mãe

Famílias Numerosas, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Famílias Numerosas

Famílias Numerosas

 

 

Vamos falar com a Psicóloga e Professora sénior Gymboree, Carolina Almeida Canto. https://bit.ly/1ofertamae

A Carolina é mãe de 6 filhos! 🙂

Vamos conhecer um pouco da realidade das famílias numerosas.

Principais desafios, truques e dicas, organização, logística da alimentação, higiene, transporte, brincar.

 

Olá Carolina.

 

Olá.

 

Boa tarde como estás?

 

Boa tarde.

Tudo bem.

 

Olha, antes de mais obrigado por este bocadinho.

É um fim de semana e o teu fim de semana então, é particular, não é?

Porque tu tens 6 crianças aí em casa.

 

Sim, às vezes, ainda com algumas ajudas dos avós vamos conseguindo reduzir o número de crianças em casa. E pronto.

Hoje é assim um fim-de-semana mais calminho, sim.

 

Muito bem.

Olha para quem não te conhece, que é difícil. Tu és a nossa professora sénior do Gymboree, estás connosco desde o início.

Portanto viste o Gymboree a nascer, mas também és psicóloga.

E hoje em particular, estás aqui no papel de mãe, porque és uma mãe especial, não é?

Tens muitos filhos e eu acho que há um conjunto de perguntas que seguramente ouves muitas vezes e eu hoje vou repetir.

Mas que eu acho que são particularmente inspiradoras, até para as pessoas que têm menos filhos. Porque às vezes parece que um já é demasiado e quando vamos aumentando complexidade, temos de arranjar uma forma de simplificar tudo isto, não é?

E é um bocadinho atrás destas respostas que nós vamos hoje.

E será uma primeira de eu espero que sejam muitas conversas nossas, sobre muitos temas.

Eu ia começar pela pergunta mais fácil.

Que é, podes descrever me um dia típico teu? Como é que tu fazes?

Desenha-me um dia teu.

Tens de acordar às 3:00 da manhã?

Deitas-te às 2?

Como é que tu fazes?

 

Não.

Há dias um bocadinho mais longos do que outros.

Mas genericamente eu acordo às 7:00.

E agora neste momento, a mais velha está no quinto ano e também com esta situação da pandemia e a reorganização das escolas. E ela é aquela que entra mais cedo e portanto é levá-la à escola voltar para casa e depois os outros entram a seguir, outros dois.

Mas vão, pronto, os restantes 5 no carro para serem distribuídos. E por etapas também estão em diferentes sítios.

E depois regresso a casa, onde trabalho, não é?

E onde tem a minha rotina do trabalho, mas que também às vezes é intercalada com as tarefas de casa, que têm de ser feitas, entre máquinas a pôr para lavar, loiça para tirar, coisas para arrumar, pronto.

E assim me vou organizando até à hora de depois chegar para os ir buscar e de recolher todos, sendo que a mais velha então só tem aulas de manhã e vou buscá-la para almoçar.

 

Ok.

Tu tens uma rotina escrita ou pelo menos planeada na tua cabeça? Ou deixas fluir? Já está automático? Não tens de pensar nisso?

 

Está automático.

A verdade é isso.

No fundo é organizar no início do ano letivo, aqui o esquema em casa é depois se vai reajustando também, se surge algum imprevisto naturalmente, mas eu diria que tipicamente no arranque do ano letivo há um esquema organizado. E aquelas rotinas da hora de levantar e do deitar, que se vão interiorizando, não é?

E que fazem parte do nosso dia-a-dia e tentamos cumprir ao máximo, acho que é fundamental esses horários para eles também para estarem organizados, Para todos estarmos organizados.

 

Sim.

Olha, a minha próxima pergunta parece pouco natural, porque tu és a pessoa mais Zen que eu conheço. Tens sempre uma atitude positiva em relação a tudo.

Ouvimos-te sempre com o ângulo mais favorável.

Mas a pergunta é: o que é que é mais desafiante? Onde é que tu encontres desafios nesta logística toda e nesta realidade? Que é peculiar.

 

Sim é mesmo no embate com a realidade, com as dificuldades do dia-a-dia, porque as crianças são inesperadas, não é?

E portanto, às vezes nós esperamos uma coisa delas e surge uma bomba que nós temos que resolver.

Neste momento, eu diria que atualmente a maior dificuldade é gerir discussões entre os irmãos.

É aí que eu sinto que é mais desafiante para mim.

Pronto.

E acho que isto é uma caminhada e eu estou longe de estar perto do ideal, é também é um conhecimento pessoal do dia a dia Ir reconhecendo e conhecendo os meus limites.

E a perceber onde é que está o meu gatilho, onde é que eu vou explodir, para começar a antecipar cada vez mais e a evitar essas minhas explosões também.

Porque é isso, o dia-a-dia é único, não é?

Eu não posso dizer que um dia é igual ao outro e estas circunstâncias que vivemos atualmente acho que também nos ajudaram e a mim ajudou-me e forçou me realmente a ainda mais trabalhar a paciência. O aceitar a imprevisibilidade do dia-a-dia.

A reajustar os planos que posso ter para o meu dia, mas que forçosamente vão ter que ser reajustados.

E é isso.

Eu acho que a paciência é aquela virtude que atualmente está a ser mais trabalhada, em mim e cá em casa.

 

É assim, tu estás particularmente bem equipada, não é?

Tu tens uma formação em psicologia.

E epah, eu lembro-me muito bem do teu processo de recrutamento, nós tínhamos centenas de candidatos, portanto tu foste uma das três estrelas que nós escolhemos naquela altura. Portanto sentimos que era muito sólida a tua formação, mas também o teu léxico e na tua paixão pelas crianças.

Portanto dá ideia que tu tens um talento particular, para tudo isto. não só a maternidade, como o desenvolvimento infantil e seguramente que há alturas muito recompensadoras, mas tu estavas a falar aqui nesta busca por paciência.

Quando tu vês outras pessoas a falarem em falta de paciência e só têm 1 filho ou só têm 2 filhos.

O que é que tu pensas? Tu tens muitos não é? Quão mais difícil é aquele terceiro, aquele quarto, aquele quinto, aquele sexto?

Eu acho que é uma reaprendizagem constante.

Eu agora também estou a expandir um bocadinho a minha família, mas não cheguei perto dos teus números.

 

Vamos ver.

Bem, eu acho, quer dizer cada um tem a sua dificuldade muito própria. E às vezes eu percebo, a dificuldade que é os pais apenas com uma criança conseguirem ter essa paciência ou que seja a capacidade de manter uma criança entretida durante um fim de semana que têm de estar recolhidos em casa.

Eu acho que até é mais difícil com o filho do que com mais, porque para já, os pais também vão tendo a sua experiência e depois como são muitos, eles também brincam uns com os outros, não é?

Portanto, eu acho que efetivamente todas as queixas ou as dores de cada família são válidas. E porque todos nós passamos por momentos diferentes da nossa vida e de crescimento.

E eu acho que é isso.

Eu quando tinha um ou dois, se calhar queixava-me à minha maneira determinadas coisas que eu já olho para trás e penso: Ok, era eu naquela altura.

Agora não me queixo disso, poderei me queixar de outras coisas.

Mas é isso, também é uma caminhada, mesmo.

 

Olha, o que é que achas que é mais recompensador? Portanto também nesta escala, destes filhos todos. O que é que achas que se tornou mais recompensador, que se calhar não era tanto no início e que agora tu encontraste todo um bálsamo o que se calhar não está ao alcance destas famílias com menos filhos?

 

Eu não sei, aquilo que eu reconheço até em determinado momento em conversa com uma educadora do meu filho, que ela dizia que aquilo que mais lhe despertava, vá, em mim em concreto ou na família, era o continuar a valorizar cada um como único E graças às educadoras que eu também fui e um bocadinho também da minha experiência no Gymboree naturalmente, que fui aprendendo a olhar para cada criança como única.

Mas que continua a ser isso.

Eu poder me maravilhar com cada um deles, porque todos são diferentes e mesmo nos dias mais de atrito ou mesmo às vezes no meio de uma birra,vá e que depois começa a ser solucionada e começa a abrandar e vê-se ali um carinho. Vê-se aquele sorriso, aquele abraço da criança e isso é que é o recompensador.

É que no dia a dia, nas dificuldades mesmo às vezes naquelas gestões mais difíceis, surge aquele abraço.

Pronto e isso basta, não é? Para continuar…

 

Olha, eu agora tenho aqui umas perguntas mais práticas. Há uma que me explode o cérebro, porque eu tenho apenas 4 filhos, é só uma fração dos teus.

E eu tenho de ir às compras quase todos os dias, comprar comida, fazer comida para eles, lavar a louça.

Como é que tu fazes? Como é que tu alimentação essa tropa toda?  Que truques é que tu usas para gerir as doses e para teres… porque as cuvetes não estão feitas para famílias grandes, não é?

Alguns só têm 4 bifes e depois só têm 5 e a matemática não bate.

Que truques é que tu aprendeste ao longo deste tempo, para conversir na alimentação?

 

Ok.

É assim eu acho que não tenho grandes magias.

E se calhar tenho muito a aprender também.

O meu marido faz muitas compras, pronto ele é que vai essencialmente às compras.

E nós abastecemos nos numa grande superfície, daquelas que abastece os restaurantes…

E então nós compramos algumas coisas em muita quantidade, Sobretudo Aquilo que consumimos mais, em arroz, massas, farinha para fazermos pão e depois há os bolos, etc, pronto.

Algumas coisas compramos em grandes… leite então, foi daquelas coisas que vi a aumentar paletes e paletes para casa, cenouras. Eu compro imensas cenouras, por causa das sopas.

E a minha mãe às vezes fica: mas onde é que tu vais guardar essas cenouras todas?

E elas cabem, é verdade, elas cabem dentro das gavetas do frigorífico.

Não tenho um frigorífico enorme.

Eu sei que há famílias numerosas que foram reajustando as suas necessidades, tipo comprar uma arca congeladora, ainda não vi essa necessidade, mas isso depende muito da… lá está, do que é que a família faz. Eu não congelo muita comida. E eu sei que é uma daquelas práticas que ajuda imenso, sem dúvida.

Mas eu não sou muito de congelar a comida, mas há coisas que eu faço, sobretudo refeições que são de forno, que para mim são muito práticas, também utilizo o robôs de cozinha para me ajudarem na logística do final do dia com as crianças.

Há uma coisa que eu faço muito e que tenho de aprimorar, que é sopa.

Que eu faço sopa quase todos os dias, para eles, para dar para todos, não é?

Mas é muito são comidas de tabuleiro e que vão ao forno e que rendem mais.

E vamos aprendendo às vezes um frango que sobrou e e que dá desfiado ou uma carne que é migada e é triturada e que vai dar para o empadão, pronto.

Há coisas que vão esticando. E que com a nossa ginástica, vamos fazendo com o que se tem.

No outro dia tinha imenso pão duro e fiz uma açorda ótima e eles todos adoraram.

 

 

Espetáculo.

Olha, tu disseste que não tens um frigorífico grande.

Como é que tu fazes? Com a proteína, carne, peixe, essas coisas. Tem que ser compradas em se calhar numa quantidade…

 

Sim, realmente nós vamos comprando com mais regularidade. O peixe e a carne, que sim que estão congelados, mas vamos comprando com mais regularidade, assim com mais frequência.

 

Então é suponho que eles comam todos na escola e que tu não tenhas que te preocupar com a refeição do almoço e…

 

Ah, a Leonor vem almoçar a casa, a mais velha.

E os bebés levam comida também.

Portanto é o jantar do dia anterior, que é o almoço deles.

 

Ok.

E nas férias?

Como é que tu fazes?

Almoço, um par de pequeno almoço, tudo vezes 6, vezes 8, não é? Vocês são 8.

 

Sim, normalmente assumimos esta logística também nas refeições das férias que seja, O jantar é uma refeição que nós fazemos em maior quantidade, que dê para o dia a seguir ao que seja o almoço, ou então para o jantar.

Vai ter alguma coisa que nós vamos ter que aproveitar para o dia a seguir, para facilitar uma refeição.

Refeições rápidas, tem que ser.

Também no verão é muito mais simples, qualquer coisa simples, eles comem a andar.

 

Ok.

E os banhos?

Esse é outro mistério para mim.

Como é que tu dás banhos a essas crianças todas?

 

É muito cansativo, eu confesso que chego à aquela hora que vai ter que ser a hora dos banhos e digo: bolas, ainda faltam, mais 2, 4, mas eles já são crescidos, portanto já tomam banho.

É mais o mandá-los para o banho, neste momento.

É mais o: tens de ir tomar banho!

E eles não querem ir tomar banho.

Mas eles tomam… agora é aos pares, pronto.

Basicamente são três levas de banhos.

 

Ok.

E depois dos banhos há o deitar, também deve ser uma coisa espetacular, não é?

 

Lá está.

A hora está interiorizada. o relógio biológico, não é?

E os mais novos vão primeiro, os bebés.

E depois vão os outros quatro.

E entre guerras e sempre de encontrões para lavar dentes, etc.

E sempre garantir que está tudo feito.

Que lavar dentes, xix,i está tudo feito.

E depois algumas medicações que eles fazem preventivas, pronto.

Há uma rotina também já interiorizada aqui e todos eles sabem o que têm de fazer.

E vão para a cama, pronto.

E depois existe aquela coisa da rotina de um vê a história, o outro que já lê. Há sempre discussões, pronto.

Isto é o que eu acho que é mesmo para dizer que não é nada de sonho, não é nada cor-de-rosa.

Todos os dias, há aquele que quer mais um bocado e eu digo: agora não pode ser.

Isto para salvaguardar também, algum tempo de descanso de nós pais.

 

Lembras-te de algum mais rebelde, que tenha de forma consistente, resistido, ao deitar, à refeição, assim uma coisa mesmo que tenhas ficado preocupada, como é que eu vou fazer isto e eles são tantos e este em particular, não está a ajudar.

 

Não me lembro de nada de muito prolongado no tempo, normalmente associava a algum período de doença, em que estavam mais sensíveis ou alguma mudança na escola, pronto.

Nunca houve algo assim muito prolongado no tempo, ou seja, aqueles picos de desenvolvimento também que depois nós vamos procurar, saber e descobrir porque é que poderá estar a reagir desta maneira. Mas nada assim muito difícil.

 

Ok.

E as fraldas?

Eu aposto que a Dodot ou a Chicco, provavelmente a Chicco, que tem um busto teu logo à entrada da fábrica.

E chamam à fábrica, tipo, esta é a fábrica da Carolina, nós aqui estamos a tentar servir aquelas crianças.

Já deves ter tido mais fraldas do que qualquer outra pessoa. E atenção, eu tenho uma história gira para contar.

Há pouco tempo eu estive em tua casa e levei o meu bebé.

E ela odeia que lhe troquem a fralda.

São precisos dois homens adultos para lhe mudar uma fralda. E ela grita o tempo todo.

E tu conseguiste trocá-la sem ela fazer muito barulho, eu não sei… tens uma varinha mágica e eventualmente vou te pedir que faças um vídeo sobre isso, está bem?

 

A verdade é que eles quando é alguém de fora, não é? Reagem sempre de uma maneira diferente e normalmente até melhor. Que envergonha os pais, não é?

Mas é isso.

Olha, muitas fraldas sem dúvida. Neste momento então, como são dois bebés, eles usam muito, eu vejo hoje fraldas a voar.

Eu confesso que nunca fiz contas das fraldas reutilizáveis, se seria uma coisa mais vantajosa para mim.

Provavelmente até seria.

Nunca cheguei a fazer contas a fundo.

Mas sempre pensei mais na logística de ter que lavar e como isso neste momento também ainda não é, não está muito afinada cá em casa. Tenho sempre muita roupa para lavar.

E então olha e então são as descartáveis E realmente são muitas muitas muitas fraldas.

 

Olha fala-me disso.

Fala-me nessa questão de lavar roupa.

Quantas máquinas tens? Tens secador? Tens espaço.

Tens. É esse o segredo?

 

Não tenho secador!

Mas estou a pensar em comprar um secador de roupa.

Andamos à procura neste momento.

Entre ontem e hoje andamos a ver máquinas para secar.

 

E só tens uma máquina de lavar?

Ou tens uma máquina para brancos e outro para escuras

 

Não, só tenho uma máquina.

 

Uau.

 

Não, máquina de lavar a roupa sempre tive.

Máquina de lavar a louça é que nem sempre tive.

De roupa sim, aumentei um bocadinho a capacidade dela.

Mas também não é das maiores, é daquelas de 8 kg e sinto a necessidade de ter uma maior.

Porque faço máquinas de roupa todos os dias.

Às vezes tenho que aguentar mais roupa no cesto e não lavar por causa do tempo. Porque ainda não tenho a máquina de secar, mas… e muita gente me pergunta: mas como é que tu não tens na máquina de secar? Como é que tu fazes? É uma loucura.

Pois realmente a roupa vai acumulando um bocado e sempre que possível estender lá fora, mas pronto.

Vai-se fazendo, às vezes é preciso de se ir comprar mais umas calças de fato de treino ou duas para poder suplantar essa falha de roupa, nos dias de inverno que não conseguem secar a tempo.

Mas há sempre uma avó que trouxe umas calças de fato de treino a mais.

 

Olha, tu achas que eles reconhecem, quer dizer: estas são as minhas roupas, aquelas são as da Leonor.

Ou aquilo tipo, às vezes tem que ser tudo igual, não é?

 

Dos rapazes tudo vale, sim. Embora eles discutam também com isso.

Eu às vezes ainda vou ver as etiquetas dos tamanhos para garantir.

Mas sobretudo os dois mais crescidos, às vezes já é tudo do mesmo tamanho para não haver cá complicações.

Mas eles ainda vão distinguindo, entre cuecas e meias de cada um, às vezes aquelas especiais que eles.. se não é mesmo… é o que vier.

 

Sabes que vou fazer aqui uma confissão, eu tenho filhos em 2 fornadas como tu sabes, não é?

Eu tenho 2 mais velhos, que são adolescentes e depois tenho 2 bebés, um com 3 e uma com 1.

Importante entre o de 13 e o de 3 é uma diferença, supostamente grande de tamanho.

Mas eu já transferi pijamas tipo de agora do adolescente para o de 3.

Tipo arregaço as mangas, arregaço as mangas e está ótimo.

É para dormir e pronto.

Quem me quiser julgar pode fazê-lo, mas eu tive que fazer isto.

Já uma vez ou duas.

 

Portanto como eu estava a dizer, este fim de semana foi mais tranquilo e já muito muito muito tempo, dadas as circunstâncias que os miúdos não iam a casa dos avós paternos.

E eles foram lá dormir e o mais novo, dos dois que foram, esqueceu-se do saco da roupa.

Saco pronto à porta e ele sai de casa sem o saco.

E o meu marido foi deixá-lo e disse: confirma que o saco dele está aí.

Sim está.

Pronto vou deixá-lo, ele até disse: vou levá-lo para casa, ele não fica, porque não trouxe o saco.

Mas as avós que amolecem corações disse: não não, ele fica cá. E vestiu um pijama da tia, que tem 20 e tal anos.

Portanto eu não imagino como é que ele dormiu, mas certamente também muito arregaçado.

 

Clássico.

Olha, viajar com crianças.

Como é que é?

Quando vocês vão de férias, portanto têm um carro que leva toda a gente Ou tens que levar dois carros?

As cadeiras cabem todas?

 

Neste momento não, não cabem todas e realmente no último verão, tivemos que ir em dois carros, porque ainda não tínhamos o carro grande que onde coubessem todos e teve que ser, mas também…

Eu queria frisar isto quando pensei nesta conversa Nuno, que eu tenho FELIZMENTE imensa ajuda dos meus pais, como dos meus sogros e não faltou quem dissesse: ah, nós levamos o nosso carro e vamos lá deixá-los e depois vamos lá buscá-los. Portanto neste caso levamos os nossos dois carros.

Mas não faltavam estas ajudas preciosas e valiosas que estão felizmente e eu tenho realmente esta sorte de ter os avós por perto, tanto de um lado como do outro, que facilitam muito nosso dia-a-dia.

 

Olha mas eles guerreiam muito na viagem? E fazem snacks?

Tens de parar para fazer xixi, não sei quantas vezes?

Como é que é?

 

Os xixis às vezes, uma vez ou outra pronto, mas lá está, assegurar que quando saímos de casa todos fizeram o xixi.

Sim, gritam.

E às vezes é difícil a concentração, sobretudo, pronto eu acho que é mais com os bebés, mas os outros que discutem lá atrás, levam um grito de ordem do pai e fica tudo em silêncio.

Se vão só comigo, tenho de dar mais uns 2 ou 3 berros, até eles se calarem.

Ou então é distrações depois entre jogos e olhar para fora e etc, começarem a entrar na distração para eles voltarem ao normal.

 

Tu tens gémeos bebés, tens 2 bebés pequeninos.

Portanto estas últimas férias fizeste com eles a viajar.

Como é que tu conseguiste?

Tinhas alguém a dar-lhes atenção?

 

Lá está, se era eu que ia sozinha, fiz uma das viagens, portanto sozinha com eles os dois, a irmã mais velha foi comigo, para garantir. A mais velha, que é a rapariga, vai no carro comigo, porque ela consegue dar uma boa ajuda.

Tenho sempre bolachas comigo também assim, na viagem não gosto muito de dar, pronto.

Não me sinto muito confortável com isso, mas se for preciso parar o carro numa área de serviço, pronto.

Parar para ver o que é que é preciso de ajustar.

Lembro-me por exemplo, quando fomos, aí já fomos os 2 no mesmo carro e houve outros que foram com a avó, no carro da avó, para baixo. E aí foi preciso trocar por exemplo a bebé, que é mais refilona, veio para trás, para estar ao pé de mim e ia ali mais tranquila à frente, pronto.

