parentalidade

brincadeiras, crianças, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

 

 

Programa Play Lab Academy para fazer em casa!

Tem um bebé entre os 22 e os 28 meses?

Assista a este vídeo e descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazerem juntos, com a garantia do Gymboree Play&Music!

Parabéns! A sua criança chegou à fase em que começa a pensar de forma criativa; aos poucos irá aprender a usar palavras, imagens e objetos (símbolos) para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias. Poderá observar isto enquanto brincam por exemplo aos jogos faz-de-conta. A brincadeira continua a ser um bem essencial do seu filho. É a forma que tem de aprender sobre o si próprio, sobre o mundo e as pessoas que o rodeiam. Por isso, incentive-o a brincar sempre (sozinho ou acompanhado, dentro ou fora de casa, em todo o tempo, lugar e circunstância).

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeira #1: Brincadeiras faz-de-conta 01:16

Brincadeira #2: Dança da luz 03:02

Brincadeira #3: Esconderijo secreto 03:55

Brincadeira #4: Vou-te papar 05:02

Brincadeira #5: Parar e avançar 05:51

Brincadeira #6: Mãos à obra 07:28

Brincadeira #7: Atira a bola 08:53

Brincadeira #8: Passeios a cavalo 10:50

Brincadeira #9: Da cabeça aos pés 12:28

Brincadeira #10: Copos mágicos 13:35

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Siga-nos nas nossas redes sociais – Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal – Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt – LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

 

Olá, eu sou a Patrícia professora Gymboree, bem-vindos a mais um top 10 brincadeiras e estímulos.

Desta vez para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Está pronto para brincadeiras super divertidas e benéficas para si e para o seu filho?

Então assista a este vídeo e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades!

 

Nesta fase as crianças aprendem a pensar de forma criativa.

Elas utilizam os símbolos, como as palavras, as imagens, os objetos para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias.

Muitas vezes nos jogos faz de conta.

Se observarmos uma criança a brincar, podemos ver a concentração a examinar cada objeto, o entusiasmo a cada esforço, a alegria que a radiam, quando conseguem atingir um determinado objetivo.

E isto demonstra que para eles brincar é um assunto sério. É a forma que eles têm para conhecer mais sobre si mesmos, sobre o mundo e os outros que os rodeiam.

Também para testar e puxar os limites das suas capacidades. Por isso enquanto brincam sigam os interesses da sua criança, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

Estas são as nossas dez sessões.

 

Começamos este top 10 brincadeiras e estímulos com as brincadeiras faz-de-conta.

E aqui cabem infinitas brincadeiras e jogos que podem fazer juntos.

A exploração de temas imaginários e as brincadeiras faz-de-conta promovem o pensamento simbólico, que é a verdadeira chave para a inteligência, porque permite que a criança formule as suas próprias ideias e usem a imaginação.

Estas brincadeiras também estimulam a linguagem e a interação com os pares.

Encoraje o interesse do seu filho por estas brincadeiras, disponibilizando-lhe diferentes materiais do cotidiano, por exemplo, aqui temos alguns objetos da cozinha como copos, tigelas, colheres, colher de pau, uma vassourinha adequada ao tamanho da criança, temos também uma mochila.

Tudo o que tiver por causa e que a sua criança possa explorar em segurança.

Deixe-a explorar à vontade e deixe-a guiar a brincadeira.

Em alternativa podem sempre brincar vestindo-se.

Aqui temos umas gravatas, um lenço, sapatos diferentes, uma mala, um chapéu e por casa abra um baú e tirem esses tesourinhas, que podem ser tão divertidos para a criança explorar e vesti mesmo que ela não seja capaz ainda de criar uma história com a roupa que escolheu.

Vai sempre gostar de se vestir e de se sentir diferente.

Uma outra brincadeira faz-de-conta, é brincarem aos animais, por exemplo, poderá fazer uma visita ao Jardim Zoológico com o seu filho.

Como?

Peça-lhe que estique o pescoço o mais possível como uma girafa, ou que corra mais rápido como uma chita ou que trepe por exemplo o sofá da sala como um macaco a trepar uma árvore. Ou então que nada no fundo do oceano, que é o chão da sala ou do quarto e divirtam-se.

 

Avançamos agora para a dica número 2 com a dança da luz.

Arranje uma lanterna com um botão de ligar e desligar fácil de manusear.

Depois escureça a divisão da casa onde se encontram.

Inicialmente, dirija a luz da lanterna para o teto, para os móveis, para si próprio, também para as diferentes partes do corpo da criança.

Depois deixe ser a criança a fazer esta dança da luz.

Poderá colocar uma música calma e assim deixar a criança expressar-se à vontade. Passado pouco tempo a criança irá sentir um enorme prazer, ao perceber que consegue controlar o movimento da luz. E assim estará a estimular não só movimento expressivo, mas também o seu sentido de competência.

 

E esta é a nossa dica número 3.

Construa um esconderijo secreto.

Poderão fazê-lo com uma caixa de cartão.

Por exemplo, recortando uma porta num dos topos, fazendo também alguns buracos que poderão ser as janelas e assim a criança será capaz de estar lá dentro da caixa e conseguir ver o que se passa cá fora.

Poderão fazer também este esconderijo secreto com uma tenda, utilizando duas cadeiras e um lençol.

À semelhança do que já fizemos num dos nossos vídeos anteriores, que deixamos aqui o link.

Encoraja o seu filho a encher este esconderijo com os seus brinquedos e livros preferidos.

E pergunte-lhe mesmo: o que é que vamos fazer nesta cave secreta?

E deixe o seu filho brincar e explorar à vontade, mas é importante que o adulto assumam um papel nesta história.

Rapidamente se vai a perceber que a criança vai transformar este esconderijo num ninho, num castelo, num avião, num carro, naquilo que ela conseguir imaginar. O que demonstra de facto a sua capacidade imaginativa e o seu pensamento simbólico.

 

Para a quarta dica de brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 a 28 meses, sugerimos transformar o seu filho num alimento.

Poderá ser uma banana, um cachorro-quente ou qualquer outro alimento.

Para isso precisa apenas de um lençol ou de um cobertor.

Primeiro, envolva a sua criança no lençol ou no cobertor, sempre com a cara destapada.

E depois faça um grande espetáculo a descascá-la, basta puxar gentilmente do outro lado do lençol para a desenrolar, em seguida coma-a.

Nham nham nham nham nham nham nham!

Com muitos beijinhos, abraços, cócegas e mordidelas.

Depois podem trocar de papéis.

Quantos alimentos conseguem fingir que são?

Puxe pela criatividade da sua criança e divirta-se muito.

 

Já estamos na dica de brincadeira número 5.

Crie uma banda, pára e avança.

Convide o seu filho a bater em algum objeto de plástico ou metal que tenha em casa.

Poderá ser um alguidar, ou um outro brinquedo, por exemplo aqui temos um pequeno tambor.

Vá dando pistas ao seu filho de quando é que é para tocar. E quando é que é para parar.

Poderá associar uma canção.

Por exemplo, vamos?

Toca toca toca, toca toca toca, toca toca toca toca toca até parar!

Paramos? Conseguimos parar?

É importante que o adulto demonstre a brincadeira e a repita várias vezes para que a criança consiga perceber, a dada altura até já vai antecipar o momento de pausa.

Deixamos também uma alternativa muito divertida que é a dança do Freeze.

Fica aqui em cima o link para vocês visitarem também.

Esta brincadeira pode parecer de fato muito simples, mas ajuda a criança a desenvolver a sua memória, atenção e concentração e também a sua linguagem.

Numa segunda fase, quando a criança já dominar este procedimento do pará e do avança, poderá dar pistas de uma outra forma, por exemplo utilizando sons ou então mostrando alguns sinais, por exemplo, o verde para tocar e o vermelho para parar.

Isto ajudará a criança a associar o símbolo, neste caso a cor, a um conceito, do avança e do pára.

O que constitui um marco muito importante para a preparação de leitura.

 

Nesta dica de brincadeiras e estímulos números 6, sugerimos colocar as mãos à obra.

Poderá fazê-lo através de brincadeiras do foro mais artístico, como pinturas de água, numa tarde quente, poderá dar à criança uns pincéis baratos, um baldinho de água e deixá-la pintar ou o passeio da rua ou uma parede colorida que tenha em casa.

A vantagem é que a água seca, e não há qualquer risco de sujar nada.

Uma outra opção, é dar à criança uma tina ou um pratinho com espuma de barbear. E deixar a criança explorar a sua textura, ou até mesmo fazer desenhos com ela, numa superfície que não a tenha qualquer problema.

Nesta fase, também pode dar início aos dotes culinários do seu pequeno, fazendo em conjunto com ele uma receita simples de pão. E deixando-o explorar a massa, enrolando a maçã, espalmando, cortando com peças de plástico não cortantes, verá como o seu filho está tão crescido que já é capaz de seguir uma a duas indicações que lhe sejam dadas e ajudar em algumas tarefas simples.

Todas estas atividades são muito valiosas para estimular a motricidade fina, a linguagem e a imaginação da sua criança.

 

Esta é a sétima dica de brincadeira.

O simples jogo de atirar e apanhar a bola.

A maioria das crianças consegue atirar a bola muito antes de a conseguir agarrar, de qualquer forma elas adoram envolver os seus bracinhos em bolas de árvore, por exemplo, as bolas de praia ou até mesmo os balões.

E com uma certa dose de prática e de paciência da parte do adulto ela será bem sucedida em atirar e agarrar a bola.

Poderão sentar-se frente a frente ou o adulto agachado e a criança de pé, para que estejam mais ou menos ao mesmo nível.

E inicialmente, o adulto pede à criança que ela atire a bola e assim o adulto demonstrará como se agarra.

Depois o adulto atira a bola à criança, e a criança irá tentar agarrá-la.

Isto vai demorar algum tempo, serão necessárias várias repetições para que ela consiga fazer.

Quando ela já for bem sucedida, poderão aumentar a distância que vos separa.

Se observarmos à lupa esta brincadeira tão simples, poderemos encontrar inúmeros benefícios, desde a socialização à promoção da motricidade global e da coordenação olho-mão.

Boa!

Apanhar a bola requer reflexos rápidos e um bom conhecimento espacial, o que demora ainda algum tempo a adquirir.

Esta brincadeira normalmente prende as crianças por algum tempo, o que demonstra também duas coisas muito importantes, a capacidade de resiliência que a criança tem e que vai desenvolvendo ao longo do tempo, isto de tentar e voltar a tentar até ser bem sucedido e por outro também a capacidade de manter o foco na tarefa, de facto poderá verificar que em algumas brincadeiras, a criança já consegue manter-se focada e concentrada durante mais de 30 minutos.

O que reflete também o desenvolvimento intelectual que é tão notório nesta fase.

 

Já chegamos à oitava sugestão deste top 10 brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança faxina se com imagens de cavalos, então dê-lhe a oportunidade de fazer um passeio a cavalo.

O adulto fará de cavalo apoiando-se com as suas mãos e os joelhos no chão.

A criança ficará sentada nas suas costas ou nos seus ombros, certifique-se que ela está segura e esteja sempre pronto a agarrá-la, caso ela se desequilibre.

Poderá começar por ficar nesta posição durante algum tempo para que a criança se sinta confortável também com a brincadeira, depois poderá baixar e subir a parte superior do seu corpo. Ou então balançar lado a lado para desafiar o equilíbrio da criança.

Por fim poderá então fazer mesmo um passeio pela divisão da casa onde se encontram.

Ihhh!

Vamos sair? Boa

Nesta fase a sua criança já caminha muito bem, mas isso não significa que eu sou equilíbrio esteja completamente desenvolvido enquanto gatinha ou balança lado a lado com a criança nas suas costas ou nos seus ombros, estimulam a ajustarem e a manterem o centro de gravidade a cada momento.

Para além de que, alarga a sua imaginação ao fingir que é um cavalo montado num cavaleiro.

Ao fingir que é um cavaleiro montado no cavalo.

Que disparate!

 

Estamos na reta final deste top 10 com a nona brincadeira.

Certamente que se recorda da música cabeça, ombros, joelhos e pés do original em inglês, head, shoulder, knees and toes.

Se não se recorda, não se preocupe.

Deixamos aqui também, a versão do nosso canal Gymbo for kids.

Esta é uma brincadeira muito simples em que terá apenas de cantar a canção e apontar com as duas mãos para as partes do corpo nomeadas.

Incentive a criança a fazer o mesmo, por isso será importante fazerem frente a frente.

Repita várias vezes a canção e vá aumentando o ritmo.

Será que a criança consegue fazer autonomamente a coreografia ou baralha-se?

Se for necessário, segure então nas suas mãozinhas e acompanhe ao longo da coreografia.

A música e a dança são de facto ferramentas muito simples e divertidas que estimulam fortemente o desenvolvimento infantil.

Por exemplo com esta canção e coreografia apenas, a criança trabalha a sua consciência corporal, a sua motricidade global, a sua memória, a sua audição e também a exploração do ritmo.

 

Vamos então à última sugestão de brincadeiras e estímulos deste top 10 para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança está tão crescida que certamente já reparou, que ela é capaz de procurar o seu brinquedo preferido exatamente no local onde deixou no dia anterior. E isto é resultado do desenvolvimento do conceito da permanência do objeto e também da sua memória. Portanto vamos continuar a estimular estes dois aspectos com o jogo dos copos mágicos, que é um autêntico desafio da memória.

Precisa então de dois ou mais copos.

Aqui temos três, com cores bastante distintas e um objeto que possa ser escondido por baixo dos copos, aqui temos umas castanholas.

É importante que a criança esteja a ver todo este processo.

Poderão estar lado a lado ou frente a frente.

Vamos colocar então as castanholas por baixo de um copo, pode ser do copo azul e vamos mover.

Olha, Gymbo onde estão as castanholas?

Independentemente da criança acertar ou não, é sempre importante que dê reforços positivos, por exemplo, se ela apontar para o copo laranja, podemos dizer: olha não está aqui! As castanholas onde estão? Vamos tentar outra vez? Ah! Estam aqui, muito bem! Vamos fazer de novo?

Repita várias vezes este jogo, porque certamente a sua criança irá gostar muito.

Tenha só em atenção que, enquanto mexe os copos não deverá mover nem muitas vezes nem demasiado rápido.

Porque este é um jogo que pode baralhar também os adultos, divirtam-se muito com esta brincadeira, enquanto estimulam a resolução de problemas e a memória do seu pequeno, mas também do adulto.

 

Terminámos por hoje o nosso top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Se gostou deste vídeo, não se esqueça de gostar, comentar, partilhar, subscrever o nosso canal e ativar as notificações para estar a par das nossas novidades.

Vemos no próximo vídeo, divirtam-se!

 

brincadeiras, bebé, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

 

 

Saiba quais são as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 16 aos 22 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://gymboreeclasses.pt/playlab-academy/

O seu bebé já está muito crescido. Agora o que ele mais gosta é de resolver problemas e ser bem-sucedido, por isso ao brincar ele explora tudo ao seu redor. O seu bebé está também a aprender vocabulário, por isso as brincadeiras baseadas nos opostos (ex.: cima/baixo), ajudam-no a adquirir novos conceitos de uma forma simples e divertida. Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras Bebé! 00:00

Brincadeira #1: Construir tendas 00:38

Brincadeira #2: Freeze 00:58

Brincadeira #3: Para e avança 01:27

Brincadeira #4: Labirinto da coordenação motora 02:03

Brincadeira #5: Pinhata 02:48 Brincadeira #6: Caça ao tesouro 03:21

Brincadeira #7: Marcha às cavalitas 04:00

Brincadeira #8: Oh Rosa arredonda a saia 04:28

Brincadeira #9: Será que cabes? 05:21

Brincadeira #10: Equilíbrio na tábua 06:26

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite-nos no nosso site em www.gymboreeclasses.pt

Siga-nos nas nossas redes sociais – Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal – Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt – LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

#playlab #Brincadeiras #parentalidade

Olá, o meu nome é Catarina e vou-vos apresentar o top-10 brincadeiras para crianças entre os 16 e os 22 meses.

 

Nesta fase, as crianças aprendem e resolvem problemas de forma eficaz.

Usando os temas opostos, dá um contexto divertido para que as crianças aprendam resolver os problemas de forma eficaz, como por exemplo, dentro e fora, cheio e vazio, ou por cima ou por baixo.

Para além de promover o desenvolvimento motor, social e cognitivo.

 

Nesta primeira brincadeira, vamos trabalhar a consciência espacial, construindo uma tenda. Empilhe almofadas do sofá ou coloque uma manta por cima de uma mesa de forma redonda ou sobre cadeiras.

