Espreguiçadeira

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Top 10 Brincadeiras Crianças 3 – 5 anos

Top 10 Brincadeiras Crianças 3 – 5 anos

 

Acabadinhas de chegar, as imperdíveis 10 brincadeiras e estímulos para as crianças entre os 3 e os 5 anos. http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

O tempo passa rápido, não é? Ainda ontem nasceu e hoje o seu filho já se está a preparar para a entrada na escola! Nesta fase, há muitas competências motoras em desenvolvimento e aperfeiçoamento, como a pontaria, o equilíbrio e a força, assim como competências sociais, por exemplo, o saber esperar pela sua vez. Esta idade dos porquês e curiosidades também é acompanhada por um importante desenvolvimento emocional que precisa de umas boas doses de compreensão, paciência e encorajamento nas conquistas por parte do adulto.

Com brincadeira e movimento tudo se torna mais fácil! E por isso a Professora Carolina apresenta-nos um conjunto de atividades desafiantes e divertidas que irão ajudar a desenvolver o corpo e a mente do seu filho, entre os 3 e os 5 anos.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras e Estímulos 00:00

Brincadeira #1: Jogo da batata quente 01:16

Brincadeira #2: Caixa comilona 02:02

Brincadeira #3: O pedregulho 02:55

Brincadeira #4: Segue o Gymbo 04:10

Brincadeira #5: Andar engraçado 05:25

Brincadeira #6: Empilhador 06:29

Brincadeira #7: Escondidas 07:20

Brincadeira #8: Rocha mágica 07:58

Brincadeira #9: História a dois 08:51

Brincadeira #10: Basquetebol com meias 09:42

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#brincadeiras #estímulos #top10

Olá, eu sou professora Carolina e estou aqui para lhe mostrar um conjunto de brincadeiras desafiantes e divertidas para as crianças entre os 3 e os 5 anos.

 

Está pronto para a ação?

Hora 321, vai começar!

E não se esqueça de se inscrever no nosso canal.

 

Entre os 3 e os 5 anos, estão em desenvolvimento e aperfeiçoamento algumas das competências motoras da criança, como o equilíbrio, a força e a pontaria.

Ao mesmo tempo que algumas competências sociais também vão se fortificando, por exemplo, a criança saber esperar pela sua vez.

É um grande desafio para ela!

Nesta idade, também há muito porquês. Muitas curiosidades, acompanhados por um desenvolvimento emocional, que exige e carece de muita compreensão, paciência e também o reforço positivo por parte do adulto quando a criança consegue conquistar aquelas suas metas.

Com movimento, com diversão tudo fica mais fácil…

Pois fique aí!

Estão aqui as 10 melhores brincadeiras para as crianças entre os 3 e os 5 anos.

 

A primeira dica é o jogo da batata quente.

Já todos provavelmente conhecem.

Podem começar por, fazê-lo com um balão, por ser mais leve e também permitir que a criança consiga antecipar a chegada do balão e coordenar os seus movimentos para poder agarrar e rapidamente soltar.

Este jogo vai promover a sua coordenação olho-mão, assim como também a socialização.

Podem variar no tipo de bola, mais pesada e também de diferentes texturas e aqui vai se gerar a diversão pela rapidez com que a criança tem que lançar o balão ou a bola para a outra criança ou para o adulto.

Divirtam!

 

E a dica número 2, chama-se caixa comilona.

Esta caixa dos brinquedos, está cheia de fome e nós vamos dar-lhe de comer e assim arrumar os brinquedos espalhados aí por casa.

Assim, por exemplo, ajudar a criança a arrumar os brinquedos de forma divertida.

Vamos lança com a tua mão bom1

Uop! Ye! Conseguimos dar de comer, à nossa caixa comilona!

Está a desenvolver assim a sua criatividade e poderá também perguntar-lhe, mais ideias sobre qual o nome a dar a esta caixa.

Será que é um monstro de bolachas e a bola é uma bolacha?

Bom!

Será muito divertido descobrirem as ideias que a criança tem para enriquecer esta atividade.

E assim sem querer, estão arrumar os brinquedos espalhados.

 

E a dica número 3

E a dica número três chama-se pedregulho.

Aqui o desafio será levar a bola, contornando os cones.

Está a desenvolver a força.

Pois é, sobretudo na parte superior do corpo da criança.

Vamos desafiá-la a levar a bola, contornando então o obstáculo, o que acaba também por desenvolver muito da sua coordenação em ambos os lados do seu corpo.

Podem também, desafiar a criança com uma bola a ser controlada nos pés.

E numa bola de futebol a criança conseguir levar a bola, contornando os cones.

Mais do que, estar com atenção se a criança consegue ou não cumprir o percurso tal e qual num oito e fazer sem tocar nos cones.

Bom, vão se divertindo e desafiando aos poucos e poucos, à medida do que a criança é capaz de fazer.

 

A quarta sugestão é é é…

Vamos para a quarta sugestão.

Segue o Gymbo!

O Gymbo vai dar as indicações, ou seja, o adulto e a criança podem escolher uma sequência de três movimentos e repeti los.

Quando o adulto der a ordem, por exemplo, bater uma calma. Juntos fazem essa sequência de movimentos que combinaram.

Podem então depois ser a criança, a fazer um gesto e fazerem a sugestão, então de sequência de movimentos que terão acertado.

Neste caso, vou sugerir, estes três movimentos seguidos.

Ora vejam!

Como o Gymbo vos diz para fazer.

Então, senta!

Põe-te de Joelhos! Uh!

De joelhos.

E levanta-te, ok?

Senta, de joelhos e levanta-te!

Boas brincadeiras.

 

E vamos para a dica número 5.

Esta brincadeira, vai desafiar o equilíbrio da criança.