Vamos reajustando.

 

Olha como é que eles foram recebendo os irmãos mais novos?

Queria falar um bocadinho sobre a questão dos ciúmes, a questão também do amor fraterno que se vai encontrando.

Às vezes das coisas mais espetaculares, quando eles realmente estão conectados.

Mas também imensa preocupação, quando eles guerreiam, às vezes parece que eles nunca se vão dar bem. Eles estão tipo, têm medo que se matem um ao outro.

Como é que isso correu aí na tua família?

 

Sim, eu acho que os ciúmes nunca surgiram de forma muito, obviamente não se notava assim uma agressividade.

Eu não queria dizer isto, mas eu nunca notei assim um terror por ter um irmão mais novo.

A dada altura lembro-me de tomar consciência disto, que se eu mostrar como cuidar deste bebé de forma atenciosa, carinhosa.

Eu tomei esta consciência, achei que isso seria bom.

Que o meu modelo e o modelo dos adultos que cuidam e no fundo quando havia mais irmãos também, não é?

Como nós cuidamos dele, que isso seria o modelo para a criança.

Claro que, isto para dizer, que eles tiveram ciúmes, sim.

Eu notei.

Em cada um deles, um momento em que havia uma chamada de atenção, porque queriam a minha atenção.

Então eles sempre em cima de mim quando eu tinha os bebés no colo.

E claro que são estas pequenas manifestações, eu sempre notei.

Ou aquele que já anda muito bem e de repente pede mais colo na rua, por exemplo.

Todos eles.

E eu sei que até é mais velha agora, precisa de uma atenção particular e eu não sei, porque os meus ainda nem na adolescência entraram.

Mas eu diria que esta atenção particular, este sentirem se especial, cada um deles vai ter… sempre, se calhar, não sei.

Mas durante mais tempo vão ter de certeza.

E sem ser ciúmes.

Lembro-me de estar com um bebé ao colo e o outro, eu ralhei com o outro por estar a fazer uma asneira. E a reação dele foi de bater no bebé, foi levantar a mão para dar uma palmada no bebé, não é?

É o ciúme.

Pronto, tu tens o bebé ao colo e estás agora a ralhar comigo?

 

Há bocado tocaste num ponto super importante da questão de sermos o modelo certo, não é?

E basicamente inspiramos o comportamento que nós queremos que eles tenham.

E Isso realmente é super difícil, porque nós também somos frutos de modelos.

E portanto algures lá a trás é natural que alguém não tenha sido o modelo perfeito, porque não tinha como, não é?

Não tinha essa inspiração e às vezes é complicado tentarmos conscientemente, irmos manipulando essa nossa forma de estar.

Quer dizer, nós queremos ser bons modelos e portanto às vezes, por defeito não o somos e queremos ser, portanto é uma luta, não é?

E portanto eu acho que isso dá uma conversa totalmente independente, que vamos ter noutro dia.

Mas eu ia te perguntar, tu às vezes sentes que tens de ir buscar um bocadinho da tua formação académica para resolver um assunto em particular.

Tens de dizer assim: bom, eu treinei para isto, eu estudei isto em particular e eu tenho consciência do que estou aqui a ver.

Consegues etiquetar aqueles comportamentos?

Ou estás… tu és uma mãe normal como nós, não é? E que só está a resolver o instante sem grande consciência, não é?

Mais em reação do que em proação.

 

Não, há aqueles momentos em que eu… sobretudo ao final do dia em que vou identificar aquele comportamento ou aquela atitude que me chamou à atenção e que eu achei um bocadinho fora do normal, ou fora do contexto.

E ponho-me a pensar um bocadinho dentro dos meus conhecimentos mais acadêmicos.

Depois também procurando confrontar isto com outras amigas, psicólogas ou não. Mas outras mães e eu acho que por defeito, vai sempre haver aqui essa necessidade, é automático, não é?

Eu tentar pensar se há aqui alguma coisa desviante no comportamento dele.

Em termos de lidar com…

Eu acho que sim.

A forma como me relaciono com eles ou como tento resolver determinadas situações, as birras em particular.

Claro que vou buscar aquilo que aprendi ou aquilo que também fui lendo e fui aprendendo sobre isso, mais até como mãe do que na faculdade.

Mas pequenas coisas, não é? Que nós percebemos que fazem a ponta e que fazem sentido.

Como por exemplo, a empatia, o empatizar com o outro numa solução, à procura da busca, não é? De uma resolução ou de se questionar sobre isto ou aquilo.

Naturalmente que com os filhos também é assim, no momento de birra, realmente também é importante esta empatia, é o colocarmo-nos nos sapatos do outro e escutar realmente.

A escuta ativa, o psicólogo quer dizer tem isso, mais do que ouvir isto na minha formação e como isto faz sentido com eles.

Sendo que também é importante escutá-los e olhar nos olhos e demonstrar toda a nossa disponibilidade e presença para eles se sentirem compreendidos e pra avançar.

 

Ok.

Olha, tinha-me escapado aqui uma pergunta há bocado sobre a logística que era, as cadeirinhas e os carrinhos de passeio.

Portanto cadeirinhas para o carro imagino que, epah todos eles têm de ter a sua, não é?

E já me disseste.

Agora carrinhos de passeio, como é que tu fazes?

Seguramente tu não tens 6 pares de mãos, não é?

Como é que tu fazes para passear?

Todos têm direito a carrinho ou alguns têm de andar a pé, ou vão empoleirados?

 

Sim, não.

Só mesmo gémeos é que têm carrinho.

Foram poucas as vezes que eu saí com os 6 sozinha. E é uma aventura.

Eu devia parecer daquelas loucas a passear não sei quantos, desculpem aqui o paralelismo ou comparação. Mas com muitas trelas. Tentar aguentar os cães a fugir.

Mas não iam contra trelas.

Só para dizer que, só os gémeos é que têm carrinho.

Tive a cedência de carrinhos de gémeos de amigas.

Mas presentemente não uso nenhum deles quando saiu também, porque ele não me cabe, o carro dos gémeos não cabe no carro que temos presentemente, se vou com todas as cadeiras portanto, montadas para eles lá estarem todos.

E portanto é um marsupial e um carrinho bengala simples para os transportar.

 

E muitos colos, não é?

Os teus braços devem ser notavelmente fudidos.

 

Sim.

As minhas costas têm se queixado.

 

Muito bem.

Temos de tratar disso.

Agora, mesmo a sério, tu costumas ter dor de costas efetivamente, ou não?

 

Tive umas queixas por acaso, assim na altura do verão, na zona lombar, mas entretanto também uma super mãe, amiga, mãe de uma amiga da minha filha, que me mandou uns exercícios, pronto é assim.

Realmente nós… é preciso uma aldeia para educar uma criança, não é verdade? Não é o que dizem?

E sem dúvida.

Quer dizer, não somos nada sozinhos.

Eu em particular, felizmente e que como já disse, tenho ajuda da minha família.

Mas no dia a dia, vai se alargando esta rede de apoio e nós vamos nos apoiando, às vezes naquelas pessoas que menos esperávamos.

Mas vão surgindo.

Um pai de uma amiga, uma mãe de uma amiga diz: não te preocupes eu vou buscá-la, não te preocupes eu fico com ela, pronto. Essas coisas que surgem e que acho que com uma família tão grande, só mesmo assim é que é possível.

 

Sim.

Olha e à noite quando tu, quando estás a descansar. Não há aqueles acordares? Ou porque estão constipados ou aquelas tosses ou aquele xixi ou aquele cocó fora de horas.

Como é que deve ser?

As tuas noites são muito interrompidas, ou não?

 

E não diria que são muito interrompidas, mas é mesmo quando estão doentes.

Uma tosse como dizias, uma… pronto aquele que está doente e agora tenho um com varicela. E portanto as noites não têm sido tão fáceis para ele.

Mas regra geral eles dormem todos bem neste momento, é melhor não dizer isto muito alto, mas eles neste momento dão me boas noites, todos eles.

Agora, quando estão doentes, sim há 2 ou 3 vezes tem de se levantar, há noites mais difíceis. Outras nem por isso.

 

Olha, eu sei que tens um com varicela, os outros já tiveram, vão ter agora, tu tentas casar essas doenças para ficar já despachado, ou não?

 

Eu estou aqui num misto. Não sei muito bem.

Se os mando uns para cima dos outros, ou não, porque há 3 deles que ainda não tiveram.

Mas eles fazem sua vida normal em casa, portanto.

O pediatra diz que seguramente no natal, alguém vai estar ainda com varicela, portanto…

 

Sim.

Os crescidos já tiveram todos, não é?

Portanto tu não tens de te preocupar com os adultos, que já…

 

Sim sim.

Adultos estão, já todos nós tivemos, sim.

 

Muito bem.

Já respondeste parcialmente a uma pergunta, parte desta pergunta, mas eu queria fazer-te concretamente, como é que tu achas que a maternidade afetou a tua profissão?

Tu começaste a ser mãe já no Gymboree.

E eu sei que depois como psicóloga também dás consultas, se bem que não é a tua atividade principal. Mas seguramente que teve um efeito.

Tu consegues identificar logo assim momentos em que te sentiste: ok, eu sou uma pessoa diferente, agora que sou mãe, porque eu consigo reconhecer isto perfeitamente. Não só na mãe como na criança, como este episódio em particular.

Queres nos contar algum detalhe que tenha tornado isso super evidente?

 

Eu não consigo identificar assim nenhum momento em particular, em que me desse conta dessa transformação, mas acho que sim.

Acho que de alguma forma a maternidade, me trouxe outra alteração.

Também à minha…

O Nuno dizia já que acha eu sou muito Zen, muito calma.

Eu acho que sempre fui ou não sei, bem. O que dizem sim.

A maioria das pessoas que me conhecem dizem me isso.

Acho que a maternidade ainda pode ter feito com que eu me tornasse ainda mais ponderada, nas reações e ter mais cuidado ao que o outro não mostra, mas pode estar a pensar.

Bom, ter mais cuidado nas avaliações ou nos julgamentos que fazemos sem fundamento.

Sim, acho que houve alguma ponderação acrescida.

Não só pela maturidade e o crescimento, mas eu diria também, parte claro pela maternidade que nos transforma, sem dúvida.

Agora não consigo identificar assim nada em particular.

 

Bom.

Eu acho que a pergunta contrária vais te identificar de certeza.

De que forma é que se seres professora Gymboree afetou a tua maternidade?

Os teus filhos são seguramente inundados com canções, com Gymbos, com bolinhas de sabão.

 

Então, eles gostam muito do Gymbo, todos eles, sem dúvida.

O Gymboree foi uma ajuda muito grande para mim, não só na bagagem de brincadeiras que fui aprendendo como eu dizia muito sobre a forma de estar com as crianças, quer dizer era um conhecimento ali na vanguarda e portanto que eu estava a beber de uma informação valiosa e que aproveitei naturalmente para mim e para os meus filhos, portanto depois diretamente.

Mas mesmo com algumas coisas que aprendi, os workshops para acalmar o choro do bebé.

Quer dizer, houve e muitas muitas ferramentas que eu pude e tenho comigo naturalmente, depois de muitos anos no Gymboree.

Como eu dizia no início, o saber que cada uma delas é única e estar atenta ao desenvolvimento de cada uma delas.

Claro que o Gymboree me ajudou a identificar também essas coisas que são capazes Ou não de fazer, o que é que a criança gosta.

E sem dúvida agora com os bebés, apesar de já serem o quinto e o sexto como nos continuamos a espantar com a rapidez como eles aprendem, gestos para falar, como começam a dizer as primeiras palavras, como eles são tão rápidos, como é que é impressionante que com 1 ano, não é?

Como o cérebro deles está super ativo, é impressionante mesmo.

E o Gymboree claro que me abriu os olhos e continua a abrir para isso.

 

Claro.

Olha, uma pergunta que eu nunca te fiz, mas que eu acho interessante. Não só para mim como para as outras pessoas que nos estão a ouvir.

Tu tens acesso aos segredos todos do Gymboree e tens acesso aos programas, quando eles ainda estão em versão beta, quando estão em testes. Falas com as programadoras dos Estados Unidos, falas com colegas no mundo inteiro.

Nem tudo isso chega obviamente ao cliente final, porque não cabe nas aulas ou nos planos de lição.

Achas que ainda estamos a guardar muita coisa? Achas que há muitos segredos? Estamos a muitos anos de conseguir fazer chegar aquele conhecimento mais capilar, às pessoas?

Ou achas que estamos a dar o essencial para já e que muito mais do que isso era assoberbante.

Porque às vezes para mim é assoberbante.

Eu não sou da área da psicologia, nem da pedagogia.

E quando recebo um plano de lição ou um manual, aquilo assusta-me.

É tanta coisa, eu não sei como é que vou conseguir aplicar isto.

E o que é que me vai escapar e quão o importante é o que eu não vou usar.

Se calhar tu podes me ajudar nessa questão.

 

Bom.

Eu acho que nós vamos transmitindo as coisas aos bocadinhos, não é?

E se não fosse assim, o que é assoberbante para nós ou que nos parece esmagador, Seria também para quem está a receber a informação, portanto acho que os conteúdos são dados e são transmitidos e entregues aos pais de uma forma escalonada e adaptada.

E porque tudo se move, na prática. É na convivência, não é? Direta depois com os pais que se vai percebendo o que é que, felicidades, curiosidades que têm, o que é que é preciso dizer mais, o que é que é preciso acrescentar de maior valor para corresponder à necessidade daquela família em concreto.

Isto tudo só faz sentido nesta relação próxima com as famílias, não é?

Acho que as coisas são dadas, se calhar sim demora o seu tempo, não é? Naturalmente.

Não dizemos tudo de uma vez.

Há um conteúdo teórico, que é transmitido em determinado momento, mas depois vamos acrescentando mais e mais valores.

Eu acho que sim, da experiência que temos tido até aqui, eu acho que as professoras têm em si um enorme conhecimento e que vão partilhando isso com as suas famílias, à medida que elas necessitam.

 

Bom.

Olha, se calhar focavamos um bocadinho nas idades fora do Gymboree, para não sermos tão parciais. Porque às vezes é difícil.

Mas vamos imaginar as crianças a partir dos 5, vamos por que aquela parte da psicomotricidade ficou bem feita.

Vamos supor que as crianças são saudáveis fisicamente, emocionalmente saudáveis, socialmente adaptadas, intelectualmente curiosas.

Como é que achas que os pais podem continuar a ajudar no crescimento das crianças, a seguir a isso?

Se houvesse uma escola de pais.

O que é que tu achas que faz mais falta?

O que é que nós poderíamos substituir se calhar, na disciplina, na nossa disciplina de história, ou geografia ou matemática ou de português. Coisas que se calhar aprendemos e não usámos.

Mas há tanta coisa que a gente precisa e que não aprendeu e às vezes nos causam ansiedade e angústia.

Tu aceitavas este desafio de tentarmos desenhar aqui umas disciplinas, para as famílias se sentirem mais tranquilas com este trabalho, tão nobre, mas também desafiante, que é educar crianças.

 

Sim sim.

Claro.

Assim que estava a falar daquilo que eu me… lembro-me um bocadinho também, lá está.

Das nossas dificuldades enquanto estávamos na escola, o que é que depois foi mais desafiante para nós e daquilo que depois vou então aqui percebendo, com os meus em casa. E que me espanta imenso, como ela, a mais velha, vá. O que eu acho necessário importante: confiança e na relação social.

O serem certos de si, aquilo que o que são, não é?

Um autoconhecimento das suas capacidades, das suas limitações e de conseguirem… ir limando as suas arestas.

Que eu acho fundamental e acho que é muito difundido, não é?

E que se vai falando muito sobre esta questão da avaliação do que é que é mais importante, que a criança tirar boas notas e que tem uma avaliação de excelência, mas que depois na verdade as suas competências, aquelas mais transversais, não é? Que sabemos, em termos de perseverança, de auto-regulação, isso sim é fundamental para eles.

Vem com uma nota menos boa, mas o que é que é realmente importante, olhar para essa nota menos boa com ela, não é? Ou com ele e ver, mas o que é que aqui falhou, vamos lá ver, ajustar alguma necessidade que tenha no estudo.

Ir percebendo aqui, o que é que é preciso reformular.

É isso.

Aquelas bases que o Gymboree nos ensina, que é importante estimular na criança até aos 5, 6 anos. Mas que são fundamentais depois um bocadinho mais à frente.

No que diz respeito a isto, a meu ver na formação do ser. Da criança se sentir confiante, de enfrentar, de encontrar soluções para os seus problemas.

Ser também uma luz para os outros à sua volta, Acho que a parte social e humano é muito importante. A sua bondade, o seu respeito…

 

Olha, eu vivo uma pequena frustração, porque acho que há aqui um pequeno paradoxo.

Que é nós podemos criar o melhor programa para a criança, mas muito mais do que o que ela ouve, ela vai repetir o que ela vê, não é?

E portanto modelo tem que ser muito bom.

E portanto antes de afetar a criança, devíamos conseguir afetar o adulto. E o Gymboree desde o início que se preocupa com isso e portanto, metade da aula sempre foi muito dedicada a explicar aos adultos porque é que isto é importante e dar-lhes aquele alfabeto básico.

Mas pronto.

A perseverança ensina-se também praticando-a, não é?

E a tolerância e a resiliência, a empatia e essas coisas não saem naturais para alguns adultos, porque lá está, nós acimentámos uma série de defaults, não é?

Que às vezes não foram os melhores.

Como é que tu achas que podemos ajudar os adultos a ter essa presença, porque todos eles obviamente têm a melhor vontade e querem fazer o melhor para os seus filhos.

Há alguma fonte de inspiração?

Achas que neste momento há alguma solução, tipo o mindful, achas que resolve?

Achas que é uma questão de terapia?

Como é que achas que nós podemos afetar os oleiros, não é? Porque aquela imagem que eu usei com a Inês na podcast.

Nós temos, entregaram-nos uma peça de barro mágica, não é?

E nós vamos molda-la. Quer queiramos, quer não.

E como é que a gente, ajuda o oleiro?

 

Sim.

Eu acho que é… se puder dar aqui um bocadinho, é aquilo que eu procuro então também, para mim em termos de enquanto mãe e pais, não é? Pronto em geral.

Nós temos que realmente beber, temos de ir beber à fonte e procurar inspiração, em que conhecimento teórico válido, naturalmente procurar especialistas na área.

E dar essas ferramentas, falar como a importância desse modelo, nós temos que continuamente nos melhorar, sem dúvida.

E estar à procura de mais informação, para nós sermos melhores modelos para os nossos filhos.

Isto tem de ser uma busca contínua.

Mas sem dúvida que a parte de poder dar formação e de poder falar sobre esta melhoria pessoal.

 

Por falar nisso, como é que tu, como é que tu tens inspiras? E tens tempo para recreação? Tens tempo para ler? Tens tempo para ler, tens tempo para ver filmes ou séries?

Queres nos recomendar algum livro ou alguma série ou algum filme?

 

Não leio muito, nem vejo umas séries, sim vou às vezes buscando uma ou outra que está a dar no momento, para poder relaxar um bocadinho ao fim do dia. Que posso estar a cair de sono, mas eu tenho que ir um bocadinho para o sofá para sentir que houve um momento do meu dia de paragem. Que não seja logo ir para a cama, depois de arrumar a cozinha tenho que me sentar um bocado no sofá. E ver o que está a dar na televisão, se há alguma outra série que eu gosto de ver.

Mas não tenho assim nada de especial para recomendar.

Livros, realmente não consigo ler com muita facilidade, por escassez do tempo e também ao fim do dia mais cansada.

Mas durante o dia, eu acho que é importante fazermos pequenas pausas e encontrarmos aquilo que mais gostamos de fazer e de pausar.

Para mim a pausa do café a seguir ao almoço é um bálsamo para o meu dia e há outras paragens do meu dia para parar, para escutar, para rezar.

É importante para mim e faço-o diariamente a meio do dia com uma oração, que me chega do telemóvel via Whatsapp.

E porque a tecnologia acompanha-nos, sem dúvida a uma velocidade atroz e é bom recorrer a estas novas tecnologias também para isso.

E é um momento de paragem do dia sem dúvida, portanto que é nos pequenos momentos, já que quando as crianças estão em casa, o ritmo é alucinante e às vezes de manhã eu já sinto.

Onde é que eu vou buscar energia para ainda vestir mais 2 e ainda carregar o carro e ir distribuí-los.

Tomo vitaminas.

E pronto. E é isto.

 

Bom.

Tu agora além de consumidora de conteúdos, também és produtora de conteúdos, não é?

És também atriz e és realizadora. Fazes…

Além de professora do Gymboree agora tens produzido uma série de conteúdos em vídeo.

Como é que tem sido esta experiência?

 

Tem sido giro.

Sim, eu acho que, na faculdade diziam que eu tinha uma voz de rádio. E então, não achei nada.

Não faço rádio, não é?

Mas eu acho que sim…

 

Agora que falas nisso, acho que sim, acho que é adequado.

 

Sempre gostei de fazer coisas para os miúdos e para os pais, não é?

Gosto de dar formação e gosto de partilhar um bocadinho também da minha experiência e de juntar isso a aquilo que vou aprendendo, em termos teóricos.

Portanto tem sido muito divertido também e lá está, na perspectiva sempre estarmos a aprender coisas novas também, como é preciso agora aprender mais sobre a câmara fotográfica e lhe ler o manual de instruções e como ajustar determinadas coisas para fazer um filme ótimo para o Youtube.

É preciso aprender muita coisa e tem sido também uma experiência gira.

 

E nós temos umas colegas bastante mais novas, do que eu, um bocadinho mais novas do que tu, com montes de à vontade com as tecnologias.

