorida que tenha em casa.

A vantagem é que a água seca, e não há qualquer risco de sujar nada.

Uma outra opção, é dar à criança uma tina ou um pratinho com espuma de barbear. E deixar a criança explorar a sua textura, ou até mesmo fazer desenhos com ela, numa superfície que não a tenha qualquer problema.

Nesta fase, também pode dar início aos dotes culinários do seu pequeno, fazendo em conjunto com ele uma receita simples de pão. E deixando-o explorar a massa, enrolando a maçã, espalmando, cortando com peças de plástico não cortantes, verá como o seu filho está tão crescido que já é capaz de seguir uma a duas indicações que lhe sejam dadas e ajudar em algumas tarefas simples.

Todas estas atividades são muito valiosas para estimular a motricidade fina, a linguagem e a imaginação da sua criança.

 

Esta é a sétima dica de brincadeira.

O simples jogo de atirar e apanhar a bola.

A maioria das crianças consegue atirar a bola muito antes de a conseguir agarrar, de qualquer forma elas adoram envolver os seus bracinhos em bolas de árvore, por exemplo, as bolas de praia ou até mesmo os balões.

E com uma certa dose de prática e de paciência da parte do adulto ela será bem sucedida em atirar e agarrar a bola.

Poderão sentar-se frente a frente ou o adulto agachado e a criança de pé, para que estejam mais ou menos ao mesmo nível.

E inicialmente, o adulto pede à criança que ela atire a bola e assim o adulto demonstrará como se agarra.

Depois o adulto atira a bola à criança, e a criança irá tentar agarrá-la.

Isto vai demorar algum tempo, serão necessárias várias repetições para que ela consiga fazer.

Quando ela já for bem sucedida, poderão aumentar a distância que vos separa.

Se observarmos à lupa esta brincadeira tão simples, poderemos encontrar inúmeros benefícios, desde a socialização à promoção da motricidade global e da coordenação olho-mão.

Boa!

Apanhar a bola requer reflexos rápidos e um bom conhecimento espacial, o que demora ainda algum tempo a adquirir.

Esta brincadeira normalmente prende as crianças por algum tempo, o que demonstra também duas coisas muito importantes, a capacidade de resiliência que a criança tem e que vai desenvolvendo ao longo do tempo, isto de tentar e voltar a tentar até ser bem sucedido e por outro também a capacidade de manter o foco na tarefa, de facto poderá verificar que em algumas brincadeiras, a criança já consegue manter-se focada e concentrada durante mais de 30 minutos.

O que reflete também o desenvolvimento intelectual que é tão notório nesta fase.

 

Já chegamos à oitava sugestão deste top 10 brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança faxina se com imagens de cavalos, então dê-lhe a oportunidade de fazer um passeio a cavalo.

O adulto fará de cavalo apoiando-se com as suas mãos e os joelhos no chão.

A criança ficará sentada nas suas costas ou nos seus ombros, certifique-se que ela está segura e esteja sempre pronto a agarrá-la, caso ela se desequilibre.

Poderá começar por ficar nesta posição durante algum tempo para que a criança se sinta confortável também com a brincadeira, depois poderá baixar e subir a parte superior do seu corpo. Ou então balançar lado a lado para desafiar o equilíbrio da criança.

Por fim poderá então fazer mesmo um passeio pela divisão da casa onde se encontram.

Ihhh!

Vamos sair? Boa

Nesta fase a sua criança já caminha muito bem, mas isso não significa que eu sou equilíbrio esteja completamente desenvolvido enquanto gatinha ou balança lado a lado com a criança nas suas costas ou nos seus ombros, estimulam a ajustarem e a manterem o centro de gravidade a cada momento.

Para além de que, alarga a sua imaginação ao fingir que é um cavalo montado num cavaleiro.

Ao fingir que é um cavaleiro montado no cavalo.

Que disparate!

 

Estamos na reta final deste top 10 com a nona brincadeira.

Certamente que se recorda da música cabeça, ombros, joelhos e pés do original em inglês, head, shoulder, knees and toes.

Se não se recorda, não se preocupe.

Deixamos aqui também, a versão do nosso canal Gymbo for kids.

Esta é uma brincadeira muito simples em que terá apenas de cantar a canção e apontar com as duas mãos para as partes do corpo nomeadas.

Incentive a criança a fazer o mesmo, por isso será importante fazerem frente a frente.

Repita várias vezes a canção e vá aumentando o ritmo.

Será que a criança consegue fazer autonomamente a coreografia ou baralha-se?

Se for necessário, segure então nas suas mãozinhas e acompanhe ao longo da coreografia.

A música e a dança são de facto ferramentas muito simples e divertidas que estimulam fortemente o desenvolvimento infantil.

Por exemplo com esta canção e coreografia apenas, a criança trabalha a sua consciência corporal, a sua motricidade global, a sua memória, a sua audição e também a exploração do ritmo.

 

Vamos então à última sugestão de brincadeiras e estímulos deste top 10 para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança está tão crescida que certamente já reparou, que ela é capaz de procurar o seu brinquedo preferido exatamente no local onde deixou no dia anterior. E isto é resultado do desenvolvimento do conceito da permanência do objeto e também da sua memória. Portanto vamos continuar a estimular estes dois aspectos com o jogo dos copos mágicos, que é um autêntico desafio da memória.

Precisa então de dois ou mais copos.

Aqui temos três, com cores bastante distintas e um objeto que possa ser escondido por baixo dos copos, aqui temos umas castanholas.

É importante que a criança esteja a ver todo este processo.

Poderão estar lado a lado ou frente a frente.

Vamos colocar então as castanholas por baixo de um copo, pode ser do copo azul e vamos mover.

Olha, Gymbo onde estão as castanholas?

Independentemente da criança acertar ou não, é sempre importante que dê reforços positivos, por exemplo, se ela apontar para o copo laranja, podemos dizer: olha não está aqui! As castanholas onde estão? Vamos tentar outra vez? Ah! Estam aqui, muito bem! Vamos fazer de novo?

Repita várias vezes este jogo, porque certamente a sua criança irá gostar muito.

Tenha só em atenção que, enquanto mexe os copos não deverá mover nem muitas vezes nem demasiado rápido.

Porque este é um jogo que pode baralhar também os adultos, divirtam-se muito com esta brincadeira, enquanto estimulam a resolução de problemas e a memória do seu pequeno, mas também do adulto.

 

Terminámos por hoje o nosso top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 22 e os 28 meses.

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Vemos no próximo vídeo, divirtam-se!

 

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Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

 

 

Saiba quais são as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 16 aos 22 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://gymboreeclasses.pt/playlab-academy/

O seu bebé já está muito crescido. Agora o que ele mais gosta é de resolver problemas e ser bem-sucedido, por isso ao brincar ele explora tudo ao seu redor. O seu bebé está também a aprender vocabulário, por isso as brincadeiras baseadas nos opostos (ex.: cima/baixo), ajudam-no a adquirir novos conceitos de uma forma simples e divertida. Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras Bebé! 00:00

Brincadeira #1: Construir tendas 00:38

Brincadeira #2: Freeze 00:58

Brincadeira #3: Para e avança 01:27

Brincadeira #4: Labirinto da coordenação motora 02:03

Brincadeira #5: Pinhata 02:48 Brincadeira #6: Caça ao tesouro 03:21

Brincadeira #7: Marcha às cavalitas 04:00

Brincadeira #8: Oh Rosa arredonda a saia 04:28

Brincadeira #9: Será que cabes? 05:21

Brincadeira #10: Equilíbrio na tábua 06:26

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#playlab #Brincadeiras #parentalidade

Olá, o meu nome é Catarina e vou-vos apresentar o top-10 brincadeiras para crianças entre os 16 e os 22 meses.

 

Nesta fase, as crianças aprendem e resolvem problemas de forma eficaz.

Usando os temas opostos, dá um contexto divertido para que as crianças aprendam resolver os problemas de forma eficaz, como por exemplo, dentro e fora, cheio e vazio, ou por cima ou por baixo.

Para além de promover o desenvolvimento motor, social e cognitivo.

 

Nesta primeira brincadeira, vamos trabalhar a consciência espacial, construindo uma tenda. Empilhe almofadas do sofá ou coloque uma manta por cima de uma mesa de forma redonda ou sobre cadeiras.

As crianças pequenas adoram entrar em pequenos espaços, o que reflete o seu crescente conhecimento e fascínio pela consciência espacial.

 

Vamos brincar ao congela nesta segunda brincadeira.

Dê um lenço ao seu filho para que ele agarre um em cada mão, coloque uma música e incentive-lhe a dançar e a mexer os lenços.

