A vida frenética, o stress do trabalho são apenas algumas das coisas que acontecem aos Pais diariamente. Isto acaba por limitar o tempo que se passa com os filhos. Por isso, é importante resgatar as clássicas brincadeiras dos jogos de tabuleiro em família.
Leia aqui quais são os benefícios dos jogos de tabuleiro para crianças.
Melhoram as relações sociais
Os jogos geram, tanto em crianças como nos Pais, alguma competitividade mas também espírito de equipa. Apesar de poder existir apenas um vencedor, se se focar na diversão e nas aprendizagens do jogo, ninguém perde no final das contas.
Essa socialização será capaz de gerar comportamentos e noções de cooperação, autocontrolo e honestidade. Transferindo isto para o ambiente escolar, gera facilidade na compreensão de conteúdos e no processo comunicativo das crianças.
É muito positivo para o cérebro
De acordo com a neurociência, atividades de lazer como os jogos de tabuleiro estimulam as conexões cerebrais e podem retardar o surgimento de doenças degenerativas como o Alzheimer.
Esses jogos moldam a forma de raciocínio devido ao poder de concentração que exerce em quem joga.
O xadrez, por exemplo, tem a capacidade de construir um pensamento crítico, disciplina, paciência e análise das consequências. Para além de exercitar a memória e competências de tomadas de decisão.
Estimula a aprendizagem
Os jogos de tabuleiros podem-se tornar fundamentais no desenvolvimento e na formação das crianças pelas suas características lúdicas e pela sua importância pedagógica.
O famoso Monopoly pode proporcionar o gosto pela matemática, por exemplo, pelo simples facto de ensinar como lidar com o dinheiro e com orçamento.
Uma interação que transcende o virtual
Nos dias de hoje e com o excesso de tecnologia tão presente, é importante controlar o risco de se perder o contato com os outros.
Os jogos de tabuleiro servem de estímulo psicológico para as crianças, ao mesmo tempo que permitem reconhecer e enfrentar certas emoções. Por serem jogos que envolvem outras pessoas, contribuem para a sua relação com os outros. Tudo isto misturado com muitas risadas e um bom ambiente.
É preciso lembrar que os jogos dependem da idade das crianças, e existem jogos feito para todas elas. Apesar de qualquer diferença de idade, todos têm em comum a finalidade de todos se divertirem de maneira saudável.
Entre eles estão os mais clássicos como o xadrez, as damas e também o dominó, que ensinam as crianças a pensar e estabelecer estratégias e procedimentos para atingir determinados objetivos.
Outro clássico trata-se das Palavras Cruzadas ou Scrabble. Esse jogo contribui para ampliar o vocabulário e ajuda a descobrir novas palavras e os seus significados.
Nada enche mais os nossos corações do que as gargalhadas dos nossos filhos.
Sabia que rir juntamente com o seu filho desempenha um papel muito importante no desenvolvimento da sua auto-estima? Outro benefício é que ficará mais apto a resolver problemas e conseguirá aprimorar as suas competências sociais.
Para desenvolvermos o sentido de humor dos nossos filhos, também temos de ter um bom sentido de humor! E como o desenvolver?
Coisas tão simples como rir de si mesmo quando entorna a sua caneca de leite envia uma mensagem ao seu filho de que não há nenhum problema em cometer erros. Tal como não há problema em rir desses mesmos erros.
Se consegue rir quando comete um erro, está a demonstrar-lhe que consegue aceitar a sua imperfeição. Isso faz com que a ideia de se levantar e tentar novamente, quando cai, seja menos intimidante para o seu filho, e é mais provável que continue tentando, quando cai. Como bem sabe, também devemos encorajar o fracasso porque desperta novas aprendizagens!
As crianças oferecem-nos muitas oportunidades para um riso fácil (às vezes inconscientemente!).
É importante encorajar o riso e sermos o melhor público possível respondendo à sua tentativa de humor. Pode não achar que é engraçado bater na parede mas, se isso os faz rir, continue a bater!
Então, vamos encorajar os risos dos nossos filhos fazendo caretas e sons engraçados. Reconheçamos: os nossos filhos só vão pensar que somos engraçados por um período de tempo bastante limitado!