As crianças pequenas adoram entrar em pequenos espaços, o que reflete o seu crescente conhecimento e fascínio pela consciência espacial.

 

Vamos brincar ao congela nesta segunda brincadeira.

Dê um lenço ao seu filho para que ele agarre um em cada mão, coloque uma música e incentive-lhe a dançar e a mexer os lenços.

Desafie estas capacidades de ouvir. E ficar atento quando a música pára os movimentos todos nosso corpo também vão parar.

Para além disso, estes movimentos padronizados desafiam o equilíbrio e a coordenação.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar a capacidade de seguir regras e também a atenção e a concentração.

Com o nosso jogo do pára, e do avança.

Diga à criança que pode começar a correr assim que ouvir a palavra: avança. E que, terá de parar de correr quando ouvir a palavra pára.

Estes dois conceitos opostos, vão trabalhar a resolução de problemas e também a concentração da criança para ver se a criança está atenta às duas diferentes palavras e se consegue compreender o conceito e qual é o objetivo de cada uma.

Por fim, altere o papel e peça à criança que seja ela a liderar e a dizer: pára e avança ao adulto.

 

Nesta quarta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade global, o escalar e também os conselhos em cima e fora.

Ponha uma fila de diversos objetos, para que a criança os possa subir e possa descer.

Bancos com uma pequena altura, diferentes degraus, almofadas no chão etc.

Enquanto supervisiona esta brincadeira, deixe a criança explorar o subir e o descer.

À medida que vai explorando os objetos, não se esqueça de dizer sempre os conselhos.

Em cima! E fora!

E deixá-lo a explorar este percurso, esta fila de objetos.

De diferentes maneiras pode passar por baixo ou então sempre passar por fora ou então passar por cima e depois tudo por fora ou ao contrário.

 

Nesta quinta brincadeira vamos trabalhar a coordenação hormonal com o nosso jogo da pinhata.

Coloque uma bola pendurada, insuflável e colorida de preferência, na área de brincadeira do seu filho a uma certa distância, mas que ele provavelmente a consiga alcançar.

Mas como é que o seu filho resolve este problema de tentar alcançar a bola?

Se se coloca em cima de algum degrau, se se coloca em biquinhos dos pés ou se simplesmente tira uma almofada ou algum objeto para a tentar alcançar e tocar na bola.

 

Nesta sexta brincadeira, vamos fazer uma…

Nesta sexta brincadeira, vamos trabalhar a resolução de problemas e permanência do objeto.

Vamos fazer uma caça ao tesouro.

Onde estará o tesouro do seu filho?

Esconda um objeto especial que seu filho gosta da sua área de brincadeira para ver se ele consegue encontrar.

Inicialmente, esconda o objeto num espaço visível e à medida que as capacidades de resolução de problemas e de encontrar objetos se tornam mais sofisticadas, pode aumentar gradualmente este desafio de esconder, para que o seu filho encontre o seu objeto especial.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar noção espacial e também a liderança.

E vamos marchar!

Coloque uma música aí em casa, do estilo marcha, colocando o seu filho às suas cavalitas nos ombros e marche pela casa.

De seguida tire o seu filho, coloque-o no chão e deixe que ele lidere este momento de marcha e veja se ele lhe dá indicações para onde seguir ou então se simplesmente quer voltar às cavalitas dos pais.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o tacto e a linguagem com a nossa Rosa arredonda a saia.

Segure uma manta ou um mini paraquedas sobre a cabeça do seu filho enquanto ele se encontra sentado ou em pé.

E baixe e eleve gentilmente o mini paraquedas ou a manta.

De seguida ande à volta, por cima de seu filho e veja se ele consegue alcançar o mini paraquedas ou a manta. E pode sempre cantar a música da Rosa arredonda a saia.

Oh Rosa arredonda a saia! Oh Rosa arredonda-a bem! Oh rosa arredonda a saia! Olha a roda que ela tem!

E no fim, baixar e a esconder o seu filho por baixo da manta ou do mini paraquedas ou se quiser também cantar outra música, enquanto anda à volta, pode sempre experimentar e divertirem-se.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a consciência corporal, consciência espacial e a resolução de problemas.

Como?!?

Será que cabes?

 

Arranje algumas caixas de cartão de diferentes tamanhos, ou as suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro.

E outras suficiente grandes para que ele se consiga sentar no interior.

Para trabalhar a consciência espacial, coloque estas caixas de cartão em fila e deixe o experimentar e pergunte-lhe: será que cabes dentro da caixa? E te consegues sentar?

Deixe o experimentar à vontade, porque esta é uma atividade muito importante para a resolução de problemas.

E veja se ele por si só, quer alterar o tamanho ou então também se começa pela mais pequeninas ou pelas maiores para ver se cabe.

E se perceber que mais pequenas não cabe, se coloca a seguir das grandes, para tentar perceber se aí vai conseguir caber dentro da caixa. E se quiser também pode se colocar dentro da caixa grandes e dizer: eu caibo!

Ou então.

Será que tu cabes?

 

Nesta última brincadeira, vamos trabalhar a curvação bilateral, o equilíbrio e a confiança construindo uma tábua de exercícios.

Coloque no chão uma linha de 1 metro ou uma fita adesiva.

Nós aqui temos um lenço.

Ou então se quiser, uma tábua de madeira.

Inicialmente ajude a criança a passar esta linha, segurando na mão. E depois encoraja a experimentar sozinha e explorar esta linha ou esta tábua de madeira.

E vamos ver como é que ela adquire o seu equilíbrio e também a sua coordenação bilateral.

 

Divirtam-se sempre nestas nossas brincadeiras.

Não se esqueça de se subscrever o nosso canal, para estar sempre atento e receber todas as notificações sobre todos os nossos vídeos, de podcast ou também de atividades e muito mais.

Esperamos por vocês num próximo vídeo!

 

Take 2!

top 10, brincadeiras, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

 

 

Veja quais as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 10 aos 16 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Esta é uma fase única na vida do seu bebé. Ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar com ajuda ou sozinho, comunica muito bem com gestos, expressões, movimentos e sons. Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá entrar num período de desorganização (também conhecido por birras). E toda esta turbulência é despertada por um novo objetivo – andar, falar e adquirir independência!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras para bebé 00:00

Brincadeira #1: Viagens de cobertor/cesto da roupa 01:11

Brincadeira #2: Explorar e regar 03:00

Brincadeira #3: Escondidas 03:56

Brincadeira #4: Atirar meias e bolas ao cesto 05:28

Brincadeira #5: Percurso de obstáculos 06:35

Brincadeira #6: Construção e desconstrução da torre 07:48

Brincadeira #7: Dançar juntos 08:42

Brincadeira #8: Treino com bola pilates 09:58

Brincadeira #9: À procura da luz 11:59

Brincadeira #10: Ler 13:02

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite-nos no nosso site em www.gymboreeclasses.pt

Siga-nos nas nossas redes sociais –

Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal

Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt

LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

#brincadeiras #bebé #bebés

Olá, eu sou a Patrícia, professora Gymboree e venho apresentar-vos hoje o top-10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

Terão brincadeiras simples, divertidas e carregadas de benefícios para fazerem juntos.

Ficou curioso?

Então fique connosco e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades.

 

Esta é uma fase única na vida do seu bebé, ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar sozinho ou com ajuda. Certamente já se expressa muito bem através dos sons, gestos e expressões que utiliza.

Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá sofrer alguma desorganização. Também conhecido por birras e choros!

E toda esta turbulência é despertada por três novos objetivos. Andar, falar e acima de tudo adquirir independência, enquanto brincam juntos observe o seu bebé, veja a eficácia com que tenta dominar as tarefas.

Acima de tudo, siga os interesses do bebé, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Vamos à primeira dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

O mais provável é que tenha em casa objetos como um cobertor ou um cesto da roupa. Estes objetos do cotidiano são dos brinquedos mais versáteis do mundo para os bebés. Com o cobertor, por exemplo, podemos fazer um passeio sentando ou deitando o bebé por cima do cobertor, podemos arrastar o cobertor em diferentes direções pelo chão da sala ou pela relva do jardim. Se juntar a esta brincadeira mais um adulto ou uma criança mais velha este poderá garantir que o bebé não toma para trás ao longo desta brincadeira.

E assim estaremos a desafiar o equilíbrio dinâmico do bebé de uma forma segura, mas também a estimular o seu tato e a discriminação visual.

Caso não tenha em casa um adulto ou uma outra criança, poderá utilizar em alternativa o cesto da roupa.

E assim será mais fácil de controlar os possíveis desequilíbrios do bebé pelo longo do passeio.

Mas para além disso o cesto da roupa tem muitas outras potencialidades de brincadeira. Poderá transformar-se num excelente forte, num mini parque, num berço para bonecas e também num andarilho.

Caso o seu bebé esteja agora a começar a andar, ou já ande mesmo, poderá colocar o bebé numa extremidade do cesto e o adulto fica na outra.

Coloque dentro do cesto alguns objetos ou brinquedos e depois inicialmente o adulto terá de puxar o cesto, para que o bebé perceba que é possível empurrar e andar ao mesmo tempo.

A partir daí será preciso oferecer alguma resistência, porque senão o bebé poderá sair daqui a correr com o cesto.

E assim estaremos a estimular a marcha, o equilíbrio e a força nos membros inferiores.

 

A nossa segunda sugestão de brincadeiras e estímulos, chama-se: explorar e regar.

Pois é, nesta fase o bebé adora imitar os outros, nomeadamente nas tarefas domésticas.

A imitação é um processo de aprendizagem muito importante para os mais pequenos nesta fase. E associando isto ao fascínio que tem pela água, pode imaginar o resultado certo?

E que tal deixarmos o seu filho regar as plantas lá de casa ou do seu quintal?

Poderá pegar num regador com água, segurar nas mãozinhas do bebé e mostrar como se faz.

Se for um bebé mais crescido, o adulto e o bebé poderão cada um ter o seu regador. Claro que a água não vai toda parar à planta, certamente poderá parar um pouco ao chão, aos pezinhos do bebé, mas ele vai gostar muito de se sentir uma pessoa crescida e fazer o mesmo que o pai ou que a mãe está a fazer.

 

Avançamos agora para a terceira dica de brincadeiras e estímulos.

O famoso jogo das escondidas.

Os conceitos de permanência dos objetos e das pessoas, ou seja, a ideia de que os objetos ou as pessoas continuam a existir mesmo que não estejam visíveis num determinado momento, ainda dominam o dia a dia da criança.

Por isso irá notar que as separações com os pais, quer seja durante o dia, quer seja durante a noite ao deitar, podem tornar-se um pouco mais difíceis.

O bebé adora esconder-se atrás de uma esquina atrás de um cortinado, mas não gostam quando são os pais que se afastam dele. No fundo ele quer controlar as separações.

Ajudar nesta fase, sugerimos então o jogo das escondidas com objetos ou com pessoas.

No primeiro caso, basta tampar um objeto que o bebé goste com uma manta ou uma fralda, depressa o bebé vai ser capaz de reconhecer os objetos através da sua forma.

Caso o bebé não consiga encontrar, basta tapar apenas uma parte.

Não se esqueça de fazer uma grande festa quando o bebé encontra o objeto escondido. Poderá ser também o adulto ou o bebé a esconder-se, mas aqui deixamos uma dica de ouro de Gymboree!

O adulto ao esconder-se, pode dizer: adeus!

E quando aparece pode dizer: olá!

Poderá fazê-lo também com outras línguas, dizendo: bye bye! Ou então: hello!

E uma maneira simples e divertida, ajuda o bebé a aprender novas palavras.

 

E esta é a dica de brincadeiras e estímulos número 4, para bebés dos 10 aos 16 meses. Junte algumas bolas leves e macias que tenha por casa, meias dobradas também servem perfeitamente e um cesto, ou um balde ou uma taça. Caso este objeto seja de metal será ainda mais interessante, porque vai fazer um barulho muito giro, quando as bolas aqui caírem.

À vez, adulto e criança vão atirar as bolas para dentro do cesto.

Boa! Agora é a tua vez! Ah! Muito bem!

Até que todas as bolas tenham desaparecido.

Depois também à vez, vão retirar as bolas e colocar no sítio inicial.

Desta forma estará a estimular a relação causa-efeito, a coordenação olho-mão, a capacidade de agarrar e largar do seu bebé, mas também a capacidade de esperar pela sua vez.

Durante a brincadeira, não se esqueça de responder às solicitações que o seu bebé faz e assim estará mostrar que o que ele diz é importante. E isso encorajo-o a comunicar cada vez mais,

 

Já estamos a meio do percurso com a  brincadeira número 5.

E por falar em percursos sugerimos isso mesmo, um percurso de obstáculos.

Liberte o conquistador que há dentro do seu filho. E explorem juntos um percurso com diferentes obstáculos motores, por exemplo, poderemos colocar alguns brinquedos no chão e ajudar o bebé a contornar.

Boa!

Evitando os vilões desta história, por exemplo.

Poderemos ajudar o bebé a subir e a gatinhar, ou a andar, de acordo com o que ele consiga fazer, neste monte Everest, que são as almofadas da sala.

Poderemos colocar também um túnel, que poderá ser uma caverna escura, ou uma cadeira em que o bebé passa por baixo ou uma caixa de cartão grande destapada pelos topos e assim o bebé conseguirá passar pelo meio.

Ou até mesmo, subirem a uma árvore, que poderá ser a cama ou o sofá da sala.

E assim o bebé chegará ao seu objetivo, que é o seu brinquedo preferido.

Este género de desafios ajudam o bebé a estimular várias capacidades motoras, nomeadamente o equilíbrio, a força, a coordenação e também o conhecimento do seu corpo e do espaço.

 

Para a sexta dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses, sugerimos um clássico e temporal.

Que é a construção e desconstrução da torre.

Este jogo pode ser feito com diferentes materiais, cubos de madeira, copos de plástico, caixas de comida de plástico, quaisquer objetos ou brinquedos que possam ser empilhados, a diversão está garantida. Assim como a estimulação da coordenação olho-mão, da motricidade fina e grossa e também da discriminação do tamanho e da forma dos objetos, mas não se esqueça, este jogo tem duas etapas. A tarefa árdua de construir a torre e a parte mais divertida, que é deita-la abaixo.

E para Isso poderá ser o bebé com suas mãozinhas a derrubar, ou então utilizando umas bolas ou uns saquinhos de feijão.

Pumba!

Divirtam-se.

 

Já estamos na sétima dica de brincadeiras e estímulos.

E desta vez sugerimos um baile entre o adulto e o bebé.

Claro que quantos mais participarem, mais divertido será.

Põe a música e dance com o seu filho.

Poderão colocar-se frente a frente, segurando nos dedinhos do bebé e dançar lado a lado por exemplo.

E se o seu bebé for mais crescido poderá também fazer uma roda, se for necessário de algum apoio, se não o bebé sozinho já conseguirá fazer.

Uma outra variante desta brincadeira pode ser dançar sentado.

Incentivar o bebé a imitar os gestos que o adulto faz, por exemplo, ir lado a lado mas sentado, ou rodar, ou levar os braços acima e abaixo.

Ou então, quase como o jogo do rei manda, podemos dizer vamos tocar nos pé.

Tchiki tchiki tchiki tchika!

Ou vamos abrir a boca!

Isto tudo claro ao ritmo da música.

O seu bebé já está tão crescido que já consegue perceber várias palavras ou frases, e por isso verá como ele consegue seguir uma orientação de cada vez, durante esta brincadeira e consegue organizar o seu corpo de modo a seguir essas mesmas indicações.

Que foi Gymbo? Queres brincar? Gymbo agora estou a treinar, não é para brincar!

Queres a bola de pilates? Ai! A bola de pilates é um equipamento de treino, não é um brinquedo!

Esta situação é lhe familiar?

Então deixamos com a dica número 8, brincadeiras que pode fazer com seu filho e a bola pilates, nomeadamente durante as pausas do treino.

Experimente sentar o seu bebé na bola pilates e fazê-lo saltitar. Com mais ou menos força de acordo com a vontade que o seu bebé demonstrar, poderá também fazer alguns movimentos do lado lado, para a frente, para trás ou também movimentos de roda roda.

Terá de segurar muito bem o tronco do bebé para que ele não se desequilibre e não caia.

E poderá cantar.

Salta salta salta, salta salta salta, salta salta salta salta salta até parar!

Ao repetir esta canção, o bebé a dada altura será capaz de antecipar o momento da pausa, e aí o pai ou a mãe poderão perguntar:

Queres mais? Outra vez? Sim? Então faz tu.

