Qual o temperamento do seu filho?

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Compreender o temperamento da criança

A abordagem da criança ao mundo está dependente de vários fatores. Aprenda o que poderá fazer para promover e apoiar a criança à medida que ela explora e cresce. Claro que conhece a sua criança melhor do que qualquer outra pessoa, mas por vezes ajuda afastar-se um pouco e ver como ela aborda as novas situações, brinca nos diferentes contextos, e enfrenta os diferentes desafios. Com base no que vê poderá optar por, de tempos a tempos, ajustar as suas estratégias parentais para que estas se adaptem melhor ao temperamento individual da criança.

Adote e adapte as diferentes sugestões com base nos pontos fortes da criança e naquilo em que ela precise de apoio. O objetivo não é alterar o temperamento da criança – mas como a maioria dos pais, irá enfrentar algumas situações em que verificará que iria ajudar se a criança fosse mais flexível, mais persistente ou mais ávida por experimentar algo novo.

Estas sugestões podem guiá-lo a ajudar a criança a adaptar-se – e, quem sabe, mesmo a expandir – o seu mundo. Por exemplo, poderá aprender como uma criança que se sente frequentemente assoberbada pelo que vê e ouve, se poderá sentir mais confortável para se juntar a um grupo de brincadeira. Ou, poderá encorajar uma criança pouco persistente, ou ajudar uma criança particularmente reativa a lidar melhor com as emoções fortes, para que não sobrecarregue as outras crianças. Embora estas sugestões sejam apresentadas como respostas aos temperamentos específicos das crianças, poderá achá-las úteis para lidar com situações parentais que poderá vir a encontrar ao longo dos próximos anos.

Aprenda a Medir a Intensidade de Reação da Sua Criança

Os Reatores Baixos são as crianças que parecer exigir menos dos outros. Tendem a:

  • estar caladas e raramente resmungam.
  • dormir mais do que a média.
  • mostrar as suas emoções apenas através de pequenas mudanças na expressão, postura e tom de voz.
  • tolerar muita estimulação.

Embora os reatores baixos sejam geralmente crianças menos exigentes, isto não significa necessariamente que estas requeiram menos esforços parentais. Pelo contrário, poderá ter de investir mais esforços para captar a atenção da criança.

Os Reatores Altos – as crianças que demonstram como se sentem numa voz alta e clara – estão na outra ponta do contínuo. Tendem a:

  • Exprimir os seus sentimentos com grande intensidade.
  • Reagir a qualquer estímulo físico tão intensamente como reagem a estímulos emocionais (por exemplo, ser incapaz de tolerar irritações, tais como um vinco numa meia).

Para muitas crianças, a intensidade não é problema, porque as suas reações se situam no meio do contínuo. As suas disposições são normais e tendem a enfrentar as coisas com naturalidade.

Responder às Reações da Criança

Se a Sua Criança é um Reator Baixo

  • Aumente o volume para captar a atenção da criança. Escolha música com um ritmo dinâmico, enverede em jogos estimulantes e use uma voz teatral enquanto lê. Observe as reações da criança para se certificar de que ela está envolvida, mas não sobre-estimulada.
  • Faça tolices, seja criativo e incentive a criança a fazer o mesmo.
  • Faça jogos interativos com a criança. A criança pode preferir jogos que impliquem turnos, trocas e mudanças, por exemplo, jogos de estafetas.
  • Ponha o corpo da sua criança a mover-se. Os reatores baixos podem não ser responsivos se não estiverem envolvidos fisicamente.
  • Siga a vontade da criança. Se ela cantar, junte-se a ela para um dueto. Se ela dançar, torne-se o seu parceiro de dança

Se a Sua Criança é um Reator Alto

  • Diminua o volume. A música, a luz, e a roupa devem ser suaves. Os jogos deverão ser divertidos mas não sobre-estimulantes.
  • Proporcione à criança conforto físico quando esta estiver ansiosa. Abrace-a, massaje-lhe as costas, e embale-a até ela a sentir mais calma.
  • Mostre-lhe que a compreende, validando os seus sentimentos. Use expressões como “eu sei que é difícil para ti ir a locais muito cheios ou com muito barulho” e “eu sei que os teus sentimentos por vezes se tornam muito dolorosos”.
  • Descreva o que acabou de acontecer para ajudar a criança a sentir-se em controlo. Por exemplo, poderá dizer, “Tu estavas irritada porque tivemos de sair da festa, e bateste-me para me mostrar o quão zangada estavas”.
  • Sugira formas alternativas de reagir. Por exemplo, poderá dizer, “Não está certo bater, porque magoa. Porque não bates antes numa almofada?”.
  • Antecipe as birras. Retire suavemente a criança das situações potencialmente explosivas. Tente redirecionar – envolva a criança numa atividade de outro tipo – ou dê-lhe apenas um grande abraço para a confortar.
  • À medida que a criança cresce, incentive-a a ajudar a resolver problemas. Por exemplo poderá começar este processo dizendo, “Agora vamos para uma festa muito barulhenta, e cheia de gente. O que podemos fazer para a tornar mais fácil e mais divertida para ti?”.
  • Não puna a criança por ser quem é. Abraçar a criança e validar os seus sentimentos podem ajudar a acalmá-la e a fazer com que esta se sinta segura e confiante. Depois, quando a criança tiver idade suficiente, ajude-a a expressar esses sentimentos fortes de uma forma mais controlada, através de palavras ou, quem sabe, do desenho.
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