Desafie estas capacidades de ouvir. E ficar atento quando a música pára os movimentos todos nosso corpo também vão parar.

Para além disso, estes movimentos padronizados desafiam o equilíbrio e a coordenação.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar a capacidade de seguir regras e também a atenção e a concentração.

Com o nosso jogo do pára, e do avança.

Diga à criança que pode começar a correr assim que ouvir a palavra: avança. E que, terá de parar de correr quando ouvir a palavra pára.

Estes dois conceitos opostos, vão trabalhar a resolução de problemas e também a concentração da criança para ver se a criança está atenta às duas diferentes palavras e se consegue compreender o conceito e qual é o objetivo de cada uma.

Por fim, altere o papel e peça à criança que seja ela a liderar e a dizer: pára e avança ao adulto.

 

Nesta quarta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade global, o escalar e também os conselhos em cima e fora.

Ponha uma fila de diversos objetos, para que a criança os possa subir e possa descer.

Bancos com uma pequena altura, diferentes degraus, almofadas no chão etc.

Enquanto supervisiona esta brincadeira, deixe a criança explorar o subir e o descer.

À medida que vai explorando os objetos, não se esqueça de dizer sempre os conselhos.

Em cima! E fora!

E deixá-lo a explorar este percurso, esta fila de objetos.

De diferentes maneiras pode passar por baixo ou então sempre passar por fora ou então passar por cima e depois tudo por fora ou ao contrário.

 

Nesta quinta brincadeira vamos trabalhar a coordenação hormonal com o nosso jogo da pinhata.

Coloque uma bola pendurada, insuflável e colorida de preferência, na área de brincadeira do seu filho a uma certa distância, mas que ele provavelmente a consiga alcançar.

Mas como é que o seu filho resolve este problema de tentar alcançar a bola?

Se se coloca em cima de algum degrau, se se coloca em biquinhos dos pés ou se simplesmente tira uma almofada ou algum objeto para a tentar alcançar e tocar na bola.

 

Nesta sexta brincadeira, vamos fazer uma…

Nesta sexta brincadeira, vamos trabalhar a resolução de problemas e permanência do objeto.

Vamos fazer uma caça ao tesouro.

Onde estará o tesouro do seu filho?

Esconda um objeto especial que seu filho gosta da sua área de brincadeira para ver se ele consegue encontrar.

Inicialmente, esconda o objeto num espaço visível e à medida que as capacidades de resolução de problemas e de encontrar objetos se tornam mais sofisticadas, pode aumentar gradualmente este desafio de esconder, para que o seu filho encontre o seu objeto especial.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar noção espacial e também a liderança.

E vamos marchar!

Coloque uma música aí em casa, do estilo marcha, colocando o seu filho às suas cavalitas nos ombros e marche pela casa.

De seguida tire o seu filho, coloque-o no chão e deixe que ele lidere este momento de marcha e veja se ele lhe dá indicações para onde seguir ou então se simplesmente quer voltar às cavalitas dos pais.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o tacto e a linguagem com a nossa Rosa arredonda a saia.

Segure uma manta ou um mini paraquedas sobre a cabeça do seu filho enquanto ele se encontra sentado ou em pé.

E baixe e eleve gentilmente o mini paraquedas ou a manta.

De seguida ande à volta, por cima de seu filho e veja se ele consegue alcançar o mini paraquedas ou a manta. E pode sempre cantar a música da Rosa arredonda a saia.

Oh Rosa arredonda a saia! Oh Rosa arredonda-a bem! Oh rosa arredonda a saia! Olha a roda que ela tem!

E no fim, baixar e a esconder o seu filho por baixo da manta ou do mini paraquedas ou se quiser também cantar outra música, enquanto anda à volta, pode sempre experimentar e divertirem-se.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a consciência corporal, consciência espacial e a resolução de problemas.

Como?!?

Será que cabes?

 

Arranje algumas caixas de cartão de diferentes tamanhos, ou as suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro.

E outras suficiente grandes para que ele se consiga sentar no interior.

Para trabalhar a consciência espacial, coloque estas caixas de cartão em fila e deixe o experimentar e pergunte-lhe: será que cabes dentro da caixa? E te consegues sentar?

Deixe o experimentar à vontade, porque esta é uma atividade muito importante para a resolução de problemas.

E veja se ele por si só, quer alterar o tamanho ou então também se começa pela mais pequeninas ou pelas maiores para ver se cabe.

E se perceber que mais pequenas não cabe, se coloca a seguir das grandes, para tentar perceber se aí vai conseguir caber dentro da caixa. E se quiser também pode se colocar dentro da caixa grandes e dizer: eu caibo!

Ou então.

Será que tu cabes?

 

Nesta última brincadeira, vamos trabalhar a curvação bilateral, o equilíbrio e a confiança construindo uma tábua de exercícios.

Coloque no chão uma linha de 1 metro ou uma fita adesiva.

Nós aqui temos um lenço.

Ou então se quiser, uma tábua de madeira.

Inicialmente ajude a criança a passar esta linha, segurando na mão. E depois encoraja a experimentar sozinha e explorar esta linha ou esta tábua de madeira.

E vamos ver como é que ela adquire o seu equilíbrio e também a sua coordenação bilateral.

 

Divirtam-se sempre nestas nossas brincadeiras.

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Esperamos por vocês num próximo vídeo!

 

Take 2!

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Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

 

 

Veja quais as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 10 aos 16 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Esta é uma fase única na vida do seu bebé. Ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar com ajuda ou sozinho, comunica muito bem com gestos, expressões, movimentos e sons. Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá entrar num período de desorganização (também conhecido por birras). E toda esta turbulência é despertada por um novo objetivo – andar, falar e adquirir independência!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras para bebé 00:00

Brincadeira #1: Viagens de cobertor/cesto da roupa 01:11

Brincadeira #2: Explorar e regar 03:00

Brincadeira #3: Escondidas 03:56

Brincadeira #4: Atirar meias e bolas ao cesto 05:28

Brincadeira #5: Percurso de obstáculos 06:35

Brincadeira #6: Construção e desconstrução da torre 07:48

Brincadeira #7: Dançar juntos 08:42

Brincadeira #8: Treino com bola pilates 09:58

Brincadeira #9: À procura da luz 11:59

Brincadeira #10: Ler 13:02

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#brincadeiras #bebé #bebés

Olá, eu sou a Patrícia, professora Gymboree e venho apresentar-vos hoje o top-10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

Terão brincadeiras simples, divertidas e carregadas de benefícios para fazerem juntos.

Ficou curioso?

Então fique connosco e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades.

 

Esta é uma fase única na vida do seu bebé, ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar sozinho ou com ajuda. Certamente já se expressa muito bem através dos sons, gestos e expressões que utiliza.

Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá sofrer alguma desorganização. Também conhecido por birras e choros!

E toda esta turbulência é despertada por três novos objetivos. Andar, falar e acima de tudo adquirir independência, enquanto brincam juntos observe o seu bebé, veja a eficácia com que tenta dominar as tarefas.

Acima de tudo, siga os interesses do bebé, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Vamos à primeira dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

O mais provável é que tenha em casa objetos como um cobertor ou um cesto da roupa. Estes objetos do cotidiano são dos brinquedos mais versáteis do mundo para os bebés. Com o cobertor, por exemplo, podemos fazer um passeio sentando ou deitando o bebé por cima do cobertor, podemos arrastar o cobertor em diferentes direções pelo chão da sala ou pela relva do jardim. Se juntar a esta brincadeira mais um adulto ou uma criança mais velha este poderá garantir que o bebé não toma para trás ao longo desta brincadeira.

E assim estaremos a desafiar o equilíbrio dinâmico do bebé de uma forma segura, mas também a estimular o seu tato e a discriminação visual.

Caso não tenha em casa um adulto ou uma outra criança, poderá utilizar em alternativa o cesto da roupa.

E assim será mais fácil de controlar os possíveis desequilíbrios do bebé pelo longo do passeio.

Mas para além disso o cesto da roupa tem muitas outras potencialidades de brincadeira. Poderá transformar-se num excelente forte, num mini parque, num berço para bonecas e também num andarilho.

Caso o seu bebé esteja agora a começar a andar, ou já ande mesmo, poderá colocar o bebé numa extremidade do cesto e o adulto fica na outra.

Coloque dentro do cesto alguns objetos ou brinquedos e depois inicialmente o adulto terá de puxar o cesto, para que o bebé perceba que é possível empurrar e andar ao mesmo tempo.

A partir daí será preciso oferecer alguma resistência, porque senão o bebé poderá sair daqui a correr com o cesto.