Eis algumas das nossas formas preferidas de conseguir risadas dos nossos pequeninos:
Infantil
Caretas engraçadas: Abra bem os olhos, puxe as bochechas e deite a sua língua para fora. Com esta atividade, o mais importante é provocar o riso do seu filho, que deverá obter em resposta ao que está a fazer. Ele eventualmente tentará copiá-lo.
Jogo da surpresa: Mude a sua expressão facial toda vez que disser “Buuu!”. Depois dos 4 meses, os bebés adoram o elemento surpresa!
Sons engraçados: crie os seus próprios sons ou copie os ruídos do seu filho enquanto sorri e ri para reforçar que o comportamento é engraçado.
Criança
Rimas engraçadas: “Vem para aqui, Javali!”, “Dá-me um beijinho, golfinho!” ou “Fora da porta, sua orca!”
O inesperado engraçado: Pegue no seu pé e finja fazer um telefonema idiota. Coloque uma tigela na sua cabeça e diga que é um chapéu.
Pré escola
Vozes diferentes: Ao ler para o seu filho, altere as vozes de cada personagem. Quanto mais tola a voz, melhor!
Vestir-se mal: Incentive o seu filho a vestir as suas roupas e finja que veste as dele. Eles vão achar engraçado só o facto de tentar vestir as roupas dele.
Comida engraçada: torne a comida do seu filho engraçada, fazendo um sorriso na sua omelete ou panqueca. Ou transforme a sua sandes numa boca falante!
Chegámos ao último mês de 2018, e já só se pensa e só se fala em Natal, mas nós sabemos que há por aí muita criançada a fazer anos em Dezembro.
Ora, se cada aniversário é a conclusão de uma etapa e o início de outra nova e diferente, porém, igualmente importante. Todas as fases do crescimento de uma criança são fundamentais! E, nada melhor do que comemorar mais um aniversário em grande. Crianças que brincam são mais felizes, e serão adultos bem sucedidos do futuro!
Que tal uma festa de anos no Gymboree?
Escolha o tema favorito do seu filho e nós criamos uma festa de anos privada, personalizada e apaixonante. Garantimos uma experiência 100% divertida e inesquecível para o aniversariante e os seus convidados. A limpeza, contudo, fica por nossa conta! As festas de aniversário Gymboree estão disponíveis para membros e não membros.
Alguns temas que propomos:
Deixe o seu filho contagiar-se pela adrenalina de um… Safari na selva ou, igualmente, numa Aventura no oceano! Que tal uma divertida Festa de música? Ou uma arrepiante Aventura com dinossauros? Também podemos lançar os mais pequenos numa exploratória Volta ao Mundo. Que tal?
Falta pouco mais de um mês para o Natal e as decorações alusivas à época já estão por todo o lado… assim como anúncios, promoções e apelos à compra antecipada dos presentes.
Para as crianças esta é uma época de magia mas, para os pais, pode ser um verdadeiro pesadelo no que toca a gestão de expectativas… e do orçamento familiar. A psicóloga Cláudia Morais explica-nos, numa entrevista esclarecedora, como é que pais e educadores devem lidar com a antecipação desta época… sem quebrar o encanto do Natal… e a conta bancária.
Novembro ainda agora começou e os ‘alertas Natal’ estão por todo o lado. Quando é que se deve começar a falar de presentes e de que forma?
É possível falar de presentes de Natal durante o ano inteiro, desde que o façamos da forma certa. Aquilo que não faz sentido – em momento nenhum – é utilizar o assunto para subornar a criança, com o objetivo de a incentivar a “portar-se bem” ou a fazer as escolhas que gostaríamos que ela fizesse.
Os presentes de Natal são uma excelente oportunidade para aplicarmos a parentalidade consciente, desde que nos mantenhamos atentos aos nossos valores e às nossas genuínas intenções na educação dos nossos filhos.
Por exemplo, se escolhermos mostrar-lhes a importância do respeito pelas nossas próprias necessidades, o mais provável é que isso nos leve a gastar apenas aquilo que podemos, sem exageros.
Se quisermos mostrar-lhes o nosso amor incondicional, podemos explicar que esta é só mais uma forma de manifestação de afeto mas que não é a única e que muito menos está relacionada com o comportamento da criança. Os pais, o Pai Natal ou o Menino Jesus gostam de cada criança independentemente dos seus sucessos ou insucessos.