No outro dia a Patrícia esteve aqui, esteve aqui no meu escritório. Precisei de ajuda para editar aqui um vídeo. E ela tipo fez aquilo em segundos, a voar. Ela fez aquilo parecer eu a explicar ao meu pai ou à minha mãe como é que mexe no telemóvel ou no computador.

O tédio que eu tinha, o fastio que eu tinha, tipo isto é tão fácil.

E foi assim, tipo ela fez aquilo em três toques e eu pensei: mas epah, eu pensava que tinha estudado engenharia e que sabia estas coisas.

Mas não. Não sei.

 

Pois é.

 

Sentes esse gap, destas colegas serem mais rápidas e mais facilmente adaptáveis às novas tecnologias?

 

Sinto.

Eu tenho um irmão da idade delas e ele às vezes também olha para mim tipo: e então? Não sabes fazer isso?

 

É tão giro.

Ah, muito bem.

Olha, próximo desafio.

Imagina que eu te dava um cartaz enorme, toda a gente podia ler.

E te pedia para escolheres uma mensagem para lá colocares.

Que mensagem é que tu escolherias?

 

Pode parecer clichê, não é?

Mas desculpa e estamos na altura então do natal. E o amor  está sempre no ar, não é?

Portanto eu acho que: amar-se sem fim.

O amar incondicionalmente.

Toda eu com as minhas limitações e com as minhas falhas. Reconheço como é difícil, Todas as horas do dia estar com o coração, disposto a reconhecer no outro. Algo de bom e como isso é uma caminhada pronto.

E quando eu digo outro, é mesmo o desconhecido. Aquele que eu não conheço de lado nenhum e que me fala torto, sei lá. nos correios ou no supermercado.

Mas como é importante estarmos de sorriso no rosto mesmo para a adversidade que possa aparecer.

O que importa é mesmo o amor, o respeito e o saber acolher uns aos outros.

 

Eu ia-te pedir ajuda na definição própria de amor, porque eu acho que há algumas pessoas se calhar nunca fizeram este trabalho e temem-no, nunca receberam esta inspiração.

Às vezes a palavra amor é confundida com muitas coisas.

E para mim, obviamente que eu tenho esse significado mais comum do amor, mas também tenho o significado mais de conexão com o outro.

Essa empatia em particular, tu agora descreveste e que realmente, termos a capacidade de reagir sem violência.

Mesmo a estímulos que parecem agressões.

Tu tens algum truque, houve alguma fonte de inspiração, ou tens um modelo, vá lá. Uma moldura desse muro que pudesses explicar?

Ou é uma coisa muito, tipo que não consegues meter em palavras?

 

Não.

A minha fonte de inspiração, é sem dúvida a parte da religião.

Essa é que me ensinou o significado da palavra amor.

É o presépio, pronto.

Não é nada mais.

Estamos no natal, quase a chegar ao Natal e hoje é o domingo da alegria.

E então é mesmo isso, é para nos alegrarmos, porque é no presépio que está ali a luz.

E ali é o amor, pronto.

Para mim é isso.

E essa é a minha fonte de inspiração.

 

Um máximo.

Boa.

Eu tinha aqui outra questão para ti que era…

Ah!

Nos últimos anos lembras-te de alguma criança ou algum hábito que tenha mudado a tua forma de encarar a vida ou alguma coisa que te tenha ajudado particularmente? Que te lembres.

 

Pode repetir a pergunta Nuno?

 

Se nos últimos anos, houve algum hábito, alguma crença, algum comportamento, que sintas que tenha melhorado a tua vida, de alguma forma.

E atenção, esta podia tomar a forma de: ah eu aprendi a meditar, eu comecei a fazer exercício, eu escolhi uma dieta nova.

 

Eu estava a pensar realmente, porque antes desta conversa estava a pensar para mim o que é que eu tinha mudado. E à medida que os filhos foram nascendo.

E é uma coisa que eu vou constatando quase diariamente, a importância da organização e como eu me tornei mais organizada, eu acho que já era.

Mas sobretudo a antecipar cada vez mais as coisas.

O ter um planeamento cada vez mais definido, mas no dia-a-dia é a preparação prévia, como as coisas estão preparadas previamente.

Isto parece uma, portanto é uma coisa muito organizada, quase como uma tarefa de um trabalho, não é?

É uma empre… não ia dizer uma empresa, mas como termos definidas as tarefas de cada um e como as coisas estão organizadas.

Mas em particular, para mim o que eu fui melhorando, o que eu fui mudando e porque outros me diziam. Nomeadamente o meu marido: ah, mas tens de preparar isto previamente, tens que antecipar isto.

Isto um bocado vindo da profissão dele também.

Mas como são muito mais objetivos, os homens também.

E então, isso para mim positivamente.

Ou outras pessoas, não é?

Como diziam: então, mas tu podes deixar isso preparado previamente.

Ou depois eu lia: como é importante ter as roupas deles escolhidas antes. Como é importante levantares-te 15 minutos antes dos teus filhos se levantarem.

Isto por acaso foi uma coisa que eu li, no livro, eu vou dizer da: Mum´s The Boss, da Magda.

Então, que para mim também foi revolucionária quando eu li.

Pequenas coisas e que ela dizia: se tu tens, se tu estás vestida da cabeça aos pés e com os sapatos calçados, pronta para sair de casa. Isso para os teus filhos vai ser também mais motivador.

Portanto, tu estás preparado antes de ele se levantarem e de eles começarem a vestir-se, etc.

Pronto,  pequena coisas que eu fui melhorando também à med…

 

E não parecem nada pequenas, Carolina.

Já vi aí várias, bem interessantes.

Portanto seguramente, algo a reveres e se calhar até podemos convidar a Magda para vir falar connosco um dia destes.

Olha, que conselhos darias a um casal que está a planear ter um bebé ou que tem um bebé pequeno?

Achas que há assim algum conselho, se tivesses muito pouco tempo, assim de fugir e eles olhassem para ti e olhassem e olha aqui uma deusa, já tem 6 filhos.

O que é que lhes dirias?

 

Eu diria para, ok leiam alguns livros e aprendam algumas coisas, porque é importante essa curiosidade e ainda bem que nós quando temos o primeiro filho que queremos saber muito.

Mas que escutem muito o coração, que façam aquilo que realmente que faz sentido.

Fala-se muito hoje em dia, do dar colo não dar colo e livros que às vezes lemos, não é?

Como ajudar o bebé a adormecer.

Para mim foi revolucionário quando eu li: dá o colo que quiseres.

Porque eu queria muito que a minha filha adormecesse sozinha no berço. A minha primeira filha queria muito seguir tudo by the book, daqueles livros que estava a ler e quando li numa revista assim daquela pais e filhos. Já não sei.

E uma mãe, não é? Que dizia: não, é dar o colo que for necessário, se for preciso pões um colchão ao lado da cama e deitaste ao lado da cama com a criança para ela adormecer.

É preciso ir ajustando as estratégias de cada família, sem dúvida.

Mas no princípio aquilo que eu olho para trás hoje e que não faria se fosse a minha primeira vez era realmente não tentar forçar nada daquilo que leio, mas sim interiorizar e ver o que é que me faz sentido.

Se o meu coração me diz: não vás por aí.

Não vão por aí.

 

Ok

Sabes o que é que era giro?

Era tu escreveres um livro, Carolina.

Tentar compilares essas coisas, que eu acho que temos de meter isso na nossa lista.

 

Há uns tempos, comecei a fazer uma gravações no telemóvel de algumas coisas que me iam ocorrendo.

Alguns pensamentos não é?

E em vez de os escrever, ia falando para o telefone.

Quem sabe…

 

Quem sabe.

Epah, podemos pedir inspiração à Inês. Que já vai no seu quarto livro.

 

Bem lançada.

 

Eu acho que ela não vai parar por aqui.

Eu acho que ela vai fazer muitos mais. E ainda bem.

Olha, finalmente, quando tu te sentes assoberbada.

O que é que tu fazes?

Tens algum truque para te centrar, quando te sentes assim mais perdida.

Qual é o teu segredo?

 

É parar.

Sim, sem dúvida. É parar um bocadinho, respirar fundo, beber água.

Rezar, sempre me ajudou e tem de ser parar.

Se for preciso, perguntar a alguém o que partilhar, não é?

Acho que é importante falarmos, partilhar alguns sentimentos.

Muitas vezes, o sentir-se assoberbada para mim na prática tem muito haver com a relação também com os meus filhos, não é?

Como às vezes o que é mais desafiante, o que provoca mais em mim a perda de controlo.

E portanto é preciso recuar.

É preciso muitas vezes sair daquele contexto, ir a outra divisão da casa, ir à rua se for preciso um bocadinho, respirar fundo e deixar passar, tem que ser.

Muitas vezes é mesmo isso, é dar espaço a todos.

 

Olha, como é que te imaginas quando eles começarem a crescer e começarem a sair de casa. Para a faculdade, para o estrangeiro, para a casa dos seus parceiros ou de casal, não é?

Já antecipaste esse momento?

 

Nunca pensei muito a fundo nisso, mas eu acho que vou sentir sempre.

Vou sentir a falta deles naturalmente e como vou sentindo um bocadinho perdida.

Quer dizer, não é a mesma coisa, mas às vezes já não estão em casa, no período de férias, porque vão com os avós ou a pessoa já sente a estranheza. Ou então quando ficarem muito crescidos e já não estiverem mesmo em casa de todo, vai sempre se sentir aquela… é o ninho vazio, como se diz.

Depois é reaprender a viver.

 

Olha, tu tens algum cuidado particular, fazes algum exercício físico, tu estás sempre fit.

Não? É genético.

 

É capaz de ser.

Ou então é do stress do dia a dia com eles, é o carregar bebés nos braços.

Mas não. Não faço realmente nenhum exercício.

Gostava de fazer, sim.

Gostava de ter um tempo do meu dia para poder fazer uma caminhada.

Faz muito bem e sabe tão bem.

No outro dia, e isto é ridiculo, mas eu no outro dia saí só ali ao jardim e senti o ar fresco, aqueles dias mais frios. E aquilo soube-me pela vida. Portanto eu acredito que se fosse fazer caminhadas ao ar livre então, ia ser mesmo bom.

 

Olha tu foste escuteira.

 

Muitos anos.

 

Os teus filhos vão ser escuteiros? Há planos disso, ou não?

 

Sim.

Os mais velhos mostram interesse, estávamos para iniciar. Vamos ver se arrancamos ainda este ano ou se só para o próximo.

Eu fui escuteira, o meu marido foi escuteiro e portanto, não forçamos não é.

Não forçamos a entrada deles, dos miúdos, mas porque inicialmente diziam mesmo que não queriam.

Mas depois foram vendo uns amigos que são escuteiros e isto e aquilo, foram lhe despertando interesse.

E eu acho que é uma coisa mesmo valiosa, mesmo.

 

Espetacular.

Olha, obrigado por este bocadinho.

Vou te devolver à tua família.

 

Obrigada eu.

 

Amanhã começas um bocadinho mais tarde, descansa, descansa bem.

E vamos falando.

Obrigado por tudo, Carolina.

 

Obrigada Nuno.

Até amanhã.

Resto de um bom dia.

 

Até amanhã, obrigado.

Tchau tchau. Beijinhos.

 

Tchau.

Famílias Numerosas

https://gymboreeclasses.pt/dicas-gymboree/empreendedorismo-infantil/

Parentalidade Consciente, Inês Afonso Marques, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Parentalidade Consciente com a Psicóloga Infantil Inês Afonso Marques

Parentalidade Consciente com a Psicóloga Infantil Inês Afonso Marques

 

 

O que é a Parentalidade Consciente e a Neuropsicologia?

Vamos ouvir a Psicóloga Infantil Inês Afonso Marques.

http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

Gostaria de ouvir apenas o audio? https://bit.ly/dicionariodascriancas

Para este primeiro podcast convidámos a Psicóloga infantil e Psicoterapeuta Infantojuvenil Inês Afonso Marques para pedirmos inspirações para uma parentalidade consciente feliz e conversarmos sobre o tempo especial para saltar, sujar, desenhar, sorrir, conversar e sonhar.

A Inês Afonso Marques é autora de 3 livros e coordenadora da área infantojuvenil da Oficina da Psicologia. Tem 16 anos de Experiência clínica e é frequentemente convidada para palestras e entrevistas sobre parentalidade, neuropsicologia infantil, psicologia infantil, psicoterapia infantil, educação e saúde.

Em 2014, em coautoria com Rita Castanheira Alves, publicou o livro É Tão Bom Fazer Amigos.

A Inês Afonso Marques foi Professora Gymboree e a sua influência perdura até hoje, seja na formação de novas Professoras, nos artigos publicados no nosso blog e nos conselhos e opiniões que nos continua a dar.

Poderá encontrar mais informações na sua página em: http://www.inesafonsomarques.pt

https://bit.ly/inesafonsomarques

Se quiser mais detalhes sobre estes temas visite: https://bit.ly/gymboplay

Se quiser ver mais videos sobre parentalidade consciente visite: https://bit.ly/gymbopt

www.gymboreeclasses.pt

Sente que ajudámos a melhorar o entendimento sobre Psicologia infantil, parentalidade consciente, parentalidade positiva, escola da parentalidade? Gostaria que abordássemos algum assunto no Podcast Dicionário das crianças? Por favor deixe-nos um comentário.

Siga nossos videoclipes sobre podcast parentalidade consciente e também vários outros tópicos semelhantes em Facebook: https://www.facebook.com/gymboreeportugal

Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt

 

Parentalidade Consciente. Inês Afonso Marques.

 

Olá Inês!

 

Olá Nuno!

 

 

Tudo bem?

Então eu guardei aqui um bocadinho, para te apresentar.

Se calhar vai ser um pouquinho longo, porque o teu currículo é extenso e notável.

E eu não tive coragem de cortar nada.

Mas eu baseei-me aqui na tua página Web.

Eu deixei um link aqui nos comentários que está direcionado para a tua página da Oficina da Psicologia.

Mas a tua página pessoal é a InêsAfonsoMarques.pt. As pessoas também podem encontrar lá.

E então quem é a Inês?

Portanto tu és licenciada em psicologia pela Faculdade de Psicologia e educação, tens uma pós-graduação em psicoterapia com crianças e adolescentes, uma pós-graduação em neuropsicologia pediátrica, tens formação em MDR. E eu gostava que depois falasses um bocadinho sobre isto que eu só hoje é que aprendi sobre este termo, tema.

Novamente com especialização em crianças e adolescente, tens uma formação avançada e especializado em terapia de terceira geração, és curadora da área infanto-juvenil da Oficina da psicologia e publicaste quatro livros, vamos falar sobre três deles, porque eu não conhecia o teu primeiro livro em com a autoria com a Rita.

E os teus livros foram: “É tão bom fazer amigos”, da arte plural, “O que crescemos juntos” da 08, “A brincar também se educa” da manuscrito e “Sonhar com arco-íris” da 08 também.

Tens 15 anos de experiência em terapia, és palestrante em várias conferências, tens colaborações muito frequentes com meios de comunicação social, fizestes um trabalho muito giro com a SKIP e com o Bongo.

Eu a preparar-me aqui para este podcast, tive a ver os teus vídeos do Bongo, que não tinha visto todos.

Recomendo vivamente aqui à nossa audiência, são muitos giros, são pequenas pérolas de sabedoria.

E numa outra vida também trabalhaste no Gymboree, nós trabalhamos juntos por um bocadinho e foi uma altura marcante e tu inspiraste muito as nossas professoras, deste formações muito giras, deixaste coisas escritas que ainda hoje usamos não só no nosso blog como documentos internos.

Acima de tudo ficou uma amizade e portanto é uma honra e um privilégio poder contar contigo e receber um bocadinho da tua mentoria com alguma frequência.

E pronto acima de tudo, melhor ainda do que estas coisas todas, és mãe de duas crianças, um menino e uma menina.

Tudo isto junto te deixa te particularmente qualificada para falarmos sobre alguns temas que que eu gostaria de trazer hoje e que eventualmente gostaria de trazer outras vezes porque as nossas conversas fluem sempre super bem.

Eu se calhar começava pelos livros, se não te importas e se calhar o crescemos juntos, nós tivemos a fazer um Giveaway do “Crescemos Juntos” já oferecemos um esta semana.

E o “crescemos juntos” são um conjunto de inspirações, 365 mais uma para uma parentalidade feliz.

Uma coisa que eu achei curiosa foi que nenhuma das inspirações são triviais, portanto a pessoa pensa 365 é um número super sexy e portanto é um por cada dia do ano.

E a tendência seria ter que espremer um bocadinho para encontrar as 365, mas eu achei que tu tinhas muitas mais, e portanto tinhas um mealheiro infinito de inspirações.

E a minha primeira pergunta se calhar era.

Tu tens efetivamente um mealheiro de inspirações?

E como é que te inspiras para colecionar este tipo de inspirações para os outros?

 

Não, eu não tenho um mealheiro de inspirações, assim logo à partida.

Mas a ideia era um bocadinho ajudar as pessoas a encontrar aqui uma espécie de rumo que as pudesse balizar.

As pessoas, neste caso os pais, educadores, professores, avós, outros familiares tinham aqui um papel importante no ajudar os mais pequeninos a crescer.

E portanto a ideia era mesmo esta, encontrar algum tipo de informação que por vezes é um bocadinho disruptiva e que até coloca as pessoas a pensar: mas o que é que ela quer dizer com isto?

E poder servir aqui um bocadinho de baliza, de guia, de foco diário, neste exercício da parentalidade.

Onde é que eu vou inspirar?

Bem, há uma base tem que ser óbvia não é?

Que é a ciência, que é investigação, que é tudo o que é pesquisa que vai sendo feita na área da educação, da parentalidade e no desenvolvimento infantil.

E depois a verdade é que também me inspiro muito e aprendo imenso com as famílias com quem vou, com as famílias, adultos, crianças, adolescentes com quem vou trabalhando diariamente.

Aqueles que são os seus principais receios, aquilo que são as suas dúvidas. Tudo isto de alguma forma também a mim vai me ajudando aqui a orientar naquilo que possa fazer mais sentido, às famílias neste caso que iriam ver os livros.

 

Sim, absolutamente.

Eu estava aqui fazer algumas reflexões sobre o livro quando o estava a ler.

Obviamente todos nós somos modelos para as nossas crianças, portanto bons ou maus modelos, conscientes ou inconscientes, voluntários ou involuntários, eles observam nos e imitamos.

Nós temos uma responsabilidade, portanto como vá la, oleiros deste pequeno barro que nos  é entregue, é um barro divino não é?

Que vai crescer por si e beber de muitas inspirações. Nós provavelmente temos uma responsabilidade.

O que eu senti neste livro foi que pronto, tu dominas aqui um bocadinho o caminho, às vezes iluminas algumas partes mais escuras da educação, e se calhar era interessante para mim perceber que tipo de feedback é que tiveste dos pais que leram o livro. Houve algumas inspirações em particular que tocaram mais as pessoas? Que eram mais inovadoras? Mais disruptivas?

Há bocado falaste sobre elas, que queres escolher algumas?

 

Olhei porque também tinha o livro ao meu lado.

O que é curioso é que o Feedback às vezes não é nesses tons destrutivas, é daquelas que que até poderiam ser as mais acessíveis vamos pôr assim, ou seja tônica, por exemplo, da qualidade do tempo que se passa com os filhos e nunca íamos na lógica do falta de tempo.

E as pessoas dizerem: hoje pode ser tão óbvio, podermos estar um bocadinho com os nossos filhos todos os dias, longe das outras obrigações.

E pôr a tónica mais na qualidade do que na quantidade, isto é uma… surge esta inspiração de diversas formas ao longo do livro. E se calhar foi uma coisa que várias pessoas me disseram.

Outra é muito a ver com a questão do autocuidado. E nós nos esquecemos às vezes que somos pessoas antes de sermos pais ou mães. E algumas sugestões que vão sendo feitas ao longo do livro, também apontam para esta importância do autoconhecimento e do autocuidado nesta nossa dimensão mais pessoal e que nos torna necessariamente melhores pais, se também dermos atenção a elas.

E agora assim de repente são duas coisas que me surgem e que parecem muito óbvias, logo à partida.

 

Sabes que há uma delas e é única que está a Bolt, a negrito, nas 365, que se chama “crescemos juntos” que é o título do livro também.

Eu tava a lê-las e pensei, porque é que a Inês terá escolhido esta em particular. E ocorreu uma, alguns anos atrás eu fui dar um passeio de bicicleta com um dos meus filhos, já foi há uns anos valentes, talvez há uns oito anos, portanto ele tinha uns 8 anos, ele agora tem 16.

E eu parei um bocadinho atrás e tirei uma fotografia que publiquei no Instagram e estava a pensar que o que é que eu vou dizer super inteligente, sobre esta fotografia, porque todos nós queremos inflar um bocadinho o nosso ego às vezes. E eu ia dizer, que fui eu que fiz esta riqueza, mas antes de carregar no botão, acabei de escrever tu fizeste me a mim.

Porque efetivamente ele fez de mim pai, é o meu filho mais velho e efetivamente nós crescemos juntos e portanto é se calhar uma coisa que permanece, esse efeito, quer dizer parece super filosófico, mas é super verdadeiro.

Nós crescemos juntos.

Escolheste o título por essa razão?

Foi uma coisa que te marcou especialmente?

Foi a editora que escolheu por ti?

E como é que isto aconteceu?

 

Não, a sugestão foi minha na altura.

E tem um bocadinho a ver com este processo da parentalidade que realmente começa muito antes, até antes do filho nascer.

Enquanto pais realmente nascemos, quando surge em nós o desejo, a vontade habitualmente de podermos ser pais.

E no dia a dia neste conhecimento mútuo e mútuo em tudo aquilo que são os desafios da parentalidade, nós somos postos à prova e testamos os nossos próprios limites de formas que se calhar nunca antes, em situações em que nunca antes tivemos.

E a aprendizagem é mútua.