E assim estaremos a estimular a marcha, o equilíbrio e a força nos membros inferiores.

 

A nossa segunda sugestão de brincadeiras e estímulos, chama-se: explorar e regar.

Pois é, nesta fase o bebé adora imitar os outros, nomeadamente nas tarefas domésticas.

A imitação é um processo de aprendizagem muito importante para os mais pequenos nesta fase. E associando isto ao fascínio que tem pela água, pode imaginar o resultado certo?

E que tal deixarmos o seu filho regar as plantas lá de casa ou do seu quintal?

Poderá pegar num regador com água, segurar nas mãozinhas do bebé e mostrar como se faz.

Se for um bebé mais crescido, o adulto e o bebé poderão cada um ter o seu regador. Claro que a água não vai toda parar à planta, certamente poderá parar um pouco ao chão, aos pezinhos do bebé, mas ele vai gostar muito de se sentir uma pessoa crescida e fazer o mesmo que o pai ou que a mãe está a fazer.

 

Avançamos agora para a terceira dica de brincadeiras e estímulos.

O famoso jogo das escondidas.

Os conceitos de permanência dos objetos e das pessoas, ou seja, a ideia de que os objetos ou as pessoas continuam a existir mesmo que não estejam visíveis num determinado momento, ainda dominam o dia a dia da criança.

Por isso irá notar que as separações com os pais, quer seja durante o dia, quer seja durante a noite ao deitar, podem tornar-se um pouco mais difíceis.

O bebé adora esconder-se atrás de uma esquina atrás de um cortinado, mas não gostam quando são os pais que se afastam dele. No fundo ele quer controlar as separações.

Ajudar nesta fase, sugerimos então o jogo das escondidas com objetos ou com pessoas.

No primeiro caso, basta tampar um objeto que o bebé goste com uma manta ou uma fralda, depressa o bebé vai ser capaz de reconhecer os objetos através da sua forma.

Caso o bebé não consiga encontrar, basta tapar apenas uma parte.

Não se esqueça de fazer uma grande festa quando o bebé encontra o objeto escondido. Poderá ser também o adulto ou o bebé a esconder-se, mas aqui deixamos uma dica de ouro de Gymboree!

O adulto ao esconder-se, pode dizer: adeus!

E quando aparece pode dizer: olá!

Poderá fazê-lo também com outras línguas, dizendo: bye bye! Ou então: hello!

E uma maneira simples e divertida, ajuda o bebé a aprender novas palavras.

 

E esta é a dica de brincadeiras e estímulos número 4, para bebés dos 10 aos 16 meses. Junte algumas bolas leves e macias que tenha por casa, meias dobradas também servem perfeitamente e um cesto, ou um balde ou uma taça. Caso este objeto seja de metal será ainda mais interessante, porque vai fazer um barulho muito giro, quando as bolas aqui caírem.

À vez, adulto e criança vão atirar as bolas para dentro do cesto.

Boa! Agora é a tua vez! Ah! Muito bem!

Até que todas as bolas tenham desaparecido.

Depois também à vez, vão retirar as bolas e colocar no sítio inicial.

Desta forma estará a estimular a relação causa-efeito, a coordenação olho-mão, a capacidade de agarrar e largar do seu bebé, mas também a capacidade de esperar pela sua vez.

Durante a brincadeira, não se esqueça de responder às solicitações que o seu bebé faz e assim estará mostrar que o que ele diz é importante. E isso encorajo-o a comunicar cada vez mais,

 

Já estamos a meio do percurso com a  brincadeira número 5.

E por falar em percursos sugerimos isso mesmo, um percurso de obstáculos.

Liberte o conquistador que há dentro do seu filho. E explorem juntos um percurso com diferentes obstáculos motores, por exemplo, poderemos colocar alguns brinquedos no chão e ajudar o bebé a contornar.

Boa!

Evitando os vilões desta história, por exemplo.

Poderemos ajudar o bebé a subir e a gatinhar, ou a andar, de acordo com o que ele consiga fazer, neste monte Everest, que são as almofadas da sala.

Poderemos colocar também um túnel, que poderá ser uma caverna escura, ou uma cadeira em que o bebé passa por baixo ou uma caixa de cartão grande destapada pelos topos e assim o bebé conseguirá passar pelo meio.

Ou até mesmo, subirem a uma árvore, que poderá ser a cama ou o sofá da sala.

E assim o bebé chegará ao seu objetivo, que é o seu brinquedo preferido.

Este género de desafios ajudam o bebé a estimular várias capacidades motoras, nomeadamente o equilíbrio, a força, a coordenação e também o conhecimento do seu corpo e do espaço.

 

Para a sexta dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses, sugerimos um clássico e temporal.

Que é a construção e desconstrução da torre.

Este jogo pode ser feito com diferentes materiais, cubos de madeira, copos de plástico, caixas de comida de plástico, quaisquer objetos ou brinquedos que possam ser empilhados, a diversão está garantida. Assim como a estimulação da coordenação olho-mão, da motricidade fina e grossa e também da discriminação do tamanho e da forma dos objetos, mas não se esqueça, este jogo tem duas etapas. A tarefa árdua de construir a torre e a parte mais divertida, que é deita-la abaixo.

E para Isso poderá ser o bebé com suas mãozinhas a derrubar, ou então utilizando umas bolas ou uns saquinhos de feijão.

Pumba!

Divirtam-se.

 

Já estamos na sétima dica de brincadeiras e estímulos.

E desta vez sugerimos um baile entre o adulto e o bebé.

Claro que quantos mais participarem, mais divertido será.

Põe a música e dance com o seu filho.

Poderão colocar-se frente a frente, segurando nos dedinhos do bebé e dançar lado a lado por exemplo.

E se o seu bebé for mais crescido poderá também fazer uma roda, se for necessário de algum apoio, se não o bebé sozinho já conseguirá fazer.

Uma outra variante desta brincadeira pode ser dançar sentado.

Incentivar o bebé a imitar os gestos que o adulto faz, por exemplo, ir lado a lado mas sentado, ou rodar, ou levar os braços acima e abaixo.

Ou então, quase como o jogo do rei manda, podemos dizer vamos tocar nos pé.

Tchiki tchiki tchiki tchika!

Ou vamos abrir a boca!

Isto tudo claro ao ritmo da música.

O seu bebé já está tão crescido que já consegue perceber várias palavras ou frases, e por isso verá como ele consegue seguir uma orientação de cada vez, durante esta brincadeira e consegue organizar o seu corpo de modo a seguir essas mesmas indicações.

Que foi Gymbo? Queres brincar? Gymbo agora estou a treinar, não é para brincar!

Queres a bola de pilates? Ai! A bola de pilates é um equipamento de treino, não é um brinquedo!

Esta situação é lhe familiar?

Então deixamos com a dica número 8, brincadeiras que pode fazer com seu filho e a bola pilates, nomeadamente durante as pausas do treino.

Experimente sentar o seu bebé na bola pilates e fazê-lo saltitar. Com mais ou menos força de acordo com a vontade que o seu bebé demonstrar, poderá também fazer alguns movimentos do lado lado, para a frente, para trás ou também movimentos de roda roda.

Terá de segurar muito bem o tronco do bebé para que ele não se desequilibre e não caia.

E poderá cantar.

Salta salta salta, salta salta salta, salta salta salta salta salta até parar!

Ao repetir esta canção, o bebé a dada altura será capaz de antecipar o momento da pausa, e aí o pai ou a mãe poderão perguntar:

Queres mais? Outra vez? Sim? Então faz tu.

E aí verão como o bebé tentará mover a bacia ou as pernas para tentar saltar na bola, mas claro terá de precisar de ajuda do adulto para o fazer corretamente.

Boa!

Com os bebés mais crescidos, depois do um ano, poderão colocar o bebé em pé, na bola pilates e terão de o ajudar a equilibrar-se por cima da bola.

Esta brincadeira estimula não só o bebé, ao nível do seu equilíbrio do sistema vestibular, também da força do tronco, mas estimula também o adulto. Que por um lado fará um treino de braços ao segurar e fazer saltitar o bebé tantas vezes. E também um treino de abdominais de tanto rir em juntos com esta brincadeira.

 

Estamos a chegar à reta final deste top 10 brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

Vamos então à brincadeira número 9.

Para isso, precisa apenas de uma lanterna ou de um candeeiro assim deste género.

Se quiser aprimorar um pouco, poderá colocar um papel de tecido ou papel de seda colorido, por cima, e assim a luz ficará de uma cor diferente.

Estando atrás do bebé, o bebé poderá estar a gatinha por exemplo, ou a andar, dependendo do que ele consegue fazer.