«É importante que reflitamos sobre a importância de dizer ‘não’»
Qual é a melhor forma de ensinar uma criança a escolher um presente? O que é que se deve explicar?
A escolha vai sobretudo traduzir os valores de cada família. Se, para os adultos, a aceitação social for mais importante do que qualquer outra coisa, o mais provável é que a criança seja incentivada – direta ou indiretamente – a escolher os presentes mais caros, como se o seu próprio valor dependesse disso.
Se o foco estiver no espírito de partilha, o mais provável é que os pais incentivem a criança a valorizar a intenção de quem oferece, mesmo que não receba exatamente aquilo que esperava.
É importante reforçar a mensagem de que o valor da criança é independente destas ofertas e que o amor que os adultos sentem não é mensurável pelo número de presentes.
Como é que se deve explicar às crianças o significado do Natal? e para quem não é religioso?
Talvez não seja por acaso que o Natal é celebrado por tantas pessoas que não têm qualquer papel religioso. O Natal é, sobretudo, uma grande oportunidade para se criarem rituais familiares, tradições que potenciem a união. É por isso que também é uma época que convida a alguma reflexão e que, de uma maneira geral, nos ajuda a ponderar sobre algumas escolhas e facilita a aproximação às pessoas que são importantes para nós.
Cada família tem os próprios valores e tradições e tem nesta altura do ano a possibilidade de refletir sobre aquilo que quer transmitir aos filhos. É importante que reparemos no facto de “explicarmos” o significado do Natal quer verbalmente, quer através das escolhas que fazemos.
E quando as crianças pedem presentes caros? Como é que se diz ‘não’?
É absolutamente natural que uma criança peça e deseje ter um presente caro. E também é natural que os pais e mães se sintam angustiados perante a impossibilidade de gastarem muito dinheiro.
Mas, mesmo que o orçamento o permita, é importante que reflitamos sobre a importância de dizer ‘não’ e sobre a importância de lidarmos, desde cedo, com a frustração.
Isso passa por ensinar aos nossos filhos que o nosso valor não se mede a propósito das coisas que possuímos, por mostrar-lhes que os nossos desejos não são as nossas necessidades e por conversarmos com eles sobre a importância de fazermos escolhas que traduzam as nossas intenções.
Perguntar ‘Para quê?’ pode ser desencadeador de algumas surpresas. ‘Para quê que eu quero isto? Para me sentir bem? Para agradar/ impressionar alguém? Para mostrar o meu valor?’.
Dizer ‘não’ não tem de ser dramático, sobretudo se se explicar à criança que essa escolha tem um propósito. Quando o pai ou a mãe escolhe não gastar mais do que determinado valor com um presente também está a ensinar aos filhos – de forma prática – a importância do respeito pelas próprias necessidades.
Os avós/padrinhos/tios podem oferecer o que lhes apetece? Como fazer essa gestão sem ofender ninguém e sem que a criança fique ‘mergulhada’ em presentes?
Cada família tem as suas “regras” que, na prática, refletirão os seus valores e os seus laços. Se as relações familiares forem pautadas pelo respeito mútuo, o mais provável é que os adultos consigam chegar a acordo sem tensões.
O Natal também convida à flexibilidade, à paciência e à compaixão. Às vezes, os avós, os tios ou os padrinhos não têm propriamente a intenção de desrespeitar ninguém. Têm apenas a intenção de mostrar todo o seu amor. Os pais e mães têm sempre a oportunidade de, por exemplo, guardar alguns presentes e oferecê-los às crianças noutras alturas do ano com o objetivo de as ajudar a valorizá-los.
Inês Afonso Marques, psicóloga clínica e psicoterapeuta infantojuvenil, lançou Crescemos Juntos, um livro que tem por objetivo inspirar pais e educadores para uma «parentalidade feliz».
Conversámos com a piscóloga sobre os desafios atuais da parentalidade e da importância da felicidade individual no papel da educação.
O que a impeliu a escrever o livro Crescemos Juntos?
Sou uma apaixonada pelos temas da parentalidade e, claro, a minha experiência clínica e o contacto diário com as famílias e com as suas necessidades, fez-me perceber que este livro poderia ser útil e fazer sentido a muitos pais.