E aí verão como o bebé tentará mover a bacia ou as pernas para tentar saltar na bola, mas claro terá de precisar de ajuda do adulto para o fazer corretamente.

Boa!

Com os bebés mais crescidos, depois do um ano, poderão colocar o bebé em pé, na bola pilates e terão de o ajudar a equilibrar-se por cima da bola.

Esta brincadeira estimula não só o bebé, ao nível do seu equilíbrio do sistema vestibular, também da força do tronco, mas estimula também o adulto. Que por um lado fará um treino de braços ao segurar e fazer saltitar o bebé tantas vezes. E também um treino de abdominais de tanto rir em juntos com esta brincadeira.

 

Estamos a chegar à reta final deste top 10 brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

Vamos então à brincadeira número 9.

Para isso, precisa apenas de uma lanterna ou de um candeeiro assim deste género.

Se quiser aprimorar um pouco, poderá colocar um papel de tecido ou papel de seda colorido, por cima, e assim a luz ficará de uma cor diferente.

Estando atrás do bebé, o bebé poderá estar a gatinha por exemplo, ou a andar, dependendo do que ele consegue fazer.

Ligamos a lanterna e apontamos, por exemplo, para o chão.

Neste caso, estou a colocar os dedos à frente da lanterna, para que a luz não disperse tanto.

E portanto vamos incentivar o bebé a apanhar a luz.

Podemos apontar para o chão, para os objetos, para alguma mobília em especial e o bebé terá então de percorrer todos estes passos para apanhar a luz.

Sempre que o seu bebé for bem-sucedido dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Esta pode ser a nossa última sugestão de brincadeiras e estímulos, mas não é certamente a menos importante.

E que brincadeira é essa?

A de ler uma história!

O seu bebé pode não saber ainda falar, é capaz de produzir alguns sons para algumas palavras específicas e certamente não percebe também todas as palavras que lhe são dirigidas. Mas até os bebés mais pequeninos adoram ler livros com os seus pais ou avós. Por isso escolha um livro breve, com imagens claras de objetos que são familiares o bebé.

E à medida que vai lendo a história, vai apontando para esses mesmos objetos, para que o bebé os vá reconhecendo.

Prefira livros de plástico, de tecido ou de cartão mais grosso para que o bebé seja capaz de pouco a pouco ir folheando.

Enfatize as rimas e as palavras divertidas e verá como é um momento delicioso para passar os dois juntos.

Desta forma estará a estimular o desenvolvimento da linguagem, da escuta, da discriminação e da memória visuais do seu filho

A dada altura pode acontecer que o seu filho tenha uma história preferida e certamente irá testar a sua paciência ou a pedir-lhe que leia a mesma história vezes e vezes sem conta.

Qualquer pai pensaria: porque não vou ler um livro diferente?

Um conselho de Gymboree aplicável a esta brincadeira como todas as outras.

Nunca subestime o valor da repetição quando se trata de desenvolvimento infantil.

A verdade é que os psicólogos educacionais dizem mesmo, que é necessário que uma brincadeira seja repetida vezes e vezes sem conta, para consolidar as redes neurais. E assim melhorar a proficiência.

Mas isto quer dizer o quê?

Que ao repetir a mesma história, estará a estimular as células cerebrais do seu filho que permitem fazer associações entre as palavras e os objetos que estas palavras representam.

Por isso prefira a qualidade das brincadeiras à quantidade de brincadeiras.

E foram estas as nossas sugestões de 10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

Se gostou deste vídeo, não se esqueça de gostar, comentar e partilha-lo.

Subscrevam o nosso canal e ative as notificações para ver os nossos vídeos em primeira mão.

Vemo-nos em breve, divirtam-se!

 

 

 

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 1

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100)

A Família é tudo!

Os momentos em família são bons momentos de partilha e de observação, uma vez que se conseguem ver uns aos outros, havendo oportunidade de se conhecerem cada vez melhor, havendo espaço para aprender a respeitar e a aceitar a individualidade e as diferenças de cada um. Assim como a admirar a beleza que cada um tem em si, como cada um é especial à sua maneira e tem tanto para mostrar aos outros.

O tempo de brincadeira com a família é o melhor tempo para as crianças aprenderem a partilhar e a agradecer. A criatividade e a generosidade são dois dos presentes que se recebem a brincar com a família e os amigos.

A criança aprende com os seus pais e com os outros cuidadores, a respeitar, a agradecer, a amar e a socializar com os seus pares e com os outros adultos. No seio da família surgem as primeiras socializações e através da brincadeira podemos incentivar a criança a expressar-se em grupo, dando-se a conhecer a si mesma e a conhecer mais os outros.

 

Brincadeiras em família

Para festejarem o Dia da Família experimentem estas brincadeiras em que todas as idades podem participar:

Vamos fazer uma roda!

 Com os mais pequeninos ao colo dos adultos façam juntos uma roda.

Pode adicionar uma corda elástica para fazerem a roda, aumentando assim o nível de dificuldade da brincadeira para os mais crescidos.

É uma ótima forma para iniciar uma atividade, podendo dar às crianças as indicações necessárias, quer sejam verbais ou somente visuais, em que o adulto modela os movimentos e as crianças imitam.

Inicie esta brincadeira a cantar uma música de introdução da atividade “Vamos fazer uma roda, uma roda, uma roda…” e depois modele diferentes movimentos simples. Comece por movimentos como abanar a corda, marchar no mesmo lugar, levantar e baixar a corda, e depois passe para movimentos que implicam deslocação no espaço. Por exemplo, andar para a frente (dentro da roda), andar para trás (fora da roda), variar o andamento rápido/lento, andar à roda para a esquerda e para a direita…

Acompanhe os movimentos com canções simples: “dentro, dentro, dentro…”, “fora, fora, fora…”

Esta brincadeira ajuda a criança mais velha a desenvolver a linguagem e aquisição de novos conceitos e também impulsiona o desenvolvimento motor, como é o caso da coordenação bilateral.

No caso dos bebés, esta brincadeira ajuda-os a ganhar mais noção de ritmo através do movimento do corpo do adulto, assim como a desenvolver o seu equilíbrio e força nos membros inferiores no caso daqueles pequeninos que já gostam de estar de pé e começam a dar os primeiros passos.

 

Máscaras musicais!

Convide a família a sentar-se em círculo. Encha um saco com lenços, óculos, chapéus e roupas. Ligue a música e peça ao grupo para passar o saco em roda enquanto a música toca. Quando a música parar, a pessoa que está com o saco, escolhe um artigo sem olhar. Continuem a jogar até que cada um tenha alguns itens de vestuário.

As crianças vão gostar de se ver com uma variedade de roupas e chapéus e esta brincadeira ajuda os  mais pequenos a aprender a esperar pela sua vez assim como a compreender conceitos opostos como “pára” e “avança”.

 

Percurso de obstáculos

Construa um percurso de obstáculos com algumas almofadas, cadeiras, caixas de cartão e deixe as crianças explorar o caminho por cima das almofadas, em volta das mesmas, por baixo das cadeiras e por dentro das caixas de cartão.

O bebé com cerca de 16 meses está apto a compreender cada vez melhor os conceitos opostos, como dentro e fora, por isso vai gostar de explorar o percurso e resolver desafios do género “Como é que vais para dentro da caixa?”. Pode ainda juntar uma bola e tornar os desafios mais complexos para a criança mais velha – “Consegues acertar com a bola na caixa?”, fazendo variar a distância para a caixa e fechando os olhos para atirar a bola.

Os irmãos juntos vão descobrir muitas maneiras criativas e únicas de explorar este percurso, que constitui em si um estímulo para o planeamento motor (organização dos seus movimentos para alcançar o seu objetivo) e aquisição da linguagem do mano mais novo e uma oportunidade de treino da pontaria e confiança do mais velho.

Este caminho às vezes pode ser um pouco atribulado e barulhento, mas faz parte da cumplicidade de irmãos, não é?! ?

 

Olha a onda!

Os manos vão mergulhar juntos! Podem ficar os dois deitados numa mantinha no chão enquanto o adulto abana um lençol ou fralda de pano para cima e para baixo imitando a ondulação do mar. Para o bebé pequenino (até +- 6 meses) esta brincadeira constitui um estímulo multi-sensorial, pois vê o objecto a aproximar e a afastar, sente a “brisa fresca do mar” e o toque do tecido no rosto, mãos e pés, que vai esticar para tentar agarrar a “onda”. O mais crescido (acima dos 2 anos) também vai gostar de imaginar que é um peixe debaixo de água. Que peixe é? Qual a sua cor? O que gosta de comer?

Desta forma, desenvolve-se a imaginação e o pensamento simbólico do mano mais velho, pois para ele o lençol é uma onda, os seus braços são barbatanas… e ele consegue representar essas imagens no seu pensamento e de expressar cada vez mais as suas ideias. E ainda pode ajudar o adulto a abanar a onda do mar.

Bons mergulhos!

Construa uma tenda iluminada

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 2

Empilhe as almofadas de um sofá de forma a criar “paredes” ou coloque um cobertor sobre uma mesa. As crianças mais velhas adoram o desafio de construir um espaço secreto onde podem ler e ouvir histórias fantásticas! Este cenário torna-se ainda mais mágico com uma lanterna a iluminar as paredes da tenda, como se fossem estrelinhas no céu.

 O bebé pequenino vai adorar ver essas estrelinhas a brilhar, pois o bebé nessa idade tem preferência por padrões de contraste, neste caso, a zona iluminada em oposição à zona escura.

Esta brincadeira ajuda a desenvolver a visão do bebé e a aumentar a cumplicidade entre os irmãos, que se podem divertir juntos na tenda iluminada. E se o adulto se juntar à brincadeira? Conte-lhes uma história neste esconderijo ultra secreto! Haverá momento mais ternurento e cúmplice?!

  

Passeio de trenó

Uma viagem de cobertor é muito semelhante a uma viagem de trenó, como o do Pai Natal! Sente ou deite o bebé num cobertor e depois puxe o cobertor lentamente pelo chão do quarto ou pela relva do jardim. Experimente direções diferentes. O mano mais velho pode ir sentado no cobertor para assegurar que o bebé não tomba, e a brincadeira terá o dobro da graça! Ou então com a ajuda do adulto, a criança mais velha pode puxar o “trenó” com o bebé deitado em segurança (de barriga para cima ou para baixo) ou sentado, caso já se aguente bem nessa posição.

Esta brincadeira promove o desenvolvimento do equilíbrio e consciência espacial do bebé, assim como a autoconfiança e a força nos braços e pernas do mano mais velho.

Há melhor presente do que poder brincar com os filhos?

 

Jogue à “batata quente”

Coloque dentro de um balão uma colher de água, encha-o e ate-o. Sentem-se em círculo e passem o balão. Dificultem aumentando a velocidade, mudando a direcção e adicionando mais balões. Os mais pequeninos poderão gatinhar ou andar no meia da roda a brincar com uma outra bola ou balão, ou o bebé mais pequenino ainda no colo da mãe achará graça ao balão a voar de um lado para o outro e tentará segui-lo com o olhar.

 

Brincar às escondidas

Este jogo simples é uma excelente forma de envolver toda a família e amigos. Ele contempla variadas competências cognitivas como a contagem, a escuta e a procura lógica de locais onde alguém se pode esconder.

 

Brincar com a natureza

Recolham alguns elementos da natureza, como folhas de diferentes árvores, pequenos galhos, pinhas, caruma. Convide as crianças mais velhas a contar e a agrupar os diferentes itens, ao mesmo tempo que incentiva a partilha e a descoberta das semelhanças e diferenças entre os vários elementos. Poderão até fazer uma tabela para registar essas descobertas.

Acompanhe as crianças mais novas na exploração táctil dos diferentes elementos e converse com elas sobre as suas características. E divirtam-se a usar as folhas como chapéus e as pinhas como bolas.

 

Vamos dançar?

Junte os amigos e a família e façam duas linhas frente a frente.

Escolham uma música familiar e que todos saibam cantar!

O par numa das pontas avança para o meio e desce o “corredor” a dançar ao ritmo da música, até chegar ao final da linha.

E assim sucessivamente, até todos os pares terem dançado.

Enquanto o par dança ao longo do “corredor”, as filas vão cantando a música que está a tocar.

 

Olha o chapéu!

Cada membro da família tem o seu chapéu, e dispostos em roda, cada um passa o seu chapéu à pessoa do lado direito e um de cada vez personifica a pessoa do respetivo chapéu, destacando aspetos positivos e divertidos dessa pessoa.

Brinquem ao Quente / Frio

Esconda um tesouro em qualquer parte da casa. Dê à criança pistas acerca de onde está (promove a capacidade auditiva): “O tesouro está perto de onde lavamos a roupa”. Depois diga “quente” quando a criança estiver perto do “tesouro” e “frio” quando ela se afasta (isto ajuda-a a seguir instruções). Comemore com um grande abraço quando ela encontrar o tesouro!

Torne esta brincadeira mais completa e adequada para as crianças mais pequeninas (acima dos 12 meses) juntando umas imagens alusivas aos conceitos quente e frio, por exemplo, um sol e um floco de neve, respetivamente.  Ou então fazendo gestos que ensinam as palavras ao bebé. Por exemplo soprar quando está quente e tremer “brrrhh” quando está frio. Sabia que o bebé a partir dos 10 meses mostra um interesse súbito pela comunicação, começando a imitar mais sons e a apontar para tudo, sendo que lhe pode ensinar gestos simples para comunicar, estimulando assim a aquisição da linguagem nos próximos meses.

 

Contem uma História Partilhada

Este jogo promove a cooperação e a capacidade auditiva da criança, assim como a capacidade de acolher a perspetiva do outro. Começam a história a partir de uma frase e cada um vai acrescentando mais detalhes à história. A próxima pessoa constrói uma nova frase e decide quando dizer “Fim”. Não importa se no geral a história for absurda desde que faça sentido de frase para frase.

Jogos deste tipo promovem o gosto pela leitura, o pensamento lógico, a memória e a capacidade de sequenciação.

 

Passear em família num dia de sol

Brincadeiras em família (dos 0 aos 100) 3

Persigam e fiquem em cima da sombra uns dos outros. Façam sombras de animais usando as mãos, o corpo, e outros objetos (tais como ramos, folhas de árvores, um balde ou uma mangueira). Experimentem adivinhar que animais são, fazendo também os sons e movimentos característicos dos animais. Esta brincadeira promove a criatividade e o desenvolvimento da expressão corporal e linguística das crianças mais velhas e estimula o desenvolvimento da linguagem das mais pequenas e a sua curiosidade sobre o mundo. E, claro, faz soltar muitas gargalhadas!

Vamos juntos arrumar!

Finja que pratos de papel, copos vazios e outro tipo de materiais inúteis/lixo são bolachas saborosas para alimentar o caixote do lixo “monstro”. O envolvimento em atividades de arrumação e limpeza apoiam a preparação para a escola e o recurso à criatividade durante a limpeza desenvolve, simultaneamente, a imaginação.

Mesmo as crianças mais pequeninas (com cerca de 1 ano) poderão interessar-se por essa brincadeira pois gostam muito de colocar os objetos dentro e fora das caixas. Desta vez incentive a mantê-los dentro?, inventando uma música com uma melodia de que goste para acompanhar a tarefa de arrumar.

Mega retrato da família

Num espaço amplo da casa, estenda no chão uma longa tira de papel de cenário, suficientemente grande para caber toda a família em altura e comprimento.

A ideia é desenhar o contorno do corpo de cada elemento da família deitado no chão, compondo um desenho da família à escala real.

Depois poderão completar o desenho com diferentes tecidos, lãs, fitas, botões… usar materiais recicláveis até e assim adicionar pormenores únicos de cada um.

Esta atividade poderá levar a criança a descobrir pormenores do pai, mãe e irmãos que até então lhe tinham passado despercebidos, e para os mais pequenos também é uma oportunidade de aprenderem mais sobre conceitos simples da matemática – grande e pequeno, maior e menor, fazer a contagem dos dedos, braços, pernas… E poderão aprender mais sobre as partes do corpo.

Não haverá com certeza outro retrato igual!

Até porque os momentos passados em família são únicos e ficam registados para sempre na memória e no coração!

Quais são as vossas brincadeiras preferidas em família?

brincadeiras bebés Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

 

 

Recomendado pelos Pediatras

 

Descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 6 aos 10 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Entre os 6 e os 10 meses de vida, os bebés estão muito ocupados a tentar adquirir competências que lhes permitam ter impacto no mundo.