Ligamos a lanterna e apontamos, por exemplo, para o chão.

Neste caso, estou a colocar os dedos à frente da lanterna, para que a luz não disperse tanto.

E portanto vamos incentivar o bebé a apanhar a luz.

Podemos apontar para o chão, para os objetos, para alguma mobília em especial e o bebé terá então de percorrer todos estes passos para apanhar a luz.

Sempre que o seu bebé for bem-sucedido dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Esta pode ser a nossa última sugestão de brincadeiras e estímulos, mas não é certamente a menos importante.

E que brincadeira é essa?

A de ler uma história!

O seu bebé pode não saber ainda falar, é capaz de produzir alguns sons para algumas palavras específicas e certamente não percebe também todas as palavras que lhe são dirigidas. Mas até os bebés mais pequeninos adoram ler livros com os seus pais ou avós. Por isso escolha um livro breve, com imagens claras de objetos que são familiares o bebé.

E à medida que vai lendo a história, vai apontando para esses mesmos objetos, para que o bebé os vá reconhecendo.

Prefira livros de plástico, de tecido ou de cartão mais grosso para que o bebé seja capaz de pouco a pouco ir folheando.

Enfatize as rimas e as palavras divertidas e verá como é um momento delicioso para passar os dois juntos.

Desta forma estará a estimular o desenvolvimento da linguagem, da escuta, da discriminação e da memória visuais do seu filho

A dada altura pode acontecer que o seu filho tenha uma história preferida e certamente irá testar a sua paciência ou a pedir-lhe que leia a mesma história vezes e vezes sem conta.

Qualquer pai pensaria: porque não vou ler um livro diferente?

Um conselho de Gymboree aplicável a esta brincadeira como todas as outras.

Nunca subestime o valor da repetição quando se trata de desenvolvimento infantil.

A verdade é que os psicólogos educacionais dizem mesmo, que é necessário que uma brincadeira seja repetida vezes e vezes sem conta, para consolidar as redes neurais. E assim melhorar a proficiência.

Mas isto quer dizer o quê?

Que ao repetir a mesma história, estará a estimular as células cerebrais do seu filho que permitem fazer associações entre as palavras e os objetos que estas palavras representam.

Por isso prefira a qualidade das brincadeiras à quantidade de brincadeiras.

E foram estas as nossas sugestões de 10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

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Vemo-nos em breve, divirtam-se!

 

 

 

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 1

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100)

A Família é tudo!

Os momentos em família são bons momentos de partilha e de observação, uma vez que se conseguem ver uns aos outros, havendo oportunidade de se conhecerem cada vez melhor, havendo espaço para aprender a respeitar e a aceitar a individualidade e as diferenças de cada um. Assim como a admirar a beleza que cada um tem em si, como cada um é especial à sua maneira e tem tanto para mostrar aos outros.

O tempo de brincadeira com a família é o melhor tempo para as crianças aprenderem a partilhar e a agradecer. A criatividade e a generosidade são dois dos presentes que se recebem a brincar com a família e os amigos.

A criança aprende com os seus pais e com os outros cuidadores, a respeitar, a agradecer, a amar e a socializar com os seus pares e com os outros adultos. No seio da família surgem as primeiras socializações e através da brincadeira podemos incentivar a criança a expressar-se em grupo, dando-se a conhecer a si mesma e a conhecer mais os outros.

 

Brincadeiras em família

Para festejarem o Dia da Família experimentem estas brincadeiras em que todas as idades podem participar:

Vamos fazer uma roda!

 Com os mais pequeninos ao colo dos adultos façam juntos uma roda.

Pode adicionar uma corda elástica para fazerem a roda, aumentando assim o nível de dificuldade da brincadeira para os mais crescidos.

É uma ótima forma para iniciar uma atividade, podendo dar às crianças as indicações necessárias, quer sejam verbais ou somente visuais, em que o adulto modela os movimentos e as crianças imitam.

Inicie esta brincadeira a cantar uma música de introdução da atividade “Vamos fazer uma roda, uma roda, uma roda…” e depois modele diferentes movimentos simples. Comece por movimentos como abanar a corda, marchar no mesmo lugar, levantar e baixar a corda, e depois passe para movimentos que implicam deslocação no espaço. Por exemplo, andar para a frente (dentro da roda), andar para trás (fora da roda), variar o andamento rápido/lento, andar à roda para a esquerda e para a direita…

Acompanhe os movimentos com canções simples: “dentro, dentro, dentro…”, “fora, fora, fora…”

Esta brincadeira ajuda a criança mais velha a desenvolver a linguagem e aquisição de novos conceitos e também impulsiona o desenvolvimento motor, como é o caso da coordenação bilateral.

No caso dos bebés, esta brincadeira ajuda-os a ganhar mais noção de ritmo através do movimento do corpo do adulto, assim como a desenvolver o seu equilíbrio e força nos membros inferiores no caso daqueles pequeninos que já gostam de estar de pé e começam a dar os primeiros passos.

 

Máscaras musicais!

Convide a família a sentar-se em círculo. Encha um saco com lenços, óculos, chapéus e roupas. Ligue a música e peça ao grupo para passar o saco em roda enquanto a música toca. Quando a música parar, a pessoa que está com o saco, escolhe um artigo sem olhar. Continuem a jogar até que cada um tenha alguns itens de vestuário.

As crianças vão gostar de se ver com uma variedade de roupas e chapéus e esta brincadeira ajuda os  mais pequenos a aprender a esperar pela sua vez assim como a compreender conceitos opostos como “pára” e “avança”.

 

Percurso de obstáculos

Construa um percurso de obstáculos com algumas almofadas, cadeiras, caixas de cartão e deixe as crianças explorar o caminho por cima das almofadas, em volta das mesmas, por baixo das cadeiras e por dentro das caixas de cartão.

O bebé com cerca de 16 meses está apto a compreender cada vez melhor os conceitos opostos, como dentro e fora, por isso vai gostar de explorar o percurso e resolver desafios do género “Como é que vais para dentro da caixa?”. Pode ainda juntar uma bola e tornar os desafios mais complexos para a criança mais velha – “Consegues acertar com a bola na caixa?”, fazendo variar a distância para a caixa e fechando os olhos para atirar a bola.

Os irmãos juntos vão descobrir muitas maneiras criativas e únicas de explorar este percurso, que constitui em si um estímulo para o planeamento motor (organização dos seus movimentos para alcançar o seu objetivo) e aquisição da linguagem do mano mais novo e uma oportunidade de treino da pontaria e confiança do mais velho.

Este caminho às vezes pode ser um pouco atribulado e barulhento, mas faz parte da cumplicidade de irmãos, não é?! ?

 

Olha a onda!

Os manos vão mergulhar juntos! Podem ficar os dois deitados numa mantinha no chão enquanto o adulto abana um lençol ou fralda de pano para cima e para baixo imitando a ondulação do mar. Para o bebé pequenino (até +- 6 meses) esta brincadeira constitui um estímulo multi-sensorial, pois vê o objecto a aproximar e a afastar, sente a “brisa fresca do mar” e o toque do tecido no rosto, mãos e pés, que vai esticar para tentar agarrar a “onda”. O mais crescido (acima dos 2 anos) também vai gostar de imaginar que é um peixe debaixo de água. Que peixe é? Qual a sua cor? O que gosta de comer?

Desta forma, desenvolve-se a imaginação e o pensamento simbólico do mano mais velho, pois para ele o lençol é uma onda, os seus braços são barbatanas… e ele consegue representar essas imagens no seu pensamento e de expressar cada vez mais as suas ideias. E ainda pode ajudar o adulto a abanar a onda do mar.

Bons mergulhos!

Construa uma tenda iluminada

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 2

Empilhe as almofadas de um sofá de forma a criar “paredes” ou coloque um cobertor sobre uma mesa. As crianças mais velhas adoram o desafio de construir um espaço secreto onde podem ler e ouvir histórias fantásticas! Este cenário torna-se ainda mais mágico com uma lanterna a iluminar as paredes da tenda, como se fossem estrelinhas no céu.

 O bebé pequenino vai adorar ver essas estrelinhas a brilhar, pois o bebé nessa idade tem preferência por padrões de contraste, neste caso, a zona iluminada em oposição à zona escura.

Esta brincadeira ajuda a desenvolver a visão do bebé e a aumentar a cumplicidade entre os irmãos, que se podem divertir juntos na tenda iluminada. E se o adulto se juntar à brincadeira? Conte-lhes uma história neste esconderijo ultra secreto! Haverá momento mais ternurento e cúmplice?!