O crescimento nesse sentido é realmente mútuo e mesmo quando falamos de mais do que um filho, com idades diferentes, a experiência torna-se diferente e muito única e continuamos a crescer e continuamos a aprender.

Portanto a ideia do crescemos muito, é muito esta lógica: o meu papel é importante. E usaste a expressão “moldarmos o barro”.

Mas o inverso também é verdade.

E quando tu falaste dessa imagem do barro, lembrei-me de uma outra metáfora que eu vi recentemente num comentário, a propósito da parentalidade, que era o ator do Will Smith, que falava dos pais, enquanto mestre jardineiros.

Eu achei aquilo genial.

Esta ideia de nós podermos perceber que temos aquisementes que estas sementes muitas vezes nós à partida não sabemos que flores é que estão lá por trás, mas que é fundamental respeitar aquilo que aquela flor quiser ser.

E o nosso papel é cuidar, nutrir, dar atenção, perceber quais são as necessidades, mas acima de tudo, respeitar esse ritmo, esse tudo que já lá está previamente de alguma maneira pré determinado.

E o nosso papel é muito este, o ajudar a crescer.

E de facto nós também quando damos esse espaço para a sementinha crescer, também nós crescemos nesta lógica do autoconhecimento também.

 

Totalmente!

Eu recomendo o livro toda a gente e empresto as minhas cópias, tenho um monte delas portanto quiserem..

Eu ia passar para o teu segundo livro.

Nós temos imensos temas para falar e temas muito férteis e um deles é o teu segundo livro “Porque a brincar também se educa”.

É um tema pronto, muito prevalente, sobre o qual já falamos literalmente centenas de horas.

Porque nós trabalhávamos especificamente sobre esta área.

O subtítulo é 15 minutos por dia de tempo especial para saltar, sujar, desenhar, sorrir, conversar e sonhar.

Este livro no começo, logo introdução falas de um estudo que a SKIP fez, um bocadinho triste e um bocadinho assustador. E que se calhar eu te desafiava a revelar aqui, porque eu achei particularmente importante.

Lembras te dos números? Queres que eu te ajude?

 

Os números eu não tenho presentes, mas era aqui um bocadinho esta comparação do tempo que as crianças tinham para brincar e particularmente para brincar ao ar livre, comparado com os números do tempo ao ar livre de reclusos de uma cadeia.

E portanto aqui a ideia era perceber que os próprios reclusos passavam mais tempo ao ar livre do que muitas das nossas crianças.

E o ar livre nesta lógica do brincar, do explorar, do serem aventureiros, do ser… esta liberdade que as crianças necessitam.

E de facto esses números são… se tu quiseres recuperar, porque eu decor não os tenho presentes. Mas eram números aqui chocantes, não é?

Sessenta por cento das crianças, tinham menos tempo de brincadeira do que os reclusos, os cães tinham mais tempo de passeio ao ar livre do que as crianças.

São coisas muito chocantes, porque deviam ser a nossa prioridade e são totalmente dependentes de nós para os levar à rua e para passear com eles em segurança.

E pronto…

Às vezes esse cuidado não está presente em todas as famílias e é uma coisa realmente que nos preocupa, não é?

Este era um assunto muito fértil, eu gostava imenso que nos dedicássemos, depois longamente sobre isto, mas se calhar numa próxima vez, porque tens falado muito sobre brincadeira eu acho que, queria fazer uma coisa diferente sobre este tema oportunamente.

Ia passar ao terceiro livro, que é “o Sonhar” com o arco-íris que é um livro muito recente que tu me…

 

Nasceu no confinamento.

 

Nasceu no confinamento.

E que tu me enviaste e que ficou a marinar algum tempo e depois um dia de manhã eu fui ver o livro.

E foi chocante, porque bateram me algumas epifanias, portanto isto é a história do Sebastião, que é uma criança, que descreve um sonho e o sonho dele é o confinamento.

E portanto as emoções e os sentimentos de uma criança, naquele contexto em particular.

Aquilo quando tu escreveste era super oportuno, imagino que te tenham desafiado para escrever isto.

Tinhas a história na cabeça?

Foi difícil chegar a este conceito?

Porque realmente não foste delinear, chegaste lá, tiveste um um caminho inovador e eu achei particularmente genial e oportuno.

Como é que isto nasceu?

 

Foi uma ajuda da editora.

Foi a editora que propôs podermos criar uma história infantil.

Que de alguma forma ajudasse as crianças.

Não só, a ideia não era falar deste nosso contexto atual da pandemia, embora tenha sido obviamente e o lote, daí o sonho de Sebastião em tudo ser o mundo virado de pernas para o ar e de sermos atirados para dentro de casa e portanto, de alguma maneira retirarem-nos aquilo que é seguro e que nós achamos sempre que controlarmos.

E a ideia era podermos deixar aqui algumas pistas, quer para os pais, quer para as crianças, como é que nós podemos lidar com situações que de alguma maneira fogem ao nosso controlo.

De facto há um conjunto de dimensões nas nossas vidas que nós não controlamos e a pandemia aqui no fundo vai nos trazer confrontado de uma forma muito… eu diria violenta, abrupta, inesperada.

Esta missão que se calhar as coisas nós não controlamos se nos focarmos nisso seguimos determinados caminhos.

Se aceitarmos que as coisas que nós não controlamos e nos focarmos naquelas que podemos dedicar aqui alguma atenção, nutrir aqui algum tipo de ingredientes que nos fortalecem, que fortalecem a nossa resiliência. Portanto a nossa capacidade de adaptação, obviamente que o caminho que vamos seguir será outro.

E portanto o desafio partiu da editora, do Pedro Racing da 08.

E foi um bocadinho ali pensar, olhar à volta a pensar o que é que poderia fazer sentido e a ideia foi surgindo.

 

Muito bem.

Tu dizes no livro, na parte final, portanto já não está tão dedicada às crianças, está dedicado aos pais. Diz uma coisa que eu já tinha ouvido dizer, mas que pronto, para um leigo não é uma coisa trivial.

Que é que as áreas cerebrais responsáveis pelo planejamento, controle de impulsos, a relação emocional não estão desenvolvidas numa criança.

E que cabe aos adultos de referência, portanto ajudar a criança nessas dimensões.

Portanto às vezes para nós, parece que devia ser uma coisa natural para eles, adaptarem se e escolherem o que é que controla e o que é que não controla e onde se focarem.

Mas não é nada evidente para uma criança e ela não está biologicamente preparada se quer para isso.

 

Sim.

Eu acho que esse é um lado em termos de neurodesenvolvimento, que retiram grande peso dos pais.

Ou seja ,este perceber que o nosso cérebro, o cérebro está em desenvolvimento durante a vida toda, portanto a neuroplasticidade está lá presente durante a vida toda.

Sabemos que os primeiros cinco anos são determinantes para o desenvolvimento aqui de uma estrutura muito significativa, sabemos que ali os anos da adolescência há uma tarefa de pronin, por assim dizer, que se chama uma.. daquilo que interessa, o que não interessa manter.

Mas verdadeiramente temos um cérebro mais ou menos considerado maduro por volta dos vinte e tal anos.

E esta última área, va lá do cérebro, verdadeiramente desenvolvida é o que nós chamamos o cortex pré-frontal, que é uma zona do cérebro, que está aqui mesmo atrás da nossa testa.

Que é responsável por coisas importantíssimas na nossa vida. A nossa capacidade de planeamento, a nossa capacidade de foco de atenção, a capacidade de tomarmos decisão antecipando consequências e este lado também da regulação emocional, regulação comportamental a regulação emocional.

E de facto, quando nós vemos um adolescente a ser mais impulsivo, uma criança pequenina a fazer uma birra perante uma contrariedade, muitas vezes queremos exigir que sejam capazes DE…

Uma coisa que eles na realidade não conseguem.

Claro que o nosso papel é duplo.

Duplo no sentido de alguns momentos nós funcionarmos com essa a parte do cérebro que eles ainda não têm. Tem de ser o nosso a estar ativado.

E por outro lado obviamente como modelos.

Como modelos e como as pessoas que vão dar as oportunidades, criar as oportunidades para se irem fortalecendo, desenvolvendo com tudo aquilo que nós queremos nessa área cerebral.

Ou seja, não é dizer assim: ah ele não é capaz de regular o comportamento, agora vou ficar de braços cruzados até ele ter 22 anos e já vai conseguir fazer isso.

Não é esse o objetivo.

O objetivo é compreendermos: ele ainda não é capaz ou não vai ser sempre capaz.

O que é que eu posso fazer daqui até ao longo do crescimento, que permite oportunidades para desenvolver aquelas competências e que vão ser competências importantes ao longo da vida.

 

Absolutamente.

E tu depois dás ótimas pistas e inúmeras algumas dessas competências. Ou então se calhar até hábitos ou focus a desenvolver, como é o caso da gratidão, a trabalhar inteligência emocional, a importância das rotinas, distinguir o controlo do não controlo tens um gráfico muito giro, aliás eu até desafiava aqui.

Fez um trabalho espetacular.

Em que temos aqui uma bola com uma coisa que conseguimos controlar e uma coisa que não conseguimos controlar.

Eu acho que isto é transversal obviamente ao tempo de vida de um humano até à população adulta, absolutamente. Eu acho que, é um bocadinho a minha praia, na gestão também o nosso foco é tentar agir sobre aquilo que conseguimos controlar e aceitar o

que não conseguimos controlar.

Falaste também na importância de termos um… da criança ter um lugar seguro e também muito importante para o final, que é: quando procurar ajuda profissional.

E se calhar aqui, só um pequeno aparte, não sei se podes falar muito disto.

Quão prevalente foi esta realidade agora durante o confinamento?

Essa variável contou a…portanto o confinamento levou às pessoas a pedirem vos mais ajuda psicológica, lá na oficina?

Não tenho presentes números, mas sim Nuno.

Muitos dos pedidos que surgem, não vou dizer que houve um aumento exponencial de pedidos.

Não é isto.

Aquilo que se nota significamente é que muitos dos pedidos têm na origem situações que foram disputadas eventualmente por esta questão de estarmos mais isolados, de nos confrontamos com situações que realmente fogem ao nosso controlo da disrupção, que provocou na vida das famílias.

E portanto isso notou-se, o gatilho

e eu ia aproveitar para fazer uma ponte foi disputado muitas vezes por situações anexadas à pandemia.

E depois perceber também, que tipo de situações vão surgindo, temas muitos associados à ansiedade, algumas perturbações também opressiva ou compulsivas. Aqui temas muito de comunicação na família e portanto de gestão de conflitos, divergências do encontrar espaço para todos. Foram todas muitas situações que foram surgindo, para além da ansiedade também os temas da depressão, particularmente nos adolescentes.

Foram tudo questões que foram surgindo de uma forma significativa, durante estes últimos meses.

 

Ok.

Eu ia aproveitar para fazer uma ponte para outro tipo de questões que depois tinha aqui para trocar.

E se calhar como pequena introdução, eu acho que assim nem todos tivemos pais super sofisticados, ou gentes ou afetuosos. E para alguns nós se calhar há um problema que é a questão… as nossas lutas passadas ou melhor as lutas que estão para trás versos as lutas que estão à frente.

As lutas que efetivamente ainda temos por batalhar, às vezes não nos damos atenção que devíamos ou não sabemos como batalha-las, porque estamos presos a lutas do passado, algumas delas em conscientes e sejam traumas, sejam lacunas, sejam deficiências ou excessos ou o que seja.

E se calhar a minha pergunta é esta.

O que é que está ao nosso alcance?

Quer antes  de irmos procurar ajuda profissional, o que é que está o nosso alcance, fazer para distinguirmos uma luta lá atrás com uma luta cá da frente?

Sei que esta pergunta é complicada.

Essa pergunta é daquelas está pronto para manhas.

Eu acho que há um passo que é importante sempre, que é nós termos, criarmos momentos para pensarmos, pensarmos na nossa história, pensarmos em nós.

Porque realmente somos feitos aqui de várias pecinhas.

E muitas vezes nós temos alguma, se bem percebi onde tu querias chegar, se era chegar propriamente a algum sitio.

Nós muitas vezes temos até consciência que há aqui essas lutas que ficaram lá para trás como tu dizes. E fazemos algo que não é o desejável, que é o evitamento.

Que é o eu nem quero pensar nisto, eu não quero pensar nisto, porque isso pode doer e porque se doer vai afetar negativamente o meu presente e o meu futuro.

E a grande estratégia é precisamente o contrário.

É parar e dedicar algum tempo se calhar, a trabalhar, arrumar, a elaborar esse tipo de coisinhas que vem lá de trás e que obviamente podem condicionar o nosso presente.

Isto aqui é uma estratégia importante que, muitas vezes usamos esta lógica devidamente evitamento experienciado, evitar certos temas achar que evitamos determinadas emoções.

Só que as coisas se não forem arrumadas, não foram elaboradas, criam mossa.

E eu costumo usar muitas vezes aqui duas metáforas com os miúdos, que é: se eu for pondo as coisas todas para debaixo do tapete eu finjo que elas não estão lá, mas elas continuam lá.

E quando eu vou caminhar em cima do tapete, há ali um momento em que o chão deixa de ser uma coisa plana e está ali um bocadinho, andamos um bocadinho em desequilíbrios constantes.

Ou pensando, por exemplo, na imagem da panela de pressão. A panela de pressão funciona muito bem Se nós formos tendo o nosso escape para libertar a tensão.

E a tensão pode ser do presente ou para conhecer coisas que vem lá de trás.

E quando nós fazemos este registo mais do que evitar entrar em contato com as coisas, estamos numa lógica de contenção e tal como uma panela de pressão se o pipo não estiver a funcionar bem aquilo dar uma uma grande explosão na cozinha.

No ser humano também vai dar essa explosão, vai dar de muitas variadas formas, vai dar, porque começamos com sintomas somáticos, com dores de barriga, de cabeça, alterações gastrointestinais. E quando eu digo nós, é nós adultos, ou nós crianças mais pequeninas.

Há aqui alterações em termos de humor, que não estavam lá e que começam a surgir, alterações por exemplo nossa capacidade de descansar, alterações que podem surgir do ponto de vista mais comportamental, ou porque nos tornamos mais impulsivos, mais reativos, mais impacientes e portanto esse é o verdadeiro perigo.

De não queremos ou acharmos que o que está lá para trás necessariamente não nos vai condicionar.

E podemos nesta tentação de o: não quero, não quero mexer.

Não sei se respondi bem à pergunta.

 

Respondeste perfeitamente.

É óbvio que eu te faço esta pergunta no contexto da parentalidade, porque lá está, de volta à imagem do oleiro se nós tivemos um oleiro pinguço ou ensonado ou inconsciente não tem o alfabeto básico vai sair asneira, não é?

Portanto achei particularmente importante falarmos aqui um bocadinho na questão da saúde mental e da nossa bagagem, que muitas vezes que nos trava sem nós termos noção e por vezes estamos bloqueados e não conseguimos chegar à frente e pelas dificuldades muitas vezes com os nossos modelos, às vezes acabamos por ter dificuldade em dizer que gostamos da criança, sermos gentis com eles, porque nós próprios não tivemos acesso a esse é menu de bons comportamentos e portanto pode nos surpreender.

 

Mas no fundo também para nós percebermos aquilo que queremos e não queremos para nós ou os nossos filhos, é importante termos essa capacidade de revisitar a nossa própria experiência.

E perceber numa primeira instância eu quero isto, eu quero perpetuar de alguma maneira este modelo ou eu quero me aproximar de um modelo diferente.

Portanto esta é a importância do revisitar e depois se conseguimos ou não conseguimos, sozinhos de forma mais autônoma e este: ok, como é que eu vou fazer, qual é o caminho que quero adotar?

E é muito importante estarmos também… fazermos momentos de pausa, como eu lhes chamo.

Estarmos em contacto com aquilo que são os nossos valores, enquanto país na parentalidade, percebermos muito bem o que é importante para mim e do qual eu não quero abdicar, que pode ou não entrar em disrupção com o que vem lá de trás, mas conseguimos termos esses momentos, nós nos alinharmos com aquilo que nos faz sentido enquanto pais.

 

Ok.

Quais é que seriam na tua opinião, as disciplinas que deveríamos ter numa escola de pais?

Imagina que essa figura existia.

Como é que nós poderíamos etiquetar as disciplinas?

Porque eu sei que elas se calhar são muito holísticas e é difícil particularmente difíceis para ti, que sabes as 100 disciplinas necessárias, escolher cinco ou seis que nós podemos passar neste espaço e neste tempo, mas que..

Gostavas de fazer este exercício?

 

Estou a pensar um bocadinho.

Faz sentido a questão, acho difícil nós arrumarmos, porque é fácil de facto chegarmos a uma livraria e pensarmos assim: há aqui este livro sobre este tema, sobre este…

Aquilo que eu vou notando muitas vezes nos pais e nas famílias é que há aqui preocupações com coisas muito funcionais.

E que são importantes em termos do nosso funcionamento, o banho, a melhor escola, a melhor estimulação de brinquedos, por exemplo, a alimentação, o sono.

E há sempre aqui uma disciplina se lhe quiseres chamar então assim, que felizmente já vai sendo diferente, mas que tem muito a ver com a inteligência emocional.

A importância de tudo o que tem a ver com o nosso mundo emocional.

Que nem sempre é dada a devida primazia.

Então tudo o que tivesse muito a ver, possam ser subdisciplinas, que possamos anexar à nossa saúde mental, saúde emocional, eu acho que esta sensibilidade era importante para qualquer par.

Mas também acima de tudo, pensando nesta escola de pais não há ideias predefinidas obviamente.

Há linhas orientadoras que decorrem na área de parentalidade, aquilo que pode ser mais protetora em termos de desenvolvimento, mas eu diria que a ideia da escola, existiria uma escola de pais indicada para cada família.

Porque as suas necessidades vão ser realmente diferentes.

As suas realidades vão ser diferentes.

E portanto os pais poderem buscar tudo aquilo que possa ser informação que possa dar resposta aos medos, às suas dúvidas, aos seus anseios e ao mesmo tempo que lhes transmite segurança.

Que é importante.

Há bocado falávamos daquele dado neurodesenvolvimento do cérebro, essa é uma área interessante.

Que é quando os pais conseguem perceber o que se passa lá dentro dos filhos, do que está na cabecinha deles, conseguimos desmontar a coisa, nota-se também um alívio muito grande.

E portanto se calhar poderia ser também uma disciplina interessante, não nos tornarmos pais neurocientistas não nessa lógica.

Mas percebermos um bocadinho, traduzirmos, porque é que é desta maneira?

Porque é que a reação tendencialmente é esta?

Porque é que é importante fazer isto? E não fazer aquilo?

Podia ser uma área também interessante para  abordarmos.

 

Muito bem!

Sabes que eu hoje de manhã, estava a ouvir um podcast, um senhor que se propunha  formar os pais para serem faixa-preta cinturão negro de parentalidade.

Era um senhor brasileiro, que curiosamente, era cinturão negro de karaté.

E ele estava a descrever a disciplina como o comportamento que tu tens mesmo quando ninguém está a ver.

Portanto algo que te ficou enraizado.

E por exemplo a mãe dele não gostava que eles entrassem calçados em casa. Ele disse que a disciplina e se.. quando ele chega e ela não está lá, e descalça os sapatos.

É óbvio que isto passa pela prática, passa obviamente por um tempo de consolidação dos conhecimentos e portanto começar a senti-los.

E a minha pergunta seguinte era: como é que se passa de nada ou da inocência para ter o saber e depois ser o saber?

 

 

Olha, tu a pessoa que estavas a dizer que ouviste nessa imagem quanto disciplina, eu uso muitas vezes essa imagem daquilo do que nós fazemos independentemente quem está a ver muito associado aos valores.

Daquilo que vem de cá de dentro, não é?

Motivação eu faço, porque faz sentido fazer, porque entro em sintonia comigo e não necessariamente porque quero corresponder à expectativa de alguém, porque quero receber uma determinada gratificação.

Como é que nós passamos por essas fases, que tu enumeraste?

Essencialmente com a experiência, com prática, com o experimentar, com o não ter medo de fazer.

E pelas nossas experiências, lá está, tudo o que é contacto com os outros e contacto com o mundo. O conhecermos a nós e conhecermos ao mundo. É isso que nos vai ajudar a definir os nossos caminhos.

Assim tanto uma coisa muito importante que é a hipótese de falhar ou de errar, por exemplo, como algo que faz parte do nosso caminho e que também ajuda à nossa construção.

Portanto, assim de uma forma muito delinear.

Respondendo à questão que tu colocaste , faz-se duas coisas, duas formas.

Fazes experimentando e faz com o ir moldando aquilo que para nós é importante.

Aquilo que é importante para a forma que nos sentimos enquanto pessoas, lá está, os nossos valores.

E a conjugação desta coisa.

O que é que eu sou? Como é que eu me vejo? O que é que me faz sentido? O que é que me preenche?

Obviamente que se constrói o caminho do ser.

 

Muito bem.

Olha esta pergunta se calhar é um bocadinho difícil para ti, porque tu és escritora e isto deve ser particularmente complicado.

Mas a minha pergunta era, que livros é que te marcaram particularmente? E se recomendas alguns livros?

Obviamente além dos teus.

Que os teus, recomendo eu por ti.

Mas tens algum que te tenha ficado na memória? Mesmo algum recente, particularmente que seja entendível pela nossa audiência.

Pronto, se calhar não são todos psicólogos como tu.

 

Sim.

Sabes que essa é uma pergunta muito gira e que às vezes surgem e nós próprios nos colocamos a nós próprios.

E sou uma pessoa que desde pequenina li muito muito muito.

E agora, enquanto adulta, leio muito, por questões profissionais e portanto livros mais técnicos se quisermos.

E leio tudo o que possam ser outros géneros de livros.

E nunca na vida consegui eleger um livro.