Então a ideia é colocar uma fita colorida no chão, pode usar uma fita adesiva e colar no chão ou desenhar com um giz caso seja na rua. Ou ainda com uma fita neste caso, de cetim, desenhar então uma linha no chão, para que possam percorrer essa linha de forma divertida.

Este será um percurso divertido, em que a própria criança poderá dar as suas sugestões de como caminhar de forma engraçada, em cima desta linha.

Algumas das ideias serão por exemplo, inicialmente, sempre com os pés portanto em cima da linha e aqui está o equilíbrio. Caminhar em cima da linha sempre com os pés lá em cima.

Outra sugestão poderá ser ir aos os saltos, em cima da linha.

Ou ainda poder ir com um pé de cada lado, a caminhar no sentido da linha.

 

E esta é a dica número 6.

O jogo do empilhador.

De que forma podemos empilhar este caixote? Como é que vamos fazer?

Bom, posso levá-lo na minha mão e fazer um percurso com o caixote na mão.

Posso transportá-lo nas minhas costas?

Vamos experimentar.

Com a ajuda do adulto, a criança poderá levar a caixa nas costas e fazer o percurso de gatas.

Posso também, colocá-lo nos meus pés?

Deitando de costas no chão, tentar equilibrar o caixote nos pés.

Oh, que grande desafio! Será que posso largar? Ooop! Yeee!

Bom.

Gymbo, temos muitas ideias para explorar no jogo do empilhador.

 

E esta é a dica número 7.

O tradicional jogo das escondidas.

Pois é!

Este tradicional jogo. E tão conhecido de todos, que as crianças adoram brincar, têm inúmeros benefícios ao nível cognitivo, pois envolve a contagem exige que a criança esteja à escuta e portanto atenta. E depois a procura de lugares lógicos, por onde alguém se pode esconder.

Há uma outra variante de um jogo das escondidas, em que escondemos um objeto.

Hmm.

E com pistas de: quente, frio. Vamos ajudar a criança encontrar o objeto escondido.

Divirtam-se!

 

E a sugestão número 8, é o jogo da rocha mágica.

Como jogamos à rocha mágica?

Então é assim..

Eu faço de conta que sou uma rocha, e a criança vai dar uma sugestão de algo em que me devo transformar.

Se o Gymbo fosse a rocha…

Rocha mágica rocha mágica, transforma-te num coelho!

Como salta o coelho?

E juntos iremos fazer de coelhos.

A saltar.

A fazer mesmo, gestos da partes do corpo do coelho.

Portanto este jogo desenvolve a criatividade para além da sua motricidade global.

 

Contar uma história a dois, é a sugestão número 9.

Poder partilhar o momento da história com o seu filho, será maravilhoso ouvir as suas ideias.

Como é que a história se desenrola para além do que está escrito no próprio livro.

Será muito divertido ouvir as ideias da criança e poder incorporá-las nesta história, que até já podem ter ouvido muitas vezes e a criança já lhe pode ter perdido muitas vezes para contar a mesma história, mas acabamos sempre por descobrir alguma coisa diferente, por poder contar a história de uma outra forma e ainda poder então incluir ideias da criança para completar.

À medida que vai contando, poderá ir perguntando.

O que achas que vai acontecer a seguir? E se fosses tu? O que é que tu fazias?

Muitas perguntas, vão ativar ainda mais a curiosidade da criança e poder desenvolver o seu cérebro.

 

E chegamos à dica número 10.

Com um jogo de basquete, com meias.

Só precisa de um cesto e de alguns pares de meias, de diferentes tamanhos, para estimular as competências da criança, também para avaliar a força que precisa de fazer para lançar as meias, conforme então o peso dela, a sua dimensão, calcula a distância para que conseguir acertar no alvo.

Neste caso, poderá então começar com meias mais pequeninas e desafiar a criança a acertar no cesto.

Uau! Muito bem! E esta, um bocadinho maior vamos lá ver se tu consegues! Up! Oh, oh! Hm!

Vamos tentar outra vez? Com uma igualmente grande. Uau! Vamos lá ver se desta vez tu consegues. Uau! Muito bem!

Pois é.

Este jogo acaba por desenvolver a capacidade da criança calcular então a distância. Desenvolve a sua pontaria.

E está a estimular estas pequenas competências matemáticas, de.. A força que tem que fazer, também em termos motores, como é que tenho que me posicionar, para conseguir acertar no alvo.

Será um desafio cheio de boas estimulações.

 

Este foi o nosso top 10 de brincadeiras para as crianças entre os 3 e os 5 anos.

Gostou?

Foi fantástico!

Cheio de animação e muito movimento.

É isso que se quer!

Então não deixe de gostar, de partilhar, subscreva o nosso canal para não perder as nossas novidades.

 

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Top 10 Brincadeiras Crianças – 28 a 36 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 28 a 36 meses

 

 

Já chegou o melhor conjunto de brincadeiras e estímulos para as crianças entre os 28 e os 36 meses! ? http://www.gymboreeclasses.pt/playlab-academy

As crianças estão a desenvolver a sua capacidade para estabelecer relações lógicas entre ideias. As suas brincadeiras do faz de conta incluem mais sequências lógicas e ideias mais complexas. Assista a este vídeo e confira as 10 sugestões de brincadeiras, com garantia Gymboree Play&Music!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Histórias com roupas 00:44

Brincadeira #2: Momento da leitura 01:26

Brincadeira #3: Passeio pela selva 02:00

Brincadeira #4: Piquenique 02:57

Brincadeira #5: Receitas simples 03:43

Brincadeira #6: Cartas 04:56

Brincadeira #7: Fantoches 05:41

Brincadeira #8: Sementinhas 06:24

Brincadeira #9: Caixa de areia 07:10

Brincadeira #10: Pasta de papel 07:54

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Olá, o meu nome é Catarina. E vou vos apresentar o top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 28 e os 36 meses.

