Gymboree

inconsistências, não, Escolher creche escolha creches e jardins de infância as melhores creches em portugalChicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

“(In)Consistências” por Inês Afonso Marques

“Não!” (Inconsistências)

 

Compreensivelmente, “é de partir o coração” ver uma criança choramingar, barafustar, refilar, insurgir-se quando se depara com a confirmação daquilo que previamente já tinha sido informada.

“Para irmos brincar no parque é preciso que antes arrumes os brinquedos que estão espalhados pelo chão do quarto dentro da caixa dos brinquedos.”

Face a uma possível resistência inicial por parte da criança, a tendência será para repetir “as regras do jogo”. A criança poderá querer continuar a testar até onde pode ir. Irá repetir as regras mas, desta vez, provavelmente, o tom da sua voz terá aumentando ligeiramente de intensidade e as regras já serão formuladas pela negativa.

“Se não arrumares já os brinquedos, não vamos ao parque.” Sem muito esforço ainda se acrescenta um “Não vais ao parque hoje, nem nos próximos dias!”

Contudo, como já está cansado daquela “disputa” e porque não quer ver o quarto desarrumado, tenta de novo.

“A mãe ajuda. Anda, trás lá essa peça.”

“Não. Já disse que não.”

Usa os seus últimos “pozinhos” de tolerância…

“Vamos arrumar o quarto e depois o pai leva-te ao parque.”

“Não. Arruma tu. És má”.

E vislumbra-se a cara de uma criança, de quatro anos, doce mas tristonha, inundada por um mar de lágrimas e salpicada com alguns soluços difíceis de controlar. E acaba por ceder…

“Pronto. Eu arrumo e vamos para o parque. Mas é só desta vez. Não chores mais”.

Resultado: mãe ou pai vencido e sem forças e criança que aprendeu que consegue dar a volta ao crescido. Certamente, tentará fazê-lo outra, outra e outra vez. Quantas mais vezes o adulto ceder, mais argumentos a criança terá para apresentar… Embora seja obviamente um caso caricaturado, ele espelha uma mensagem importante sobre uma forma de (in)consistência. Mesmo neste tipo de situação, aparentemente mais “simples”, é importante não voltar atrás. Qualquer criança precisa de previsibilidade nas suas vidas, para se sentir segura e confiante. Em última análise, a criança numa situação como esta, aprende que não pode confiar naqueles crescidos.

“Agora diz-me uma coisa e depois diz outra.” Por muito que faça sofrer… A criança sofre no imediato porque não faz o que quer e os pais sofrem porque desesperam ao ver o seu rebento desesperado.

A criança irá no futuro agradecer-lhe a sua coragem, a sua determinação e a sua consistência nos primeiros momentos de teste. Caso contrário, o mais provável será encontrarmos personagens “destes filmes” com 2, 3, 4, 5, 6,7,8 anos…

Adolescentes que não conhecem limites. Adultos com grande dificuldade em saber lidar com tropeções.

Um dos “segredos” na educação de crianças, felizes, chama-se consistência. Particularmente, consistência das práticas parentais.

Por Inês Afonso Marques, Psicóloga

 

https://bit.ly/1ofertamae

bolinhas de sabão gymboree bubble oodlesChicco, Espreguiçadeira, carrinho de bebé, roupa bebé, roupa bébé, roupa bebe, licença parental, abono de família, creche, dodot, cadeiras auto, cadeira auto, roupa de bebé, roupas de bebés, berços bebé, licença de maternidade, roupa criança, andarilho bebe, jardim de infância, fraldas, sapatilhas criança, carrinho bebé, carrinho bebe, ténis criança, isofix, biberões, roupas recém nascido, camas bebé, alcofa, loja chicco, loja de bebé, sapatos bebé, cadeiras bebé, berços bebé, nomes de bebé, chicco outlet, chuchas, babygrow, cadeira auto bebé, gymboree, brincar, desenvolvimento infantil, pediatra, pediatras, mãe, pai, parentalidade, empreendedorismo, Decathlon, Benfica, Worten, Continente, Fnac, Pingo Doce, Auchan, Jumbo, Lidl, Decathlon Alfragide, Chicco, Monsanto, Bicicleta, Decathlon Lisboa, Dodot, Parque Infantil, quinta das Conchas, Horário