Começam a compreender como funciona o mundo, a noção causa-efeito e relacionarem-se com os outros. As brincadeiras com exploração das rampas, túneis e escorregas, promovem o desenvolvimento de capacidades motoras como a força e o equilíbrio, tão necessários para que o bebé consiga gatinhar, pôr-se e ficar de pé e caminhar.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular? Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Os túneis lá de casa 00:41

Brincadeira #2: Caixas e rolamentos 01:16

Brincadeira #3: Escorregas caseiros 02:22

Brincadeira #4: Andar a cavalo 03:26

Brincadeira #5: Jogo da corda 05:13

Brincadeira #6: 1, 2, 3 Saltar! 05:56

Brincadeira #7: Brincar com esponjas 07:01

Brincadeira #8: Gatinhar lado a lado 07:58

Brincadeira #9: Rocas caseiras 08:48

Brincadeira #10: Túneis de pano 10:56

 

Olá, o meu nome é Catarina e hoje venho-vos mostrar 10 brincadeiras para os bebés entre os seis e dois meses.

 

O principal objetivo nesta fase, é o fazer a conhecer, através da noção, causa e efeito.

Os bebés, nesta fase tentam explorar as rampas, os túneis, para adquirirem a força e o equilíbrio, para posteriormente conseguirem se colocar em pé e andar.

Comunicam com os adultos, através de apenas sons ou canções que vamos cantar para eles.

E estas são 10 brincadeiras para este nível.

Vamos fazer túneis para o nosso bebé explorar, se não tiver algum túnel aí em casa, pode construir com uma cadeira e com uma manta por cima vamos fazer com que o nosso bebé comece a gatinhar e a explorar o nosso túnel.

E se o seu bebé em caso de se mostrar receoso, pode colocar alguns objetos que o atraem para que consiga explorar o nosso túnel, por exemplo aqui temos algumas bolas ou pode ser um peluche ou algum instrumento que faça som para que atraia o bebé a explorar este túnel.

 

Nesta brincadeira, vamos precisar de um carrinho ou mais hoje, ou de algum objeto que role.

Então vamos precisar de uma caixa de sapato.

Vamos começar por recortar, as extremidades da caixa de sapatos, ou se quiser simplesmente abrir a caixa de sapatos.

E vamos rolar o carrinho por dentro deste túnel imaginário, e vamos perceber como é que a criança antecipa, a saída do carrinho pelo outro lado do túnel.

Empurre gentilmente o carrinho, para que fique dentro deste túnel e perceba como é que a criança reage, ao reparar que o carrinho ficou lá dentro e não saiu.

Será que a criança tenta alcançar e vai procurar o carrinho dentro do túnel?

Ou então, será que ela espera que ele saia.

Podemos também, rolar mais um carrinho gentilmente, e ver se ele fica também dentro do túnel.

Podemos perguntar:

Onde estão os carrinhos? Será que os consegues encontrar?

Perceba como é que reage a sua criança a esta brincadeira com a descoberta do objeto e da antecipação.

 

Vamos criar escorregas em casa e vamos arranjar alguma almofada e um sofá, ou então uma mesa ou uma tábua de passar a ferro e vamos apoiar de forma segura, em algum sítio, neste caso temos um banco, mas pode apoiar ou no sofá ou numa mesa.

E vamos também precisar de uma manta para que o nosso bebé consiga escorregar mais facilmente pelas nossas rampas ou pelo nosso escorrega.

Trabalhando o nosso ritmo dinâmico em movimento.

E colocamos o nosso bebé de barriga para baixo. Seguramos bem o nosso bebé e depois podemos puxar a manta, para que ele deslize. Sempre em contacto com o nosso bebé para que ele nos consiga ver.

E podemos repetir.

Pomos a manta lá pra cima e depois escorregamos devagarinho, devagarinho, para que ele ganhe confiança.

Depois pode puxar a manta mais rapidamente.

Com esta brincadeira vamos trabalhar o equilíbrio.

E apenas precisamos de uma cadeira ou de um banco.

E como é que nós podemos trabalhar o equilíbrio da criança através desta brincadeira?

Sentamos numa cadeira e colocamos nosso bebé virado para nós, nas nossas pernas e com os nossos indicadores colocamos nas mãos do bebé para que ele nos agarre.

E podemos cantar uma canção do cavalo, e balançar nas nossas pernas para cima e para baixo.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! Pela estrada fora eu vou!

E quando acabamos a nossa canção do cavalo, levantamos e deixamos o bebé escorregar pelas nossas pernas.

E estamos a trabalhar o equilíbrio.

Veja como é que a sua criança reage ao descer pelas suas pernas. Se tenta subir, se tenta agarrar com os braços e não apenas os nossos indicadores.

E depois podem voltar à posição centrada e continuar o vosso passeio a cavalo.

Podemos fazer o nosso passeio mais rápido e descer mais rápido pelas nossas pernas. Ou mais lentamente.

Perceba também do que é que a sua criança prefere. Se gosta de um passeio mais lento, ou se de um passeio mais rápido.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo, a cavalo eu vou, pela estrada fora eu vou!

E assim estamos a trabalhar o equilíbrio do nosso bebé.

 

Depois fazer o jogo da corda. Por isso, vamos precisar de uma fralda de pano ou de um cobertor.

Sente-se no chão com o seu bebé e dê a ponta da fralda de pano ou do cobertor para que ele a agarre.

Do outro lado, vai puxar ligeiramente a corda até que perceba que o seu bebé também a pare de puxar. Se ele a puxar, aumente ligeiramente a força que puxa a corda para o seu lado para aumentar a resistência.

Estes jogos suaves de força desenvolvem a parte superior do tronco do seu bebé e também a sensação de sucesso.

E por fim. Veja quem puxa mais a corda e vá dando sempre feedback positivo ao seu bebé para que ele tenha essa sensação de sucesso.

 

Hoje vamos trabalhar a antecipação dos sistema que estimula o nosso bebé, com o saltar. Vamos colocar o nosso bebé sentado contra o nosso peito e vamos tornar umas repetições tranquilizantes  e também uma pitada de surpresa.

Vá cantando mais rápido, ou mais lento consoante o bebé para tornar estas supresas ainda mais divertidas.

E fazemos um-dois-três. Saltar!

Vamos lá bebé de novo.

Mais lento agora.

Um-dois-três. Saltar! Boa.

E dando sempre feedback positivo e também percebendo como é que o bebé reage a estas surpresas do saltar e também do saltitar com estas repetições do balançar das nossas pernas.

E também podemos fazer, mais rápido.

Um-dois-três. Saltar!

 

E hoje vamos trabalhar o tato e a força das mãos do nosso bebé.

E vamos espremer esponjas.

Vamos precisar de um alguidar e várias esponjas ou então mesma hora do banho pode fazer esta brincadeira.

Dê ao seu bebé, várias esponjas para que ele esprema. Ao espremer a água o bebé vai trabalhar a sensação de tato e também a força nas mãos.

E pode sempre ajudar. E salpicar o seu bebé, que também dá uma sensação muito refrescante.

E inicialmente, pode ajudar, para que ele perceba o que tem de fazer, qual é o objetivo de apertar as esponjas.

E se tiver alguma esponja de outras texturas, ainda melhor para a sensação do tato do nosso bebé e vamos espremendo as nossas esponjas no alguidar. Também podemos fazer as nossas sensações refrescantes com os salpicos. São tão fresquinhos!

 

Vamos gatinhar com o nosso bebé.

Muitos bebés, acham divertido seguir os pais pela casa a gatinhar.

Por isso, faça a vontade ao seu explorador e gatinhe com ele.

Pode, inicialmente também usar algum objeto que se o seu bebé, começar agora a gatinhar para que ele o consiga alcançar, ter que forçar este gatinhar.

Se o seu bebé já for muito explorador, então não precisa de nenhum objeto e basta divertir-se e gatinhar com ele.

Se tiver ajuda aí em casa, pode sempre colocar o seu bebé nas costas enquanto gatinha e fazer o som de algum animal, como um cavalo e ele certa maneira colocando em cima das suas costas, também está a trabalhar o seu equilíbrio dinâmico, equilíbrio em movimento.

Divirtam-se nesta exploração pela sua casa ou pelo seu quintal…

 

Vamos abanar, trabalhando a audição e a noção causa-efeito do nosso bebé. E por isso vamos precisar de rolhas de caixas de tampas.

Podemos também por colheres ou blocos de madeira.

Assim alguns objetos de dimensões grandes para apropriarmos ao nosso brr…

E por isso vamos precisar de uma caixa de plástico e de tampas ou então blocos de madeira ou colheres que tenha em casa e vamos colocar dentro da nossa caixa. Assim, objetos de dimensões apropriadas para o nosso bebé.

Vamos colocar dentro da nossa caixa, também trabalhar a coordenação hormonal, ao pedir ao bebé que coloque os objetos dentro da caixa.

Pode também ir colocando ou fazer a sua roca para crianças crescidas, uma para si e outra para a sua bebé.

E depois brincarem com esta música.

Podemos colocar… Aqui nós só temos as tampas.

E depois fechamos a nossa caixa e vamos divertir-nos com a música. Com a nossa roca.

E vamos abanar.

E parar para perceber se o bebé consegue perceber quando abana e faz um som e quando para, perceba se o seu bebé procura o som, e tenta ele abanar a sua roca.

E abanamos.

Abana, abana, abana! Abana, abana, abana! Abana, abana, abana, abana, abana sem parar!

Stop!

E ao parar, estamos a trabalhar a noção-causa-efeito.

Que quando abanamos, fazemos o som. E quando paramos, há a ausência do som.

O seu bebé gosta de abanar mais rápido?

Então abane mais rápido ou então mais lentamente, como o seu bebé preferir e divirtam se com estes sons de rocas para crianças muito crescidas.

 

E hoje vamos explorar um túnel de pano ou de tecido.

E temos estes túneis articulados disponíveis a lojas de brinquedos especializados.

E explorar um túnel é sempre muito divertido, tanto para os bebés que começaram agora a gatinhar, como os bebés mais experientes nesta arte, que tanto gostam de explorar a casa a gatinhar.

Passar por um túnel articulado, permite ao bebé ter uma noção do espaço e se colocar uma bola ou o objeto que o seu bebé mais gosta, no fim.

Ele percebe que quando chegar ao fim deste túnel terá um prémio no fim.

Se quiser também gatinhar com ele dentro do túnel, torna esta brincadeira ainda mais divertida. E também, ao túnel ser demasiado escuro, permitirá ao bebé trabalhar o seu receio de sítios e locais mais escuros.

Será que o seu bebé gosta de passar por este túnel de pano? Ou se nem é necessário colocar diferentes objetos que gosta lá dentro, para estimular este gatinhar pelo túnel.

Divirta-se e perceba como é que o seu bebé reage a esta brincadeira de explorar um túnel de pano.

Boas brincadeiras!

 

Ah..fim, ah…

Não se esqueça de subscrever este canal para terem acesso a diversos vídeos sobre diversos assuntos. E estejam atentos às próximas brincadeiras.

E claro, divirtam-se com o seu bebé. E sempre boas brincadeiras!

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite o nosso site – http://www.gymboreeclasses.pt

#brincadeiras #bebés #bebé

Como educar uma criança? 4

Como educar uma criança?

EDUCAR

“É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança.”
Provérbio Africano

Serão pai e mãe igualmente capazes de responder de forma adequada a todas as necessidades de uma criança? De facto, pai e mãe são igualmente capazes de o fazer, sendo a personalidade e o comportamento educativo dos pais determinantes para o desenvolvimento cognitivo, social e afectivo e, em última instância, para o bem‐estar pessoal e o sucesso dos filhos.

A Família como centro da educação

As relações entre pais e filhos são espaços privilegiados para as crianças aprenderem os primeiros passos em domínios como a comunicação, relacionamento interpessoal, linguagem, relacionamento afectivo, atitudes e crenças.
Das interações pais‐filhos surgem diferentes formas de educar e diferentes formas de ser. Em 1971, Baumerind identificou três estilos parentais, que refletem distintas considerações sobre áreas centrais da educação, como a comunicação, o controlo, a afetividade e as exigências relativas à autonomia. Assim, cada estilo parental traduz diferentes atitudes, crenças e comportamentos dos pais perante a educação dos filhos sendo possível encontrar, mesmo no seio do próprio casal, diferenças nas práticas educativas.

Estilos Parentais

Alguns pais optam por controlar os filhos através do poder e do medo, impondo regras rígidas e recorrendo frequentemente à força e à ameaça para as fazer cumprir. São pouco afetuosos e pouco atentos face às necessidades da criança, podendo por vezes delegar‐lhe responsabilidades que não se adequam ao seu nível de desenvolvimento. Estes pais enquadram‐se num estilo parental autoritário.
Outros há que, apesar de estabelecerem uma relação razoavelmente afetuosa com os filhos, não definem regras, limites ou estrutura, abdicando totalmente do poder. Estes pais parecem ausentes ou pouco interessados nos filhos, considerando não ter um papel ativo, nem responsabilidade, no comportamento dos mesmos. Estamos, neste caso, perante um estilo parental permissivo.
A investigação tem demonstrado que o estilo de educação mais eficaz é o estilo democrático ou autoritativo, porque embora a mãe e o pai sejam detentores de poder, partilham‐no com os filhos. Este estilo conjuga a autonomia com o afeto. Estes pais valorizam a disciplina, impondo limites razoáveis, apresentados de forma consistente. Além disso, proporcionam um ambiente estimulante, tendo expectativas apropriadas relativamente ao comportamento da criança.

educar com limites

Os estilos parentais e as competências que a criança desenvolve

Os estilos parentais parecem influenciar a maneira de ser e estar das crianças e as suas competências para lidar com o mundo que as rodeia. Uma criança educada segundo um estilo autoritário pode não se sentir amada nem merecedora de confiança. A insegurança, dependência, baixa auto‐estima e insatisfação estarão, muito provavelmente, presentes na sua vida. Quando adulta poderá revelar falta de responsabilidade pessoal, sentir‐se inferior, só e desconfiada.
Se for educada segundo um estilo parental permissivo, a criança para além de não se sentir amada nem merecedora de confiança e com baixa auto‐estima, pode sentir‐se ainda confusa, desencorajada, dependente, rejeitada e insegura. Em adulta poderá ter dificuldade em respeitar os sentimentos dos outros, pensar que pode fazer o que lhe apetece e ter pouca consciência de responsabilidade social.
Uma criança educada através de um estilo democrático tende a sentir‐se amada, merecedora de confiança, respeitada, segura, feliz e com elevada auto‐estima. Em adulta tenderá a ser responsável, respeitadora, amiga, disciplinada e determinada.
As diferenças entre pai e mãe na forma de educar os filhos podem levar a que a criança aprenda estratégias diferentes para lidar com cada pai, manipulando o que pode ou não fazer com um ou com outro. A inconsistência das práticas parentais é perturbadora para o desenvolvimento harmonioso da criança, podendo gerar sentimentos de insegurança. A consistência na prática parental é, de facto, fundamental para o bem‐estar de todos.

Ideias que podem contribuir para a harmonia e equilíbrio familiares:
•  Evite conflitos à frente do seu filho originados pelas diferenças entre estilos educativos.
•  Para evitar conflitos, converse antecipadamente com o/a pai/mãe do seu filho sobre os aspetos que considera importantes de forma a delinearem formas de agir em conjunto.
•  Não dispute o poder sobre a educação do seu filho, lembre‐se que ambos os pais podem desempenhar um papel determinante em diferentes situações.
•  Compreenda que algumas situações requerem cedências ou mudanças da sua parte ou da parte do/a pai/mãe do seu filho ou de ambos.
•  Seja flexível.

Educar é um desafio…

Perante o desafio da educação, Harvey Karp, conceituado pediatra americano, salienta, numa das suas obras, cinco razões pelas quais até os “pais perfeitos” (se eles existissem!) sentem dificuldades no seu papel de educadores.
‐ Sentimentos de frustração. Alguns comportamentos da criança frustram e zangam o adulto.
‐ Sentimentos de fracasso. As “batalhas” do dia‐a‐dia poderão fazê‐lo sentir‐se incapaz.
‐ Sussurros do passado. Alguns sentimentos relativos à sua infância poderão estar de volta.
Temperamento. As personalidades de alguns pais e alguns filhos podem entrar em choque.
‐ Estilo de vida moderno. O estilo de vida contemporâneo não foi feito para nos ajudar com os nossos filhos.

Limites… apertados ou soltos?