 

Nesta fase, é o aprender a pensar logicamente.

As crianças estão a desenvolver a sua capacidade para estabelecer relações lógicas entre ideias.

As suas brincadeiras do faz-de-conta, incluí mais sequências lógicas e ideias mais complexas, por seres imaginários, ganham vida através da literatura ou dos livros de histórias, da exploração do equipamento e de atividades de grupo.

Vamos descobrir quais são as nossas brincadeiras?

 

Nesta primeira brincadeira vamos trabalhar o pensamento…

Nesta primeira brincadeira vamos trabalhar o pensamento simbólico e a linguagem.

Arranje uma caixa com roupas, pode ser camisas velhas, aventais, chapéus, meias, o que tiverem aí por casa.

Incentive o seu filho a explorar a caixa e atirar cada objeto que está lá dentro e descubra qual será a história que ele vai inventar, ou explorar, ou pensar ou se se lembra de uma história que já tenha lido.

E dramatizem os dois 2 em conjunto, nesta aventura no mundo da caixa, com diferentes objetos do nosso dia a dia.

 

Nesta segunda brincadeira vamos promover a literacia, os conceitos e o pensamento simbólico.

Conte uma história ao seu filho e pergunte-lhe o que vai acontecer a seguir.

E quais as suas ideias na narrativa.

Isto ajuda na construção do pensamento criativo e também da imaginação.

Para além de ajudá-lo a desenvolver a literacia, e também o pensamento lógico.

E fique horas, o tempo necessário para a sua criança saiba desenvolver esta história para além do que consta os nossos livros.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar o pensamento simbólico e a motricidade global. E vamos fazer um passeio pela selva.

Pergunte à sua criança o que necessita para este passeio e arranje tudo o que é necessário mesmo que seja apenas à base da imaginação.

Por exemplo, desafie o seu filho a dizer: vamos passar silenciosamente pelo leão. Como é que nós vamos conseguir fazer isso?

Vamos colocar-nos em biquinhos dos pés e passar rapidamente antes que o leão acorde.

E depois chegamos à parte do rio.

Será que conseguimos ir ver os peixes? Vamos nadar com os peixes!

E faça os movimentos dos braços, como se tivesse mesmo a nadar dentro da água.

Incentive o seu filho a que ele partilhe consigo as suas ideias deste passeio na selva e que seja ele também a liderar, a dizer o poderão fazer ou qual é o animal que vão passar, ou estão a ver neste momento.

Nesta brincadeira, vamos promover o pensamento lógico e o contacto com a natureza, faça um piquenique.

Encha com o seu filho, uma mochila ou um cesto com tudo o que é necessário para realizar um piquenique e vão para um jardim ou para o quintal ou uma mochila ou um cesto. Pergunte-lhe o que é necessário levar e para onde levar.

E perceba se ele quer liderar esta brincadeira, este contacto com a natureza que acaba por ser não tão paginação, mas também real.

E desfrutem deste momento.

Arranjar tudo, e pensar para onde levar e o que levar, promove o pensamento lógico e também o contacto com a natureza é sempre importante para as nossas crianças.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento lógico e a se a…

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento lógico e a sequencialização.

Prepare uma receita simples com seu filho.

Serão receitas simples, em que a criança o poderá ajudar, a mexer, a deitar ou a espalhar.

Mostre-lhe a receita ou as instruções e vá assinalando as palavras à medida que as lê.

Converse sempre sobre a sequência das atividades antes e durante a sua preparação.

Primeiro, vamos deitar o leite, de seguida com a colher vamos mexer e depois com o garfo ou com a colher, vamos espalhar e vá desenvolvendo cada receita lentamente para que a criança o ajude.

Evoluir as crianças nas tarefas domésticas ou ajudar na cozinha é muito benéfico, porque todas as crianças querem ser parte de a equipa ou de ajudar nas tarefas domésticas e é sempre muito importante para as crianças também socializarem e aprenderem a sequência e quais são as regras que temos de ter, também segurança e não só na cozinha.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a criatividade e a linguagem com as nossas cartas.

Brinque aos correios, que no marco do correio a partir de uma caixa de cartão.

Crie uma ranhura no topo da caixa, para inserir os envelopes e as cartas e pequenos saquinhos de feijão que pode fazer, com um saquinho de plástico e colocar o feijão lá dentro.

Encoraje a criança a escrever cartas para a família e amigos e a colocá-los no marco do correio.

A criança poderá, mesmo fazendo uma carta que poderá enviar-nos correios verdadeiros e vão com ela e desfrute desta experiência imaginária e real ao mesmo tempo.

E quem sabe, no Natal, seja ela própria a escrever a sua carta para o pai Natal.

 

Nesta brincadeira, vamos promover as competências sociais, a dramatização e também a criatividade.

Como?

Vamos convidar os nossos amigos para fazer fantoches. Usando sacos de papel ou meias sem pares.

Ajude o seu filho e os seus amigos a fazer fantoches, usando marcadores, fios, pompons e botões.

Vamos lá Gymbo!

Quando tiver terminado, as crianças poderão usar o seu o seu crescente pensamento criativo, assim como os seus regentes competências sociais, eloquente habilidade para cooperar e negociar para que criar histórias para dramatizar com os seus fantoches.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o pensamento sequencial e lógico, o contacto com a natureza e as competências linguísticas, plantando sementes. Ou relva, feijões, cenouras ou girassóis. Num vaso ou algures no vosso pátio.

Converse com seu filho em cada etapa, de forma que possa compreender a sequência envolvida.

Primeiro, colocamos terra no vaso. Depois enterramos o dedo para fazer um buraco com a semente.

Observem diariamente a plantação para verem como está a semente a crescer.

Atividades como esta, desenvolvem o conhecimento lógico e as competências linguísticas.