  

Passeio de trenó

Uma viagem de cobertor é muito semelhante a uma viagem de trenó, como o do Pai Natal! Sente ou deite o bebé num cobertor e depois puxe o cobertor lentamente pelo chão do quarto ou pela relva do jardim. Experimente direções diferentes. O mano mais velho pode ir sentado no cobertor para assegurar que o bebé não tomba, e a brincadeira terá o dobro da graça! Ou então com a ajuda do adulto, a criança mais velha pode puxar o “trenó” com o bebé deitado em segurança (de barriga para cima ou para baixo) ou sentado, caso já se aguente bem nessa posição.

Esta brincadeira promove o desenvolvimento do equilíbrio e consciência espacial do bebé, assim como a autoconfiança e a força nos braços e pernas do mano mais velho.

Há melhor presente do que poder brincar com os filhos?

 

Jogue à “batata quente”

Coloque dentro de um balão uma colher de água, encha-o e ate-o. Sentem-se em círculo e passem o balão. Dificultem aumentando a velocidade, mudando a direcção e adicionando mais balões. Os mais pequeninos poderão gatinhar ou andar no meia da roda a brincar com uma outra bola ou balão, ou o bebé mais pequenino ainda no colo da mãe achará graça ao balão a voar de um lado para o outro e tentará segui-lo com o olhar.

 

Brincar às escondidas

Este jogo simples é uma excelente forma de envolver toda a família e amigos. Ele contempla variadas competências cognitivas como a contagem, a escuta e a procura lógica de locais onde alguém se pode esconder.

 

Brincar com a natureza

Recolham alguns elementos da natureza, como folhas de diferentes árvores, pequenos galhos, pinhas, caruma. Convide as crianças mais velhas a contar e a agrupar os diferentes itens, ao mesmo tempo que incentiva a partilha e a descoberta das semelhanças e diferenças entre os vários elementos. Poderão até fazer uma tabela para registar essas descobertas.

Acompanhe as crianças mais novas na exploração táctil dos diferentes elementos e converse com elas sobre as suas características. E divirtam-se a usar as folhas como chapéus e as pinhas como bolas.

 

Vamos dançar?

Junte os amigos e a família e façam duas linhas frente a frente.

Escolham uma música familiar e que todos saibam cantar!

O par numa das pontas avança para o meio e desce o “corredor” a dançar ao ritmo da música, até chegar ao final da linha.

E assim sucessivamente, até todos os pares terem dançado.

Enquanto o par dança ao longo do “corredor”, as filas vão cantando a música que está a tocar.

 

Olha o chapéu!

Cada membro da família tem o seu chapéu, e dispostos em roda, cada um passa o seu chapéu à pessoa do lado direito e um de cada vez personifica a pessoa do respetivo chapéu, destacando aspetos positivos e divertidos dessa pessoa.

Brinquem ao Quente / Frio

Esconda um tesouro em qualquer parte da casa. Dê à criança pistas acerca de onde está (promove a capacidade auditiva): “O tesouro está perto de onde lavamos a roupa”. Depois diga “quente” quando a criança estiver perto do “tesouro” e “frio” quando ela se afasta (isto ajuda-a a seguir instruções). Comemore com um grande abraço quando ela encontrar o tesouro!

Torne esta brincadeira mais completa e adequada para as crianças mais pequeninas (acima dos 12 meses) juntando umas imagens alusivas aos conceitos quente e frio, por exemplo, um sol e um floco de neve, respetivamente.  Ou então fazendo gestos que ensinam as palavras ao bebé. Por exemplo soprar quando está quente e tremer “brrrhh” quando está frio. Sabia que o bebé a partir dos 10 meses mostra um interesse súbito pela comunicação, começando a imitar mais sons e a apontar para tudo, sendo que lhe pode ensinar gestos simples para comunicar, estimulando assim a aquisição da linguagem nos próximos meses.

 

Contem uma História Partilhada

Este jogo promove a cooperação e a capacidade auditiva da criança, assim como a capacidade de acolher a perspetiva do outro. Começam a história a partir de uma frase e cada um vai acrescentando mais detalhes à história. A próxima pessoa constrói uma nova frase e decide quando dizer “Fim”. Não importa se no geral a história for absurda desde que faça sentido de frase para frase.

Jogos deste tipo promovem o gosto pela leitura, o pensamento lógico, a memória e a capacidade de sequenciação.

 

Passear em família num dia de sol

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 3

Persigam e fiquem em cima da sombra uns dos outros. Façam sombras de animais usando as mãos, o corpo, e outros objetos (tais como ramos, folhas de árvores, um balde ou uma mangueira). Experimentem adivinhar que animais são, fazendo também os sons e movimentos característicos dos animais. Esta brincadeira promove a criatividade e o desenvolvimento da expressão corporal e linguística das crianças mais velhas e estimula o desenvolvimento da linguagem das mais pequenas e a sua curiosidade sobre o mundo. E, claro, faz soltar muitas gargalhadas!

Vamos juntos arrumar!

Finja que pratos de papel, copos vazios e outro tipo de materiais inúteis/lixo são bolachas saborosas para alimentar o caixote do lixo “monstro”. O envolvimento em atividades de arrumação e limpeza apoiam a preparação para a escola e o recurso à criatividade durante a limpeza desenvolve, simultaneamente, a imaginação.

Mesmo as crianças mais pequeninas (com cerca de 1 ano) poderão interessar-se por essa brincadeira pois gostam muito de colocar os objetos dentro e fora das caixas. Desta vez incentive a mantê-los dentro?, inventando uma música com uma melodia de que goste para acompanhar a tarefa de arrumar.

Mega retrato da família

Num espaço amplo da casa, estenda no chão uma longa tira de papel de cenário, suficientemente grande para caber toda a família em altura e comprimento.

A ideia é desenhar o contorno do corpo de cada elemento da família deitado no chão, compondo um desenho da família à escala real.

Depois poderão completar o desenho com diferentes tecidos, lãs, fitas, botões… usar materiais recicláveis até e assim adicionar pormenores únicos de cada um.

Esta atividade poderá levar a criança a descobrir pormenores do pai, mãe e irmãos que até então lhe tinham passado despercebidos, e para os mais pequenos também é uma oportunidade de aprenderem mais sobre conceitos simples da matemática – grande e pequeno, maior e menor, fazer a contagem dos dedos, braços, pernas… E poderão aprender mais sobre as partes do corpo.

Não haverá com certeza outro retrato igual!

Até porque os momentos passados em família são únicos e ficam registados para sempre na memória e no coração!

Quais são as vossas brincadeiras preferidas em família?

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Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

 

 

Recomendado pelos Pediatras

 

Descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 6 aos 10 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Entre os 6 e os 10 meses de vida, os bebés estão muito ocupados a tentar adquirir competências que lhes permitam ter impacto no mundo.

Começam a compreender como funciona o mundo, a noção causa-efeito e relacionarem-se com os outros. As brincadeiras com exploração das rampas, túneis e escorregas, promovem o desenvolvimento de capacidades motoras como a força e o equilíbrio, tão necessários para que o bebé consiga gatinhar, pôr-se e ficar de pé e caminhar.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular? Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Os túneis lá de casa 00:41

Brincadeira #2: Caixas e rolamentos 01:16

Brincadeira #3: Escorregas caseiros 02:22

Brincadeira #4: Andar a cavalo 03:26

Brincadeira #5: Jogo da corda 05:13

Brincadeira #6: 1, 2, 3 Saltar! 05:56

Brincadeira #7: Brincar com esponjas 07:01

Brincadeira #8: Gatinhar lado a lado 07:58

Brincadeira #9: Rocas caseiras 08:48

Brincadeira #10: Túneis de pano 10:56

 

Olá, o meu nome é Catarina e hoje venho-vos mostrar 10 brincadeiras para os bebés entre os seis e dois meses.

 

O principal objetivo nesta fase, é o fazer a conhecer, através da noção, causa e efeito.

Os bebés, nesta fase tentam explorar as rampas, os túneis, para adquirirem a força e o equilíbrio, para posteriormente conseguirem se colocar em pé e andar.

Comunicam com os adultos, através de apenas sons ou canções que vamos cantar para eles.

E estas são 10 brincadeiras para este nível.

Vamos fazer túneis para o nosso bebé explorar, se não tiver algum túnel aí em casa, pode construir com uma cadeira e com uma manta por cima vamos fazer com que o nosso bebé comece a gatinhar e a explorar o nosso túnel.

E se o seu bebé em caso de se mostrar receoso, pode colocar alguns objetos que o atraem para que consiga explorar o nosso túnel, por exemplo aqui temos algumas bolas ou pode ser um peluche ou algum instrumento que faça som para que atraia o bebé a explorar este túnel.