No consultório recebo frequentemente pais cansados, desorientados, desesperançados; pais que se sentem pressionados pela velocidade dos dias, das exigências variadas e constantes, da dispersão da atenção e do tempo, das pressões sociais…
Pais que precisam de algumas orientações e “colo”, pais que, para além das orientações práticas enquadradas no desenvolvimento infantil, na psicologia e na pedagogia, manifestam alguma necessidade de “calibrar a bússola” da parentalidade, reenquadrar os valores em que acreditam e fortalecer a sua confiança.
Decidi neste livro recorrer a uma linguagem simples mas potencialmente impactante, com conteúdos tocam temas transversais a todos os pais: gestão emocional, brincar, desenvolvimento infantil, aprendizagem, bem-estar, valores, autonomia, autoestima e que resultam daquilo que a ciência, a investigação na área da Psicologia e da Educação nos diz, daquilo que as famílias com quem me cruzo me têm ensinado, assim como daquilo que a minha Família me tem ajudado a descobrir.
Porque é que este livro vai ajudar os pais / educadores?
Neste livro os leitores vão encontrar inspirações, ideias, exemplos, exercícios e algumas provocações que os convidarão à reflexão sobre a intensa e extraordinária missão que é a parentalidade. É um livro prático, para ser vivido diariamente e onde se pode ir escrevendo, tomando notas, registando reflexões, guardando outras preciosidades…
O livro possibilita que os pais se (re)foquem naquilo que mais valorizam na parentalidade, compreendam melhor os filhos e sintonizem emocionalmente com eles, fortalecendo laços emocionais que servem de base a um crescimento harmonioso e feliz.
Acompanhando o crescimento dos filhos de forma mais consciente desafio também os pais a uma viagem de autodescoberta e, logo, também de crescimento pessoal.
O tempo (ou a falta dele) é a aparente grande questão dos nossos dias, no que toca à disponibilidade para educar. Concorda?
Conhecendo as mais diversas realidades, há situações em que se almejaria efetivamente mais tempo passado entre pais e filhos. Nalguns casos é possível realizar alguns ajustes simples para que pais e filhos possam usufruir de mais tempo na companhia uns dos outros.
Em todo o caso, considero que o grande tema não é o da “quantidade” de tempo, é o da qualidade do tempo que é vivido pelas famílias. É evidente que vivemos grande parte dos dias em piloto automático, desconectados da realidade presente e desconectados uns dos outros, mas é possível abrandar e é possível que o tempo em família seja vivido com qualidade, em verdadeira relação…
Refeições com a televisão ligada, passeios de telemóvel na mão, pequenos-almoços no carro a caminho da escola não convidam aos laços afetivos.
Inversamente, colocar o despertador para 15 minutos mais cedo evitando correrias e possibilitando uma refeição mesmo que rápida em conjunto, alocar 15 minutos antes da hora de dormir a um momento de brincadeira ou conversa, em que não são válidas distrações (como loiça para lavar, emails por responder, mochilas para preparar, notícias para ver), deixar o telemóvel em casa ou no carro, numa ida ao parque ou ao restaurante, acrescentam imenso à satisfação da família.
A disponibilidade para se ser pai vai muito além da disponibilidade de tempo. Em grande medida a disponibilidade emocional é tão ou mais importante do que outra formas de disponibilidade.
O que é que é, em 2018, um bom pai/mãe?
“Não há pais perfeitos mas há pais que diariamente dão o melhor de si”. Esta é a inspiração número 1 do livro. Compreender esta dimensão é um excelente ponto de partida para qualquer pai/mãe.
E os pais que diariamente dão o melhor de si são pais que estão disponíveis, que genuinamente escutam os filhos, que estão atentos às necessidades dos filhos, que respeitam e valorizam as suas idiossincrasias, que dão espaço de segurança para que a expressão emocional e de pensamento ocorra, que usam o bom senso, que cuidam de si próprio. E que mimam muito!
Como é que as crianças ajudam os adultos a serem melhores pais?
As crianças são intrinsecamente genuínas e, nesse sentido, as mensagens que transmitem são puras. Apesar de, nas idades precoces, existir alguma limitação na capacidade linguística e na gestão emocional, as crianças conseguem de forma genial, recorrendo àquilo que lhe é mais fácil, nomeadamente o seu comportamento, transmitir aos adultos aquilo que pensam, sentem e necessitam.