 

Tou a imaginar, sim.

 

É verdade.

Eu acho que quando nos colocam esta questão, o que é que te marcou, o que te fez sentir…

Último que eu li é aquele que se calhar pode fazer mais sentido, aquele eu neste momento escolhi, sei que me poderia acrescentar qualquer coisa.

E apesar de ser uma pessoa que lê muito, se calhar é por isso, que eu nunca consegui selecionar um livro que me marcasse.

Todos eles, eu retiro alguma coisa.

E faço uma coisa, que talvez, para umas pessoas seja muito estranho, há outras que conseguem perceber. Eu vivo os livros e até, se tiver a ler um romance, eu sublinho os livros, até porque não faz sentido.

E portanto eu acho que todos eles de alguma maneira teram me trazido alguma coisa, todos os livros que li até hoje.

 

E mais difícil ainda, escolher um dos teus.

Tens algum preferido? Ou vai ser o próximo que tu escreveres? Ou dois à frente desse? Tens alguma ideia?

 

Não, porque acho que todos cumpriram a sua função, portanto eu não consigo dizer que há um preferido.

Próximo é aquele que desafia mais. Sempre, não é?

 

Ok.

Então vamos passar dos livros para os filmes.

Nos filmes, tens algum que queiras escolher?

 

É giro, porque apesar de não ser tanto a pessoa visual, de ver os filmes.

Há sempre um ou outro filme, que me foi marcando.

Aí sim, é giro.

Sei lá, posso destacar aqui um ou dois.

Há um livro que me marcou muito, Já não o revisito à muito tempo.

A Vida é Bela .

Essencialmente porquê?

Pelo poder que a imaginação pode ter na capacidade de nos habituarmos a uma situação dura, dura dura.

Pelos papéis que os pais podem ter. A resposta dos pais perante uma situação, num determinado contexto.

Pode ser determinante como a criança se adapta a qualquer situação.

Portanto tenho aqui um filme pesado.

Mas que tem esta mensagem do poder da nossa imaginação e dos pais enquanto veículo de segurança, mesmo perante uma situação cenário super doloroso, não é?

Esse é um filme que eu já não revisito há muito tempo, mas que tem uma mensagem interessante.

 

Ele já tem imensos anos e por acaso devia ver. Porque a primeira vez que o vi, eu tenho 1 filho e agora tenho 4.

Portanto tenho de olhar para aquilo denovo.

E mais algum, que queiras destacar.

 

Assim mais recentemente que eu tenha visto, lembro-me de um filme que vi na Netflix, que era “The magic story”.

Não sei como é que está o nome em português.

E lá está, às vezes não é o filme, não é a grande história, é a mensagem que se vai captar num ou noutro momento.

E posso te dizer, que o meu clique em relação a aquele filme, que resiste ver até ao fim, ali mesmo nas últimas imagens, nas últimas cenas do filme e que tem muita ver mais uma vez com o papel dos pais na vida dos filhos.

E a forma como os adultos gerem as situações ou não construtiva ou pode ser o seu papel na vida dos filhos.

E o filme fala sobre a situação de divórcio com muito desentendimento pelo meio, mas que tudo muda apartir do momento em que o foco fica no filho, no bem estar do filho.

E há lá uma cena que eu achei deliciosa, que não vou contar para eu não estragar, mas que tem muito a ver com isto, com o nós conseguirmos deixar de ser egoistas connosco próprios, não é?

E pensar nos nossos filhos.

Este tema, também é um tema que varia mano para mano, esta situação aqui das separações e do impacto que isso tem nos filhos.

Mas foi um filme que me marcou… e com crianças.

 

Muito bem.

E o inside out? O divertidamente, o quão genial esse filme é?

 

Como todos os filmes de animação.

Eu acho que há sempre várias camadas de leitura.

E esse filme está delicioso.

É um filme que eu recomendo sempre aos meus pacientes, de qualquer idade, para ver.

Precisamente, por aquilo que falávamos há bocado, a inteligência emocional.

Da importância de nós conhecermos o nosso mundo emocional e o papel que as emoções desempenham na nossa vida.

E conseguir desmontar o que se passa cá dentro, através de um filme de animação está.. na minha óptica está GENIAL!

É um filme que eu recomendo sempre, aos pacientes de todas as idades.

E que lá está, é quase como se os filmes tivessem uma cena me marca.

Há ali um momento no divertidamente, em que toda a história, tem ali uma mudança, quando ela aceita, uma emoção que passou durante muito tempo a tentar calar.

Quando ela dá espaço para a tristeza dela surgir, há ali qualquer coisa no filme que flui de maneira diferente.

E isto remete aquilo que falávamos há bocadinho, de fazer evitamento.

E esse filme ajuda-nos a desmistificar um conjunto de mitos, que muitas vezes temos associadas às emoções, de crenças com que crescemos associados às emoções e que é importante realmente olharmos como crenças, que não são nossas amigas, meias disfuncionais e olhar de maneira diferente para as emoções.

 

Ya, totalmente.

Super recomendado esse filme também.

Mudei imenso a minha forma de pensar e de agir.

Não só a nível pessoal como para os meus filhos.

Lembraste de algum falhanço importante, que te tenha marcado? E que te tenha ajudado a sucesso futuro?

 

Meu?

 

Sim teu.

Pode ser profissional, se calhar pessoal não é o canal certo.

Contas-me no próximo almoço.

 

Seguramente eles existiram.

Mas se calhar, por algum motivo, eu não os tenho presentes.

E eu vou explicar porquê.

Porque havia um professor meu na faculdade que dizia que o maior erro, é cairmos repetidamente num erro.

Nesta lógica de, errar é humano.

E por detrás do erro há qualquer coisa em que podemos crescer, em que podemos aprender, não é?

E a verdade é que seguramente quer do ponto de vista pessoal, quer do ponto de vista profissional, terei errado muitas vezes. Mas o foco lá está, não fica no erro e fica se calhar, no que é que eu aprendo com esta situação, o que é que eu quero fazer diferente numa situação semelhante no futuro.

Eu digo muitas vezes não só nas consultas, mas também em informações, para pais, para professores, faço a aqui a analogia com o caráter chinês, da palavra crise.

Que esconde 2 conceitos amigos.

Amigos não.

Quase idênticas, aqui esta noção o mesmo caráter, crise. Enquanto perigo e ao mesmo tempo o conceito de oportunidade.

E se calhar é mesmo importante olharmos para as situações em que erramos, em que falhamos, como oportunidades de crescer e de os aperfeiçoarmos.

E quando nós vamos olhar à nossa volta, muitas grandes invenções, resultaram de falhanços prévios muito grande, não é?

E tudo dependendo da forma como a pessoa, dos inventores por exemplo, olharam para essas falhas.

Um exemplo muito comum é o exemplo do post it. o exemplo era exatamente o oposto daquele. De criar uma cola fraquinha, o objetivo era de criar uma coisa que colasse mesmo. E a verdade é que nós vamos ver e não há muitas casas que não tenham post its.

 

Eu sou super fã.

 

E que resultou dessa falha, do erro enquanto oportunidade de crescermos. E esta tem uma mensagem importante em relação de parentalidade, para passarmos aos nossos filhos.

Como é que nós lidamos com os erros, os nossos e os deles.

 

Muito bem.

Olha, se pudesses ocupar um cartaz gigante para toda a gente ver, que mensagem é que escolhias para colocar.

 

Olha que coisa interessante.

Um cartaz?

 

Por exemplo, como aqueles em Times Square.

Visto por milhões de pessoas todos os dias e tu tinhas a oportunidade de colocar lá uma mensagem que tu achas que falta às pessoas.

 

Ui!

Não sei se queria essa responsabilidade.

 

Pode ser uma anedota, pode ser alguma coisa que te tenha marcado.

Tu às vezes tens alguns quote, que colocas nos teus livros.

Não sei se algum deles te marca particularmente.

Alguns deles são realmente semelhantes, para outros pensamentos, não é?

 

Eu acho que dependeria muito do dia, em que iriamos selecionar, se calhar dependia aquilo que colocaria.

Aquilo que agora, mais automaticamente me ocorreu e não me ocorre uma frase que merecia ir para Times Square, mas esta importância de nós desaceleramos e aproveitarmos o presente.

E se calhar um convite a isso, um convite a desacelerar e estarmos verdadeiramente presentes, no aqui e no agora, como algo importante para pensarmos.

Foi assim o que me ocorreu agora.

Não é muito sexy a ideia.

A ideia não, a ideia é capaz de ser, mas a frase…

 

A ideia é por aí.

Eu acho que a ideia é super sexy, porque se efetivamente for ouvida pelas pessoas e posta em prática e implementada, não poderia ser mais sexy.

Acho que se calhar, a chave, não é?

Aquela conexão e espiritualidade agora mais moderna, que está a ficar na moda do mindset.

Começa a estarmos presentes e conseguirmos fazer um scann às nossas emoções e observarmos o que está a acontecer agora, não estarmos distraídos com o telemóvel, estarmos à procura daquela notificação ou aquele scroll que coisa desinteressante é que nos pode ocupar mais 1 segundo.

 

Tem mesmo a ver com essa lógica do estarmos ligados ou estarmos desligados daquilo que se passa à nossa volta.

E a experiência do contacto com a realidade, vai realmente ser diferente.

E a diferença pode estar entre sermos pessoas mais reativas, às situações e às interações.

Opções muito mais conscientes e essa consciência de estarmos sintonizados connosco e com tudo o que se passa à nossa volta.

Vai nos trazer uma sensação de preenchimento e de satisfação, verdadeiramente valiosa, não é?

 

Muito bem.

Olha, nos últimos anos que nova crença, comportamento ou hábito mais melhorou a tua vida?

 

Só fazes perguntas difíceis!

 

Porque eu acho que tu consegues responder.

 

Se calhar, vindo disto do que estávamos a falar, uma coisa que me tornei mais… vou fizer exigente comigo, foi precisamente esta importância de me disciplinar. Não estar sempre a pensar no que vem a seguir. Em termos gerais.

Ou seja, a importância de limitar muito bem as várias esferas da vida e não querer de chegar a todo o lado, ao mesmo tempo. E encontrar espaço, também pegando naquilo que falávamos há bocadinho, isto também foi algo que tenho trabalhado imenso.

Encontrar espaço para mim, para os meus balõezinhos de oxigénio.

E portanto esta importância de não me esquecer que há aqui uma Inês.

Além da Inês mãe, além da Inês psicóloga, além da Inês que escreve livros.

Os meus balõezinhos de oxigênio e tornar-me muito exigente comigo, na importância de eles existirem de uma forma permanente, no meu dia a dia. Nos cabos, vamos dizer assim.

 

Genial. Ok.

Muito importante essa questão também das várias âncoras, que nos seguram e que é super fácil de esquecer se não tivermos um método ou se não nos disciplinarmos para isso, não é?

Olha, que conselhos darias a um jovem casal com crianças pequenas, ou que tivessem a planear em ter um bebé?

O que é que achas que devíamos ter ouvido?

Ou então se calhar, um conselho que daria a ti própria, enquanto pré mãe ou mãe de primeira viagem…

O que é que achas que te faltava saber nessa altura e que só mais tarde, vieste a descobrir?

 

Ui, há tantas coisas.

Não, mas se calhar há 3 ou 4 coisas que podemos realçar.

Uma é a inspiração que abre o crescemos juntos, que é que, não há pais perfeitos e esta é uma boa ideia para nós abraçarmos a caminhada da parentalidade. Temos consciência que a perfeição é uma impossibilidade, quando falamos da parentalidade.

E portanto sim, podemos e devemos estar alinhados com aquilo que é importante para nós.

Com os tais nossos valores e tentar dar todos os dias o nosso melhor, Mas perceber que a perfeição não é uma possibilidade.

Depois aqui como falávamos há pouco, das nossas várias férias do nosso ser. Um jovem casal que decide ter filhos, lembrar-se que apartir do momento que nascem os pais, não desaparece por exemplo, o casal. E não desaparecem eles enquanto pessoas.

E refletirem com este plano, como é que vai ser quando o nosso filho nascer, onde é que vai ficar o casal, quais vão ser os momentos do casal. E quais vão ser os momentos teus, só teus e que curiosamente são fundamentais para tu te tornares numa melhor mãe ou num melhor pai.

Muitas vezes vivemos aqui nesta sombra da culpa do: se eu for ao ginásio e deixar o meu filho em casa um bocadinho, ou se for dar uma caminhada e ter com um amigo, estou a ser uma péssima mãe.

Não!

Pelo contrário.

Estou a investir no meu bem estar e para eu poder cuidar bem de alguém, eu também tenho de estar bem.

Portanto esse jovem casal, poder apostar aí nesse espécie de planeamento e perceber que aquele filho vai ser a prioridade, mas para ele ser a prioridade há outras fatias das suas vidas às quais tem de dar muita atenção.

E daqui decorre a importância da comunicação, sempre em qualquer relação, naturalmente.

E da comunicação constante em termos de ansiedade, em termos de partilha de dúvidas, de receios e associar se calhar, a estes receios, a noção também que há sempre aqui um ideal e que ele quer o confronto com a realidade.

E portanto contam-nos muitas histórias cor-de-rosa, em termos de parentalidade. Mas a realidade por muito que se planeie, a realidade vai-se construindo e nem sempre são feita coisas, o prazer é sempre o máximo, não é?

Mas temos de preparar aquilo que idealizamos e aquilo que depois vai ser a realidade, às vezes há aqui, um gap. Para o qual ninguém nos preparou.

 

Totalmente.

Olha, que más recomendações é que costumas ouvir na tua profissão? Ou relacionadas com a tua profissão? Ou com a parentalidade?

Às vezes há ruído, acredito que há coisas que te façam…que te arrepiam um bocadinho.

Queres escolher uma, para quem nos está a ouvir?

 

Eu acho que procuro não ver essas coisas.

Precisamente para não criar cócegas.

Existirá. E tu se calhar estás-te a lembrar de alguma coisa, ou em algumas coisas no qual já terás tropeçado.

Há muito ruído, há muita informação.

Está muito acessível a todos nós.

Acima de tudo é importante conseguirmos filtrar as fontes, da informação que recolhemos.

 

Claro que tendo em conta ao que os meus colegas de profissão vão dizendo, vão fazendo, mas não consigo, de todo, apontar aqui o dedo, isto é um erro crasso que foi dito, não.

Mas deixo se calhar esta recomendação, para enquanto pais podemos sempre ter atenção de qual é a fonte da informação, que estamos a pesquisar.

Porque isso pode ser determinante e depois muitas vezes também nos confrontamos com as informações que podem ser, que podem não ser muito concordantes logo à partida, isto não significa que as duas sejam informações erradas, ou informações imprecisas.

Porque muitas vezes, tem a ver com aquilo que nos faz mais sentido, que se ajusta melhor à nossa realidade.

E portanto temos esta sensibilidade.

De ok, procurar informação, mas que possa ser mais credível possível.

E quando aquilo deixa dúvida.

Ninguém nos impede de ir perguntar, pesquisar num outro sítio, com uma outra pessoa.

 

Claro.

Olha e quando te sentes assoberbada ou com falta de foco.

O que é que tu fazes?

Que tipo de perguntas é que te colocas, nessas alturas, para te voltares a centrar?

 

Paro. Em primeira instância.

Nesta noção que tenho de ter consciência que…

 

 

Quanto tempo é que te demoras a parar?

Quão fácil é para ti reconheceres isso?

É porque às vezes para mim passam-se meses, estou na máquina de lavar e demoro imenso tempo a dizer que estou a fazer imensa asneira, imensa cagada, tenho de parar aqui algum lado.

 

Acho que não demoro muito tempo, Nuno.

Precisamente por aquilo que há bocado dizíamos de nos esforçar para os tais momentos de pausa e olhar para dentro.

Quando entro no piloto automático, não demoro muito tempo a perceber lo.

Mas há pequenos sinais, não é igual em todas as pessoas, mas há pequenos sinais.

Ou porque ficamos mais rabugentos ou porque ficamos mais impacientes ou porque a nossa capacidade de foco…

Estes exemplos que vou dizendo, é um bocado daquilo que vou experienciando.

Ou porque a capacidade de foco se perde, porque o cansaço físico está lá.

Porque a mente se dispersa com uma facilidade maior.

Portanto isto são pequenos sinais de alerta que reconheço em mim e são os que eu sei parar.

Parar, muitas vezes temos de fazer escolhas e trazer as prioridades ao de cima.

E arrumar aquilo que estamos a fazer e que temos para fazer.

Portanto, essa noção do too much, não é?

Esta noção de demasiada coisa acontecer é: eu reconheço muito bem e quais são os sinais disso em mim.

Portanto todos nós reconhecemos.

Quais são os sinais individuais que eu tenho, de alerta.

Para depois poder parar e tomar, fazer escolhas, tomar decisões.

 

Ok.

E tu nas perguntas, às vezes quando paras tens algum método ou alguma forma de te centrar ou se calhar na tua profissão se já existem perguntas por defeito, que nós devemos começar por elas, ou não?

 

Este parar e observar é muito sem perguntas pré determinadas.

Mas se tivéssemos que meter lá com algumas legendas, é: repara naquilo que estás a sentir, NO SENTIR, não é?

É o cansaço físico, é o vazio, é o aceleramento.

Repara o que estás a sentir.

Não é bem uma questão, é mais um desafio e depois a pergunta seguinte é o que tu precisas, agora.

 

Ok.

Essa é boa.

Se calhar não me lembrava disso.

 

Olha Inês, eu não tenho mais perguntas para ti.

E nós tivemos aqui alguns comentários, as pessoas basicamente agradeceram a iniciativa.

Se calhar nas próximas vezes, vamos divulgar isto um bocadinho mais.

Este é o nosso primeiro podcast.

E eu estava aqui um bocadinho nervoso.

Portanto não devia divulgar isto com muita energia.

Se calhar no próximo já vamos tentar angariar aqui uma audiência maior e deixarmos um espacinho maior para as pessoas fazerem perguntas.

Agradecer a tua disponibilidade, isto é um domingo.

Tiraste tempo à tua família.

Foi um previlégio.

Super obrigado pelo teu tempo.

E pelas questões que nos vão agora fazer a todos refletir.

E fica já um convite para uma próxima vez.

E se puderes vir muitas e muitas vezes, nós aceitamos.

 

E eu tenho a agradecer muito o desafio, não é?

Porque sabes que sou incapaz de dizer que não a estas coisas e retirei um bocadinho da famílias, mas sei que este bocadinho também foi bom para nós.

Vai a seguir compensar a família, em qualidade, lá está.

Da qualidade e não só na quantidade de tempo.

Estes desafios, são deliciosos, portanto bora lá aos próximos.

 

Olha, nós estamos confinados.

Não podemos fazer isto frente a frente.

Se calhar o que falta, o que fez mais falta nesta nossa conversa foi o nosso abraço final.

Mas deixamos para quando for mais seguro.

Recebe daqui o meu abraço virtual, está bem?

 

Recebe o meu.

 

E muitos beijinhos e até breve.

 

Beijinhos!

Até breve! Bom domingo, Nuno!

Tchau

Parentalidade Consciente

Inês Afonso Marques

#parentalidadeconsciente #inesafonsomarques

brincadeiras, crianças, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Crianças 3 – 5 anos

Top 10 Brincadeiras Crianças 3 – 5 anos

 

Acabadinhas de chegar, as imperdíveis 10 brincadeiras e estímulos para as crianças entre os 3 e os 5 anos. http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

O tempo passa rápido, não é? Ainda ontem nasceu e hoje o seu filho já se está a preparar para a entrada na escola! Nesta fase, há muitas competências motoras em desenvolvimento e aperfeiçoamento, como a pontaria, o equilíbrio e a força, assim como competências sociais, por exemplo, o saber esperar pela sua vez. Esta idade dos porquês e curiosidades também é acompanhada por um importante desenvolvimento emocional que precisa de umas boas doses de compreensão, paciência e encorajamento nas conquistas por parte do adulto.

Com brincadeira e movimento tudo se torna mais fácil! E por isso a Professora Carolina apresenta-nos um conjunto de atividades desafiantes e divertidas que irão ajudar a desenvolver o corpo e a mente do seu filho, entre os 3 e os 5 anos.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras e Estímulos 00:00

Brincadeira #1: Jogo da batata quente 01:16

Brincadeira #2: Caixa comilona 02:02

Brincadeira #3: O pedregulho 02:55

Brincadeira #4: Segue o Gymbo 04:10

Brincadeira #5: Andar engraçado 05:25

Brincadeira #6: Empilhador 06:29

Brincadeira #7: Escondidas 07:20

Brincadeira #8: Rocha mágica 07:58

Brincadeira #9: História a dois 08:51

Brincadeira #10: Basquetebol com meias 09:42

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite-nos no nosso site em http://www.gymboreeclasses.pt

Siga-nos nas nossas redes sociais – Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal – Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt – LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

#brincadeiras #estímulos #top10

Olá, eu sou professora Carolina e estou aqui para lhe mostrar um conjunto de brincadeiras desafiantes e divertidas para as crianças entre os 3 e os 5 anos.

 

Está pronto para a ação?

Hora 321, vai começar!

E não se esqueça de se inscrever no nosso canal.

 

Entre os 3 e os 5 anos, estão em desenvolvimento e aperfeiçoamento algumas das competências motoras da criança, como o equilíbrio, a força e a pontaria.

Ao mesmo tempo que algumas competências sociais também vão se fortificando, por exemplo, a criança saber esperar pela sua vez.

É um grande desafio para ela!

Nesta idade, também há muito porquês. Muitas curiosidades, acompanhados por um desenvolvimento emocional, que exige e carece de muita compreensão, paciência e também o reforço positivo por parte do adulto quando a criança consegue conquistar aquelas suas metas.

Com movimento, com diversão tudo fica mais fácil…

Pois fique aí!