O estabelecimento de limites é uma forma de guiar a criança pelo labirinto da vida. As paredes poderão ser construídas muito próximas umas das outras e a criança irá deparar‐se com limites rígidos e com bastantes regras para cumprir, ou poderão ser construídas paredes afastadas umas das outras e aí a criança irá encontrar bastante espaço de ação e flexibilidade. Ao crescer a criança ganha maior mobilidade e curiosidade pelo mundo envolvente, empurrando algumas paredes, testando a sua robustez. Consequência? Pais e educadores sentem‐se obrigados a ceder, abrindo algumas portas, facilitando algumas passagens pelo labirinto. Importa não esquecer que os limites ajudam a criança a saber o que esperar de si própria, dos outros e do mundo, transmitem segurança e noção de controlo. Por isso, em resposta às tentativas de derrubar paredes e criar novas portas, a criança ganhará se perceber a melhor forma de seguir o labirinto, ladeada pelas paredes orientadoras, construídas pelos seus pais.

Sabia que pode elogiar sem falar?

Quando se pensa em educação, pensa‐se necessariamente em comportamentos adequados e comportamentos desajustados, ou bons e maus comportamentos, sendo estes os que atormentam os educadores. Mantendo o foco no positivo, naquilo que corre como desejado, pais e educadores poderão reforçar o “bom comportamento”. Ao fazê‐lo, de forma adequada, aumenta‐se a probabilidade de ver esses comportamentos serem repetidos. Existem inúmeras formas de recompensar positivamente um comportamento desejado. Alguns gestos simples e genuínos possuem um poder incomensurável.

O Dr. Karp revela algumas formas de elogiar e recompensar uma criança, sem que seja verbalizada uma única palavra:
‐ Olhar interessado
‐ Sorriso
‐ Festa na cabeça
‐ Abraço
‐ Um sopro no cabelo
‐ Uma “palmadinha” nas costas
‐ Erguer as sobrancelhas como sinal de surpresa agradável
‐ Sinal positivo com o polegar erguido
‐ Hmmmmm e Uau e Uh‐huh…
‐ Piscar o olho
‐ Abanar as mãos ou pedir “mais cinco”
‐ Colar os desenhos da criança na parede

Ao tomar consciência destas questões muitos são os pais que ao olhar para trás se sentem responsáveis ou até desiludidos pela forma como educam os seus filhos. Sendo certo que o princípio que norteia os estilos educativos da generalidade dos pais é o do “melhor para”, nem sempre as coisas resultam no que foi ambicionado, uma vez que, a cada momento, cada criança é uma criança, cada pai é um pai, cada família é uma família e cada sociedade é uma sociedade. Ainda assim, importa salientar que nada é definitivo e, do mesmo modo, a cada momento é possível e desejável que se adquira a consciência e a coragem necessárias para romper com crenças desajustadas, pondo em prática mudanças passíveis de fomentar na criança auto‐estima, confiança e autonomia e, nos pais, um sentimento de competência e segurança, condições fundamentais para o bem‐estar de todos.

Inês Marques

 

parentalidade 2021 o que é a parentalidade como fazer parentalidade inteligente Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Parentalidade Inteligente

Parentalidade Inteligente

 

 

Parentalidade inteligente, formação de seres humanos, desporto.

Nuno Frazão é Professor.

Foi Atleta Olímpico e é Treinador de Esgrima.

Falamos de treino e desporto, mas tambem de Parentalidade Inteligente. https://bit.ly/1ofertamae

Estudou Educação Física e Desporto na Faculdade de Motricidade Humana e fez Pós-Graduação em Esgrima em Semmelweis University Institute of Coaching and Sport Education – Budapeste

Autor do livro: Histórias do meu Diário e mais uns escritos.

Vamos falar da sua experiência enquanto atleta e pai de atletas de alta competição, tão bem como a sua visão sobre a educação e o desporto. Parentalidade Inteligente.

https://www.facebook.com/nuno.frazao.7

http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy​

Subscreva e active as notificações 🙂

#olimpiadas #esgrima #desporto #parentalidade

 

Gracinha Viterbo Educação Positiva Podcast Arquitecta de interiores Designer de Interiores Domingos Positivos Educação Positiva Cabinet of Curiosities Viterbo Interior Design Gymboree

Gracinha Viterbo – Educação Positiva

Gracinha Viterbo – Educação Positiva

 

Gracinha Viterbo é uma das mais premiadas Designers de Interiores Portuguesas.

É Mãe de 4 filhos e Praticante e Promotora de Educação Positiva.

Autora dos Domingos Positivos no seu canal de Instagram, que desde já recomendamos.

https://bit.ly/domingospositivos

https://www.instagram.com/gracinhaviterbo

https://viterbointeriordesign.com/pt-pt/

https://www.facebook.com/cabinetofcuriositiesviterbointeriordesign/

 

Saiba mais em http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

 

 

Olá Gracinha, bom dia.

 

Olá Nuno, bom dia.

 

Muito obrigado por este bocadinho.

Vai ser precioso.

 

Obrigada pelo convite.

 

Gracinha, eu acho que dispensa apresentações, uma das designers e arquitetas mais conceituados portuguesas.

Eu hoje queria falar um bocadinho consigo não só sobre design que é seguramente um dos seus superpoderes, mas também sobre a educação, a parentalidade positiva que também é fortíssimo, mas temos muitas coisas em comum eu ia-lhe perguntar: acordou que horas hoje?

 

Eu acordo muito cedo.

 

Eu sei.

Eu só queria chocar a nossa audiência.

 

Eu vou dizer que acordo sei lá eu facilmente acordo as 05:30 da manhã, 06:00, mas eu acordo por mim, obviamente que os meus filhos já são bocadinho maiores, mas por acaso sempre fui uma pessoa de dia, de manhã.

E gosto muito de acordar cedo também por mim própria, para ter o meu tempo, antes da casa acordar e os meus filhos também se habituaram a acordar cedo.

 

É uma ótima prática.

Também recomendo.

Gracinha eu ia começar pela criatividade, porque eu vi recentemente um vídeo seu no Facebook, em que falava da criatividade e fiquei super impressionado com a sua visão e decidi perguntar-lhe, como é que é o seu processo? O que é que pode falar sobre criatividade?

Porque realmente é uma palavra que tem muita profundidade.

 

É uma palavra muito forte e realmente é um valor, um bocadinho posto à margem, como se fosse menor e que é tão importante como a matemática, que é essencial disciplinas como a matemática, a ciência, os grandes grandes nomes que nós conhecemos de pessoas que na história se destacaram, eram sobretudo criativos.

Sejam eles cientistas, matemáticos, historiadores, políticos, todos eles tinham uma coisa comum que era a criatividade.

Por isso eu acho que a criatividade é um bem necessário e um valor que devia ser mais focado na escola.

 

Como é que é o seu processo?

Como é que desenvolveu a criatividade?

E como é que é no dia a dia?

 

Eu acho que uma das regras base da criatividade, é não ter medo de errar.

E eu tive a sorte de crescer numa família que focou muito nisso.

E os meus pais não se importavam, isto é um bocadinho clichê, mas é mesmo verdade que eu pinta-se fora das linhas.

E eu lembro-me de pintar as coisas de cores diferentes e não havia a tendência de dizer: o sol é amarelo e o mar é azul.

Não.

Se eu via o sol de outra cor, a minha mãe deixava-me pintar de outra cor e dava-me tanta segurança nas minhas ideias que eu mesmo que tivesse no ensino tradicional que tive, na escola, eu tinha sempre aquilo na minha cabeça, de que eu podia se quisesse sonhar e ver de outra maneira.

E depois quando tinha que estar alinhada no ensino tradicional adaptava-me, mas eu acho que é muito importante os pais ensinarem que o erro não é um problema, não é?

É uma lição.

E isso é o princípio da criatividade, é o não ter medo de errar.

 

Muito bem.

Como é que é ser designer de interiores?

O que é que mais lhe apela e o que é que é mais desafiante?

 

Eu acho que o que mais me apela na minha profissão é realmente interpretar vidas através de espaços.

E aliás é realmente, está tudo interligado com os meus domingos positivos e com a minha forma positiva de ver a vida, porque eu muito cedo eu faço à 20 anos a minha profissão exerço à 20 anos a minha profissão e muito cedo percebi que não era só sobre coisas bonitas.

Ai agora vou pintar a parede uma cor, aí agora vou fazer isto…

Não!

Isso é mesma coisa que comprar uns sapato e não se pode confundir a parte material que não nos preenche, não é?

Muitas pessoas se enganam e acham que o ir comprar coisas, o dar brinquedos às crianças nos preenche e rapidamente depois se fartam.

E não percebem porquê?

Eu então virei isso um bocadinho ao contrário, na minha profissão e tento ir à essência da pessoa à sua identidade e acho que se ela tiver projetada na sua casa, no seu norte, ela vai empoderada, vai se sentir enraizada e mais feliz.

E é o que eu mais gosto da minha profissão.

 

Muito bem.

Nós agora, neste momento toda a gente está em contacto permanente com a sua casa, portanto há aqui desafios próprios, acha que podemos passar algumas dicas de organização interior?

Qual é o alfabeto da decoração para um leigo? Por onde é que podem começar?

Estamos a falar da luz, dos móveis, estamos a falar do quê, exatamente.

Qual é o alfabeto mais básico?

 

Eu acho que a primeira coisa que eu vou dizer é tentarem não seguir tendências, nem copiar uma imagem de algo que gostam, porque obviamente isso é uma direção, nós começarmos a tentar perceber o que é que nos identificamos, não é?

E ver imagens tudo bem, mas o replicar não preenche uma pessoa dentro do seu espaço.

Por isso cuidado com o replicar imagens de um pinterest ou de onde seja, porque não se está a expressar a si próprio, não é?

Às vezes, são coisas tão fáceis como ir ao nosso armário e ver o que é que vestimos.

Quais são as cores com as quais mais nos gostamos de ver.

Porque se calhar são as cores com que quais mais gostamos de viver.

Ou então as não cores, porque há quem não goste de cores e goste mais de um ambiente neutro, e de um ambiente mais, todo ele com menos cor, não é?

E isso é o que nos vai identificar, por exemplo a nível de cor é uma boa maneira de vermos é irmos ao nosso armário ou cor que nós não nos gostamos de ver também, pensar como é que vivemos, há crianças não há crianças, há animais não há animais, há algum problema de saúde ou de costas ou até para poder escolher, por exemplo a altura de um sofá ou de uma cama ou rigidez.

Tudo isso são as primeiras coisas, é fazer uma lista do que existe.

Quem são as pessoas que vivem na casa, qual é a personalidade dessas pessoas, tentar também um bocadinho interligar, porque não é só um que conduz, quando é em comunidade quando é uma família tem que se pensar em todos, nas crianças, nos pais.

E depois tentar eu acho que pensar em cada lugar como um momento, como um cenário das memórias que vão fazer então agora que nós estamos sobretudo mais em casa e então se calhar haver o cantinho da leitura e que pode ser relaxado, não tem de estar tudo certinho, não faz mal se as almofadas se misturarem todas, não vamos fazer um problema à volta de um momento que pode ser ótimo.

E com isso a pensar nas outras zonas da mesma maneira que são cenários das nossas memórias em casa.

 

Top.

Na sua sensibilidade aproximava-se mais de manter tudo como está ou mudar tudo, uma vez que vamos estar confinados pelo menos 15 dias?

O que é que acha que é mais proveitoso e animador ou menos estressante?

 

Diga diga, desculpe não percebi.

 

A minha pergunta era mais tipo para evitar estresse, o ideal é vivermos na casa onde sempre vivemos ou tentamos criar uma casa nova neste tempo de confinamento…

 

Eu acho que vai depender das personalidades, eu por exemplo sou gêmeos e por mim mudo sempre qualquer coisa todos os dias em minha casa, porque gosto de estar sempre a mudar qualquer coisa, eu preciso dessa movimento de energia e de mudança e os meus filhos já são um bocadinho assim também.

Mas sei que há pessoas que precisam imenso da segurança da continuidade.

Eu acho que isso não há uma regra geral, eu acho que vamos então ouvirmo-nos a nós próprios, o que é que nós precisamos?

Estamos estressados, estamos ansiosos, vamos tentar não mudar muita coisa se calhar, se tivermos bem, não é?

Dentro do que estamos ou então ver qual é que é a zona da casa onde nos sentimos melhor e ir mais depressa para essa zona da casa, se há uma zona da casa que apanha mais luz natural, eu por exemplo gosto de estar ao pé da janelas, eu preciso de luz natural.

Às vezes mesmo naqueles dias que uma pessoa está mais esgotada, eu gosto de estar a tomar um chá ou um café e sentir a luz na minha cara, é uma coisa que me faz bem.

Eu acho que quando estamos muito tempo em casa, é descobrir estes recantos que nos fazem bem e vivê-los mais do que os outros.

 

Muito bem.

Gracinha, as pessoas que têm crianças pequenas e que têm este problema dos brinquedos espalhados pela casa.

O que é que recomenda?

Acha que os brinquedos devem estar confinadas a uma divisão ou devem estar livres pela casa?

O que é que acha mais proveitoso, para a sociedade?

 

Acho que a partir dos três anos, podem perguntar às crianças.

Acho que é a primeira coisa, acho que não devem ser os pais a decidir, acho que desde dessa idade as crianças já podem dar ideias de como é que vão arrumar os seus próprios brinquedos, é a melhor maneira de, eu às vezes quando tenho famílias com crianças eu pergunto às crianças e como é que elas gostam de arrumar mais as coisas e como é que vamos pensar na forma que elas vão entender e fazer parte da arrumação da casa.

Eu acho que isso não é um sonho.

É possível.

E se incluirmos mais as crianças dentro destas ações, as coisas aparecem mais vezes arrumadas.

Não é perfeito, mas aparecem.

E sobretudo, porque elas têm uma imaginação muito mais fluida e vamos dar se calhar ideias que há certos pais que já não praticaram tanto a criatividade e que se calhar estão ali, tem que ser sempre da mesma maneira.

Eu sou um bocadinho um elemento disruptivo quando venho dizer estas coisas, mas é verdade.

E depois é tentar ter a arrumação ao nível das crianças.

Também acho que é uma coisa importante, porque se arrumação está pensada para o adulto, vai ser sempre o adulto a arrumar e a partir do momento em que nós incluímos as crianças também na altura em que pomos as caixas ou as coisas que elas têm de arrumar e nos sítios mais improváveis haver um bocadinho quando eles são muito pequenos, eu acho que é importante haver num bocadinho em toda a casa algum sítio onde eles possam arrumar.

Na sala, na cozinha, eu lembro-me que tinha uma das portas debaixo da cozinha, tirei as panelas e pus brinquedos e sabia que era, e eles voltavam arrumar lá dentro e claro que eu abria e aquilo ao princípio estava muito desarrumado, depois à medida que eles foram crescendo tinham as coisas mais arrumadas, porque comecei a brincar com eles e a separar em categorias a brincar.

Eles gostavam de também separar as categorias, porque fica um jogo e tudo que ficam jogo eles fazem.

E eu acho que se pudermos então separar um bocadinho nas zonas onde eles brincam, que não seja do outro lado da casa onde se vai arrumar, já ajuda muito.

 

Uau.

Isso é uma ótima dica, eu acho que estou a fazer tudo mal.

Eu tenho uma bebé agora com um omnipcx, está sempre a pegar, adora os meus livros, desarruma-os todos, acha que é divertido tirar tipo 30 livros.

 

Ela vai adorar ler se continuar ainda a…

 

Eu espero que sim.

Mas pronto, mas eu depois tenho que arrumar todos de volta e basicamente é a minha profissão agora, é arrumar os livros que ela desarruma.

Gracinha ainda no campo da decoração como é que descreveria os seus melhores clientes e quais são os mais desafiantes?

Como é que podemos ser bom clientes de um design anterior?

 

Eu acho que um bom cliente é o cliente que percebe que nós estamos ali para ajudar e que não estamos, um projeto não é uma discussão, é uma evolução, é um progresso.

E eu acho que é suposto ser um momento memorável, um momento de crescimento, um momento de partilha, como muitas coisas na vida, não é?

Eu também acho isso do trabalho, também acho isso da educação, mas é verdade que o projeto, eu estou a entrar na vida de outra pessoa, estou a tentar entendê-la para criar para ela e isso é a maneira que eu trabalho.

Eu não trabalho, porque o amarelo é giro e o azul é giro e tem que ser assim.

Não.

Eu quero perceber a pessoa e quero potencializar o espaço onde ela vive, de modo a ser mais feliz lá dentro, ela e as pessoas que lá vivem.

E eu acho que é muito importante o cliente perceber que nós estamos ali para fazer parte dessa, fazer um veículo, ser uma ponte para que ele possa viver melhor a partir daí nesse espaço.