Um adulto focado no momento presente, genuinamente atento, consegue mais facilmente “descodificar” e conhecer o seu filho, dando-lhe respostas que vão ao encontro das suas necessidades.
Os filhos desafiam os pais a pisarem “territórios” internos desconhecidos, a explorar limites pessoais e interpessoais, a conhecer novos estados emocionais e a descobrir novos mundos… E mesmo nos momentos desafiantes, de “crise”, há espaço para novas descobertas e para o crescimento pessoal. É precisamente para isso que remete o nome do livro. Crescemos Juntos relembra os pais da necessidade de reajustamento permanente que a parentalidade exige e para a consciência de que, ao ajudarem os filhos a crescer, também eles estão a crescer…
Quais são os principais desafios da parentalidade? E como podem ser ultrapassados?
Um dos grandes desafios têm a ver com o ritmo / agenda dos dias das famílias, como pouco espaço para encontros com significado emocional (embora eles estejam potencialmente sempre presentes, mesmo nos momentos de rotina como um banho, uma viagem de carro ou uma refeição).
O outro relaciona-se com a pressão externa e interna para “se ser o melhor”, pressão essa tantas vezes absorvida pelos miúdos. Há no livro também várias inspirações que convidam a reflexão sobre este tema.
Que peso tem a realização pessoal do adulto na felicidade da criança?
Um adulto realizado é um adulto tendencialmente mais apto e disponível para os outros e, naturalmente, para as crianças.
Considera que muitos pais ainda acham que é preciso abdicarem de si mesmos para poderem proporcionar bem-estar aos filhos?
Sim, observo muitas pessoas que acreditam ser necessário colocarem-se de lado, a si e aos seus projetos, para proporcionarem bem-estar aos filhos. Um pai pode ter que fazer alguns (ou muitos) reajustamentos mas não tem de deixar de ser a pessoa que é, nem de fazer aquilo que o satisfaz. Aliás o autocuidado é um dos ingredientes fundamentais para o equilíbrio emocional de qualquer pessoa. Um pai que descuida o seu autocuidado é um pai que estará em maior risco de burnout parental.
As celebrações do Halloween estão aí à porta e são um momento de festa e de alegria para os mais pequenos. Esta tradição importada dos países anglo-saxónicos está cada vez mais implementada em Portugal e, por, isso, mais vale juntar-se à festa e celebrar em família!
Sugerimos-lhe uma lista de clássicos de Halloween para todas as idades! Alguns podem ser vistos com os mais pequenos outros estão reservados apenas para os adultos.
Quem não gosta de estar acompanhado no sofá com pipocas, boa companhia e uns sustos de vez em quando?
Um Pesadelo em Elm Street (1984)
maiores de 16 anos
Tem saudades de Freddy Kruger? Feche bem as portas, agarre-se ao sofá e prepare-se para tremer de medo.
ET – O Extraterreste (1982)
maiores de 6 anos
Um dos filmes que mais emocionou o mundo. Vale a pena rever e mostrar aos mais pequenos a emocionante amizade de Elliot com um extraterrestre. De preferência com uma caixa de lenços à mão… só para prevenir.
Hotel Transilvânia (2012)
maiores de 6 anos
Drácula é dono de um resort de luxo longe do mundo dos humanos. No entant, quando um rapaz descobre o hotel e se apaixona pela sua filha, Drácula vê-se perante um dilema.
O Feitiço (1996)
maiores de 16 anos
O filme de feitiços e bruxas com mais estilo dos anos 90. Com saudades da década mais fantástica do século XX? Este é o filme perfeito para rever no Halloween… e para mostrar aos adolescentes que a moda é mesmo cíclica.
Scooby Doo (2002)
maiores de 6 anos
A versão em filme dos desenhos animados leva o grupo da Mistery Inc. com o inseparável cão Scooby Doo até um resort misterioso.
Eduardo Mãos de Tesoura (1990)
maiores de 12 anos
Winona Ryder e Johnny Depp vivem um romance impossível numa reinterpretação do clássico Frankenstein.
Caça-Fantasmas (1984)
Maiores de 6 anos
Mochilas de protões, fantasmas à solta em Nova Iorque e Bill Murray? O que é que uma pessoa pode querer mais de um filme (ou melhor, dois. Porque o segundo é ainda melhor do que o primeiro).