E quando as crianças exploram novos objetos, experiências e ideias.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade fina um bocado a imaginação.

Construindo uma caixa de areia nestes dias chuvosos.

Encha uma bacia, pouco profunda com cereais, arroz ou massa.

Dê umas colheres ao seu filho, paz, copos para que ele explore a areia ou a mexer, ou a tocar ou mesmo com as suas mãos, os seus dedos, têm de perceber a textura da areia, se tenta tirar da bacia ou não, se tenta fingir que depois a areia pode ser alguma coisa para ele comer, visto que estamos utilizar arroz ou massa.

Perceba quais são as ideias do seu filho ao brincar com estas areias nestes dias chuvosos que sabe tão bem estar em casa.

 

Nesta brincadeira, vamos promover o tacto, a criatividade e expressão artística, fazendo pasta de papel.

Poderá fazer alguma pasta de papel, colocando e desenrolando um rolo de papel higiénico para uma tigela ou para um balde de plástico.

Depois, adicione água com tintas laváveis, tintas não tóxicas e depois a pasta produz uma sensação tátil única e pode ser amassada e pode ser que também mudada para formar diferentes formas e deixe a sua criança explorar, esta pasta de papel. E também claro o adulto que se divirta com a criança, que também é muito importante estes momentos a dois ou a três ou a quatro em família.

 

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Ficamos à vossa espera.

E claro não perca o nosso próximo vídeo de brincadeiras e estímulos.

 

 

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Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

Top 10 Brincadeiras Crianças – 22 a 28 meses

 

 

Programa Play Lab Academy para fazer em casa!

Tem um bebé entre os 22 e os 28 meses?

Assista a este vídeo e descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazerem juntos, com a garantia do Gymboree Play&Music!

Parabéns! A sua criança chegou à fase em que começa a pensar de forma criativa; aos poucos irá aprender a usar palavras, imagens e objetos (símbolos) para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias. Poderá observar isto enquanto brincam por exemplo aos jogos faz-de-conta. A brincadeira continua a ser um bem essencial do seu filho. É a forma que tem de aprender sobre o si próprio, sobre o mundo e as pessoas que o rodeiam. Por isso, incentive-o a brincar sempre (sozinho ou acompanhado, dentro ou fora de casa, em todo o tempo, lugar e circunstância).

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeira #1: Brincadeiras faz-de-conta 01:16

Brincadeira #2: Dança da luz 03:02

Brincadeira #3: Esconderijo secreto 03:55

Brincadeira #4: Vou-te papar 05:02

Brincadeira #5: Parar e avançar 05:51

Brincadeira #6: Mãos à obra 07:28

Brincadeira #7: Atira a bola 08:53

Brincadeira #8: Passeios a cavalo 10:50

Brincadeira #9: Da cabeça aos pés 12:28

Brincadeira #10: Copos mágicos 13:35

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Olá, eu sou a Patrícia professora Gymboree, bem-vindos a mais um top 10 brincadeiras e estímulos.

Desta vez para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Está pronto para brincadeiras super divertidas e benéficas para si e para o seu filho?

Então assista a este vídeo e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades!

 

Nesta fase as crianças aprendem a pensar de forma criativa.

Elas utilizam os símbolos, como as palavras, as imagens, os objetos para comunicar e desenvolver as suas próprias ideias.

Muitas vezes nos jogos faz de conta.

Se observarmos uma criança a brincar, podemos ver a concentração a examinar cada objeto, o entusiasmo a cada esforço, a alegria que a radiam, quando conseguem atingir um determinado objetivo.

E isto demonstra que para eles brincar é um assunto sério. É a forma que eles têm para conhecer mais sobre si mesmos, sobre o mundo e os outros que os rodeiam.

Também para testar e puxar os limites das suas capacidades. Por isso enquanto brincam sigam os interesses da sua criança, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

Estas são as nossas dez sessões.

 

Começamos este top 10 brincadeiras e estímulos com as brincadeiras faz-de-conta.

E aqui cabem infinitas brincadeiras e jogos que podem fazer juntos.

A exploração de temas imaginários e as brincadeiras faz-de-conta promovem o pensamento simbólico, que é a verdadeira chave para a inteligência, porque permite que a criança formule as suas próprias ideias e usem a imaginação.

Estas brincadeiras também estimulam a linguagem e a interação com os pares.

Encoraje o interesse do seu filho por estas brincadeiras, disponibilizando-lhe diferentes materiais do cotidiano, por exemplo, aqui temos alguns objetos da cozinha como copos, tigelas, colheres, colher de pau, uma vassourinha adequada ao tamanho da criança, temos também uma mochila.

Tudo o que tiver por causa e que a sua criança possa explorar em segurança.

Deixe-a explorar à vontade e deixe-a guiar a brincadeira.

Em alternativa podem sempre brincar vestindo-se.

Aqui temos umas gravatas, um lenço, sapatos diferentes, uma mala, um chapéu e por casa abra um baú e tirem esses tesourinhas, que podem ser tão divertidos para a criança explorar e vesti mesmo que ela não seja capaz ainda de criar uma história com a roupa que escolheu.

Vai sempre gostar de se vestir e de se sentir diferente.

Uma outra brincadeira faz-de-conta, é brincarem aos animais, por exemplo, poderá fazer uma visita ao Jardim Zoológico com o seu filho.

Como?

Peça-lhe que estique o pescoço o mais possível como uma girafa, ou que corra mais rápido como uma chita ou que trepe por exemplo o sofá da sala como um macaco a trepar uma árvore. Ou então que nada no fundo do oceano, que é o chão da sala ou do quarto e divirtam-se.

 

Avançamos agora para a dica número 2 com a dança da luz.

Arranje uma lanterna com um botão de ligar e desligar fácil de manusear.

Depois escureça a divisão da casa onde se encontram.