E o cliente que percebe isso, é um cliente que tem um projeto com muito mais sucesso, entre aspas no resultado final, do que o cliente que resiste.

 

Muito bem.

Eu sei que a Gracinha fala uma série de línguas de muitas partes do mundo.

Como é que foi viver fora de Portugal?

Tanto sozinha como em familia, como é que foi a sua experiência?

 

Eu adoro viajar, adoro ter o desafio de me adaptar a um lugar que não conheço, a uma língua que não conheço, a uma comida que não conheço e perder-me para me encontrar outra vez.

Eu acho que são patamares, cada viagem e cada momento que eu vivi fora, foram patamares de crescimento na minha vida.

E fiquei um bocadinho viciada nisso.

E foram experiências de alturas muito diferentes da minha vida.

A primeira vez que vivi fora, tinha acabado de fazer 18 anos e fiquei fora até aos 21. Comecei a trabalhar a minha carreira primeiro trabalho foi fora.

E foi um momento, obviamente que eu era mais nova, que havia uma descoberta, uma série de coisas, mas eu ainda estava a crescer noutra série de coisas, por isso era tudo, era uma descoberta, mas eu também sempre fui muito curiosa e muito independente.

Portanto aquele sentimento de saudade não me fazia não aproveitar onde eu estava.

Eu sempre aproveitei o momento da vida no lugar onde eu estava.

Sem arrependimentos de: ai eu tenho saudades e eu quero estar ali.

Não.

Eu acho que se estamos neste momento ali, vamos aproveitar este momento da vida e tirar o melhor dele.

E todos os momentos que vivi fora acabei por ter essa essa mentalidade, portanto na altura da universidade e do primeiro trabalho eu estava em Londres.

Depois voltei para Portugal e depois fui para a Ásia.

E no intermédio sempre viajei muito na minha profissão, por isso pelo menos quatro meses do ano fora em viagem.

Não de seguida, mas sempre em viagem, por isso bastante grande durante o ano, antes do covid, por razões de trabalho, mas em que acabamos por ir para países às vezes que não conhecemos, outro conhecermos melhor.

Agora a ida à Ásia foi também espetacular, porque fui com os meus filhos bastante pequenos dos 3 aos 9.

E aliás foi lá que eu conheci o Gymboree.

Eles iam todos ao Gymboree.

 

Ai que giro.

 

E pronto e foi realmente eu acho ai crescimento em conjunto enorme por todos os lados, porque a trabalhar a tempo inteiro com crianças pequeninas, elas não sabiam falar inglês quando foram, nem chinês.

E aprenderam ambas as línguas.

E é uma aprendizagem que eu recomendo que é difícil, mas é extraordinária.

 

Gracinha, percebo que essa passagem por Singapura, vos marcou imenso em família e também quer dizer a matemática é simples.

Ainda assim ter cinco ou seis anos, não é?

Como é que foi essa experiência?

E o que é que trouxe de lá?

 

Eu, a experiência, já tinham vindo conosco em algumas ocasiões, porque nós já estávamos a trabalhar lá desde uns anos antes.

E realmente uma das razões porque fomos, foi porque estavamos cada vez mais a trabalhar lá na altura e eu comecei a sentir que não estava a fazer bem à família, eu estar tanto tempo fora obviamente e como mãe, também não conseguia, se bem que tenho um marido presente, um pai espetacular e sempre que eu ia, eu sentia que eles iam crescer de outra forma.

E acho que na vida os casais organizam-se, sejam porque estão divorciados ou porque cada um trabalha numa certa forma, acho que as crianças se adaptam e os casais organizam-se.

Por isso nós construímos na altura uma fórmula que funcionava para nós.

Mas chegou a um ponto onde achamos que fazia mais sentido irmos todos juntos e estarmos lá uns anos e depois voltarmos.

E a experiência lá, foi realmente extraordinária, a nível de todos os níveis, humano, como mãe, como profissional, mas sobretudo a nível da educação e a nível da ligação que os adultos lá em geral têm com as crianças, eu comecei a sentir logo desde o início, a forma que falavam, a forma que diziam, é sempre a maravilha do mundo da criança e o que é que nós adultos quase que podemos aprender com eles, porque nós já nos esquecemos.

E há um respeito pela criança como humano, que é igual a estar a falar com um adulto praticamente e isso foi uma coisa que eu tive que reaprender estando lá, porque eu realizei que ele não tinha isso, não tinha essas ferramentas comigo e quis aprender.

Por isso essa foi a maior eu acho, a lição de estar lá, a parte da língua, da comida e da parte toda cultural.

Foi realmente abrir o mindset a outra maneira de educar.

 

Foi o país que te deixou mais saudades, Singapura?

 

Não, todos os países têm assim qualquer coisa que me deixou muita saudade, que me deixa muitas saudades.

Ali tivemos realmente um momento muito marcante, porque foi quase um sentimento do momento certo, no lugar certo para a idade deles certa.

E para a família foi uma viragem enorme, porque mudamos de mentalidade, mudamos de um mindset fixo para um mindset crescimento, que eu falo imenso que é o growth mindset.

E é uma maneira de ver as coisas ao contrário do que se vê cá na educação.

E foi uma coisa que nos transformou, transformou literalmente como mãe, como mulher, como humana e é tão fácil e é tão difícil ao mesmo tempo, mas nós pensamos são coisas tão pequeninas, mas que realmente transformam a confiança deles, a linguagem deles é uma coisa que é realmente quase difícil de explicar.

Por isso é que eu tenho muitos domingos para falar sobre isso.

 

Vamos falar sobre isso agora mesmo.

A Gracinha é uma produtora e uma praticante de educação positiva.

E tem o seu vlog de chamado números positivos, que eu desde já recomendado, aliás eu quero fazer aqui uma pausa e deixar uma nota pessoal.

Passei os últimos dias a preparar este podcast e tive a oportunidade de ver algum materiais que eu já conhecia e outros que conheci de novo.

O seu vlog é precioso, portanto queria exprimir a minha gratidão.

A forma gentil que apresenta uma série de missões.

Gentil consigo mesma, porque pronto foi um processo, não nasceu com aqueles conhecimentos, mas isto para quem nos está a ouvir, porque é natural que a gente sinta necessidade, culpa, medo de falhar.

E a forma como a Gracinha apresenta aqui é super lógico, superior. super gentil e fica.

Portanto as lições ficam, não só se calhar a parte mais técnica e teórica, como a parte prática e os conselhos práticos que dá.

Portanto eu há bocado em off, estava a pedir por favor de por aquilo em formato podcast, para poder ouvir enquanto estou a correr.

 

É já muita gente, eu vou trabalhar nisso.

Estou aqui à procura da melhor solução.

 

Muito bem.

O que é que é para si a educação positiva?

E qual foi sua maior influência original o que é que a fez prestar atenção a esta forma de educar?

 

Eu quando soube que estava à espera do meu primeiro filho, Santiago, em 2004.

A certa altura um mês ou dois depois o Miguel vê chegar, eu não vou mentir, deviam ser 150 livros de educação.

Eu não sabia nada, zero.

Era mais nova de três, não temos nem irmãos mais novos, nem primos mais novos, sou a prima mais nova da minha família, tanto de um lado como do outro, eu não tive o contacto com crianças na minha adolescência, a não ser os meus amigos na escola.

Por isso eu vejo a minha filha, a minha filha tem imensas, contacto com crianças muito mais novas que ela, bebés e tudo, tem um jeito enorme, pega neles, já sabe tudo.

Estou sempre dizer que ela vai ser uma mãe espetacular, à parte de ser uma profissional que quiser ser o que ela quiser ser espetacular também.

E então eu não tinha aquele reflexo de saber, eu não sabia trocar uma fralda, eu tive que pedir a uma amiga da minha irmã para me ensinar a trocar de fraldas, porque eu não sabia trocar, depois tive de aprender tudo do zero.

E tinha um receio enorme, uma sociedade muito grande de: será que estou a fazer as coisas bem, será que não estou, lia tudo.

E a única coisa que eu lia, eu tive uma mãe muito liberal, mas liberal com direção, que já na altura eu via bastante diferença entre como é que a minha mãe nos educava e como é que muitos outros pais que eu via educavam os meus amigos ou tias com os primos.

E eu já sentia que havia ali uma diferença.

Ouvia a nossa opinião, falava muito conosco e não havia, não me lembro de haver berros em casa, havia sobretudo elogios, se a minha mãe um bocadinho sem saber falava-me sempre de um psicólogo que era o Doctor Spock, que era muito americano, que era na altura muito diferente e muito radical e depois houve muito prós e contras na nossa geração do Doctor Spock.

Eu ainda fui comprar um livro do Doctor Spock, porque tinha sempre ouvido falar dele quando nasceu o meu primeiro filho.

Mas esse livros, os tais 50 livros que eu comprei, não me identificava muito com as coisas, porque a minha própria educação não tinha sido assim, era uma coisa muito mais tradicional muito mais e era muito pesada, era muito…

E eu lia aquilo e dizia: está bem, olha eu é que não percebo, isto tem que ser assim e isto é que faz bem às crianças e eu sei dizer que não e eu sabia dizer não e eles têm que saber ouvir não e regras e uma série de coisas que eu comecei a praticar.

Mas não sentia nada bem com isso.

Queria que o meu filho come-se bem à mesa com 18 meses, quer dizer, quando ele queria era brincar.

E tudo aquilo não jogava comigo e à noite quando me levantava às três da manhã e a meio da noite por causa de lhes dar leite, abria a televisão e estava a dar uma coisa que era o Doctor Field, na altura.

E só dava às três da manhã na televisão, em 2004, pelo menos.

E ele tinha uma versão e uma atitude para com os problemas de família que estavam a dar que eu comecei a ouvir, eu não sei porquê, passava ali parava a meio da noite e começava a ouvir, isto quer dizer é tão diferente, mas eu não conseguia, eu ouvi a fazia-me sentido, mas eu não conseguia processar a informação de modo a usá-la, também na altura o meu filho era muito pequeno, era bebé, por isso eu fiquei sempre mais agarrada ao lago das coisas tradicionais que eu tinha tido na escola e que tinha lido e com sempre aparecer-me muito muito negativo e eu com peso enorme de ir dormir a pensar: há aqui qualquer coisa que não está certo.

Por isso eu acho que comecei aí e depois já só foi, quer dizer durante, eles cá ainda antes de ir para Singapura, eu tentava fazer as coisas um bocadinho diferentes e tinha muitas pessoas um bocadinho a olhar, que eu senti: esta aqui não sabe, ou seja, não cumpre bem e houve uma pessoa uma vez que veio ter comigo e disse: a senhora não é boa mãe.

Ainda me lembro onde é que foi, foi aqui ao pé de onde eu vivia e a olhar, porque eu estava com os três, estava-me a rir estava, não era sobre ensinar naquela altura, eu queria era ter um bom momento e além de ficar olhar para essa senhora que conheço e pensar, ter pena dela, porque ela não estava a perceber a minha linguagem, mas eu também segui em frente.

E depois foi uma coisa natural, eu tinha sempre em mim um lado mais positivo.

Via a maneira que os professores, por exemplo falavam do meu filho Santiago que é que um desportista nato, precisa de espaço, precisa de se mexer, precisa de para aprender, ele precisa de espaço, porque eu não na altura não percebia, só percebi depois porquê.

E a maneira negativa quando olhavam para um reflexo muito natural dele, não revoltava-me, mas eu tinha pena de professoras que vinham ter comigo e que me diziam coisas que eu olhava para elas e dizia, eu pensava assim: não, a senhora é que só sabe ver dessa maneira, eu já sabia que deveria haver ali outra maneira.

Até que encontrei uma pessoa que para mim é a pessoa que mais percebe de educação positiva em Portugal, que se chama Gill Edwards, em Carcavelos.

E a Gil onde eu pus a minha filha Alice durante os tempos, é uma pessoa extraordinária e foi a pessoa que me abriu a porta da educação positiva e me mostrou Howard Gardner, que fala das inteligências diferentes.

E fui ouvir em Lisboa na altura, ele estava nos Estados Unidos, mas houve uma conferência com ele, ainda fui ouvir a Lisboa uma conferência com ele.

E comecei a ler, sobretudo as inteligências diferentes e no fundo isto do meu filho Santiago, não era défice de atenção, não era nada disso.

É um miúdo com inteligência espacial, que pode ir desde um neurocirurgião até um atleta de alta competição, foi um spam enorme de capacidades, mas que forçosamente não gostam de estar sentados numa secretária a fazer durante 6 horas do dia as coisas de uma maneira, quer dizer comecei a perceber que o ensino estava antiquado, que ainda praticamos um ensino da revolução industrial, por exemplo em Singapura já não há a campainha que chama, é quase um insulto para as crianças chamá-los com uma campainha.

Como se fossem gado ou como se fossem quer dizer, tudo isso são coisas que no mundo já estão a mudar, que em Portugal ainda estão muito atrasadas e que uma segue de pessoas e de passos na minha vida, me mostraram que há altos caminhos que abre as portas e daí eu querer passar essa informação.

Mas foram estas pessoas, o Doctor Field, a Gill e depois Singapura, que me abriram as portas aqui para a educação positiva.

 

E nós não vamos conseguir no tempo que temos falar sobre tudo, porque é realmente…

 

Claro claro claro.

 

Mas a Gracinha já fez um trabalho espetacular, porque apenas nos primeiros dezesseis episódios já temos alí imenso, com que entreter.

 

Claro.

 

Sente que os portugueses estão muito longe deste ideal, da educação positiva?

 

Eu já senti mais por acaso, acho que há uma vontade enorme, mas não há ferramentas, não há, eu vou ao Amazon ou vou a uma livraria quando estou em algum sítio e tenho muito mais, tenho aqui o meu cão que também quer participar, mas sinto que há o material em português falta.

E eu acho que não é por vontade, por exemplo os próprios professores também têm uma vontade enorme de mudar, eu tenho imensos professores a mandar-me mensagens que estão a aplicar algumas coisas nas salas de aula dele, eu acho que não há ferramentas para a formação.

E tem que haver mais ferramentas, tem que haver mais livros, tem que haver mais ferramentas na internet, em português, que passem esta mensagem da educação positiva de forma coerente, não como um método alternativo e a permissivo, que é uma coisa completamente errada sobre este método.

Não é um método, não é uma educação permissiva e então não vamos pensar na educação positiva como um método de meio permissivo, nem completamente anarquia total.

As crianças podem fazer o que quiserem, um dia temos que ver uma mensagem a perguntar se as crianças não ficam selvagens.

Não, não ficam.

Ficam felizes e os pais também e as salas de aulas também e encontram-se capacidades e percebe-se que há um progresso e não é, não é uma ditadura, não é?

 

A Gracinha costuma dizer imensas vezes e muito bem, que educar não é mandar, educar é guiar.

Nesta altura do confinamento como é que nós temos guiar estes pais a eles próprios começar a se calhar a praticar um bocadinho atualmente as vogais da educação positiva?

Tem alguma dica, ou primeira acha mais importante…

 

É respirar, é respirar.

Aprender a respirar, porque nós não respiramos, nós reagimos.

Então a nossa educação é baseada no reflexo animal.

É o eu dizer o não, logo, como se fosse autoridade e como se isso nos fizesse ser bons educadores não estamos a ensinar absolutamente nada com um não.

Então vamos, em vez de dizer: não comas de boca aberta, dizer podes te engasgar.

E deixar que a criança perceba o que é que tem que fazer e nós ensinarmos qualquer coisa.

Uma coisa que acontece, que é espetacular, com a educação positiva, é que as crianças a nível de co-eficiência, nem falo da emocional, obviamente porque essa é óbvia, mas a nível de co-eficiência inteligência tem muito mais alto com a educação positiva, do que com a educação tradicional, porque ouvem, porque raciocinam, porque há uma conexão de neurônios muito maior na interação entre adulto e criança, do que cortar ali as vasas e acabou, não faz, nah nah nah.

Então ficam robôs, que depois mesmo na vida, vão ser pessoas com muito menos iniciativa com muito menos poder de raciocínio, porque estão habituadas a que alguém lhes diga não, sim, sai.

E depois de repente chegam aos trinta e aos quarenta e são adultos insatisfeitos, que não percebem porquê, mas no fundo não são eles próprios, porque isto depois vai em crescendo e é uma coisa gravíssima, que hoje em dia sabemos a importância da saúde mental, não é?

Agora, eu acho que aqui a importância do respirar, que é muito simples e eu até disse no outro dia numa conversa, não foi a brincar e se tiver dificuldade em respirar, encha a boca de água e deixe o sentimento das explosão passar. E só depois é que engole, se for preciso é um primeiro, é um primeiro exercício, porque é difícil.