A Noiva-Cadáver (2005)
maiores de 12 anos
Um noivo treina os votos de casamento e, sem querer, faz ressuscitar um cadáver. Um filme de animação emocionante e encantador de Tim Burton.
Gritos (1996)
maiores de 16 anos
Mais um clássico dos filmes de terror dos anos 90… do tempo em que ainda havia telefones fixos. Quem não usou aquela máscara numa festa de Halloween que atire a primeira pedra. «Wazza!»
A Família Addams (1991)
maiores de 12 anos
Uma família unida é sempre uma família unida… mesmo que seja composta por elementos muito excêntricos.
https://www.youtube.com/watch?v=LyyJYyIexq8
É a Grande Abóbora, Charlie Brown! (1966)
maiores de 6 anos
Para um pai, em 2018, é quase uma missão obrigatória apresentar aos filhos o maravilhoso mundo dos Peanuts. Porque, secretamente, todos queríamos ter um cão como o Snoopy.
https://www.youtube.com/watch?v=aa21pDDxkAk
The Shining (1980)
maiores de 16 anos
Possivelmente, o mais assustador filme de sempre. Quiçá, o melhor. Só para duros.
Coco (2017)
Maiores de 6 anos
Miguel é transportado acidentalmente para a Terra dos Mortos e, para regressar, tem de procurar a ajuda de um parente há muito falecido.
E esta é a grande surpresa que reservámos para o final do Verão: a abertura do Gymboree Restelo!
A 17 de setembro, chegamos a uma das zonas nobres da cidade de Lisboa e vamos fazê-lo com as honras que a ocasião merece! No dia da abertura, para qual estão todos convidados, as aulas vão ser GRÁTIS!
No arranque do Gymboree Restelo, vamos concentrar-nos nos programas Play & Learn para crianças dos 0 aos 36 meses.
O Play & Learn é um programa concebido para apoiar o desenvolvimento da criança em cada fase do crescimento. Promove o estímulo do desenvolvimento global através de brincadeiras e novas descobertas, com um programa dividido em sete níveis, concebido para apoiar o crescimento da criança.
A equipa Gymboree Restelo: o Tiago, a Catarina, a Rita… e o Santiago!
A infância é tempo de inocência, curiosidade, descobertas e aprendizagens. E o desenvolvimento da língua a par com o conhecimento do Mundo, da vida, e tudo o que isso implica trazem situações engraçadas no dia a dia. Palavras trocadas, expressões inventadas, constatações e histórias para serem levadas “muito a sério”. A criançada está a crescer e os solavancos fazem parte. As frases insólitas que saem da boca dos miúdos exigem um bom sentido de humor. Atenção aos miúdos sem filtro, que falam tudo aquilo que lhes vai no pensamento. Deixam os adultos sem resposta, às vezes em brasa, mas principalmente a rir muito!
Contadas pelos pais:
Sentei-me na casa da bonecas da minha filha de 3 anos e perguntei que boneca poderia eu ser. Ela respondeu que poderia ser aquela que lava a loiça!
A minha filha de 2 anos diz que é adulta. Eu digo-lhe que ainda é bebé, ao que ela responde – “sou adulta vou brincar com facas”.
O meu filho gritou num restaurante “quero uma cerveja gelada”, atenção ele tem 3 anos!
– Mãe, podemos ter um gatinho? – Não, eu sou alérgica. Não podemos estar na mesma casa… Então, mãe, podes ficar na rua.
Estava a pôr a minha filha na cama e esta perguntou se poderia dormir com ela, respondi que não, que ia dormir com o Pai. Ela perguntou porquê. Respondi que a mamã e o papá são casados e que gostam de dormir juntos. Ela vira-se e diz: “Posso casar contigo, mamã?”
– Mãe, gosto muito de ser humana mas há dias em que gostaria mesmo de ser uma fada!
– Mamã, adoro a tua barriga! É mesmo molinha como uma almofada…
– Pai porque é que tens barba? – Simplesmente tenho, e onde está a tua? – Eu não tenho barba, as meninas não têm barba!… hummm, espera, algumas têm!
– Mãe, gostava que tivesses a minha idade para seres minha filha!
Fui ao banco com o meu filho de 7 anos. Sentamos para ser atendidos e ele vira-se para o funcionário e diz: -Eu não sou o marido dela!
Entramos no WC e está o meu marido. A nossa filha de 3 anos diz: – Pai, põe isso nas calças!