Inicialmente, dirija a luz da lanterna para o teto, para os móveis, para si próprio, também para as diferentes partes do corpo da criança.

Depois deixe ser a criança a fazer esta dança da luz.

Poderá colocar uma música calma e assim deixar a criança expressar-se à vontade. Passado pouco tempo a criança irá sentir um enorme prazer, ao perceber que consegue controlar o movimento da luz. E assim estará a estimular não só movimento expressivo, mas também o seu sentido de competência.

 

E esta é a nossa dica número 3.

Construa um esconderijo secreto.

Poderão fazê-lo com uma caixa de cartão.

Por exemplo, recortando uma porta num dos topos, fazendo também alguns buracos que poderão ser as janelas e assim a criança será capaz de estar lá dentro da caixa e conseguir ver o que se passa cá fora.

Poderão fazer também este esconderijo secreto com uma tenda, utilizando duas cadeiras e um lençol.

À semelhança do que já fizemos num dos nossos vídeos anteriores, que deixamos aqui o link.

Encoraja o seu filho a encher este esconderijo com os seus brinquedos e livros preferidos.

E pergunte-lhe mesmo: o que é que vamos fazer nesta cave secreta?

E deixe o seu filho brincar e explorar à vontade, mas é importante que o adulto assumam um papel nesta história.

Rapidamente se vai a perceber que a criança vai transformar este esconderijo num ninho, num castelo, num avião, num carro, naquilo que ela conseguir imaginar. O que demonstra de facto a sua capacidade imaginativa e o seu pensamento simbólico.

 

Para a quarta dica de brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 a 28 meses, sugerimos transformar o seu filho num alimento.

Poderá ser uma banana, um cachorro-quente ou qualquer outro alimento.

Para isso precisa apenas de um lençol ou de um cobertor.

Primeiro, envolva a sua criança no lençol ou no cobertor, sempre com a cara destapada.

E depois faça um grande espetáculo a descascá-la, basta puxar gentilmente do outro lado do lençol para a desenrolar, em seguida coma-a.

Nham nham nham nham nham nham nham!

Com muitos beijinhos, abraços, cócegas e mordidelas.

Depois podem trocar de papéis.

Quantos alimentos conseguem fingir que são?

Puxe pela criatividade da sua criança e divirta-se muito.

 

Já estamos na dica de brincadeira número 5.

Crie uma banda, pára e avança.

Convide o seu filho a bater em algum objeto de plástico ou metal que tenha em casa.

Poderá ser um alguidar, ou um outro brinquedo, por exemplo aqui temos um pequeno tambor.

Vá dando pistas ao seu filho de quando é que é para tocar. E quando é que é para parar.

Poderá associar uma canção.

Por exemplo, vamos?

Toca toca toca, toca toca toca, toca toca toca toca toca até parar!

Paramos? Conseguimos parar?

É importante que o adulto demonstre a brincadeira e a repita várias vezes para que a criança consiga perceber, a dada altura até já vai antecipar o momento de pausa.

Deixamos também uma alternativa muito divertida que é a dança do Freeze.

Fica aqui em cima o link para vocês visitarem também.

Esta brincadeira pode parecer de fato muito simples, mas ajuda a criança a desenvolver a sua memória, atenção e concentração e também a sua linguagem.

Numa segunda fase, quando a criança já dominar este procedimento do pará e do avança, poderá dar pistas de uma outra forma, por exemplo utilizando sons ou então mostrando alguns sinais, por exemplo, o verde para tocar e o vermelho para parar.

Isto ajudará a criança a associar o símbolo, neste caso a cor, a um conceito, do avança e do pára.

O que constitui um marco muito importante para a preparação de leitura.

 

Nesta dica de brincadeiras e estímulos números 6, sugerimos colocar as mãos à obra.

Poderá fazê-lo através de brincadeiras do foro mais artístico, como pinturas de água, numa tarde quente, poderá dar à criança uns pincéis baratos, um baldinho de água e deixá-la pintar ou o passeio da rua ou uma parede colorida que tenha em casa.

A vantagem é que a água seca, e não há qualquer risco de sujar nada.

Uma outra opção, é dar à criança uma tina ou um pratinho com espuma de barbear. E deixar a criança explorar a sua textura, ou até mesmo fazer desenhos com ela, numa superfície que não a tenha qualquer problema.

Nesta fase, também pode dar início aos dotes culinários do seu pequeno, fazendo em conjunto com ele uma receita simples de pão. E deixando-o explorar a massa, enrolando a maçã, espalmando, cortando com peças de plástico não cortantes, verá como o seu filho está tão crescido que já é capaz de seguir uma a duas indicações que lhe sejam dadas e ajudar em algumas tarefas simples.

Todas estas atividades são muito valiosas para estimular a motricidade fina, a linguagem e a imaginação da sua criança.

 

Esta é a sétima dica de brincadeira.

O simples jogo de atirar e apanhar a bola.

A maioria das crianças consegue atirar a bola muito antes de a conseguir agarrar, de qualquer forma elas adoram envolver os seus bracinhos em bolas de árvore, por exemplo, as bolas de praia ou até mesmo os balões.

E com uma certa dose de prática e de paciência da parte do adulto ela será bem sucedida em atirar e agarrar a bola.

Poderão sentar-se frente a frente ou o adulto agachado e a criança de pé, para que estejam mais ou menos ao mesmo nível.

E inicialmente, o adulto pede à criança que ela atire a bola e assim o adulto demonstrará como se agarra.

Depois o adulto atira a bola à criança, e a criança irá tentar agarrá-la.

Isto vai demorar algum tempo, serão necessárias várias repetições para que ela consiga fazer.

Quando ela já for bem sucedida, poderão aumentar a distância que vos separa.

Se observarmos à lupa esta brincadeira tão simples, poderemos encontrar inúmeros benefícios, desde a socialização à promoção da motricidade global e da coordenação olho-mão.