Bolinhas de Sabão para bebés

A magia das Bolinhas de Sabão

(Aceda à nossa oferta aqui)

O valor da herança associada ao brincar, atividade intrínseca ao crescer, é incalculável. Desde o simples “cu-cu”, passando pelas lenga-lengas acompanhadas de gestos, até ao mundo do faz de conta onde reina o pensamento simbólico, brincar é algo que flui naturalmente desde o nascimento, como uma forma privilegiada de comunicação entre o bebé e o mundo que o rodeia. E dessa comunicação surge o auto-conhecimento, bem como a construção de outros importantes pilares do desenvolvimento motor, cognitivo,
social e emocional do ser humano.

As bolinhas de “sabão” do Gymboree são especiais por vários motivos. A sua fórmula única cria centenas e centenas de bolinhas que flutuam no ar – e por lá ficam! Quando “aterram”, não rebentam facilmente e quando isso acontece as bolinhas dissolvem-se, não deixando as superfícies “ensaboadas”. Outra característica que as torna um ótimo parceiro de inúmeras brincadeiras é o facto de serem totalmente livres de químicos. Isto significa que são seguras quando em contacto com a pele ou mesmo com a boca dos mais pequenos. Usando a máquina num sentido e com sopros suaves faz bolinhas grandes, usando-a no outro sentido e com sopros rápidos e fortes faz imensas bolinhas pequenas.
Aperfeiçoe a Arte das Bolinhas com o seu filhote e divirtam-se durante horas. Numa primeira abordagem, e independentemente da idade da criança, ela necessitará de si enquanto modelo para a guiar no manuseio da máquina e do líquido, bem como na forma de conduzir algumas animadas brincadeiras.
Mesmo antes da criança ser capaz de brincar de forma autónoma com estas bolinhas, a partir dos 3 meses, o bebé está pronto para assistir ao espetáculo das pequenas esferas fascinantes e com elas aprender alguns conceitos – como a noção de causa e efeito.
Por volta dos 18 meses uma criança já possui algumas competências de motricidade fina e capacidade de coordenação olho-mão, possibilitando-lhe experimentar o seu talento nesta Arte.
E como para fazer bolinhas é necessário soprar…

Vamos começar por treinar o sopro?

Enquanto troca a fralda ao seu bebé, sopre gentilmente sobre o seu corpo. Nas mãos, na barriga, nos pés, no pescoço… Desta forma, ajudará o bebé a desenvolver consciência corporal. Conte ainda com o despoletar de alguns sorrisos!

Para crianças mais crescidas, poderá ajudá-las a tomar consciência do sopro, incentivando-as a fazê-lo contra as suas próprias mãos: sopros fortes e sopros fracos.
Depois deste treino inicial, preparados para a animação? “POP, POP, POP”

Cortina de bolinhas (a partir dos primeiros meses)

Na infância, para muito bebés e crianças estar simplesmente no meio de uma cortina de
bolinhas brilhantes, leves e esvoaçantes é algo que lhes dá imensa alegria. Observar bolinhas a voar pelo ar fortalece competências visuais como a capacidade para seguir com o olhar um objecto ou a noção de profundidade e, quando tentam alcançá-las, treinam competências de coordenação olho-mão, que mais tarde serão importantes para aperfeiçoar a motricidade fina. Ao conseguir rebentar as bolinhas, o bebé começa a compreender que os seus gestos têm impacto no mundo que o rodeia, e inicia a aprendizagem da noção de causa e efeito – quando toca um objecto aparentemente sólido ele pode rebentar. São as suas primeiras lições de Física.

Música
(Ritmo: Pouring, pouring)
Bolinhas, bolinhas.
Estão a chover bolinhas.
Com o meu dedo vou rebentar
E continuar a brincar!