– Pai, posso comer um twik? – Queres dizer um Twix? – Não, pai. Eu só quero um.
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Carolina Canto, psicóloga e Professora Sénior Gymboree, explica tudo sobre o uso de tablets e smartphones nos primeiros anos de vida das crianças
Tablet, telemóvel, TV…ecrãs para todos os gostos e tamanhos. A nossa vida, atualmente, está praticamente dependente de dispositivos digitais e é quase impossível que o dia a dia das crianças não seja também. Apesar de ser quase banal ver bebés e crianças entretidas a ver vídeos enquanto almoçam ou antes de adormecerem, é necessário ter em conta que a exposição a estes objetos deve ser pensada e doseada.
introdução às tecnologias: estando nós numa era digital faz sentido que a criança conheça esses meios de informação e comunicação e também as entenda como ferramentas de estudo e trabalho.
são uma forma de entretenimento e diversão.
são um estímulo para o desenvolvimento da atenção e concentração: ao usarmos jogos ou actividades que exigem planeamento e organização, com objectivos a alcançar, estimulamos a capacidade da criança manter o foco, a ser persistente e a encontrar formas criativas de resolução de problemas. Todas essas são competências importantes para a vida académica e profissional. São competências transversais, consideradas fundamentais para a criança se tornar um adulto bem sucedido e feliz.
Quais são as desvantagens?
O uso excessivo destes meios tecnológicos tem várias consequências negativas
desenvolvimento social: isolamento, a criança torna-se refém do ecrã em vez de brincar ou estar com os amigos.
desenvolvimento físico e motor: o sedentarismo faz com que a criança não desenvolva as suas habilidades motoras de equilíbrio, pontaria, coordenação, entre outras. Pode também trazer consequências negativas ao nível da visão e da postura da coluna.
comportamento: jogos/ vídeos de cariz violento podem incitar comportamentos violentos. A criança/ jovem pode revelar maior agressividade no comportamento e no discurso como resultado da frustração sentida face ao erro/ falha num jogo digital.
Quando se deve colocar uma criança à frente de um ecrã?
Bebés
Nos primeiros meses de vida de um bebé o mais importante é o vínculo afetivo seguro com os adultos de referência. Os estímulos mais adequados são as brincadeiras com os adultos, cantar, tocar, dançar, com recurso também a brinquedos adequados a cada idade.
Não faz mal se o bebé olhar para um ecrã e vir algumas imagens coloridas e tranquilas, mas que seja por poucos períodos de tempo. Se o adulto precisar de se ausentar por uns minutos, a criança fica entretida a olhar para o ecrã.
Mas esse ecrã pode ser substituído por outros objectos igualmente atrativos como livros, fotografias penduradas num móbil, as tradicionais caixinhas de música…
Um a 2 anos de idade
O adulto deve controlar o telemóvel ou tablet, gerindo o que a criança vê e ouve. Deve escolher bonecos simples e simpáticos, divertidos e adequados à idade. O visionamento deve ser feito por períodos curtos de tempo, entre 30 a 45 minutos num dia.
Os pais devem estar a par do que dá na televisão e saber que conteúdos a criança pode ver. Devem ver juntos para o adulto poder escolher o que é adequado e supervisionar o uso do equipamento.
Sobretudo nos smartphones, a criança facilmente toca no ecrã e escolhe outro conteúdo que pode ser desajustado à sua compreensão e desadequado para o seu desenvolvimento saudável.
3 a 5 anos de idade
A criança pode escolher dentro do leque de jogos/ bonecos animados que o adulto considera adequados. E o adulto deve manter a supervisão nesse período de tempo, que não deve ultrapassar os 30 minutos de cada vez, até ao máximo de 1 hora por dia.
Idade escolar
Os interesse da criança alteram-se. Passa a gostar de outro tipo de desenhos animados e jogos. Por isso, convém que os adultos acompanhem este desenvolvimento e ajudem a criança a fazer escolhas adequadas e conscientes.
continua a ser importante a supervisão do uso do telemóvel/ tablet/ pc/ tv para controlar o que a criança vê e por quanto tempo.
Nota final: os pais / educadores devem estabelecer limites de tempo de uso desses equipamentos, combinando com a criança em que alturas do dia o pode fazer e por quanto tempo.