Boa!

Apanhar a bola requer reflexos rápidos e um bom conhecimento espacial, o que demora ainda algum tempo a adquirir.

Esta brincadeira normalmente prende as crianças por algum tempo, o que demonstra também duas coisas muito importantes, a capacidade de resiliência que a criança tem e que vai desenvolvendo ao longo do tempo, isto de tentar e voltar a tentar até ser bem sucedido e por outro também a capacidade de manter o foco na tarefa, de facto poderá verificar que em algumas brincadeiras, a criança já consegue manter-se focada e concentrada durante mais de 30 minutos.

O que reflete também o desenvolvimento intelectual que é tão notório nesta fase.

 

Já chegamos à oitava sugestão deste top 10 brincadeiras e estímulos para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança faxina se com imagens de cavalos, então dê-lhe a oportunidade de fazer um passeio a cavalo.

O adulto fará de cavalo apoiando-se com as suas mãos e os joelhos no chão.

A criança ficará sentada nas suas costas ou nos seus ombros, certifique-se que ela está segura e esteja sempre pronto a agarrá-la, caso ela se desequilibre.

Poderá começar por ficar nesta posição durante algum tempo para que a criança se sinta confortável também com a brincadeira, depois poderá baixar e subir a parte superior do seu corpo. Ou então balançar lado a lado para desafiar o equilíbrio da criança.

Por fim poderá então fazer mesmo um passeio pela divisão da casa onde se encontram.

Ihhh!

Vamos sair? Boa

Nesta fase a sua criança já caminha muito bem, mas isso não significa que eu sou equilíbrio esteja completamente desenvolvido enquanto gatinha ou balança lado a lado com a criança nas suas costas ou nos seus ombros, estimulam a ajustarem e a manterem o centro de gravidade a cada momento.

Para além de que, alarga a sua imaginação ao fingir que é um cavalo montado num cavaleiro.

Ao fingir que é um cavaleiro montado no cavalo.

Que disparate!

 

Estamos na reta final deste top 10 com a nona brincadeira.

Certamente que se recorda da música cabeça, ombros, joelhos e pés do original em inglês, head, shoulder, knees and toes.

Se não se recorda, não se preocupe.

Deixamos aqui também, a versão do nosso canal Gymbo for kids.

Esta é uma brincadeira muito simples em que terá apenas de cantar a canção e apontar com as duas mãos para as partes do corpo nomeadas.

Incentive a criança a fazer o mesmo, por isso será importante fazerem frente a frente.

Repita várias vezes a canção e vá aumentando o ritmo.

Será que a criança consegue fazer autonomamente a coreografia ou baralha-se?

Se for necessário, segure então nas suas mãozinhas e acompanhe ao longo da coreografia.

A música e a dança são de facto ferramentas muito simples e divertidas que estimulam fortemente o desenvolvimento infantil.

Por exemplo com esta canção e coreografia apenas, a criança trabalha a sua consciência corporal, a sua motricidade global, a sua memória, a sua audição e também a exploração do ritmo.

 

Vamos então à última sugestão de brincadeiras e estímulos deste top 10 para crianças dos 22 aos 28 meses.

A sua criança está tão crescida que certamente já reparou, que ela é capaz de procurar o seu brinquedo preferido exatamente no local onde deixou no dia anterior. E isto é resultado do desenvolvimento do conceito da permanência do objeto e também da sua memória. Portanto vamos continuar a estimular estes dois aspectos com o jogo dos copos mágicos, que é um autêntico desafio da memória.

Precisa então de dois ou mais copos.

Aqui temos três, com cores bastante distintas e um objeto que possa ser escondido por baixo dos copos, aqui temos umas castanholas.

É importante que a criança esteja a ver todo este processo.

Poderão estar lado a lado ou frente a frente.

Vamos colocar então as castanholas por baixo de um copo, pode ser do copo azul e vamos mover.

Olha, Gymbo onde estão as castanholas?

Independentemente da criança acertar ou não, é sempre importante que dê reforços positivos, por exemplo, se ela apontar para o copo laranja, podemos dizer: olha não está aqui! As castanholas onde estão? Vamos tentar outra vez? Ah! Estam aqui, muito bem! Vamos fazer de novo?

Repita várias vezes este jogo, porque certamente a sua criança irá gostar muito.

Tenha só em atenção que, enquanto mexe os copos não deverá mover nem muitas vezes nem demasiado rápido.

Porque este é um jogo que pode baralhar também os adultos, divirtam-se muito com esta brincadeira, enquanto estimulam a resolução de problemas e a memória do seu pequeno, mas também do adulto.

 

Terminámos por hoje o nosso top 10 brincadeiras e estímulos para crianças entre os 22 e os 28 meses.

Se gostou deste vídeo, não se esqueça de gostar, comentar, partilhar, subscrever o nosso canal e ativar as notificações para estar a par das nossas novidades.

Vemos no próximo vídeo, divirtam-se!

 

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Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés – 16 a 22 meses

 

 

Saiba quais são as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 16 aos 22 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://gymboreeclasses.pt/playlab-academy/

O seu bebé já está muito crescido. Agora o que ele mais gosta é de resolver problemas e ser bem-sucedido, por isso ao brincar ele explora tudo ao seu redor. O seu bebé está também a aprender vocabulário, por isso as brincadeiras baseadas nos opostos (ex.: cima/baixo), ajudam-no a adquirir novos conceitos de uma forma simples e divertida. Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras Bebé! 00:00

Brincadeira #1: Construir tendas 00:38

Brincadeira #2: Freeze 00:58

Brincadeira #3: Para e avança 01:27

Brincadeira #4: Labirinto da coordenação motora 02:03

Brincadeira #5: Pinhata 02:48 Brincadeira #6: Caça ao tesouro 03:21

Brincadeira #7: Marcha às cavalitas 04:00

Brincadeira #8: Oh Rosa arredonda a saia 04:28

Brincadeira #9: Será que cabes? 05:21

Brincadeira #10: Equilíbrio na tábua 06:26

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#playlab #Brincadeiras #parentalidade

Olá, o meu nome é Catarina e vou-vos apresentar o top-10 brincadeiras para crianças entre os 16 e os 22 meses.