 

Nesta brincadeira, vamos precisar de um carrinho ou mais hoje, ou de algum objeto que role.

Então vamos precisar de uma caixa de sapato.

Vamos começar por recortar, as extremidades da caixa de sapatos, ou se quiser simplesmente abrir a caixa de sapatos.

E vamos rolar o carrinho por dentro deste túnel imaginário, e vamos perceber como é que a criança antecipa, a saída do carrinho pelo outro lado do túnel.

Empurre gentilmente o carrinho, para que fique dentro deste túnel e perceba como é que a criança reage, ao reparar que o carrinho ficou lá dentro e não saiu.

Será que a criança tenta alcançar e vai procurar o carrinho dentro do túnel?

Ou então, será que ela espera que ele saia.

Podemos também, rolar mais um carrinho gentilmente, e ver se ele fica também dentro do túnel.

Podemos perguntar:

Onde estão os carrinhos? Será que os consegues encontrar?

Perceba como é que reage a sua criança a esta brincadeira com a descoberta do objeto e da antecipação.

 

Vamos criar escorregas em casa e vamos arranjar alguma almofada e um sofá, ou então uma mesa ou uma tábua de passar a ferro e vamos apoiar de forma segura, em algum sítio, neste caso temos um banco, mas pode apoiar ou no sofá ou numa mesa.

E vamos também precisar de uma manta para que o nosso bebé consiga escorregar mais facilmente pelas nossas rampas ou pelo nosso escorrega.

Trabalhando o nosso ritmo dinâmico em movimento.

E colocamos o nosso bebé de barriga para baixo. Seguramos bem o nosso bebé e depois podemos puxar a manta, para que ele deslize. Sempre em contacto com o nosso bebé para que ele nos consiga ver.

E podemos repetir.

Pomos a manta lá pra cima e depois escorregamos devagarinho, devagarinho, para que ele ganhe confiança.

Depois pode puxar a manta mais rapidamente.

Com esta brincadeira vamos trabalhar o equilíbrio.

E apenas precisamos de uma cadeira ou de um banco.

E como é que nós podemos trabalhar o equilíbrio da criança através desta brincadeira?

Sentamos numa cadeira e colocamos nosso bebé virado para nós, nas nossas pernas e com os nossos indicadores colocamos nas mãos do bebé para que ele nos agarre.

E podemos cantar uma canção do cavalo, e balançar nas nossas pernas para cima e para baixo.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! Pela estrada fora eu vou!

E quando acabamos a nossa canção do cavalo, levantamos e deixamos o bebé escorregar pelas nossas pernas.

E estamos a trabalhar o equilíbrio.

Veja como é que a sua criança reage ao descer pelas suas pernas. Se tenta subir, se tenta agarrar com os braços e não apenas os nossos indicadores.

E depois podem voltar à posição centrada e continuar o vosso passeio a cavalo.

Podemos fazer o nosso passeio mais rápido e descer mais rápido pelas nossas pernas. Ou mais lentamente.

Perceba também do que é que a sua criança prefere. Se gosta de um passeio mais lento, ou se de um passeio mais rápido.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo, a cavalo eu vou, pela estrada fora eu vou!

E assim estamos a trabalhar o equilíbrio do nosso bebé.

 

Depois fazer o jogo da corda. Por isso, vamos precisar de uma fralda de pano ou de um cobertor.

Sente-se no chão com o seu bebé e dê a ponta da fralda de pano ou do cobertor para que ele a agarre.

Do outro lado, vai puxar ligeiramente a corda até que perceba que o seu bebé também a pare de puxar. Se ele a puxar, aumente ligeiramente a força que puxa a corda para o seu lado para aumentar a resistência.

Estes jogos suaves de força desenvolvem a parte superior do tronco do seu bebé e também a sensação de sucesso.

E por fim. Veja quem puxa mais a corda e vá dando sempre feedback positivo ao seu bebé para que ele tenha essa sensação de sucesso.

 

Hoje vamos trabalhar a antecipação dos sistema que estimula o nosso bebé, com o saltar. Vamos colocar o nosso bebé sentado contra o nosso peito e vamos tornar umas repetições tranquilizantes  e também uma pitada de surpresa.

Vá cantando mais rápido, ou mais lento consoante o bebé para tornar estas supresas ainda mais divertidas.

E fazemos um-dois-três. Saltar!

Vamos lá bebé de novo.

Mais lento agora.

Um-dois-três. Saltar! Boa.

E dando sempre feedback positivo e também percebendo como é que o bebé reage a estas surpresas do saltar e também do saltitar com estas repetições do balançar das nossas pernas.

E também podemos fazer, mais rápido.

Um-dois-três. Saltar!

 

E hoje vamos trabalhar o tato e a força das mãos do nosso bebé.

E vamos espremer esponjas.

Vamos precisar de um alguidar e várias esponjas ou então mesma hora do banho pode fazer esta brincadeira.

Dê ao seu bebé, várias esponjas para que ele esprema. Ao espremer a água o bebé vai trabalhar a sensação de tato e também a força nas mãos.

E pode sempre ajudar. E salpicar o seu bebé, que também dá uma sensação muito refrescante.

E inicialmente, pode ajudar, para que ele perceba o que tem de fazer, qual é o objetivo de apertar as esponjas.

E se tiver alguma esponja de outras texturas, ainda melhor para a sensação do tato do nosso bebé e vamos espremendo as nossas esponjas no alguidar. Também podemos fazer as nossas sensações refrescantes com os salpicos. São tão fresquinhos!

 

Vamos gatinhar com o nosso bebé.

Muitos bebés, acham divertido seguir os pais pela casa a gatinhar.

Por isso, faça a vontade ao seu explorador e gatinhe com ele.

Pode, inicialmente também usar algum objeto que se o seu bebé, começar agora a gatinhar para que ele o consiga alcançar, ter que forçar este gatinhar.

Se o seu bebé já for muito explorador, então não precisa de nenhum objeto e basta divertir-se e gatinhar com ele.

Se tiver ajuda aí em casa, pode sempre colocar o seu bebé nas costas enquanto gatinha e fazer o som de algum animal, como um cavalo e ele certa maneira colocando em cima das suas costas, também está a trabalhar o seu equilíbrio dinâmico, equilíbrio em movimento.

Divirtam-se nesta exploração pela sua casa ou pelo seu quintal…

 

Vamos abanar, trabalhando a audição e a noção causa-efeito do nosso bebé. E por isso vamos precisar de rolhas de caixas de tampas.

Podemos também por colheres ou blocos de madeira.

Assim alguns objetos de dimensões grandes para apropriarmos ao nosso brr…

E por isso vamos precisar de uma caixa de plástico e de tampas ou então blocos de madeira ou colheres que tenha em casa e vamos colocar dentro da nossa caixa. Assim, objetos de dimensões apropriadas para o nosso bebé.

Vamos colocar dentro da nossa caixa, também trabalhar a coordenação hormonal, ao pedir ao bebé que coloque os objetos dentro da caixa.

Pode também ir colocando ou fazer a sua roca para crianças crescidas, uma para si e outra para a sua bebé.

E depois brincarem com esta música.

Podemos colocar… Aqui nós só temos as tampas.

E depois fechamos a nossa caixa e vamos divertir-nos com a música. Com a nossa roca.

E vamos abanar.

E parar para perceber se o bebé consegue perceber quando abana e faz um som e quando para, perceba se o seu bebé procura o som, e tenta ele abanar a sua roca.

E abanamos.

Abana, abana, abana! Abana, abana, abana! Abana, abana, abana, abana, abana sem parar!

Stop!

E ao parar, estamos a trabalhar a noção-causa-efeito.

Que quando abanamos, fazemos o som. E quando paramos, há a ausência do som.

O seu bebé gosta de abanar mais rápido?

Então abane mais rápido ou então mais lentamente, como o seu bebé preferir e divirtam se com estes sons de rocas para crianças muito crescidas.

 

E hoje vamos explorar um túnel de pano ou de tecido.

E temos estes túneis articulados disponíveis a lojas de brinquedos especializados.

E explorar um túnel é sempre muito divertido, tanto para os bebés que começaram agora a gatinhar, como os bebés mais experientes nesta arte, que tanto gostam de explorar a casa a gatinhar.

Passar por um túnel articulado, permite ao bebé ter uma noção do espaço e se colocar uma bola ou o objeto que o seu bebé mais gosta, no fim.

Ele percebe que quando chegar ao fim deste túnel terá um prémio no fim.

Se quiser também gatinhar com ele dentro do túnel, torna esta brincadeira ainda mais divertida. E também, ao túnel ser demasiado escuro, permitirá ao bebé trabalhar o seu receio de sítios e locais mais escuros.