Estão aqui as 10 melhores brincadeiras para as crianças entre os 3 e os 5 anos.

 

A primeira dica é o jogo da batata quente.

Já todos provavelmente conhecem.

Podem começar por, fazê-lo com um balão, por ser mais leve e também permitir que a criança consiga antecipar a chegada do balão e coordenar os seus movimentos para poder agarrar e rapidamente soltar.

Este jogo vai promover a sua coordenação olho-mão, assim como também a socialização.

Podem variar no tipo de bola, mais pesada e também de diferentes texturas e aqui vai se gerar a diversão pela rapidez com que a criança tem que lançar o balão ou a bola para a outra criança ou para o adulto.

Divirtam!

 

E a dica número 2, chama-se caixa comilona.

Esta caixa dos brinquedos, está cheia de fome e nós vamos dar-lhe de comer e assim arrumar os brinquedos espalhados aí por casa.

Assim, por exemplo, ajudar a criança a arrumar os brinquedos de forma divertida.

Vamos lança com a tua mão bom1

Uop! Ye! Conseguimos dar de comer, à nossa caixa comilona!

Está a desenvolver assim a sua criatividade e poderá também perguntar-lhe, mais ideias sobre qual o nome a dar a esta caixa.

Será que é um monstro de bolachas e a bola é uma bolacha?

Bom!

Será muito divertido descobrirem as ideias que a criança tem para enriquecer esta atividade.

E assim sem querer, estão arrumar os brinquedos espalhados.

 

E a dica número 3

E a dica número três chama-se pedregulho.

Aqui o desafio será levar a bola, contornando os cones.

Está a desenvolver a força.

Pois é, sobretudo na parte superior do corpo da criança.

Vamos desafiá-la a levar a bola, contornando então o obstáculo, o que acaba também por desenvolver muito da sua coordenação em ambos os lados do seu corpo.

Podem também, desafiar a criança com uma bola a ser controlada nos pés.

E numa bola de futebol a criança conseguir levar a bola, contornando os cones.

Mais do que, estar com atenção se a criança consegue ou não cumprir o percurso tal e qual num oito e fazer sem tocar nos cones.

Bom, vão se divertindo e desafiando aos poucos e poucos, à medida do que a criança é capaz de fazer.

 

A quarta sugestão é é é…

Vamos para a quarta sugestão.

Segue o Gymbo!

O Gymbo vai dar as indicações, ou seja, o adulto e a criança podem escolher uma sequência de três movimentos e repeti los.

Quando o adulto der a ordem, por exemplo, bater uma calma. Juntos fazem essa sequência de movimentos que combinaram.

Podem então depois ser a criança, a fazer um gesto e fazerem a sugestão, então de sequência de movimentos que terão acertado.

Neste caso, vou sugerir, estes três movimentos seguidos.

Ora vejam!

Como o Gymbo vos diz para fazer.

Então, senta!

Põe-te de Joelhos! Uh!

De joelhos.

E levanta-te, ok?

Senta, de joelhos e levanta-te!

Boas brincadeiras.

 

E vamos para a dica número 5.

Esta brincadeira, vai desafiar o equilíbrio da criança.

Então a ideia é colocar uma fita colorida no chão, pode usar uma fita adesiva e colar no chão ou desenhar com um giz caso seja na rua. Ou ainda com uma fita neste caso, de cetim, desenhar então uma linha no chão, para que possam percorrer essa linha de forma divertida.

Este será um percurso divertido, em que a própria criança poderá dar as suas sugestões de como caminhar de forma engraçada, em cima desta linha.

Algumas das ideias serão por exemplo, inicialmente, sempre com os pés portanto em cima da linha e aqui está o equilíbrio. Caminhar em cima da linha sempre com os pés lá em cima.

Outra sugestão poderá ser ir aos os saltos, em cima da linha.

Ou ainda poder ir com um pé de cada lado, a caminhar no sentido da linha.

 

E esta é a dica número 6.

O jogo do empilhador.

De que forma podemos empilhar este caixote? Como é que vamos fazer?

Bom, posso levá-lo na minha mão e fazer um percurso com o caixote na mão.

Posso transportá-lo nas minhas costas?

Vamos experimentar.

Com a ajuda do adulto, a criança poderá levar a caixa nas costas e fazer o percurso de gatas.

Posso também, colocá-lo nos meus pés?

Deitando de costas no chão, tentar equilibrar o caixote nos pés.

Oh, que grande desafio! Será que posso largar? Ooop! Yeee!

Bom.

Gymbo, temos muitas ideias para explorar no jogo do empilhador.

 

E esta é a dica número 7.

O tradicional jogo das escondidas.

Pois é!

Este tradicional jogo. E tão conhecido de todos, que as crianças adoram brincar, têm inúmeros benefícios ao nível cognitivo, pois envolve a contagem exige que a criança esteja à escuta e portanto atenta. E depois a procura de lugares lógicos, por onde alguém se pode esconder.

Há uma outra variante de um jogo das escondidas, em que escondemos um objeto.

Hmm.

E com pistas de: quente, frio. Vamos ajudar a criança encontrar o objeto escondido.

Divirtam-se!

 

E a sugestão número 8, é o jogo da rocha mágica.

Como jogamos à rocha mágica?

Então é assim..

Eu faço de conta que sou uma rocha, e a criança vai dar uma sugestão de algo em que me devo transformar.

Se o Gymbo fosse a rocha…

Rocha mágica rocha mágica, transforma-te num coelho!

Como salta o coelho?

E juntos iremos fazer de coelhos.

A saltar.

A fazer mesmo, gestos da partes do corpo do coelho.

Portanto este jogo desenvolve a criatividade para além da sua motricidade global.

 

Contar uma história a dois, é a sugestão número 9.

Poder partilhar o momento da história com o seu filho, será maravilhoso ouvir as suas ideias.

Como é que a história se desenrola para além do que está escrito no próprio livro.

Será muito divertido ouvir as ideias da criança e poder incorporá-las nesta história, que até já podem ter ouvido muitas vezes e a criança já lhe pode ter perdido muitas vezes para contar a mesma história, mas acabamos sempre por descobrir alguma coisa diferente, por poder contar a história de uma outra forma e ainda poder então incluir ideias da criança para completar.

À medida que vai contando, poderá ir perguntando.

O que achas que vai acontecer a seguir? E se fosses tu? O que é que tu fazias?

Muitas perguntas, vão ativar ainda mais a curiosidade da criança e poder desenvolver o seu cérebro.

 

E chegamos à dica número 10.

Com um jogo de basquete, com meias.

Só precisa de um cesto e de alguns pares de meias, de diferentes tamanhos, para estimular as competências da criança, também para avaliar a força que precisa de fazer para lançar as meias, conforme então o peso dela, a sua dimensão, calcula a distância para que conseguir acertar no alvo.

Neste caso, poderá então começar com meias mais pequeninas e desafiar a criança a acertar no cesto.

Uau! Muito bem! E esta, um bocadinho maior vamos lá ver se tu consegues! Up! Oh, oh! Hm!

Vamos tentar outra vez? Com uma igualmente grande. Uau! Vamos lá ver se desta vez tu consegues. Uau! Muito bem!

Pois é.

Este jogo acaba por desenvolver a capacidade da criança calcular então a distância. Desenvolve a sua pontaria.

E está a estimular estas pequenas competências matemáticas, de.. A força que tem que fazer, também em termos motores, como é que tenho que me posicionar, para conseguir acertar no alvo.

Será um desafio cheio de boas estimulações.

 

Este foi o nosso top 10 de brincadeiras para as crianças entre os 3 e os 5 anos.

Gostou?

Foi fantástico!

Cheio de animação e muito movimento.

É isso que se quer!

Então não deixe de gostar, de partilhar, subscreva o nosso canal para não perder as nossas novidades.

 

brincadeiras, crianças, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Crianças – 28 a 36 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 28 a 36 meses

 

 

Já chegou o melhor conjunto de brincadeiras e estímulos para as crianças entre os 28 e os 36 meses! ? http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

As crianças estão a desenvolver a sua capacidade para estabelecer relações lógicas entre ideias. As suas brincadeiras do faz de conta incluem mais sequências lógicas e ideias mais complexas. Assista a este vídeo e confira as 10 sugestões de brincadeiras, com garantia Gymboree Play&Music!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Histórias com roupas 00:44

Brincadeira #2: Momento da leitura 01:26

Brincadeira #3: Passeio pela selva 02:00

Brincadeira #4: Piquenique 02:57

Brincadeira #5: Receitas simples 03:43

Brincadeira #6: Cartas 04:56

Brincadeira #7: Fantoches 05:41

Brincadeira #8: Sementinhas 06:24

Brincadeira #9: Caixa de areia 07:10

Brincadeira #10: Pasta de papel 07:54

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite-nos no nosso site em http://www.gymboreeclasses.pt

Siga-nos nas nossas redes sociais – Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal – Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt – Linkedin: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

 

Olá, o meu nome é Catarina. E vou vos apresentar o top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 28 e os 36 meses.

 

Nesta fase, é o aprender a pensar logicamente.

As crianças estão a desenvolver a sua capacidade para estabelecer relações lógicas entre ideias.

As suas brincadeiras do faz-de-conta, incluí mais sequências lógicas e ideias mais complexas, por seres imaginários, ganham vida através da literatura ou dos livros de histórias, da exploração do equipamento e de atividades de grupo.

Vamos descobrir quais são as nossas brincadeiras?

 

Nesta primeira brincadeira vamos trabalhar o pensamento…

Nesta primeira brincadeira vamos trabalhar o pensamento simbólico e a linguagem.

Arranje uma caixa com roupas, pode ser camisas velhas, aventais, chapéus, meias, o que tiverem aí por casa.

Incentive o seu filho a explorar a caixa e atirar cada objeto que está lá dentro e descubra qual será a história que ele vai inventar, ou explorar, ou pensar ou se se lembra de uma história que já tenha lido.

E dramatizem os dois 2 em conjunto, nesta aventura no mundo da caixa, com diferentes objetos do nosso dia a dia.

 

Nesta segunda brincadeira vamos promover a literacia, os conceitos e o pensamento simbólico.

Conte uma história ao seu filho e pergunte-lhe o que vai acontecer a seguir.

E quais as suas ideias na narrativa.

Isto ajuda na construção do pensamento criativo e também da imaginação.

Para além de ajudá-lo a desenvolver a literacia, e também o pensamento lógico.

E fique horas, o tempo necessário para a sua criança saiba desenvolver esta história para além do que consta os nossos livros.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar o pensamento simbólico e a motricidade global. E vamos fazer um passeio pela selva.

Pergunte à sua criança o que necessita para este passeio e arranje tudo o que é necessário mesmo que seja apenas à base da imaginação.

Por exemplo, desafie o seu filho a dizer: vamos passar silenciosamente pelo leão. Como é que nós vamos conseguir fazer isso?

Vamos colocar-nos em biquinhos dos pés e passar rapidamente antes que o leão acorde.

E depois chegamos à parte do rio.

Será que conseguimos ir ver os peixes? Vamos nadar com os peixes!

E faça os movimentos dos braços, como se tivesse mesmo a nadar dentro da água.

Incentive o seu filho a que ele partilhe consigo as suas ideias deste passeio na selva e que seja ele também a liderar, a dizer o poderão fazer ou qual é o animal que vão passar, ou estão a ver neste momento.

Nesta brincadeira, vamos promover o pensamento lógico e o contacto com a natureza, faça um piquenique.

Encha com o seu filho, uma mochila ou um cesto com tudo o que é necessário para realizar um piquenique e vão para um jardim ou para o quintal ou uma mochila ou um cesto. Pergunte-lhe o que é necessário levar e para onde levar.

E perceba se ele quer liderar esta brincadeira, este contacto com a natureza que acaba por ser não tão paginação, mas também real.

E desfrutem deste momento.

Arranjar tudo, e pensar para onde levar e o que levar, promove o pensamento lógico e também o contacto com a natureza é sempre importante para as nossas crianças.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento lógico e a se a…

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento lógico e a sequencialização.

Prepare uma receita simples com seu filho.

Serão receitas simples, em que a criança o poderá ajudar, a mexer, a deitar ou a espalhar.

Mostre-lhe a receita ou as instruções e vá assinalando as palavras à medida que as lê.

Converse sempre sobre a sequência das atividades antes e durante a sua preparação.

Primeiro, vamos deitar o leite, de seguida com a colher vamos mexer e depois com o garfo ou com a colher, vamos espalhar e vá desenvolvendo cada receita lentamente para que a criança o ajude.

Evoluir as crianças nas tarefas domésticas ou ajudar na cozinha é muito benéfico, porque todas as crianças querem ser parte de a equipa ou de ajudar nas tarefas domésticas e é sempre muito importante para as crianças também socializarem e aprenderem a sequência e quais são as regras que temos de ter, também segurança e não só na cozinha.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a criatividade e a linguagem com as nossas cartas.

Brinque aos correios, que no marco do correio a partir de uma caixa de cartão.

Crie uma ranhura no topo da caixa, para inserir os envelopes e as cartas e pequenos saquinhos de feijão que pode fazer, com um saquinho de plástico e colocar o feijão lá dentro.

Encoraje a criança a escrever cartas para a família e amigos e a colocá-los no marco do correio.

A criança poderá, mesmo fazendo uma carta que poderá enviar-nos correios verdadeiros e vão com ela e desfrute desta experiência imaginária e real ao mesmo tempo.

E quem sabe, no Natal, seja ela própria a escrever a sua carta para o pai Natal.

 

Nesta brincadeira, vamos promover as competências sociais, a dramatização e também a criatividade.

Como?

Vamos convidar os nossos amigos para fazer fantoches. Usando sacos de papel ou meias sem pares.

Ajude o seu filho e os seus amigos a fazer fantoches, usando marcadores, fios, pompons e botões.

Vamos lá Gymbo!

Quando tiver terminado, as crianças poderão usar o seu o seu crescente pensamento criativo, assim como os seus regentes competências sociais, eloquente habilidade para cooperar e negociar para que criar histórias para dramatizar com os seus fantoches.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento sequencial e lógico, o contacto com a natureza e as competências linguísticas, plantando sementes. Ou relva, feijões, cenouras ou girassóis. Num vaso ou algures no vosso pátio.

Converse com seu filho em cada etapa, de forma que possa compreender a sequência envolvida.

Primeiro, colocamos terra no vaso. Depois enterramos o dedo para fazer um buraco com a semente.

Observem diariamente a plantação para verem como está a semente a crescer.

Atividades como esta, desenvolvem o conhecimento lógico e as competências linguísticas.

E quando as crianças exploram novos objetos, experiências e ideias.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade fina um bocado a imaginação.

Construindo uma caixa de areia nestes dias chuvosos.

Encha uma bacia, pouco profunda com cereais, arroz ou massa.

Dê umas colheres ao seu filho, paz, copos para que ele explore a areia ou a mexer, ou a tocar ou mesmo com as suas mãos, os seus dedos, têm de perceber a textura da areia, se tenta tirar da bacia ou não, se tenta fingir que depois a areia pode ser alguma coisa para ele comer, visto que estamos utilizar arroz ou massa.

Perceba quais são as ideias do seu filho ao brincar com estas areias nestes dias chuvosos que sabe tão bem estar em casa.

 

Nesta brincadeira, vamos promover o tacto, a criatividade e expressão artística, fazendo pasta de papel.

Poderá fazer alguma pasta de papel, colocando e desenrolando um rolo de papel higiénico para uma tigela ou para um balde de plástico.

Depois, adicione água com tintas laváveis, tintas não tóxicas e depois a pasta produz uma sensação tátil única e pode ser amassada e pode ser que também mudada para formar diferentes formas e deixe a sua criança explorar, esta pasta de papel. E também claro o adulto que se divirta com a criança, que também é muito importante estes momentos a dois ou a três ou a quatro em família.

 

Não se esqueça de subscrever o nosso canal para ter acesso a todos os nossos vídeos, dicas de brincadeira, canções, podcast e muito muito mais.

Não se esqueçam

Ficamos à vossa espera.

E claro não perca o nosso próximo vídeo de brincadeiras e estímulos.

 

 

brincadeiras, crianças, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

 

 

Programa Play Lab Academy para fazer em casa!

Tem um bebé entre os 22 e os 28 meses?

Assista a este vídeo e descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazerem juntos, com a garantia do Gymboree Play&Music!

Parabéns! A sua criança chegou à fase em que começa a pensar de forma criativa; aos poucos irá aprender a usar palavras, imagens e objetos (símbolos) para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias. Poderá observar isto enquanto brincam por exemplo aos jogos faz-de-conta. A brincadeira continua a ser um bem essencial do seu filho. É a forma que tem de aprender sobre o si próprio, sobre o mundo e as pessoas que o rodeiam. Por isso, incentive-o a brincar sempre (sozinho ou acompanhado, dentro ou fora de casa, em todo o tempo, lugar e circunstância).

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeira #1: Brincadeiras faz-de-conta 01:16

Brincadeira #2: Dança da luz 03:02

Brincadeira #3: Esconderijo secreto 03:55

Brincadeira #4: Vou-te papar 05:02

Brincadeira #5: Parar e avançar 05:51

Brincadeira #6: Mãos à obra 07:28

Brincadeira #7: Atira a bola 08:53

Brincadeira #8: Passeios a cavalo 10:50

Brincadeira #9: Da cabeça aos pés 12:28

Brincadeira #10: Copos mágicos 13:35

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Siga-nos nas nossas redes sociais – Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal – Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt – LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

 

Olá, eu sou a Patrícia professora Gymboree, bem-vindos a mais um top 10 brincadeiras e estímulos.

Desta vez para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Está pronto para brincadeiras super divertidas e benéficas para si e para o seu filho?

Então assista a este vídeo e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades!

 

Nesta fase as crianças aprendem a pensar de forma criativa.

Elas utilizam os símbolos, como as palavras, as imagens, os objetos para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias.

Muitas vezes nos jogos faz de conta.

Se observarmos uma criança a brincar, podemos ver a concentração a examinar cada objeto, o entusiasmo a cada esforço, a alegria que a radiam, quando conseguem atingir um determinado objetivo.

E isto demonstra que para eles brincar é um assunto sério. É a forma que eles têm para conhecer mais sobre si mesmos, sobre o mundo e os outros que os rodeiam.

Também para testar e puxar os limites das suas capacidades. Por isso enquanto brincam sigam os interesses da sua criança, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

Estas são as nossas dez sessões.

 

Começamos este top 10 brincadeiras e estímulos com as brincadeiras faz-de-conta.

E aqui cabem infinitas brincadeiras e jogos que podem fazer juntos.

A exploração de temas imaginários e as brincadeiras faz-de-conta promovem o pensamento simbólico, que é a verdadeira chave para a inteligência, porque permite que a criança formule as suas próprias ideias e usem a imaginação.

Estas brincadeiras também estimulam a linguagem e a interação com os pares.

Encoraje o interesse do seu filho por estas brincadeiras, disponibilizando-lhe diferentes materiais do cotidiano, por exemplo, aqui temos alguns objetos da cozinha como copos, tigelas, colheres, colher de pau, uma vassourinha adequada ao tamanho da criança, temos também uma mochila.

Tudo o que tiver por causa e que a sua criança possa explorar em segurança.

Deixe-a explorar à vontade e deixe-a guiar a brincadeira.

Em alternativa podem sempre brincar vestindo-se.

Aqui temos umas gravatas, um lenço, sapatos diferentes, uma mala, um chapéu e por casa abra um baú e tirem esses tesourinhas, que podem ser tão divertidos para a criança explorar e vesti mesmo que ela não seja capaz ainda de criar uma história com a roupa que escolheu.

Vai sempre gostar de se vestir e de se sentir diferente.

Uma outra brincadeira faz-de-conta, é brincarem aos animais, por exemplo, poderá fazer uma visita ao Jardim Zoológico com o seu filho.

Como?

Peça-lhe que estique o pescoço o mais possível como uma girafa, ou que corra mais rápido como uma chita ou que trepe por exemplo o sofá da sala como um macaco a trepar uma árvore. Ou então que nada no fundo do oceano, que é o chão da sala ou do quarto e divirtam-se.

 

Avançamos agora para a dica número 2 com a dança da luz.

Arranje uma lanterna com um botão de ligar e desligar fácil de manusear.

Depois escureça a divisão da casa onde se encontram.

Inicialmente, dirija a luz da lanterna para o teto, para os móveis, para si próprio, também para as diferentes partes do corpo da criança.

Depois deixe ser a criança a fazer esta dança da luz.

Poderá colocar uma música calma e assim deixar a criança expressar-se à vontade. Passado pouco tempo a criança irá sentir um enorme prazer, ao perceber que consegue controlar o movimento da luz. E assim estará a estimular não só movimento expressivo, mas também o seu sentido de competência.

 

E esta é a nossa dica número 3.

Construa um esconderijo secreto.

Poderão fazê-lo com uma caixa de cartão.

Por exemplo, recortando uma porta num dos topos, fazendo também alguns buracos que poderão ser as janelas e assim a criança será capaz de estar lá dentro da caixa e conseguir ver o que se passa cá fora.

Poderão fazer também este esconderijo secreto com uma tenda, utilizando duas cadeiras e um lençol.

À semelhança do que já fizemos num dos nossos vídeos anteriores, que deixamos aqui o link.

Encoraja o seu filho a encher este esconderijo com os seus brinquedos e livros preferidos.

E pergunte-lhe mesmo: o que é que vamos fazer nesta cave secreta?

E deixe o seu filho brincar e explorar à vontade, mas é importante que o adulto assumam um papel nesta história.

Rapidamente se vai a perceber que a criança vai transformar este esconderijo num ninho, num castelo, num avião, num carro, naquilo que ela conseguir imaginar. O que demonstra de facto a sua capacidade imaginativa e o seu pensamento simbólico.