 

Nesta fase, as crianças aprendem e resolvem problemas de forma eficaz.

Usando os temas opostos, dá um contexto divertido para que as crianças aprendam resolver os problemas de forma eficaz, como por exemplo, dentro e fora, cheio e vazio, ou por cima ou por baixo.

Para além de promover o desenvolvimento motor, social e cognitivo.

 

Nesta primeira brincadeira, vamos trabalhar a consciência espacial, construindo uma tenda. Empilhe almofadas do sofá ou coloque uma manta por cima de uma mesa de forma redonda ou sobre cadeiras.

As crianças pequenas adoram entrar em pequenos espaços, o que reflete o seu crescente conhecimento e fascínio pela consciência espacial.

 

Vamos brincar ao congela nesta segunda brincadeira.

Dê um lenço ao seu filho para que ele agarre um em cada mão, coloque uma música e incentive-lhe a dançar e a mexer os lenços.

Desafie estas capacidades de ouvir. E ficar atento quando a música pára os movimentos todos nosso corpo também vão parar.

Para além disso, estes movimentos padronizados desafiam o equilíbrio e a coordenação.

 

Nesta terceira brincadeira, vamos trabalhar a capacidade de seguir regras e também a atenção e a concentração.

Com o nosso jogo do pára, e do avança.

Diga à criança que pode começar a correr assim que ouvir a palavra: avança. E que, terá de parar de correr quando ouvir a palavra pára.

Estes dois conceitos opostos, vão trabalhar a resolução de problemas e também a concentração da criança para ver se a criança está atenta às duas diferentes palavras e se consegue compreender o conceito e qual é o objetivo de cada uma.

Por fim, altere o papel e peça à criança que seja ela a liderar e a dizer: pára e avança ao adulto.

 

Nesta quarta brincadeira, vamos trabalhar a motricidade global, o escalar e também os conselhos em cima e fora.

Ponha uma fila de diversos objetos, para que a criança os possa subir e possa descer.

Bancos com uma pequena altura, diferentes degraus, almofadas no chão etc.

Enquanto supervisiona esta brincadeira, deixe a criança explorar o subir e o descer.

À medida que vai explorando os objetos, não se esqueça de dizer sempre os conselhos.

Em cima! E fora!

E deixá-lo a explorar este percurso, esta fila de objetos.

De diferentes maneiras pode passar por baixo ou então sempre passar por fora ou então passar por cima e depois tudo por fora ou ao contrário.

 

Nesta quinta brincadeira vamos trabalhar a coordenação hormonal com o nosso jogo da pinhata.

Coloque uma bola pendurada, insuflável e colorida de preferência, na área de brincadeira do seu filho a uma certa distância, mas que ele provavelmente a consiga alcançar.

Mas como é que o seu filho resolve este problema de tentar alcançar a bola?

Se se coloca em cima de algum degrau, se se coloca em biquinhos dos pés ou se simplesmente tira uma almofada ou algum objeto para a tentar alcançar e tocar na bola.

 

Nesta sexta brincadeira, vamos fazer uma…

Nesta sexta brincadeira, vamos trabalhar a resolução de problemas e permanência do objeto.

Vamos fazer uma caça ao tesouro.

Onde estará o tesouro do seu filho?

Esconda um objeto especial que seu filho gosta da sua área de brincadeira para ver se ele consegue encontrar.

Inicialmente, esconda o objeto num espaço visível e à medida que as capacidades de resolução de problemas e de encontrar objetos se tornam mais sofisticadas, pode aumentar gradualmente este desafio de esconder, para que o seu filho encontre o seu objeto especial.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar noção espacial e também a liderança.

E vamos marchar!

Coloque uma música aí em casa, do estilo marcha, colocando o seu filho às suas cavalitas nos ombros e marche pela casa.

De seguida tire o seu filho, coloque-o no chão e deixe que ele lidere este momento de marcha e veja se ele lhe dá indicações para onde seguir ou então se simplesmente quer voltar às cavalitas dos pais.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar o tacto e a linguagem com a nossa Rosa arredonda a saia.

Segure uma manta ou um mini paraquedas sobre a cabeça do seu filho enquanto ele se encontra sentado ou em pé.

E baixe e eleve gentilmente o mini paraquedas ou a manta.

De seguida ande à volta, por cima de seu filho e veja se ele consegue alcançar o mini paraquedas ou a manta. E pode sempre cantar a música da Rosa arredonda a saia.

Oh Rosa arredonda a saia! Oh Rosa arredonda-a bem! Oh rosa arredonda a saia! Olha a roda que ela tem!

E no fim, baixar e a esconder o seu filho por baixo da manta ou do mini paraquedas ou se quiser também cantar outra música, enquanto anda à volta, pode sempre experimentar e divertirem-se.

 

Nesta brincadeira, vamos trabalhar a consciência corporal, consciência espacial e a resolução de problemas.

Como?!?

Será que cabes?

 

Arranje algumas caixas de cartão de diferentes tamanhos, ou as suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro.

E outras suficiente grandes para que ele se consiga sentar no interior.

Para trabalhar a consciência espacial, coloque estas caixas de cartão em fila e deixe o experimentar e pergunte-lhe: será que cabes dentro da caixa? E te consegues sentar?

Deixe o experimentar à vontade, porque esta é uma atividade muito importante para a resolução de problemas.