Chuva de Bolinhas (a partir dos 2 anos)

Faça muitas e pequenas bolinhas sobre a cabeça do seu pequenote. São gotas de chuva! Sugira-lhe que tente apanhar ou rebentar as bolinhas enquanto estão no ar. Com a mão. Depois só com um dedo. Que tal o dedo mindinho? E com o cotovelo? A bater palmas ou com os pés? Estes exercícios desenvolvem o equilíbrio e a coordenação. Estimulando as competências linguísticas da criança, conversem sobre a experiência. O que acontece quando tocamos uma bolinha? Quais são mais fáceis de apanhar? Grandes ou pequenas? No chão ou a voar? Qual a sensação de tocá-las? Parecem cócegas ou beijinhos?
Poderão também usar um copo de papel para recolher as gotas de chuva (bolinhas) que “caem” e em seguida usar esse copo cheio de “água” para regar as flores de um jardim imaginário. Ou as bolinhas poderão transformar-se numa praga de mosquitos que é necessário afastar. O que sugere o seu filhote?
Este tipo de brincadeira, que apela à imaginação, é fundamental para o desenvolvimento do pensamento simbólico, para a auto-regulação e para a criatividade. Ao experimentarem uma variedade de símbolos, ideias e relações, através da brincadeira, a criança está a desenvolver ferramentas que lhe serão muito úteis para encarar desafios futuros. E a descoberta do mundo faz de conta é um verdadeiro ensaio para o mundo real!

Nuvem de Bolinhas (a partir dos 3 anos)

O que é mais divertido do que uma bolinha de sabão? Uma irresistível nuvem de bolinhas cintilantes! Ajude o seu filho a fazer o máximo de bolinhas que conseguir durante 15 segundos. Ao fim desse período de tempo, troque a máquina Bubble Oodles por uma palhinha e peça à criança que use a palhinha para soprar mantendo-as bem alto, “perto o céu”, e sem rebentarem. A concentração tem de ser elevada. Ao fim de algumas tentativas a tarefa tornar-se-á mais fácil para a criança. Reforce cada conquista. A criança irá sentir-se competente e confiante para abraçar novos desafios. E se alargar o convite a alguns amigos do seu filho? Encoraje a cooperação, estimulando-os a tentarem manter a nuvem de bolinhas bem alta, usando para isso, cada criança, uma palhinha. Prepare-se para ouvir muitas expressões de contentamento à medida que as competências sociais das crianças se vão fortalecendo com esta alegre brincadeira.

(Ritmo: Frère Jaques)
Pequenas bolas, pequenas bolas.
A voar, pelo ar.
Olha as bolinhas
Leves e redondas
A voar, pelo ar.

Voilá! Uma obra prima! (a partir dos 4 anos)

As crianças divertem-se imenso com bolinhas de sabão gigantes. É possível criá-las
substituindo a máquina das Bubble Oodles por um grande cone construído a partir de cartão resistente ou de folhas plastificadas. Depois de deitar uma pequena quantidade de liquido num prato de plástico, mergulhe nele a ponta mais larga do cone e retire o excesso. Em seguida, será necessário um sopro forte e, com um rápido movimento de rotação do pulso, surgirá a flutuar uma incrível bola gigante. Poderá depois permitir que a criança experimente e vá aperfeiçoando a sua técnica.

Independentemente da brincadeira, os pais são para as crianças os seus mentores de
eleição. Por isso, deixamos aqui algumas ideias para se inspirar. Depois, deixe a criança
acrescentar alguns ingredientes mágicos do seu imaginário. Mostre à criança que o que ela tem a dizer é importante. A animação será garantida!

Por Inês Afonso Marques, Psicóloga

Apoiar a aprendizagem

Aprendizagem

Através da exploração e da brincadeira, bebés e crianças, aprendem a resolver desafios de forma progressivamente mais eficaz. Deixamos algumas sugestões propostas pela ZeroToThree, empresa parceira do Gymboree, para apoiar, no dia a dia, o desenvolvimento cognitivo do seu filho.
* Encorage diferentes formas de exploração dos brinquedos – tocando, agitando, empilhando.
* Transforme as rotinas diárias em momentos de aprendizagem através da brincadeira. Por exemplo, a hora do banho é um momento ideal para aprender noções como molhado e seco ou flutua e afunda.
* Siga os interesses da criança. As crianças aprendem mais através de actividades que as cativam.
* Quando a criança tiver perto de três anos, comece a colocar-lhe questões que a façam pensar. Por exemplo, quando estiverem juntos a ler um livro, pergunte “Porque achas que a menina se está a rir?”
Divirtam-se.