Será que o seu bebé gosta de passar por este túnel de pano? Ou se nem é necessário colocar diferentes objetos que gosta lá dentro, para estimular este gatinhar pelo túnel.

Divirta-se e perceba como é que o seu bebé reage a esta brincadeira de explorar um túnel de pano.

Boas brincadeiras!

 

Ah..fim, ah…

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E claro, divirtam-se com o seu bebé. E sempre boas brincadeiras!

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#brincadeiras #bebés #bebé

rocky bateria divertida chicco

A importância da música no desenvolvimento infantil [Rocky, a bateria divertida da Chicco]

Chicco – Rocky, a bateria divertida. Brinquedo Musical

 

 

 

#chicco

A importância da música no desenvolvimento infantil

Olá!

Estou aqui para falar um pouco sobre a importância da música no desenvolvimento da criança, desde logo quando nasce.

E nos primeiros meses podemos identificar a importância da música e da dança e quando embalamos o bebé e quando lhe cantamos para acalmar.

Pois é, a música tem inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança, desde benefícios físicos, sociais e cognitivos. Apresentarei aqui alguns exemplos desses benefícios e também darei algumas dicas de brincadeiras que podem reproduzir em casa com os vossos pequeninos.

Benefícios Físicos

Então, em termos físicos que é que a música nos permite desenvolver na criança, se então estamos a falar da música, que vai também estimular o movimento do seu corpo e por tanto vai permitir à criança desenvolver a sua motricidade grossa, mas também juntando alguns instrumentos permitimos que a criança desenvolva a sua motricidade fina dos pequenos músculos das suas mãos.

E para o bebé pequenino, que está a desenvolver a sua visão, que está a aprimorar os seus sentidos para a descoberta do novo mundo em seu redor.

Depois a música, em termos auditivos permite então estimular a capacidade do bebé, localizar a origem de um som. E também ir reconhecendo diferentes timbres associados a diferentes instrumentos e reconhecer diferentes vozes do adulto ou dos adultos que estão com o bebé diariamente.

E depois distinguir mesmo aqueles que são então do seu âmbito familiar e outros que são mais estranhos.

Benefícios Cognitivos

Em termos cognitivos, ora a música permite o desenvolvimento do cérebro do bebé, facilita muitas ligações neuronais.

Se estivermos a falar de desenvolvimento da memória, o bebé é capaz de reconhecer padrões musicais, por exemplo, e se repetirmos esse padrão musical, esse padrão rítmico várias vezes ao longo de uma música, o bebé será capaz de o memorizar e será capaz de associar uma palavra a esse momento desse padrão, ao longo da música, ou um gesto associado a esse conjunto de três notas que tocamos sequencialmente e sempre por tanto numa mesma sequência ao longo da música e portanto facilita o desenvolvimento da memória do bebé.

Desde cedo, desde bem pequenino.

Benefícios Sociais

Em termos sociais, pois a música coloca-nos em relação uns com os outros, facilita muito esta relação social. Naturalmente como eu dizia no princípio, o laço afetivo que se fortalece quando a mãe embala o seu bebé no colo, quando lhe canta uma música ternurenta e que o acalma.

Portanto este princípio da socialização, mas depois mais tarde, a criança que gosta de dançar com os seus amigos e por tanto socializa desta forma também com a ajuda da música, claro que nos coloca em grupo e que facilita estas relações sociais.

 

Brincadeiras musicais

Ora, então passamos às sugestões de brincadeiras.

1. Um espanta-espíritos multi-sensorial

Para os mais pequeninos, mesmo bebés podemos construir assim com a ajuda de um cabide e recorrendo a fitas de diferentes cores, diferentes tecidos, e portanto a possibilidade de uma o experiência multi-sensorial, para o bebé poder tocar, querer agarrar os diferentes fios, também a diferentes alturas, permitindo estimular então esta capacidade do bebé ir agarrar o objeto. E depois instrumentos com diferentes sons.

Neste caso, tenho um guizo e umas maracas.

E então ajuda aqui à estimulação da audição para a identificação de diferentes sons.

E também poderão tocar o instrumento de um lado do ouvido do bebé, do outro ouvido e portanto o bebé ir identificando a origem e os pontos de origem do som diferentes.

2. Uma bateria na cozinha

É uma sugestão de brincadeira que podem construir aí por casa. E lá por casa também, com algumas panelas, permitir que o bebé assim já perto de um ano, tem um gosto especial depois poder encontrar os objetos do dia a dia e de querer utilizá-los para as suas brincadeiras.

Porque não então com as panelas, com as caixas de plástico que tem na cozinha e construírem uma bateria?

E depois podem recorrer a outros brinquedos em que permitam então o bebé explorar o som das panelas.

Porque não os talheres, em segurança?

Poder dar uma colher mesmo que sejam objetos por tanto mesmo, os reais, aqueles que tem na cozinha de plástico ou metálicos, mas que permitam à criança explorar em segurança esses objetos da realidade, do seu dia a dia, que vê os adultos usarem, colher de pau também poder dar à criança então tocar em diferentes texturas, a ouvir os diferentes sons que esses, objetos fazem nos diferentes materiais.

3. Instrumentos suspensos

Também poderão pendurar alguns instrumentos que tenham com diferentes materiais também, a madeira em contraste com o plástico e portanto sentir diferentes temperaturas dos materiais e ir portanto facilitando estas experiências táteis ao bebé, também tem muitos benefícios.

Neste caso, também pendurei uma panela, portanto ter alguns objetos do dia a dia também pendurados e permitir à criança então, alcançá-los.

Escolha os objetos também da dimensão mais apropriada para a idade do bebé, para que ele sozinho ou com ajuda do adulto possam então segurar os diferentes instrumentos, por exemplo aqui com este reco reco, um bocadinho mais com a ajuda do adulto, ele poder ouvir o som.

4. Imaginar e Criar!

E por que não cantar?

Qual o som? Qual o som? Toca toca toca toca! Qual o som? Qual o som?

E explorar os sons que o instrumento pode fazer.

Explorando o objeto de diferentes maneiras poderão encontrar diferentes sons.

E para os mais crescidos, claro as suas ideias sobre como tocar um instrumento, como usar um instrumento, dar largas à imaginação para poderem incluir os instrumentos em diversas brincadeiras. As mais variadas que podem surgir nas vossas brincadeiras aí por casa.

E depois há outros brinquedos musicais que poderão ter por casa e ajudam a estimular o desenvolvimento musical da criança.

O Desenvolvimento musical

Este desenvolvimento musical vai de um princípio em que a criança é uma receptora e portanto recebe, está numa fase receptiva da música e portanto absorve a informação que lhe é dada em termos de música que colocamos para a criança ouvir, ou que lhe cantamos, a forma como tocamos no corpo do bebé marcando o ritmo da música, a forma como dançamos com ele no colo.

Depois a criança caminha no sentido de uma expressividade, e portanto de tornar essa música expressiva e de poder então mostrar aquilo que gosta de fazer e o que sabe fazer em termos de musicais.

E portanto alguns instrumentos facilitam essa, essas brincadeiras expressivas, por exemplo com as baquetas, poder ter uma bateria para tocar e ouvir os sons que esse instrumento faz nos pratos, também poder seguir indicações, digamos assim de um instrumento onde pisca a luz para ir tocar com a baqueta, portanto estas brincadeiras que neste caso, esta bateria divertida Rocky, permite explorar.

Ouvir os sons dos diferentes instrumentos e portanto ir reconhecendo os timbres desses instrumentos. É também uma das mais valias das brincadeiras musicais.

E sem dúvida, a criança poder explorar e poderem criar juntos diferentes coreografias associadas à música que vão até criar uma própria letra também para cantarem juntos.

Portanto, é aproveitar o tempo juntos, para poderem criar novas brincadeiras musicais e deixarem-se viajar neste mundo mágico da música, que realmente nos pode transportar para cenários mágicos, divertidos e serão experiências únicas em família certamente.

Boas brincadeiras!

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Como educar uma criança? 4

Como educar uma criança?

EDUCAR

“É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança.”
Provérbio Africano

Serão pai e mãe igualmente capazes de responder de forma adequada a todas as necessidades de uma criança? De facto, pai e mãe são igualmente capazes de o fazer, sendo a personalidade e o comportamento educativo dos pais determinantes para o desenvolvimento cognitivo, social e afectivo e, em última instância, para o bem‐estar pessoal e o sucesso dos filhos.