 

Para a quarta dica de brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 a 28 meses, sugerimos transformar o seu filho num alimento.

Poderá ser uma banana, um cachorro-quente ou qualquer outro alimento.

Para isso precisa apenas de um lençol ou de um cobertor.

Primeiro, envolva a sua criança no lençol ou no cobertor, sempre com a cara destapada.

E depois faça um grande espetáculo a descascá-la, basta puxar gentilmente do outro lado do lençol para a desenrolar, em seguida coma-a.

Nham nham nham nham nham nham nham!

Com muitos beijinhos, abraços, cócegas e mordidelas.

Depois podem trocar de papéis.

Quantos alimentos conseguem fingir que são?

Puxe pela criatividade da sua criança e divirta-se muito.

 

Já estamos na dica de brincadeira número 5.

Crie uma banda, pára e avança.

Convide o seu filho a bater em algum objeto de plástico ou metal que tenha em casa.

Poderá ser um alguidar, ou um outro brinquedo, por exemplo aqui temos um pequeno tambor.

Vá dando pistas ao seu filho de quando é que é para tocar. E quando é que é para parar.

Poderá associar uma canção.

Por exemplo, vamos?

Toca toca toca, toca toca toca, toca toca toca toca toca até parar!

Paramos? Conseguimos parar?

É importante que o adulto demonstre a brincadeira e a repita várias vezes para que a criança consiga perceber, a dada altura até já vai antecipar o momento de pausa.

Deixamos também uma alternativa muito divertida que é a dança do Freeze.

Fica aqui em cima o link para vocês visitarem também.

Esta brincadeira pode parecer de fato muito simples, mas ajuda a criança a desenvolver a sua memória, atenção e concentração e também a sua linguagem.

Numa segunda fase, quando a criança já dominar este procedimento do pará e do avança, poderá dar pistas de uma outra forma, por exemplo utilizando sons ou então mostrando alguns sinais, por exemplo, o verde para tocar e o vermelho para parar.

Isto ajudará a criança a associar o símbolo, neste caso a cor, a um conceito, do avança e do pára.

O que constitui um marco muito importante para a preparação de leitura.

 

Nesta dica de brincadeiras e estímulos números 6, sugerimos colocar as mãos à obra.

Poderá fazê-lo através de brincadeiras do foro mais artístico, como pinturas de água, numa tarde quente, poderá dar à criança uns pincéis baratos, um baldinho de água e deixá-la pintar ou o passeio da rua ou uma parede colorida que tenha em casa.

A vantagem é que a água seca, e não há qualquer risco de sujar nada.

Uma outra opção, é dar à criança uma tina ou um pratinho com espuma de barbear. E deixar a criança explorar a sua textura, ou até mesmo fazer desenhos com ela, numa superfície que não a tenha qualquer problema.

Nesta fase, também pode dar início aos dotes culinários do seu pequeno, fazendo em conjunto com ele uma receita simples de pão. E deixando-o explorar a massa, enrolando a maçã, espalmando, cortando com peças de plástico não cortantes, verá como o seu filho está tão crescido que já é capaz de seguir uma a duas indicações que lhe sejam dadas e ajudar em algumas tarefas simples.

Todas estas atividades são muito valiosas para estimular a motricidade fina, a linguagem e a imaginação da sua criança.

 

Esta é a sétima dica de brincadeira.

O simples jogo de atirar e apanhar a bola.

A maioria das crianças consegue atirar a bola muito antes de a conseguir agarrar, de qualquer forma elas adoram envolver os seus bracinhos em bolas de árvore, por exemplo, as bolas de praia ou até mesmo os balões.

E com uma certa dose de prática e de paciência da parte do adulto ela será bem sucedida em atirar e agarrar a bola.

Poderão sentar-se frente a frente ou o adulto agachado e a criança de pé, para que estejam mais ou menos ao mesmo nível.

E inicialmente, o adulto pede à criança que ela atire a bola e assim o adulto demonstrará como se agarra.

Depois o adulto atira a bola à criança, e a criança irá tentar agarrá-la.

Isto vai demorar algum tempo, serão necessárias várias repetições para que ela consiga fazer.

Quando ela já for bem sucedida, poderão aumentar a distância que vos separa.

Se observarmos à lupa esta brincadeira tão simples, poderemos encontrar inúmeros benefícios, desde a socialização à promoção da motricidade global e da coordenação olho-mão.

Boa!

Apanhar a bola requer reflexos rápidos e um bom conhecimento espacial, o que demora ainda algum tempo a adquirir.

Esta brincadeira normalmente prende as crianças por algum tempo, o que demonstra também duas coisas muito importantes, a capacidade de resiliência que a criança tem e que vai desenvolvendo ao longo do tempo, isto de tentar e voltar a tentar até ser bem sucedido e por outro também a capacidade de manter o foco na tarefa, de facto poderá verificar que em algumas brincadeiras, a criança já consegue manter-se focada e concentrada durante mais de 30 minutos.

O que reflete também o desenvolvimento intelectual que é tão notório nesta fase.

 

Já chegamos à oitava sugestão deste top 10 brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança faxina se com imagens de cavalos, então dê-lhe a oportunidade de fazer um passeio a cavalo.

O adulto fará de cavalo apoiando-se com as suas mãos e os joelhos no chão.

A criança ficará sentada nas suas costas ou nos seus ombros, certifique-se que ela está segura e esteja sempre pronto a agarrá-la, caso ela se desequilibre.

Poderá começar por ficar nesta posição durante algum tempo para que a criança se sinta confortável também com a brincadeira, depois poderá baixar e subir a parte superior do seu corpo. Ou então balançar lado a lado para desafiar o equilíbrio da criança.

Por fim poderá então fazer mesmo um passeio pela divisão da casa onde se encontram.

Ihhh!

Vamos sair? Boa

Nesta fase a sua criança já caminha muito bem, mas isso não significa que eu sou equilíbrio esteja completamente desenvolvido enquanto gatinha ou balança lado a lado com a criança nas suas costas ou nos seus ombros, estimulam a ajustarem e a manterem o centro de gravidade a cada momento.

Para além de que, alarga a sua imaginação ao fingir que é um cavalo montado num cavaleiro.

Ao fingir que é um cavaleiro montado no cavalo.

Que disparate!

 

Estamos na reta final deste top 10 com a nona brincadeira.

Certamente que se recorda da música cabeça, ombros, joelhos e pés do original em inglês, head, shoulder, knees and toes.

Se não se recorda, não se preocupe.

Deixamos aqui também, a versão do nosso canal Gymbo for kids.

Esta é uma brincadeira muito simples em que terá apenas de cantar a canção e apontar com as duas mãos para as partes do corpo nomeadas.

Incentive a criança a fazer o mesmo, por isso será importante fazerem frente a frente.

Repita várias vezes a canção e vá aumentando o ritmo.

Será que a criança consegue fazer autonomamente a coreografia ou baralha-se?

Se for necessário, segure então nas suas mãozinhas e acompanhe ao longo da coreografia.

A música e a dança são de facto ferramentas muito simples e divertidas que estimulam fortemente o desenvolvimento infantil.

Por exemplo com esta canção e coreografia apenas, a criança trabalha a sua consciência corporal, a sua motricidade global, a sua memória, a sua audição e também a exploração do ritmo.

 

Vamos então à última sugestão de brincadeiras e estímulos deste top 10 para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança está tão crescida que certamente já reparou, que ela é capaz de procurar o seu brinquedo preferido exatamente no local onde deixou no dia anterior. E isto é resultado do desenvolvimento do conceito da permanência do objeto e também da sua memória. Portanto vamos continuar a estimular estes dois aspectos com o jogo dos copos mágicos, que é um autêntico desafio da memória.

Precisa então de dois ou mais copos.

Aqui temos três, com cores bastante distintas e um objeto que possa ser escondido por baixo dos copos, aqui temos umas castanholas.

É importante que a criança esteja a ver todo este processo.

Poderão estar lado a lado ou frente a frente.

Vamos colocar então as castanholas por baixo de um copo, pode ser do copo azul e vamos mover.

Olha, Gymbo onde estão as castanholas?

Independentemente da criança acertar ou não, é sempre importante que dê reforços positivos, por exemplo, se ela apontar para o copo laranja, podemos dizer: olha não está aqui! As castanholas onde estão? Vamos tentar outra vez? Ah! Estam aqui, muito bem! Vamos fazer de novo?

Repita várias vezes este jogo, porque certamente a sua criança irá gostar muito.

Tenha só em atenção que, enquanto mexe os copos não deverá mover nem muitas vezes nem demasiado rápido.

Porque este é um jogo que pode baralhar também os adultos, divirtam-se muito com esta brincadeira, enquanto estimulam a resolução de problemas e a memória do seu pequeno, mas também do adulto.

 

Terminámos por hoje o nosso top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Se gostou deste vídeo, não se esqueça de gostar, comentar, partilhar, subscrever o nosso canal e ativar as notificações para estar a par das nossas novidades.

Vemos no próximo vídeo, divirtam-se!

 

brincadeiras, bebé, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

 

 

Saiba quais são as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 16 aos 22 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://gymboreeclasses.pt/playlab-academy/

O seu bebé já está muito crescido. Agora o que ele mais gosta é de resolver problemas e ser bem-sucedido, por isso ao brincar ele explora tudo ao seu redor. O seu bebé está também a aprender vocabulário, por isso as brincadeiras baseadas nos opostos (ex.: cima/baixo), ajudam-no a adquirir novos conceitos de uma forma simples e divertida. Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras Bebé! 00:00

Brincadeira #1: Construir tendas 00:38

Brincadeira #2: Freeze 00:58

Brincadeira #3: Para e avança 01:27

Brincadeira #4: Labirinto da coordenação motora 02:03

Brincadeira #5: Pinhata 02:48 Brincadeira #6: Caça ao tesouro 03:21

Brincadeira #7: Marcha às cavalitas 04:00

Brincadeira #8: Oh Rosa arredonda a saia 04:28

Brincadeira #9: Será que cabes? 05:21

Brincadeira #10: Equilíbrio na tábua 06:26

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite-nos no nosso site em www.gymboreeclasses.pt

Siga-nos nas nossas redes sociais – Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal – Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt – LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

#playlab #Brincadeiras #parentalidade

Olá, o meu nome é Catarina e vou-vos apresentar o top-10 brincadeiras para crianças entre os 16 e os 22 meses.

 

Nesta fase, as crianças aprendem e resolvem problemas de forma eficaz.

Usando os temas opostos, dá um contexto divertido para que as crianças aprendam resolver os problemas de forma eficaz, como por exemplo, dentro e fora, cheio e vazio, ou por cima ou por baixo.

Para além de promover o desenvolvimento motor, social e cognitivo.

 

Nesta primeira brincadeira, vamos trabalhar a consciência espacial, construindo uma tenda. Empilhe almofadas do sofá ou coloque uma manta por cima de uma mesa de forma redonda ou sobre cadeiras.

As crianças pequenas adoram entrar em pequenos espaços, o que reflete o seu crescente conhecimento e fascínio pela consciência espacial.

 

Vamos brincar ao congela nesta segunda brincadeira.

Dê um lenço ao seu filho para que ele agarre um em cada mão, coloque uma música e incentive-lhe a dançar e a mexer os lenços.

Desafie estas capacidades de ouvir. E ficar atento quando a música pára os movimentos todos nosso corpo também vão parar.

Para além disso, estes movimentos padronizados desafiam o equilíbrio e a coordenação.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar a capacidade de seguir regras e também a atenção e a concentração.

Com o nosso jogo do pára, e do avança.

Diga à criança que pode começar a correr assim que ouvir a palavra: avança. E que, terá de parar de correr quando ouvir a palavra pára.

Estes dois conceitos opostos, vão trabalhar a resolução de problemas e também a concentração da criança para ver se a criança está atenta às duas diferentes palavras e se consegue compreender o conceito e qual é o objetivo de cada uma.

Por fim, altere o papel e peça à criança que seja ela a liderar e a dizer: pára e avança ao adulto.

 

Nesta quarta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade global, o escalar e também os conselhos em cima e fora.

Ponha uma fila de diversos objetos, para que a criança os possa subir e possa descer.

Bancos com uma pequena altura, diferentes degraus, almofadas no chão etc.

Enquanto supervisiona esta brincadeira, deixe a criança explorar o subir e o descer.

À medida que vai explorando os objetos, não se esqueça de dizer sempre os conselhos.

Em cima! E fora!

E deixá-lo a explorar este percurso, esta fila de objetos.

De diferentes maneiras pode passar por baixo ou então sempre passar por fora ou então passar por cima e depois tudo por fora ou ao contrário.

 

Nesta quinta brincadeira vamos trabalhar a coordenação hormonal com o nosso jogo da pinhata.

Coloque uma bola pendurada, insuflável e colorida de preferência, na área de brincadeira do seu filho a uma certa distância, mas que ele provavelmente a consiga alcançar.

Mas como é que o seu filho resolve este problema de tentar alcançar a bola?

Se se coloca em cima de algum degrau, se se coloca em biquinhos dos pés ou se simplesmente tira uma almofada ou algum objeto para a tentar alcançar e tocar na bola.

 

Nesta sexta brincadeira, vamos fazer uma…

Nesta sexta brincadeira, vamos trabalhar a resolução de problemas e permanência do objeto.

Vamos fazer uma caça ao tesouro.

Onde estará o tesouro do seu filho?

Esconda um objeto especial que seu filho gosta da sua área de brincadeira para ver se ele consegue encontrar.

Inicialmente, esconda o objeto num espaço visível e à medida que as capacidades de resolução de problemas e de encontrar objetos se tornam mais sofisticadas, pode aumentar gradualmente este desafio de esconder, para que o seu filho encontre o seu objeto especial.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar noção espacial e também a liderança.

E vamos marchar!

Coloque uma música aí em casa, do estilo marcha, colocando o seu filho às suas cavalitas nos ombros e marche pela casa.

De seguida tire o seu filho, coloque-o no chão e deixe que ele lidere este momento de marcha e veja se ele lhe dá indicações para onde seguir ou então se simplesmente quer voltar às cavalitas dos pais.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o tacto e a linguagem com a nossa Rosa arredonda a saia.

Segure uma manta ou um mini paraquedas sobre a cabeça do seu filho enquanto ele se encontra sentado ou em pé.

E baixe e eleve gentilmente o mini paraquedas ou a manta.

De seguida ande à volta, por cima de seu filho e veja se ele consegue alcançar o mini paraquedas ou a manta. E pode sempre cantar a música da Rosa arredonda a saia.

Oh Rosa arredonda a saia! Oh Rosa arredonda-a bem! Oh rosa arredonda a saia! Olha a roda que ela tem!

E no fim, baixar e a esconder o seu filho por baixo da manta ou do mini paraquedas ou se quiser também cantar outra música, enquanto anda à volta, pode sempre experimentar e divertirem-se.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a consciência corporal, consciência espacial e a resolução de problemas.

Como?!?

Será que cabes?

 

Arranje algumas caixas de cartão de diferentes tamanhos, ou as suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro.

E outras suficiente grandes para que ele se consiga sentar no interior.

Para trabalhar a consciência espacial, coloque estas caixas de cartão em fila e deixe o experimentar e pergunte-lhe: será que cabes dentro da caixa? E te consegues sentar?

Deixe o experimentar à vontade, porque esta é uma atividade muito importante para a resolução de problemas.

E veja se ele por si só, quer alterar o tamanho ou então também se começa pela mais pequeninas ou pelas maiores para ver se cabe.

E se perceber que mais pequenas não cabe, se coloca a seguir das grandes, para tentar perceber se aí vai conseguir caber dentro da caixa. E se quiser também pode se colocar dentro da caixa grandes e dizer: eu caibo!

Ou então.

Será que tu cabes?

 

Nesta última brincadeira, vamos trabalhar a curvação bilateral, o equilíbrio e a confiança construindo uma tábua de exercícios.

Coloque no chão uma linha de 1 metro ou uma fita adesiva.

Nós aqui temos um lenço.

Ou então se quiser, uma tábua de madeira.

Inicialmente ajude a criança a passar esta linha, segurando na mão. E depois encoraja a experimentar sozinha e explorar esta linha ou esta tábua de madeira.

E vamos ver como é que ela adquire o seu equilíbrio e também a sua coordenação bilateral.

 

Divirtam-se sempre nestas nossas brincadeiras.

Não se esqueça de se subscrever o nosso canal, para estar sempre atento e receber todas as notificações sobre todos os nossos vídeos, de podcast ou também de atividades e muito mais.

Esperamos por vocês num próximo vídeo!

 

Take 2!

top 10, brincadeiras, Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

 

 

Veja quais as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 10 aos 16 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Esta é uma fase única na vida do seu bebé. Ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar com ajuda ou sozinho, comunica muito bem com gestos, expressões, movimentos e sons. Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá entrar num período de desorganização (também conhecido por birras). E toda esta turbulência é despertada por um novo objetivo – andar, falar e adquirir independência!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras para bebé 00:00

Brincadeira #1: Viagens de cobertor/cesto da roupa 01:11

Brincadeira #2: Explorar e regar 03:00

Brincadeira #3: Escondidas 03:56

Brincadeira #4: Atirar meias e bolas ao cesto 05:28

Brincadeira #5: Percurso de obstáculos 06:35

Brincadeira #6: Construção e desconstrução da torre 07:48

Brincadeira #7: Dançar juntos 08:42

Brincadeira #8: Treino com bola pilates 09:58

Brincadeira #9: À procura da luz 11:59

Brincadeira #10: Ler 13:02

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite-nos no nosso site em www.gymboreeclasses.pt

Siga-nos nas nossas redes sociais –

Facebook: https://pt-pt.facebook.com/gymboreeportugal

Instagram: https://www.instagram.com/gymboree.portugal/?hl=pt

LinkedIn: https://pt.linkedin.com/company/gymboree-play-&-music-portugal

#brincadeiras #bebé #bebés

Olá, eu sou a Patrícia, professora Gymboree e venho apresentar-vos hoje o top-10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

Terão brincadeiras simples, divertidas e carregadas de benefícios para fazerem juntos.

Ficou curioso?

Então fique connosco e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades.

 

Esta é uma fase única na vida do seu bebé, ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar sozinho ou com ajuda. Certamente já se expressa muito bem através dos sons, gestos e expressões que utiliza.

Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá sofrer alguma desorganização. Também conhecido por birras e choros!

E toda esta turbulência é despertada por três novos objetivos. Andar, falar e acima de tudo adquirir independência, enquanto brincam juntos observe o seu bebé, veja a eficácia com que tenta dominar as tarefas.

Acima de tudo, siga os interesses do bebé, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Vamos à primeira dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

O mais provável é que tenha em casa objetos como um cobertor ou um cesto da roupa. Estes objetos do cotidiano são dos brinquedos mais versáteis do mundo para os bebés. Com o cobertor, por exemplo, podemos fazer um passeio sentando ou deitando o bebé por cima do cobertor, podemos arrastar o cobertor em diferentes direções pelo chão da sala ou pela relva do jardim. Se juntar a esta brincadeira mais um adulto ou uma criança mais velha este poderá garantir que o bebé não toma para trás ao longo desta brincadeira.

E assim estaremos a desafiar o equilíbrio dinâmico do bebé de uma forma segura, mas também a estimular o seu tato e a discriminação visual.

Caso não tenha em casa um adulto ou uma outra criança, poderá utilizar em alternativa o cesto da roupa.

E assim será mais fácil de controlar os possíveis desequilíbrios do bebé pelo longo do passeio.

Mas para além disso o cesto da roupa tem muitas outras potencialidades de brincadeira. Poderá transformar-se num excelente forte, num mini parque, num berço para bonecas e também num andarilho.

Caso o seu bebé esteja agora a começar a andar, ou já ande mesmo, poderá colocar o bebé numa extremidade do cesto e o adulto fica na outra.

Coloque dentro do cesto alguns objetos ou brinquedos e depois inicialmente o adulto terá de puxar o cesto, para que o bebé perceba que é possível empurrar e andar ao mesmo tempo.

A partir daí será preciso oferecer alguma resistência, porque senão o bebé poderá sair daqui a correr com o cesto.

E assim estaremos a estimular a marcha, o equilíbrio e a força nos membros inferiores.

 

A nossa segunda sugestão de brincadeiras e estímulos, chama-se: explorar e regar.

Pois é, nesta fase o bebé adora imitar os outros, nomeadamente nas tarefas domésticas.

A imitação é um processo de aprendizagem muito importante para os mais pequenos nesta fase. E associando isto ao fascínio que tem pela água, pode imaginar o resultado certo?

E que tal deixarmos o seu filho regar as plantas lá de casa ou do seu quintal?

Poderá pegar num regador com água, segurar nas mãozinhas do bebé e mostrar como se faz.

Se for um bebé mais crescido, o adulto e o bebé poderão cada um ter o seu regador. Claro que a água não vai toda parar à planta, certamente poderá parar um pouco ao chão, aos pezinhos do bebé, mas ele vai gostar muito de se sentir uma pessoa crescida e fazer o mesmo que o pai ou que a mãe está a fazer.

 

Avançamos agora para a terceira dica de brincadeiras e estímulos.

O famoso jogo das escondidas.

Os conceitos de permanência dos objetos e das pessoas, ou seja, a ideia de que os objetos ou as pessoas continuam a existir mesmo que não estejam visíveis num determinado momento, ainda dominam o dia a dia da criança.

Por isso irá notar que as separações com os pais, quer seja durante o dia, quer seja durante a noite ao deitar, podem tornar-se um pouco mais difíceis.

O bebé adora esconder-se atrás de uma esquina atrás de um cortinado, mas não gostam quando são os pais que se afastam dele. No fundo ele quer controlar as separações.

Ajudar nesta fase, sugerimos então o jogo das escondidas com objetos ou com pessoas.