O nosso reflexo está a dizer que não, porque foi o que nós ouvimos.

E os pais queixam-se das crianças dizerem que não de volta ou responderem ou não fazerem, mas elas estão a ouvir isso o dia todo dos pais e dos professores.

Por isso eles estão a imitar, eles não conhecem também outra forma de comunicar, por isso o respirar, o voltar a nós, o ver a situação de fora, o perguntar porque é que eles fizeram isto: porque é que fizeste isso? Qual foi a tua ideia quando fizeste isto? Deixa-me eu perceber o que se passou pela cabeça.

Eu às vezes mudo de ideia depois dos meus filhos me explicarem porque é que fizeram alguma coisa que eu achei que estava errada, que eu digo: olha, realmente isso não foi má ideia, mas…

E depois digo o que é que eu tinha para dizer.

Ver se calhar da próxima vez tenta desta maneira, porque é que tem que ser de uma forma agressiva?

Porque é que tem que ser de uma forma negativa?

Nós se estivéssemos no trabalho e alguém estivesse a berrar connosco o dia todo e a dizer que estamos a fazer tudo mal o dia todo, que é o que a maior parte das pessoas faz com as crianças, nós fechavamos-nos, a dizer não quero estar aqui, eu não sou feliz no meu trabalho, quero me ir embora,

Eles não têm essa hipótese.

 

Eu vou reforçar tudo o que a Gracinha disse, eu concordo com tudo.

Se calhar dar uma outra imagem para os pais e para as mães mesmo um bocadinho mais técnicos, nós somos um conjunto de hardware e software.

O nosso hardware é a nossa biologia, a nossa genética, nós não conseguimos fazer muito em relação a isso.

O nosso software é a nossa educação, não só intelectual como emocional.

E há bom software e há mau software, nós podemos receber maus modelos e portanto ficamos contaminados com esses exemplos.

E é difícil  às vezes sair deles e requer muito trabalho.

Ou podemos ter um bom software e tudo fica mais fácil, não é?

E eu acho que a Gracinha explicou isso muito, muito bem.

Agora com os seus quatro passos filhos, que estão entre os seus 10 e os 16 anos se não me engano.

Quais são os seus planos para as próximas semanas?

Tem uma agenda para o confinamento?

 

Tenho, tenho uma agenda para o confinamento e eles não deixarem de aprender e não deixarem de, educação é um direito humano.

E nós não vamos tirar a educação aos nossos filhos, portanto os nossos filhos vão continuar a estudar em casa, com coisas que eu lhes vou dar e com conteúdos que está na internet e vão continuar a explorar o que gostam e vão continuar a sua aprendizagem, não vai haver aqui momentos a nível das horas de escola,

Nós cá em casa vamos continuar a dar valor à aprendizagem, à educação e a explicar-lhes o importante e a sorte que eles têm de viver numa democracia e de poder continuar a aprender e a sorte que eles têm de estar em casa seguros e não estarem num hospital e aproveitar ao máximo para que um dia, se for preciso, a geração deles salvar a humanidade como os médicos e os enfermeiros estão na frente, não é?

A fazer agora, se de repente as crianças deixam de estudar e não há médicos, não há enfermeiros e vem uma pandemia na geração deles e não há pessoas com as competências com as que temos agora, para poder salvar a humanidade.

Por isso é uma coisa que vai acontecer.

E depois é o lado criativo e da brincadeira que vai ser importante manter também, porque é o que as crianças precisam, elas gostam de brincar, precisam de brincar.

E eu acho que é muito importante nós pais percebermos que eles também estão em tensão, eles também estão fora da sua normalidade e nós temos que perceber que se eles estão nervosos ou ansiosos, eles não sabem dizê-lo.

Eles vão mostrar no seu comportamento.

Por isso podem mostrar desorientação às vezes a fazer a coisa que nós achamos errada ou a chamar a atenção de uma forma mais negativa, porque não sabem verbalizar de outra forma.

Por isso é importante, se calhar em vez de dar logo um berro e eu sei que estamos todos um bocadinho nervosos e ansiosos, mas procurar mesmo ferramentas de evitar o berro, porque depois é uma coisa continua e que não ajuda ninguém, nem os pais nem os filhos.

Isso às vezes, dizer o que é que se vê.

Eu também disse isso numa conversa, é eu vejo que partiste qualquer coisa ou eu vejo que pintaste na uma coisa, pintaste na parede, eu vejo que pintaste na parede.

Está te apetecer desenhar?

Tenho ali, vamos aqui já fazer.

Em vez de zangar, já se vai já vai falar sobre o assunto.

Mas ele não está a pintar na parede, porque o quer magoar o pai ou a mãe, é interesse das crianças não é serem desobedientes, não é?

É ele estarem orientados, vamos orientá-los.

Está te a apetecer desenhar?

Estamos aqui, o que é que te apetecia desenhar? Vamos começar a desenhar.

Ah eu queria desenhar o foguetão.

Então vamos.

Vamos investir naquele momento que ele quer, que é de atenção e criatividade e depois vamos falar sobre: olha, se calhar. Eu chamo a isto a técnica da sanduíche.

É primeiro abrir a porta, é que giro, está te apetecer desenhar.

E eles olham para nós, já temos a atenção dele.

Sabe se calhar em vez de pintares na parede vamos antes pintar numa folha que eu essa posso guardar para sempre comigo.

Então e depois vais me ajudar a limpar a parede.

Isto é ensinar, é criar uma conexão, é depois também ensinar a limpar.

Mas não é atacar.

 

Claro.

Eu vou aproveitar para agradecer os comentários, estamos a receber imensos comentários aqui nas plataformas do Facebook e no YouTube.

Inclusive o Nuno Pinto Martins, que também é uma referência aqui na educação positiva, também nos está a ver, deixou aqui uns comentários muito valiosos.

Gracinha num dos seus primeiros vlogs, contou uma história super comovente, que eu me lembrei, sobre um filho seu partiu um conjunto de pratos e que a Gracinha explodiu e

depois ficou toda uma história por trás.

Portanto eu convidava a recontar, porque eu acho que é um exemplo.

 

Não prometo não chorar.

 

Histórias bonitas, não é?

Eu acho que ou podem ficar traumas às crianças para sempre ou podem ficar memórias bonitas de aprendizagem para os pais e para os filhos e essa realmente é muito bonita.

Quer que eu conte?

 

Por favor.

 

Então, mãe trabalhadora, mas eu respeito imenso as mães que ficam em casa, porque eu acho que é um trabalho duplamente difícil.

Mas cheguei a casa cansada depois de um dia estressante de trabalho, o meu filho tinha partido uma série de pratos na cozinha, a minha primeira reação foi zangar-me, vou chorar.

Era zangar-me com ele, porque eu sinto me naquela altura que era uma bruxa, que já não é quem eu sou hoje em dia.

Zangar-me com ele e agora de repente já não me lembro os detalhes que eu contei na outra, mas com uma reação percebi, houve ali um momento em que eu percebi, que o estava a magoar com o meu ralhar com ele e ele depois veio ter comigo ou quando eu fui deitar, já não me lembro bem e ele no fundo que queria lavar os pratos antes de eu chegar a casa para ajudar.

Por isso, pensem duas vezes antes de gritar com os vossos filhos, porque eu acho que a maior parte das vezes eles só querem ajudar.

 

Sim.

Então essa história comoveu-me a mim também, tenho umas parecidas também e aliás eu tive que parar de correr e passar a andar, porque estava a precisar de focar a minha atenção nesse momento e eu não sei a palavra, era mesmo mergulhar daquela sabedoria, aquela conexão que nós conseguimos naquele segundo.

E eu acho que é uma história que nos pode inspirar realmente e taparmos, não é?

Nesse sentido às vezes mais negativos e são totalmente humanos, mas que às vezes são totalmente injusto também, não é?

 

É verdade.

Eu acho é que há aqui uma herança que vem de uma época completamente desatualizada, anos 50 anos, que nós temos que mostrar que sabemos tudo como educadores e nós é que sabemos e ao dizer um não nós estamos, eu digo sempre nas minhas nos meus domingos positivos, nas minhas conversas é: saiam da vossa torre de autoridade, que não existe e vamos educar humanos, vamos aprender com eles, vamos conversar, vamos aprender a dialogar, porque o que nós estamos ensinar é a discutir, é estamos a ensinar para a vida, o que é que é uma relação?

É a discutir?

É a minha opinião e a tua opinião e onde é que está a diplomacia?

Onde é que está o ouvir o outro?

Ouve-se tanto as pessoas a dizerem, mas depois não praticam com os próprios filhos.

Portanto eu acho que vamos quebrar com uma herança desatualizada, uma educação desatualizada e obsoleta e vamos criar humanos, vamos guiá-los a ser o adulto que nós gostávamos que os nossos filhos fossem, não é?

 

Totalmente.

Há um livro que me marcou imenso que se chama os Fours Agreements do Miguel Ruiz e dois dos agreements tem muito haver com esta história que aconteceu.

Um deles é não levar as coisas a peito.

Pronto.

Os pratos não foram partidos para nos ofender.

Outra coisa é não assumir nada, saber perguntar.

Claramente que se perguntássemos, se calhar não nos tinhamos zangado e pratos são pratos, não é?

Mesmo que sejam os pratos preferidos, que tenham custado uma fortuna.

A intenção era totalmente boa e aconteceu pronto.

 

Eu vou só aqui dar uma dica, que ao princípio me ajudou imenso que eu parecia a mãe maluca, mas é, uma pessoa tem realmente a reação do berro, não é?

Ou de zangar e eu começava a cantar, às vezes os meus filhos eles eram pequeninos, achavam que eu tinha…

Faz de conta que eram os pratos, agora não foi, porque eu não fiz isso nesse dia, mas partir os pratos.

Eu queria era gritar, mas queria era, não vamos repor o berro para trás e começar a cantar e fazer disto uma brincadeira.

Mas é um bom truque também começar a cantar e a dançar e ao mesmo tempo aquilo fica o tal jogo.

Eu acho que quando há associação positiva com as crianças, há aprendizagem.

E as pessoas não percebem quando há associação negativa, corta-se, não se está a ensinar nada.

Por isso, se nós conseguirmos que aquele momento onde nós iamos-nos zangar, se torna uma associação positiva a qualquer coisa, estamos a ensinar muito mais do que se nos zangasse-mos com eles.

 

Claro.

Gracinha, há pessoas incrivelmente estressadas agora com a questão do confinamento.

O que é que nós podemos, qual é o bright side desta história para si?

 

Eu acho que se conseguirem criar conexão com os filhos em casa, não é?

Eu acho que mais cedo do que nós achamos, quer dizer numa vida inteira, isto vão ser eventualmente um ano e meio dois anos, não é?

E da nossa vida completamente com uma mudança imposta que foi esta pandemia, mas se podermos pensar em alguma coisa, nós nunca mais vamos poder recuperar o tempo que temos a ter com os nossos filhos em casa, nunca mais.

E eles estão a ver os pais deles em casa, por isso eles vêm ter connosco.

Eu ontem estava a ter uma reunião de Zoom com uma colaboradora minha e o filho dela pequenino, dois anos, sempre a querer chamar a atenção, às vezes ela conseguir distrair.

Eu como líder da equipa, falo com outros com a maior paciência, quer dizer se é preciso parar, para ele está a precisar de atenção, ele está em casa com a mãe e ela a pedir-me desculpa.

E eu disse: não é preciso pedir desculpa, está aí, ele está a ver a mãe, ele quer brincar com a mãe.

Por isso quando ele precisava e eu disse a certa altura: olhe, vamos parar a reunião 10 minutos, eu já volto a ligar.

Que era para ela dar a atenção que ele precisava e depois porque eles têm a necessidade de atenção, não é?

E se não a tem, vão começar a chamar de formas que eles puderem e tem a necessidade de ter poder de decisão desde que nascem.

Por isso é que as crianças fazem birras.

Quando não têm o poder de decisão necessário em casa, nem que seja coisinhas pequeninas, desde que têm 2, 3 anos, eles vão começar a fingir.

Por isso eu acho que é importante agora que estão em casa, pensar que nunca mais vão ter a oportunidade, nem que seja, podemos chamar assim mesmo que seja dentro de um momento difícil mundial e nacional, de criar conexão com os vossos filhos e isso é a coisa mais importante na vida de um educador de um pai e de uma mãe, é o quanto a conexão que conseguirem fazer nos anos em que estão com eles em casa.

 

Exatamente.

Concordo a cem por cento.

Gracinha, gostaria de recomendar algum livro, algum filme, algum conteúdo que a tenha marcado recentemente?

 

Sim.

Há vários.

Eu acho que há um livro fantástico que é, eu não sei se há em português, mas que é o “How talk so kids will listen and listen so kids will talk”.

Como falar para as crianças ouvirem, como ouvir para as crianças falarem.

Isto foi uma coisa que eu li num livro que já tem várias edições, que eu li logo ao princípio e que ainda hoje pratico coisas que aprendi nesse livro, é extraordinário, é realmente já formas de educação positiva, vem em bandas desenhada.

Como é que as pessoas normalmente dizem e como é que podem dizer de forma positiva à mesma coisa.

Acho que é um livro fantástico, acho que o mindset que há em português, da Carol Dweck.

A Carol Dweck é extraordinária também para se perceber a mudança do mindset fixo da educação tradicional para o mindset vivo.

E acho que há uma plataforma muito muito boa, que também já aconselhei que é o The Big Life General, que ensina para pais e para filhos. É para filhos mas acho que os pais também aprendem e adolescentes também, também estratégias do tal mindset de crescimento que é também uma das bases da educação positiva e de ver a vida de uma forma mais positiva.

Ok.

Se tivesse um cartaz gigante que toda a gente pudesse ver.

Qual era a mensagem que escolheu lá colocar?

 

Qualquer coisa ligada com o erro, como eu estava a dizer.

Ou seja, ou punha uma mente negativa nunca vai ter um dia positivo.

Ou punha não é?

É mesmo, porque a pessoa mesmo que é o não não não, não vai e a pessoa que só vê o problema dos outros e não começa a ver o que é que ela faz para influenciar ir à volta dela.

É uma pessoa que que ainda não percebeu que tem que ver as coisas de outra perspectiva.

Mas acho que o mais importante é não tenha medo de errar, o erro é uma lição.

E aquela coisa que eu costumo sempre dizer, não existem crianças desobedientes, só existem crianças desorientadas e nós estamos cá para as guiar.

 

Muito bem.

Que más recomendações é que costuma ouvir relacionadas com sua profissão ou com a parentalidade?

 

Que mais quê?

Desculpe.

 

Más recomendações, ouviu e não concorde com isto.

 

Mas em relação ao quê? À educação?

Ou?

 

E também à decoração, se encontrar porque se calhar as duas são importantes e ninguém sabe mais que a Gracinha.

 

A educação, na decoração acho que duas coisas.

Acho que as pessoas às vezes têm um bocadinho, se calhar porque a vida corre e não temos muito tempo para parar e pensar, olhem nós próprios, quem somos mesmo, o que é gostamos, quase fazermos um questionário, desafio as pessoas que estão ouvir, a fazerem um questionário em casa para se conhecerem melhor.

Será que estão a ouvir a música que gostam mesmo, será que estão a comer a comida que gostam mesmo, será que estão a viver não é?

Como as cores que gostam mesmo.

E isso, fazerem um questionário para se auto conhecerem e depois também ajuda na educação.

Mas eu acho que um dos erros que as pessoas acham na decoração, é que acham que uma sala com pouca luz natural, tem que ser branca ou de cor ou sem cor quero eu dizer.

Quando que uma sala com pouca luz natural usufrui muito mais com a cor e torna-se muito mais confortável com um certo tipo de cor do que se ficar branca, porque achamos que o branco é uma cor clara, por isso a sala fica mais clara por estar branca.

E não é verdade.

Fica uma uma sala às vezes um bocadinho, os ingleses dizem “Lumy”.

Assim um bocadinho, não é carne nem é peixe, só por a pessoa ter medo de perder luz.

E se pusesse uma luz e arriscasse uma cor e arriscasse se calhar já tinha uma sala com mais personalidade onde gostaria de estar, isso é uma dica.

 

E em relação à parentalidade?

 

A parentalidade…

 

Más recomendações que costuma ouvir.

 

Más recomendações, ai são tantas.

 

Pode não haver, às vezes é difícil, às vezes é sensível o tema mas…

 

Não.

Eu digo-lhe uma coisa.