I.M.

toddler_music_home-003
Aprendizagem

Relações

Relações

O Gymboree nasce também do interesse de fazer crescer a relação que liga pais a filhos (e outros familiares próximos) e filhos a pais e é muito interessante acompanhar o quanto crescem estas relações, quando estamos todos à espera de começar mais uma “aventura” no Gymboree e cá fora se ouve cantar aquela canção, que marca o início de todas as aulas, como que a dizer: “está na hora da porta abrir!” e quando chegamos à porta para convidar todos a entrar cruzamo-nos com olhares radiantes e com aquela animação de quem diz “boa! vai começar!”. E depois são os pequenos grandes acontecimentos de dia-a-dia que vamos partilhando nas nossas relações:
“já lhe nasceu um dente!” – Boa!
“mostra lá a novidade!… começou a gatinhar!” – Que máximo!
“já está a dar os primeiros passos!” – Fantástico!
e até já acompanha algums movimentos que a música diz para fazer …
Estão mesmo a crescer todos os dias, que grande aventura !!…
Cr. A.

Relações
Relações
Brincar e o desenvolvimento humano. (R) 1

Brincar e o desenvolvimento humano. (R)

Brincar. Um ramo da árvore do desenvolvimento humano.

As opiniões divergem sobre a importância desta actividade, intrínseca ao crescer. Mas o valor da herança associada ao brincar é incalculável!
Em Novembro de 1993, a USA Today Magazine publicou um interessante artigo sobre esta temática, “Children at play are learning, too”. Judith Myers-Walls, especialista em desenvolvimento infantil, sublinhou que ao brincar a criança está a aprender e a preparar-se para a vida. A autora acredita que brincar é o trabalho mais importante que uma criança em idade pré-escolar pode fazer para conhecer o mundo, permitindo-lhe alcançar competências, tais como a noção de causa e efeito, a cooperação, a resolução de problemas e o funcionamento do seu corpo. Como para nós, adultos, estas capacidades são um dado adquirido, corremos o risco de ignorar oportunidades únicas das crianças as adquirirem e praticarem.
Acredito que as crianças precisam de dedicar mais tempo, não menos, a brincar – especialmente brincar ao faz de conta. Este tipo de brincadeira, mais ou menos livre, é fundamental para o desenvolvimento do pensamento simbólico, para a auto-regulação e para a criatividade. Ao experimentarem uma variedade de símbolos, ideias e relações, através da brincadeira, a criança está a desenvolver ferramentas que lhe serão muito úteis para encarar os desafios futuros, nomeadamente a entrada para a escola. E, claro, os pais têm um papel fundamental nesta descoberta do mundo faz de conta! Um verdadeiro ensaio para o mundo real!
Os pais poderão ser verdadeiros mentores das brincadeiras, encorajando novas e divertidas brincadeiras. Incentive a criança a escolher o cenário da brincadeira, a negociar os papéis e as especificidades de cada “actor”, a definir os objetos e as regras a serem seguidas. Mostre à criança que o que ela tem a dizer é importante! Os temas surgirão do quotidiano ou decorrerão de um mundo imaginado. Frequentemente os pais relatam episódios em que, espontaneamente em casa, os filhotes reproduzem os temas e as brincadeiras das suas aulas Gymboree.
Vou ser a professora que fica doente e vai ao hospital. Tu vais ser o doutor e vais ouvir o meu coração. A capacidade de planeamento e de resolução de problemas é desenvolvida quer na preparação da brincadeira, quer na própria brincadeira. Como estou doente e dói-me a barriga vou fazer uma cara triste. Ao representar diversos personagens a criança vai ensaiar várias relações e assumir diferentes estados emocionais. Esta consciência é fundamental para o desenvolvimento emocional e social. Tens de vestir uma bata branca. Dás-me um remédio? E, como as brincadeiras têm regras para serem seguidas, a criança começa a compreender que, por vezes, tem de adiar preferências e gratificações. Ora se ficou acordado que ela seria o paciente, não poderá usar o estetoscópio do médico, aquele objeto fascinante que tanta curiosidade lhe desperta.
O seu filhote irá admirá-lo por lhe proporcionar momentos de brincadeira tão especiais e únicos. O laço que vos une será fortalecido…
Inês Marques
toddler_brincar
Desenvolvimento de competências sociais, emocionais, físicas e intelectuais. Brincar é o trabalho da criança.