No primeiro caso, basta tampar um objeto que o bebé goste com uma manta ou uma fralda, depressa o bebé vai ser capaz de reconhecer os objetos através da sua forma.

Caso o bebé não consiga encontrar, basta tapar apenas uma parte.

Não se esqueça de fazer uma grande festa quando o bebé encontra o objeto escondido. Poderá ser também o adulto ou o bebé a esconder-se, mas aqui deixamos uma dica de ouro de Gymboree!

O adulto ao esconder-se, pode dizer: adeus!

E quando aparece pode dizer: olá!

Poderá fazê-lo também com outras línguas, dizendo: bye bye! Ou então: hello!

E uma maneira simples e divertida, ajuda o bebé a aprender novas palavras.

 

E esta é a dica de brincadeiras e estímulos número 4, para bebés dos 10 aos 16 meses. Junte algumas bolas leves e macias que tenha por casa, meias dobradas também servem perfeitamente e um cesto, ou um balde ou uma taça. Caso este objeto seja de metal será ainda mais interessante, porque vai fazer um barulho muito giro, quando as bolas aqui caírem.

À vez, adulto e criança vão atirar as bolas para dentro do cesto.

Boa! Agora é a tua vez! Ah! Muito bem!

Até que todas as bolas tenham desaparecido.

Depois também à vez, vão retirar as bolas e colocar no sítio inicial.

Desta forma estará a estimular a relação causa-efeito, a coordenação olho-mão, a capacidade de agarrar e largar do seu bebé, mas também a capacidade de esperar pela sua vez.

Durante a brincadeira, não se esqueça de responder às solicitações que o seu bebé faz e assim estará mostrar que o que ele diz é importante. E isso encorajo-o a comunicar cada vez mais,

 

Já estamos a meio do percurso com a  brincadeira número 5.

E por falar em percursos sugerimos isso mesmo, um percurso de obstáculos.

Liberte o conquistador que há dentro do seu filho. E explorem juntos um percurso com diferentes obstáculos motores, por exemplo, poderemos colocar alguns brinquedos no chão e ajudar o bebé a contornar.

Boa!

Evitando os vilões desta história, por exemplo.

Poderemos ajudar o bebé a subir e a gatinhar, ou a andar, de acordo com o que ele consiga fazer, neste monte Everest, que são as almofadas da sala.

Poderemos colocar também um túnel, que poderá ser uma caverna escura, ou uma cadeira em que o bebé passa por baixo ou uma caixa de cartão grande destapada pelos topos e assim o bebé conseguirá passar pelo meio.

Ou até mesmo, subirem a uma árvore, que poderá ser a cama ou o sofá da sala.

E assim o bebé chegará ao seu objetivo, que é o seu brinquedo preferido.

Este género de desafios ajudam o bebé a estimular várias capacidades motoras, nomeadamente o equilíbrio, a força, a coordenação e também o conhecimento do seu corpo e do espaço.

 

Para a sexta dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses, sugerimos um clássico e temporal.

Que é a construção e desconstrução da torre.

Este jogo pode ser feito com diferentes materiais, cubos de madeira, copos de plástico, caixas de comida de plástico, quaisquer objetos ou brinquedos que possam ser empilhados, a diversão está garantida. Assim como a estimulação da coordenação olho-mão, da motricidade fina e grossa e também da discriminação do tamanho e da forma dos objetos, mas não se esqueça, este jogo tem duas etapas. A tarefa árdua de construir a torre e a parte mais divertida, que é deita-la abaixo.

E para Isso poderá ser o bebé com suas mãozinhas a derrubar, ou então utilizando umas bolas ou uns saquinhos de feijão.

Pumba!

Divirtam-se.

 

Já estamos na sétima dica de brincadeiras e estímulos.

E desta vez sugerimos um baile entre o adulto e o bebé.

Claro que quantos mais participarem, mais divertido será.

Põe a música e dance com o seu filho.

Poderão colocar-se frente a frente, segurando nos dedinhos do bebé e dançar lado a lado por exemplo.

E se o seu bebé for mais crescido poderá também fazer uma roda, se for necessário de algum apoio, se não o bebé sozinho já conseguirá fazer.

Uma outra variante desta brincadeira pode ser dançar sentado.

Incentivar o bebé a imitar os gestos que o adulto faz, por exemplo, ir lado a lado mas sentado, ou rodar, ou levar os braços acima e abaixo.

Ou então, quase como o jogo do rei manda, podemos dizer vamos tocar nos pé.

Tchiki tchiki tchiki tchika!

Ou vamos abrir a boca!

Isto tudo claro ao ritmo da música.

O seu bebé já está tão crescido que já consegue perceber várias palavras ou frases, e por isso verá como ele consegue seguir uma orientação de cada vez, durante esta brincadeira e consegue organizar o seu corpo de modo a seguir essas mesmas indicações.

Que foi Gymbo? Queres brincar? Gymbo agora estou a treinar, não é para brincar!

Queres a bola de pilates? Ai! A bola de pilates é um equipamento de treino, não é um brinquedo!

Esta situação é lhe familiar?

Então deixamos com a dica número 8, brincadeiras que pode fazer com seu filho e a bola pilates, nomeadamente durante as pausas do treino.

Experimente sentar o seu bebé na bola pilates e fazê-lo saltitar. Com mais ou menos força de acordo com a vontade que o seu bebé demonstrar, poderá também fazer alguns movimentos do lado lado, para a frente, para trás ou também movimentos de roda roda.

Terá de segurar muito bem o tronco do bebé para que ele não se desequilibre e não caia.

E poderá cantar.

Salta salta salta, salta salta salta, salta salta salta salta salta até parar!

Ao repetir esta canção, o bebé a dada altura será capaz de antecipar o momento da pausa, e aí o pai ou a mãe poderão perguntar:

Queres mais? Outra vez? Sim? Então faz tu.

E aí verão como o bebé tentará mover a bacia ou as pernas para tentar saltar na bola, mas claro terá de precisar de ajuda do adulto para o fazer corretamente.

Boa!

Com os bebés mais crescidos, depois do um ano, poderão colocar o bebé em pé, na bola pilates e terão de o ajudar a equilibrar-se por cima da bola.

Esta brincadeira estimula não só o bebé, ao nível do seu equilíbrio do sistema vestibular, também da força do tronco, mas estimula também o adulto. Que por um lado fará um treino de braços ao segurar e fazer saltitar o bebé tantas vezes. E também um treino de abdominais de tanto rir em juntos com esta brincadeira.

 

Estamos a chegar à reta final deste top 10 brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

Vamos então à brincadeira número 9.

Para isso, precisa apenas de uma lanterna ou de um candeeiro assim deste género.

Se quiser aprimorar um pouco, poderá colocar um papel de tecido ou papel de seda colorido, por cima, e assim a luz ficará de uma cor diferente.

Estando atrás do bebé, o bebé poderá estar a gatinha por exemplo, ou a andar, dependendo do que ele consegue fazer.

Ligamos a lanterna e apontamos, por exemplo, para o chão.

Neste caso, estou a colocar os dedos à frente da lanterna, para que a luz não disperse tanto.

E portanto vamos incentivar o bebé a apanhar a luz.

Podemos apontar para o chão, para os objetos, para alguma mobília em especial e o bebé terá então de percorrer todos estes passos para apanhar a luz.

Sempre que o seu bebé for bem-sucedido dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Esta pode ser a nossa última sugestão de brincadeiras e estímulos, mas não é certamente a menos importante.

E que brincadeira é essa?

A de ler uma história!

O seu bebé pode não saber ainda falar, é capaz de produzir alguns sons para algumas palavras específicas e certamente não percebe também todas as palavras que lhe são dirigidas. Mas até os bebés mais pequeninos adoram ler livros com os seus pais ou avós. Por isso escolha um livro breve, com imagens claras de objetos que são familiares o bebé.

E à medida que vai lendo a história, vai apontando para esses mesmos objetos, para que o bebé os vá reconhecendo.

Prefira livros de plástico, de tecido ou de cartão mais grosso para que o bebé seja capaz de pouco a pouco ir folheando.

Enfatize as rimas e as palavras divertidas e verá como é um momento delicioso para passar os dois juntos.

Desta forma estará a estimular o desenvolvimento da linguagem, da escuta, da discriminação e da memória visuais do seu filho

A dada altura pode acontecer que o seu filho tenha uma história preferida e certamente irá testar a sua paciência ou a pedir-lhe que leia a mesma história vezes e vezes sem conta.

Qualquer pai pensaria: porque não vou ler um livro diferente?

Um conselho de Gymboree aplicável a esta brincadeira como todas as outras.

Nunca subestime o valor da repetição quando se trata de desenvolvimento infantil.

A verdade é que os psicólogos educacionais dizem mesmo, que é necessário que uma brincadeira seja repetida vezes e vezes sem conta, para consolidar as redes neurais. E assim melhorar a proficiência.

Mas isto quer dizer o quê?

Que ao repetir a mesma história, estará a estimular as células cerebrais do seu filho que permitem fazer associações entre as palavras e os objetos que estas palavras representam.

Por isso prefira a qualidade das brincadeiras à quantidade de brincadeiras.

E foram estas as nossas sugestões de 10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

Se gostou deste vídeo, não se esqueça de gostar, comentar e partilha-lo.

Subscrevam o nosso canal e ative as notificações para ver os nossos vídeos em primeira mão.

Vemo-nos em breve, divirtam-se!

 

 

 

brincadeiras bebés Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

 

 

Recomendado pelos Pediatras

 

Descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 6 aos 10 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Entre os 6 e os 10 meses de vida, os bebés estão muito ocupados a tentar adquirir competências que lhes permitam ter impacto no mundo.

Começam a compreender como funciona o mundo, a noção causa-efeito e relacionarem-se com os outros. As brincadeiras com exploração das rampas, túneis e escorregas, promovem o desenvolvimento de capacidades motoras como a força e o equilíbrio, tão necessários para que o bebé consiga gatinhar, pôr-se e ficar de pé e caminhar.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular? Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Os túneis lá de casa 00:41

Brincadeira #2: Caixas e rolamentos 01:16

Brincadeira #3: Escorregas caseiros 02:22

Brincadeira #4: Andar a cavalo 03:26

Brincadeira #5: Jogo da corda 05:13

Brincadeira #6: 1, 2, 3 Saltar! 05:56

Brincadeira #7: Brincar com esponjas 07:01

Brincadeira #8: Gatinhar lado a lado 07:58

Brincadeira #9: Rocas caseiras 08:48

Brincadeira #10: Túneis de pano 10:56

 

Olá, o meu nome é Catarina e hoje venho-vos mostrar 10 brincadeiras para os bebés entre os seis e dois meses.

 

O principal objetivo nesta fase, é o fazer a conhecer, através da noção, causa e efeito.

Os bebés, nesta fase tentam explorar as rampas, os túneis, para adquirirem a força e o equilíbrio, para posteriormente conseguirem se colocar em pé e andar.

Comunicam com os adultos, através de apenas sons ou canções que vamos cantar para eles.

E estas são 10 brincadeiras para este nível.

Vamos fazer túneis para o nosso bebé explorar, se não tiver algum túnel aí em casa, pode construir com uma cadeira e com uma manta por cima vamos fazer com que o nosso bebé comece a gatinhar e a explorar o nosso túnel.

E se o seu bebé em caso de se mostrar receoso, pode colocar alguns objetos que o atraem para que consiga explorar o nosso túnel, por exemplo aqui temos algumas bolas ou pode ser um peluche ou algum instrumento que faça som para que atraia o bebé a explorar este túnel.

 

Nesta brincadeira, vamos precisar de um carrinho ou mais hoje, ou de algum objeto que role.

Então vamos precisar de uma caixa de sapato.

Vamos começar por recortar, as extremidades da caixa de sapatos, ou se quiser simplesmente abrir a caixa de sapatos.

E vamos rolar o carrinho por dentro deste túnel imaginário, e vamos perceber como é que a criança antecipa, a saída do carrinho pelo outro lado do túnel.

Empurre gentilmente o carrinho, para que fique dentro deste túnel e perceba como é que a criança reage, ao reparar que o carrinho ficou lá dentro e não saiu.

Será que a criança tenta alcançar e vai procurar o carrinho dentro do túnel?

Ou então, será que ela espera que ele saia.

Podemos também, rolar mais um carrinho gentilmente, e ver se ele fica também dentro do túnel.

Podemos perguntar:

Onde estão os carrinhos? Será que os consegues encontrar?

Perceba como é que reage a sua criança a esta brincadeira com a descoberta do objeto e da antecipação.

 

Vamos criar escorregas em casa e vamos arranjar alguma almofada e um sofá, ou então uma mesa ou uma tábua de passar a ferro e vamos apoiar de forma segura, em algum sítio, neste caso temos um banco, mas pode apoiar ou no sofá ou numa mesa.

E vamos também precisar de uma manta para que o nosso bebé consiga escorregar mais facilmente pelas nossas rampas ou pelo nosso escorrega.

Trabalhando o nosso ritmo dinâmico em movimento.

E colocamos o nosso bebé de barriga para baixo. Seguramos bem o nosso bebé e depois podemos puxar a manta, para que ele deslize. Sempre em contacto com o nosso bebé para que ele nos consiga ver.

E podemos repetir.

Pomos a manta lá pra cima e depois escorregamos devagarinho, devagarinho, para que ele ganhe confiança.

Depois pode puxar a manta mais rapidamente.

Com esta brincadeira vamos trabalhar o equilíbrio.

E apenas precisamos de uma cadeira ou de um banco.

E como é que nós podemos trabalhar o equilíbrio da criança através desta brincadeira?

Sentamos numa cadeira e colocamos nosso bebé virado para nós, nas nossas pernas e com os nossos indicadores colocamos nas mãos do bebé para que ele nos agarre.

E podemos cantar uma canção do cavalo, e balançar nas nossas pernas para cima e para baixo.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! Pela estrada fora eu vou!

E quando acabamos a nossa canção do cavalo, levantamos e deixamos o bebé escorregar pelas nossas pernas.

E estamos a trabalhar o equilíbrio.

Veja como é que a sua criança reage ao descer pelas suas pernas. Se tenta subir, se tenta agarrar com os braços e não apenas os nossos indicadores.

E depois podem voltar à posição centrada e continuar o vosso passeio a cavalo.

Podemos fazer o nosso passeio mais rápido e descer mais rápido pelas nossas pernas. Ou mais lentamente.

Perceba também do que é que a sua criança prefere. Se gosta de um passeio mais lento, ou se de um passeio mais rápido.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo, a cavalo eu vou, pela estrada fora eu vou!

E assim estamos a trabalhar o equilíbrio do nosso bebé.

 

Depois fazer o jogo da corda. Por isso, vamos precisar de uma fralda de pano ou de um cobertor.

Sente-se no chão com o seu bebé e dê a ponta da fralda de pano ou do cobertor para que ele a agarre.

Do outro lado, vai puxar ligeiramente a corda até que perceba que o seu bebé também a pare de puxar. Se ele a puxar, aumente ligeiramente a força que puxa a corda para o seu lado para aumentar a resistência.

Estes jogos suaves de força desenvolvem a parte superior do tronco do seu bebé e também a sensação de sucesso.

E por fim. Veja quem puxa mais a corda e vá dando sempre feedback positivo ao seu bebé para que ele tenha essa sensação de sucesso.

 

Hoje vamos trabalhar a antecipação dos sistema que estimula o nosso bebé, com o saltar. Vamos colocar o nosso bebé sentado contra o nosso peito e vamos tornar umas repetições tranquilizantes  e também uma pitada de surpresa.

Vá cantando mais rápido, ou mais lento consoante o bebé para tornar estas supresas ainda mais divertidas.

E fazemos um-dois-três. Saltar!

Vamos lá bebé de novo.

Mais lento agora.

Um-dois-três. Saltar! Boa.

E dando sempre feedback positivo e também percebendo como é que o bebé reage a estas surpresas do saltar e também do saltitar com estas repetições do balançar das nossas pernas.

E também podemos fazer, mais rápido.

Um-dois-três. Saltar!

 

E hoje vamos trabalhar o tato e a força das mãos do nosso bebé.

E vamos espremer esponjas.

Vamos precisar de um alguidar e várias esponjas ou então mesma hora do banho pode fazer esta brincadeira.

Dê ao seu bebé, várias esponjas para que ele esprema. Ao espremer a água o bebé vai trabalhar a sensação de tato e também a força nas mãos.

E pode sempre ajudar. E salpicar o seu bebé, que também dá uma sensação muito refrescante.

E inicialmente, pode ajudar, para que ele perceba o que tem de fazer, qual é o objetivo de apertar as esponjas.

E se tiver alguma esponja de outras texturas, ainda melhor para a sensação do tato do nosso bebé e vamos espremendo as nossas esponjas no alguidar. Também podemos fazer as nossas sensações refrescantes com os salpicos. São tão fresquinhos!

 

Vamos gatinhar com o nosso bebé.

Muitos bebés, acham divertido seguir os pais pela casa a gatinhar.

Por isso, faça a vontade ao seu explorador e gatinhe com ele.

Pode, inicialmente também usar algum objeto que se o seu bebé, começar agora a gatinhar para que ele o consiga alcançar, ter que forçar este gatinhar.

Se o seu bebé já for muito explorador, então não precisa de nenhum objeto e basta divertir-se e gatinhar com ele.

Se tiver ajuda aí em casa, pode sempre colocar o seu bebé nas costas enquanto gatinha e fazer o som de algum animal, como um cavalo e ele certa maneira colocando em cima das suas costas, também está a trabalhar o seu equilíbrio dinâmico, equilíbrio em movimento.

Divirtam-se nesta exploração pela sua casa ou pelo seu quintal…

 

Vamos abanar, trabalhando a audição e a noção causa-efeito do nosso bebé. E por isso vamos precisar de rolhas de caixas de tampas.

Podemos também por colheres ou blocos de madeira.

Assim alguns objetos de dimensões grandes para apropriarmos ao nosso brr…

E por isso vamos precisar de uma caixa de plástico e de tampas ou então blocos de madeira ou colheres que tenha em casa e vamos colocar dentro da nossa caixa. Assim, objetos de dimensões apropriadas para o nosso bebé.

Vamos colocar dentro da nossa caixa, também trabalhar a coordenação hormonal, ao pedir ao bebé que coloque os objetos dentro da caixa.

Pode também ir colocando ou fazer a sua roca para crianças crescidas, uma para si e outra para a sua bebé.

E depois brincarem com esta música.

Podemos colocar… Aqui nós só temos as tampas.

E depois fechamos a nossa caixa e vamos divertir-nos com a música. Com a nossa roca.

E vamos abanar.

E parar para perceber se o bebé consegue perceber quando abana e faz um som e quando para, perceba se o seu bebé procura o som, e tenta ele abanar a sua roca.

E abanamos.

Abana, abana, abana! Abana, abana, abana! Abana, abana, abana, abana, abana sem parar!

Stop!

E ao parar, estamos a trabalhar a noção-causa-efeito.

Que quando abanamos, fazemos o som. E quando paramos, há a ausência do som.

O seu bebé gosta de abanar mais rápido?

Então abane mais rápido ou então mais lentamente, como o seu bebé preferir e divirtam se com estes sons de rocas para crianças muito crescidas.

 

E hoje vamos explorar um túnel de pano ou de tecido.

E temos estes túneis articulados disponíveis a lojas de brinquedos especializados.

E explorar um túnel é sempre muito divertido, tanto para os bebés que começaram agora a gatinhar, como os bebés mais experientes nesta arte, que tanto gostam de explorar a casa a gatinhar.

Passar por um túnel articulado, permite ao bebé ter uma noção do espaço e se colocar uma bola ou o objeto que o seu bebé mais gosta, no fim.

Ele percebe que quando chegar ao fim deste túnel terá um prémio no fim.

Se quiser também gatinhar com ele dentro do túnel, torna esta brincadeira ainda mais divertida. E também, ao túnel ser demasiado escuro, permitirá ao bebé trabalhar o seu receio de sítios e locais mais escuros.

Será que o seu bebé gosta de passar por este túnel de pano? Ou se nem é necessário colocar diferentes objetos que gosta lá dentro, para estimular este gatinhar pelo túnel.

Divirta-se e perceba como é que o seu bebé reage a esta brincadeira de explorar um túnel de pano.

Boas brincadeiras!

 

Ah..fim, ah…

Não se esqueça de subscrever este canal para terem acesso a diversos vídeos sobre diversos assuntos. E estejam atentos às próximas brincadeiras.

E claro, divirtam-se com o seu bebé. E sempre boas brincadeiras!

Subscreva o nosso canal e ative as notificações em: https://bit.ly/gymbopt

Espreite também o nosso canal Gymbo4Kids com conteúdos exclusivos para crianças em: https://bit.ly/gymbo4kids

Visite o nosso site – http://www.gymboreeclasses.pt

#brincadeiras #bebés #bebé

parentalidade 2021 o que é a parentalidade como fazer parentalidade inteligente Chicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Parentalidade Inteligente

Parentalidade Inteligente

 

 

Parentalidade inteligente, formação de seres humanos, desporto.

Nuno Frazão é Professor.

Foi Atleta Olímpico e é Treinador de Esgrima.

Falamos de treino e desporto, mas tambem de Parentalidade Inteligente. https://bit.ly/1ofertamae

Estudou Educação Física e Desporto na Faculdade de Motricidade Humana e fez Pós-Graduação em Esgrima em Semmelweis University Institute of Coaching and Sport Education – Budapeste

Autor do livro: Histórias do meu Diário e mais uns escritos.

Vamos falar da sua experiência enquanto atleta e pai de atletas de alta competição, tão bem como a sua visão sobre a educação e o desporto. Parentalidade Inteligente.

https://www.facebook.com/nuno.frazao.7

http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy​

Subscreva e active as notificações 🙂

#olimpiadas #esgrima #desporto #parentalidade