Noutro dia estava a ter, esta semana tive aqui um desentendimento com um dos meus filhos e porque tinhamos os dois opiniões diferentes.

E a certa altura ele virou-se para mim e disse: oh mãe.

Ele tem 14.

Oh mãe, os adultos têm a mania de, como é ele disse?

Eu até mandei a mensagem ao meu marido por WhatsApp para não me esquecer, mas estava tão certo.

Os adultos tratam as não…

Ah os adultos querem que os adolescentes hajam já como adultos, mas não nos deixam decidir como adultos.

Foi assim qualquer coisa desse género.

E eu fiquei a olhar, ele desarma-me sempre com essas coisas e depois de eu estar ali a defender a minha opinião, eu olhei para ele,dei-lhe um abraço e disse: oh Guilherme, tens toda a razão, desculpe desculpe.

Eu peço imensa desculpa e tenho imenso orgulho de ser uma mãe que pede desculpa e que eles saibam que os pais estão a crescer como eles e erram como eles, falamos muito disto cá em casa.

Mas isto de nós exigirmos até aos pequeninos, que façam coisas que nós não fazíamos com a idade deles, às vezes esquecemos que já tivemos a idade deles.

E depois nós não fazermos ou nós não nos deixarmos fazer, não é?

É típico e é uma coisa que podiamos todos melhorar isso.

 

Muito bem.

Eu tenho aqui uma última questão.

Gracinha, quando se sente assoberbada, perdida ou sem foco.

O que é que faz?

 

Tiro os sapatos, ponho os pés no chão.

“Keep Ground” de enraizada ponho os pés no chão e respiro.

Eu acho que o respiração é, há duas coisas que são fatores enormes a olhar nos.

É o cansaço e isso obviamente estamos todos, então agora com o trabalho em casa, com os filhos, com escolas não escolas, a tentar arranjar um equilíbrio, muito rapidamente a ebulição sob, não é?

Para a panela de pressão arrebentar.

Mas eu acho que vamos realinhar, vamos parar, vamos ter aqueles momentos para mim, houve, nem que seja escondidos, mas é verdade houve umas conversa qualquer, que eu disse: não, tenham o vosso ritual.

Eles desde muito pequeninos, eu agora já não bebo café, mas eu bebi café durante muito tempo e aquele momento do café para mim era o realinhar e a pensar que podemos ter vários por dia, não cafés, mas momento de realinhamento e não sei como se diz em português.

É realinhamento que se diz?

 

Sim, sim.

 

E como eles estudarem, eles não conseguem estudar durante horas, os meus filhos de x em x tempo param, nem que seja 10 minutos.

Vão dar uma voltinha, correm, brincam com qualquer coisa durante 15, 10 minutos e voltam.

Porque o cérebro precisa.

Portanto o cansaço extremo, temos que estar atentos a isso, então eu de vez em quando várias vezes durante o dia, gosto de tirar os sapatos, gosto de fechar os olhos e respirar.

E respirar oxigênio ao cérebro, darmos espaço para pensarmos em soluções rápidas, às vezes problemas diários aqui em casa, onde seja, com as crianças.

Respostas rápidas e é muito importante respirar.

Eu até pus no meu Instagram, respire fundo, tape o nariz de um lago.

Expliquei aí mesmo.

Faça as vezes que for preciso, de olhos fechados, porque e as pessoas realmente deram-me um feedback espetacular, porque realmente sabe bem respirar durante x minutos e voltar a fazer várias vezes durante o dia.

 

Uau.

E é uma excelente dica também de parentalidade.

Pronto.

Quando nós damos esse exemplo, se calhar as crianças aprendem muito mais facilmente do que se nós tentássemos impor respirar, dizer às vezes não adianta nada, mas praticar adiante totalmente, não é?

 

Sim.

 

Portanto eu acho que isso é precioso.

E é uma forma também de cuidarmos de nós próprios e se não estivermos bem, não vamos conseguir ser bons pais.

 

Claro.

 

Gracinha, muito obrigado por este tempo.

 

Nuno muito obrigado também.

Desculpe.

 

Mas foi precioso e enfim.

Espero poder repetir isto outro dia, quando tiver tempo para nós.

Obrigado pelo sábado e qualquer coisa que precise por favor dispunha está bem?

 

O quê, o quê? Desculpe.

 

Obrigado por este bocadinho do seu sábado.

 

Obrigada.

 

Qualquer dúvida, disponha.

 

Está bem.

Obrigadíssima, Nuno.

Obrigada e obrigada a todos que estiveram aqui.

 

Obrigado.

Até à próxima.

Obrigado.

 

Novo Vídeo Gymboree

www.gymboreeclasses.pt

Subscreva e active as notificações 🙂

Como brincar com bebé top10 brincadeiras 0 a 6 meses bebe Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Como Brincar com Bebé? Top 10 Brincadeiras e Estímulos 0 a 6 meses.

Como Brincar com Bebé. Top 10 Brincadeiras e Estímulos dos 0 aos 6 meses

 

 

NOVO Programa para brincar com o seu bebé em casa. Faça ao seu ritmo. Deixe o resto connosco.

Conheça as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé desde o nascimento até aos 6 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music!

Neste início de vida está a desenvolver-se a calma, o interesse e a curiosidade do seu bebé pelo mundo ao seu redor; são meses de muita descoberta do próprio, do outro e do envolvimento. Estas são brincadeiras simples, divertidas e muito estimulantes, que poderão fazer juntos e que ajudarão estreitar os laços afetivos do adulto e do bebé.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeira #1: Dancem juntos 01:06

Brincadeira #2: Expressões divertidas 02:31

Brincadeira #3: Balançar na bola de praia 04:10

Brincadeira #4: Rola a bola, apanha a bola 05:39

Brincadeira #5: Tummy time com espelho 07:10

Brincadeira #6: Brincar com luzes 08:05

Brincadeira #7: Vamos esticar este corpinho 09:07

Brincadeira #8: Divirtam-se com os sorrisos 10:42

Brincadeira #9: Brincadeiras sonoras 11:48

Brincadeira #10: Uma brisa suave 13:21

 

Olá, tem um bebé até seis meses? Sim?

Então este vídeo é para si, eu sou a Carolina e vou apresentar de top 10 brincadeiras e estímulos para bebés até aos 6 meses.

 

Nestes primeiros meses de vida do bebé o que ele mais precisa é de si, e tem em si tudo o que seu bebé precisa para estar bem nestes primeiros dias em que se estão a conhecer, descobrir se a vós próprios, o bebé que conhece melhor o adulto que cuida dele e o próprio adulto que se descobre a si num novo papel.

Nestes primeiros meses está a desenvolver-se a calma, o interesse e a curiosidade do bebé pelo mundo à sua volta, enquanto brincam vão poder estreitar o vosso laço efetivo e isso servirá de base para as novas descobertas e conquistas que aí vêm.

Vamos então ver as 10 melhores brincadeiras para o seu bebé até aos 6 meses.

Bom, é a primeira dica de brincadeira, a sugestão que vos faço é que dancem juntos, com o seu bebé ao colo, procurem um momento em que está tudo calmo e que possam aproveitar para se embalar um ao outro para relaxar, para descontrair e para saborearem este momento. Que pode demorar o tempo que o bebé deixar e quiser, que pode observar algumas respostas por parte do seu bebé.

Mesmo muito pequenino, pois ele abrirá mais os olhos ou poderá mexer um pouco a sua mão quando ouve sua voz, quando sente o seu cheiro e quando é embalado.

Ponha uma música que goste, ou cante para o seu bebé uma música que até se pode recordar ainda da sua infância. O importante é que desfrutem deste momento, que embale o seu bebé, que lhe permita também sentir movimentos diferentes que estará a estimular assim o seu sistema vestibular, o equilíbrio do seu bebé.

Quando se desloca e por tanto através do movimento do bebé, desenvolve também a sua motricidade.

 

E esta é a nossa dica número 2 para brincar com seu bebê até os seis meses.

Não vai precisar de mais nada, a não ser de si, das suas expressões faciais divertidas, da sua voz que pode ir variando o volume e assim despertar a curiosidade e o interesse do seu beber e desenvolver a sua comunicação, aos poucos e poucos o bebé vai começando a prestar mais atenção às palavras que lhe fala e vai começar a memorizar pequeno sons, que depois poderá devolver-lhe e vai ficar surpreendido de ver como o bebé já consegue pronunciar pequenas sílabas. Coisas simples como lhe dizer “bruuuuu, é um carro!” enquanto olham pela janela do quarto repetitivos e repetir o som várias vezes “brrrrrr”, o carro, o carro a apitar. Como faz? “Pipiiiii”, é um carro!

Converse bem com seu bebé, use as palavras adequadas, faça sons divertidos e vai ver como o seu bebé se entusiasma nestas comunicações. Ou de manhã, dizer-lhe um olá divertido a cantar.

Olá como estás? E como é que vais? É tão bom ver te hoje!

Olá como estás?

Olá meu bebé! Olá olá olá!

A repetição é também uma chave para o sucesso.

E vamos à dica número 3.

Desta vez para estimular o equilíbrio do bebé.

A acompanhar também. Ohh enganei-me! Então vamos repetir!

Ao mesmo tempo que o bebé vai ao fazer esta brincadeira desenvolver o seu equilíbrio, estará também a fortalecer as suas costas e força no pescoço.

E o que é que vamos precisar?

De uma bola de praia, ligeiramente vazia.

Vamos colocar o bebé por cima da bola. Com a sua barriga e peito apoiados, os braços colocados para a frente. E vamos manter contacto visual com o nosso bebê para que ele esteja confiante na brincadeira e ligeiramente vamos fazendo movimentos lado a lado, para a frente e para trás. E convém manter esta atenção aos sinais que o bebê dá. Como está o bebé a reagir à brincadeira.

Se notarem desconforto, basta então segurar novamente o bebé no colo e deixar o bebé descansar um pouco, para depois retomar à atividade.

 

E aqui vamos nós para a quarta dica de brincadeira para os bebés até aos seis meses. Continuamos a usar a bola de praia ou uma outra bola que tenham por casa.

Desta vez para estimular a coordenação hormonal do seu bebé.

Com esta ou com outra bola poderão jogar a bola um para o outro, estando o bebé apoiado e colocando a bola ao seu alcance.

Poderão fazê-lo como o disse, com o bebé apoiado no seu colo ou então deitado à sua frente, vamos mostrar a bola ao bebé e estimular, incentivar o bebé a alcançar a bola, colocamo-la a uma distância de 20 centímetros para reconhecer o objeto.

E colocando-a próxima das suas mãos, vamos estimular o bebé a agarrar a bola e assim coordenar o movimento da sua mão, com o que os seus olhos vêem, neste caso a bola.

Poderão também, suspender umas bolas com uns fios e assim incentivar o seu bebé a agarrar a bola, a querer tocar-lhe.

Os bebés adoram brincar com bolas!

Dá cá mais 5 Gymbo!

Vamos à quinta brincadeira.

Vamos precisar de um espelho que possam colocar no chão e com ajuda da manta enrolada, colocar o bebé deitado de barriga para baixo assim a fortalecer músculos do tronco, pescoço e dos seus braços e vamos juntar umas bolas ou outro brinquedo que o bebé goste especialmente, estamos a desenvolver também o laço afetivo, uma vez que mantém o contacto visual através do espelho, será muito divertido também observar como o bebé acompanha a bola em movimento pelo espelho. Podem ainda juntar alguns sons. Fazer “cú cú!”

Onde está o bebé? Cú cú

É a mamã e o bebé no espelho!

 

E esta é a dica número 6!

Vamos usar a lanterna para estimular a visão do bebé, com a lanterna ilumine a palma da sua mão. Desloque-a de um lado para o outro.

Assim estamos estimular a visão do bebé, uma vez que existe aqui o contraste da luz numa zona não iluminada. E desta forma o bebé está a desenvolver a sua capacidade de focar cada vez melhor, de conseguir distinguir cada vez mais cores.

Este é um processo lento até mais ou menos perto de um ano, a visão do bebé a desenvolver passo a passo, poderá iluminar também o seu rosto mas por poucos segundos, que é para o bebé não estranhar a diferença que é no rosto da mãe ou do pai. E continuar a conversar com o bebé para não fazer então tanta confusão.

 

E vamos à brincadeira número de sete.

Desta vez, para estimular a consciência corporal e também para ajudar o bebé recém-nascido, muitas vezes a libertar-se da sua posição fetal, por tanto vamos ajudar o bebé a esticar os seus braços as suas pernas, no fundo a ajudá-lo a tomar por mais conhecimento sobre o seu corpo.

Do princípio e do fim. Pois agora fora da barriga da mamã, é um ser separado de outro e o bebé vai ganhando esta consciência aos poucos e poucos através das brincadeiras do toque que lhe fazemos, neste caso a esticar e vamos acompanhar a brincadeira com uma música.

Oh joaninhas, estica estica! Oh joaninha estica assim! Oh joaninha, estica estica! Oh joaninha vem pra mim!

E vamos às pernas.

Oh joaninha, estica estica! Oh joaninha estica assim! Oh joaninha, estica estica! Oh joaninha vem pra mim!

 

E segue-se a brincadeira número 8.

Esta brincadeira será para estimular o sorriso do seu bebé. Ali perto dos dois meses, é muito comum observar o bebé a sorrir.

Usei uma cartolina preta e com um lápis branco desenhei um sorriso. Desta forma, com o papel preto e o desenho a branco, é fácil do bebé desde logo muito cedo conseguir observar e distinguir bem a imagem.

Visto que o bebé nos primeiros dias tem preferência por tanto por cores branco, pelo preto e pelo contraste entre estas duas cores. E também gosta muito de formas redondas e assim mostrar ao bebé, à distância de cerca de 30 centímetros, para o bebé conseguir ver bem, sabemos que os bebés reagem de forma mais positiva às caras sorridentes e a dica é que, riu muito, que se divirtam a brincar com os sorrisos.

 

E vamos à brincadeira número 9, para estímulos aos bebés até aos 6 meses.

Pode se divertir com o seu bebé, também com brincadeiras sonoras para estimular a audição do bebé.

Este é um dos sentidos que já está bem desenvolvido à nascença, uma vez que o bebé dentro da barriga da mãe já ouve vários sons e é capaz de os reconhecer cá fora, por isso vale a pena cantar músicas e reproduzir alguns dos sons também do ventre materno para acalmar o seu bebé.

Para esta brincadeira vai precisar de uma garrafa de água vazia e depois colocar algumas miçangas coloridas, garantir que na zona da tampa da garrafa ela está bem selada com uma fita cola por exemplo, e ainda usar algumas fitas para decorar também esta garrafa e tornar assim o objeto mais atrativo. Pois esta brincadeira é um estímulo auditivo mas também visual, em termos da audição vai estar a desenvolver a capacidade de o bebé, identificar a origem do som e neste caso brincamos com o bebé, hora de um lado e hora do outro.

E realmente até deslocamos o objeto, fora da visão do bebé, porque o bebé realmente procure o som da garrafa, pode juntar ainda uma música à brincadeira, por exemplo sobre a chuva.

 

E chegámos à brincadeira número 10.

Esta brincadeira vai ao encontro da estimulação tátil.

Assoprar.

Uma brisa suave.

Enquanto brincam dentro de casa, é também uma maneira de se imaginarem num passeio na rua.

 

E vamos soprar várias partes do corpo do bebé, pois assim também ajuda à consciência corporal.

 

O bebé vai tomando conhecimento acerca do seu corpo. Neste contacto com o meio envolvente e com quem cuida do bebé e poderão ainda usar uma fraldinha do bebé para fazer um movimento como se o vento estivesse aqui.

E é também um estímulo visual para o bebê acompanhar a fraldinha em movimento, como o vento.

Os cabelos do bebé, a orelha e ainda no pé.

E o que é ainda mais divertido é poderem soprar em zonas que são menos expostas, como por exemplo os espaços entre os dedos dos pés, das mãos e soprar cada pedacinho do corpo do bebé, que vos ajuda também a manter esta relação de proximidade e permite vos, conhecer coisas novas no bebé que nós não conseguimos ver logo à primeira vista. E portanto o laço afetivo também se fortalece.

E foi este o nosso top 10 brincadeira e estímulos para os bebés até aos seis meses.

Se gostou deste vídeo e não se esqueça de comentar, gostar, partilhar e subscrever o nosso canal para não perder pitada dos nossos top 10 brincadeiras e estímulos.

Fique por aí, fique atento!

Ai! Agora sim, é o avô.

Pronto. Já não vou filmar mais nada.

 

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite o nosso site – http://www.gymboreeclasses.pt