A Família como centro da educação

As relações entre pais e filhos são espaços privilegiados para as crianças aprenderem os primeiros passos em domínios como a comunicação, relacionamento interpessoal, linguagem, relacionamento afectivo, atitudes e crenças.
Das interações pais‐filhos surgem diferentes formas de educar e diferentes formas de ser. Em 1971, Baumerind identificou três estilos parentais, que refletem distintas considerações sobre áreas centrais da educação, como a comunicação, o controlo, a afetividade e as exigências relativas à autonomia. Assim, cada estilo parental traduz diferentes atitudes, crenças e comportamentos dos pais perante a educação dos filhos sendo possível encontrar, mesmo no seio do próprio casal, diferenças nas práticas educativas.

Estilos Parentais

Alguns pais optam por controlar os filhos através do poder e do medo, impondo regras rígidas e recorrendo frequentemente à força e à ameaça para as fazer cumprir. São pouco afetuosos e pouco atentos face às necessidades da criança, podendo por vezes delegar‐lhe responsabilidades que não se adequam ao seu nível de desenvolvimento. Estes pais enquadram‐se num estilo parental autoritário.
Outros há que, apesar de estabelecerem uma relação razoavelmente afetuosa com os filhos, não definem regras, limites ou estrutura, abdicando totalmente do poder. Estes pais parecem ausentes ou pouco interessados nos filhos, considerando não ter um papel ativo, nem responsabilidade, no comportamento dos mesmos. Estamos, neste caso, perante um estilo parental permissivo.
A investigação tem demonstrado que o estilo de educação mais eficaz é o estilo democrático ou autoritativo, porque embora a mãe e o pai sejam detentores de poder, partilham‐no com os filhos. Este estilo conjuga a autonomia com o afeto. Estes pais valorizam a disciplina, impondo limites razoáveis, apresentados de forma consistente. Além disso, proporcionam um ambiente estimulante, tendo expectativas apropriadas relativamente ao comportamento da criança.

educar com limites

Os estilos parentais e as competências que a criança desenvolve

Os estilos parentais parecem influenciar a maneira de ser e estar das crianças e as suas competências para lidar com o mundo que as rodeia. Uma criança educada segundo um estilo autoritário pode não se sentir amada nem merecedora de confiança. A insegurança, dependência, baixa auto‐estima e insatisfação estarão, muito provavelmente, presentes na sua vida. Quando adulta poderá revelar falta de responsabilidade pessoal, sentir‐se inferior, só e desconfiada.
Se for educada segundo um estilo parental permissivo, a criança para além de não se sentir amada nem merecedora de confiança e com baixa auto‐estima, pode sentir‐se ainda confusa, desencorajada, dependente, rejeitada e insegura. Em adulta poderá ter dificuldade em respeitar os sentimentos dos outros, pensar que pode fazer o que lhe apetece e ter pouca consciência de responsabilidade social.
Uma criança educada através de um estilo democrático tende a sentir‐se amada, merecedora de confiança, respeitada, segura, feliz e com elevada auto‐estima. Em adulta tenderá a ser responsável, respeitadora, amiga, disciplinada e determinada.
As diferenças entre pai e mãe na forma de educar os filhos podem levar a que a criança aprenda estratégias diferentes para lidar com cada pai, manipulando o que pode ou não fazer com um ou com outro. A inconsistência das práticas parentais é perturbadora para o desenvolvimento harmonioso da criança, podendo gerar sentimentos de insegurança. A consistência na prática parental é, de facto, fundamental para o bem‐estar de todos.

Ideias que podem contribuir para a harmonia e equilíbrio familiares:
•  Evite conflitos à frente do seu filho originados pelas diferenças entre estilos educativos.
•  Para evitar conflitos, converse antecipadamente com o/a pai/mãe do seu filho sobre os aspetos que considera importantes de forma a delinearem formas de agir em conjunto.
•  Não dispute o poder sobre a educação do seu filho, lembre‐se que ambos os pais podem desempenhar um papel determinante em diferentes situações.
•  Compreenda que algumas situações requerem cedências ou mudanças da sua parte ou da parte do/a pai/mãe do seu filho ou de ambos.
•  Seja flexível.

Educar é um desafio…

Perante o desafio da educação, Harvey Karp, conceituado pediatra americano, salienta, numa das suas obras, cinco razões pelas quais até os “pais perfeitos” (se eles existissem!) sentem dificuldades no seu papel de educadores.
‐ Sentimentos de frustração. Alguns comportamentos da criança frustram e zangam o adulto.
‐ Sentimentos de fracasso. As “batalhas” do dia‐a‐dia poderão fazê‐lo sentir‐se incapaz.
‐ Sussurros do passado. Alguns sentimentos relativos à sua infância poderão estar de volta.
Temperamento. As personalidades de alguns pais e alguns filhos podem entrar em choque.
‐ Estilo de vida moderno. O estilo de vida contemporâneo não foi feito para nos ajudar com os nossos filhos.

Limites… apertados ou soltos?

O estabelecimento de limites é uma forma de guiar a criança pelo labirinto da vida. As paredes poderão ser construídas muito próximas umas das outras e a criança irá deparar‐se com limites rígidos e com bastantes regras para cumprir, ou poderão ser construídas paredes afastadas umas das outras e aí a criança irá encontrar bastante espaço de ação e flexibilidade. Ao crescer a criança ganha maior mobilidade e curiosidade pelo mundo envolvente, empurrando algumas paredes, testando a sua robustez. Consequência? Pais e educadores sentem‐se obrigados a ceder, abrindo algumas portas, facilitando algumas passagens pelo labirinto. Importa não esquecer que os limites ajudam a criança a saber o que esperar de si própria, dos outros e do mundo, transmitem segurança e noção de controlo. Por isso, em resposta às tentativas de derrubar paredes e criar novas portas, a criança ganhará se perceber a melhor forma de seguir o labirinto, ladeada pelas paredes orientadoras, construídas pelos seus pais.

Sabia que pode elogiar sem falar?

Quando se pensa em educação, pensa‐se necessariamente em comportamentos adequados e comportamentos desajustados, ou bons e maus comportamentos, sendo estes os que atormentam os educadores. Mantendo o foco no positivo, naquilo que corre como desejado, pais e educadores poderão reforçar o “bom comportamento”. Ao fazê‐lo, de forma adequada, aumenta‐se a probabilidade de ver esses comportamentos serem repetidos. Existem inúmeras formas de recompensar positivamente um comportamento desejado. Alguns gestos simples e genuínos possuem um poder incomensurável.

O Dr. Karp revela algumas formas de elogiar e recompensar uma criança, sem que seja verbalizada uma única palavra:
‐ Olhar interessado
‐ Sorriso
‐ Festa na cabeça
‐ Abraço
‐ Um sopro no cabelo
‐ Uma “palmadinha” nas costas
‐ Erguer as sobrancelhas como sinal de surpresa agradável
‐ Sinal positivo com o polegar erguido
‐ Hmmmmm e Uau e Uh‐huh…
‐ Piscar o olho
‐ Abanar as mãos ou pedir “mais cinco”
‐ Colar os desenhos da criança na parede

Ao tomar consciência destas questões muitos são os pais que ao olhar para trás se sentem responsáveis ou até desiludidos pela forma como educam os seus filhos. Sendo certo que o princípio que norteia os estilos educativos da generalidade dos pais é o do “melhor para”, nem sempre as coisas resultam no que foi ambicionado, uma vez que, a cada momento, cada criança é uma criança, cada pai é um pai, cada família é uma família e cada sociedade é uma sociedade. Ainda assim, importa salientar que nada é definitivo e, do mesmo modo, a cada momento é possível e desejável que se adquira a consciência e a coragem necessárias para romper com crenças desajustadas, pondo em prática mudanças passíveis de fomentar na criança auto‐estima, confiança e autonomia e, nos pais, um sentimento de competência e segurança, condições fundamentais para o bem‐estar de todos.

Inês Marques

 

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Parentalidade Inteligente

Parentalidade Inteligente

 

 

Parentalidade inteligente, formação de seres humanos, desporto.

Nuno Frazão é Professor.

Foi Atleta Olímpico e é Treinador de Esgrima.

Falamos de treino e desporto, mas tambem de Parentalidade Inteligente. https://bit.ly/1ofertamae

Estudou Educação Física e Desporto na Faculdade de Motricidade Humana e fez Pós-Graduação em Esgrima em Semmelweis University Institute of Coaching and Sport Education – Budapeste

Autor do livro: Histórias do meu Diário e mais uns escritos.

Vamos falar da sua experiência enquanto atleta e pai de atletas de alta competição, tão bem como a sua visão sobre a educação e o desporto. Parentalidade Inteligente.

https://www.facebook.com/nuno.frazao.7

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