E veja se ele por si só, quer alterar o tamanho ou então também se começa pela mais pequeninas ou pelas maiores para ver se cabe.

E se perceber que mais pequenas não cabe, se coloca a seguir das grandes, para tentar perceber se aí vai conseguir caber dentro da caixa. E se quiser também pode se colocar dentro da caixa grandes e dizer: eu caibo!

Ou então.

Será que tu cabes?

 

Nesta última brincadeira, vamos trabalhar a curvação bilateral, o equilíbrio e a confiança construindo uma tábua de exercícios.

Coloque no chão uma linha de 1 metro ou uma fita adesiva.

Nós aqui temos um lenço.

Ou então se quiser, uma tábua de madeira.

Inicialmente ajude a criança a passar esta linha, segurando na mão. E depois encoraja a experimentar sozinha e explorar esta linha ou esta tábua de madeira.

E vamos ver como é que ela adquire o seu equilíbrio e também a sua coordenação bilateral.

 

Divirtam-se sempre nestas nossas brincadeiras.

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Esperamos por vocês num próximo vídeo!

 

Take 2!

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Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

Top 10 brincadeiras e estímulos dos 10 aos 16 meses

 

 

Veja quais as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 10 aos 16 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Esta é uma fase única na vida do seu bebé. Ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar com ajuda ou sozinho, comunica muito bem com gestos, expressões, movimentos e sons. Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá entrar num período de desorganização (também conhecido por birras). E toda esta turbulência é despertada por um novo objetivo – andar, falar e adquirir independência!

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular?

Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras para bebé 00:00

Brincadeira #1: Viagens de cobertor/cesto da roupa 01:11

Brincadeira #2: Explorar e regar 03:00

Brincadeira #3: Escondidas 03:56

Brincadeira #4: Atirar meias e bolas ao cesto 05:28

Brincadeira #5: Percurso de obstáculos 06:35

Brincadeira #6: Construção e desconstrução da torre 07:48

Brincadeira #7: Dançar juntos 08:42

Brincadeira #8: Treino com bola pilates 09:58

Brincadeira #9: À procura da luz 11:59

Brincadeira #10: Ler 13:02

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#brincadeiras #bebé #bebés

Olá, eu sou a Patrícia, professora Gymboree e venho apresentar-vos hoje o top-10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

Terão brincadeiras simples, divertidas e carregadas de benefícios para fazerem juntos.

Ficou curioso?

Então fique connosco e subscreva o nosso canal para estar a par das novidades.

 

Esta é uma fase única na vida do seu bebé, ele já rasteja, poderá gatinhar, pôr-se de pé, andar sozinho ou com ajuda. Certamente já se expressa muito bem através dos sons, gestos e expressões que utiliza.

Com o aproximar do seu primeiro aniversário, o comportamento do bebé poderá sofrer alguma desorganização. Também conhecido por birras e choros!

E toda esta turbulência é despertada por três novos objetivos. Andar, falar e acima de tudo adquirir independência, enquanto brincam juntos observe o seu bebé, veja a eficácia com que tenta dominar as tarefas.

Acima de tudo, siga os interesses do bebé, dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Vamos à primeira dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

O mais provável é que tenha em casa objetos como um cobertor ou um cesto da roupa. Estes objetos do cotidiano são dos brinquedos mais versáteis do mundo para os bebés. Com o cobertor, por exemplo, podemos fazer um passeio sentando ou deitando o bebé por cima do cobertor, podemos arrastar o cobertor em diferentes direções pelo chão da sala ou pela relva do jardim. Se juntar a esta brincadeira mais um adulto ou uma criança mais velha este poderá garantir que o bebé não toma para trás ao longo desta brincadeira.

E assim estaremos a desafiar o equilíbrio dinâmico do bebé de uma forma segura, mas também a estimular o seu tato e a discriminação visual.

Caso não tenha em casa um adulto ou uma outra criança, poderá utilizar em alternativa o cesto da roupa.

E assim será mais fácil de controlar os possíveis desequilíbrios do bebé pelo longo do passeio.

Mas para além disso o cesto da roupa tem muitas outras potencialidades de brincadeira. Poderá transformar-se num excelente forte, num mini parque, num berço para bonecas e também num andarilho.

Caso o seu bebé esteja agora a começar a andar, ou já ande mesmo, poderá colocar o bebé numa extremidade do cesto e o adulto fica na outra.

Coloque dentro do cesto alguns objetos ou brinquedos e depois inicialmente o adulto terá de puxar o cesto, para que o bebé perceba que é possível empurrar e andar ao mesmo tempo.

A partir daí será preciso oferecer alguma resistência, porque senão o bebé poderá sair daqui a correr com o cesto.

E assim estaremos a estimular a marcha, o equilíbrio e a força nos membros inferiores.

 

A nossa segunda sugestão de brincadeiras e estímulos, chama-se: explorar e regar.

Pois é, nesta fase o bebé adora imitar os outros, nomeadamente nas tarefas domésticas.

A imitação é um processo de aprendizagem muito importante para os mais pequenos nesta fase. E associando isto ao fascínio que tem pela água, pode imaginar o resultado certo?

E que tal deixarmos o seu filho regar as plantas lá de casa ou do seu quintal?

Poderá pegar num regador com água, segurar nas mãozinhas do bebé e mostrar como se faz.

Se for um bebé mais crescido, o adulto e o bebé poderão cada um ter o seu regador. Claro que a água não vai toda parar à planta, certamente poderá parar um pouco ao chão, aos pezinhos do bebé, mas ele vai gostar muito de se sentir uma pessoa crescida e fazer o mesmo que o pai ou que a mãe está a fazer.

 

Avançamos agora para a terceira dica de brincadeiras e estímulos.

O famoso jogo das escondidas.

Os conceitos de permanência dos objetos e das pessoas, ou seja, a ideia de que os objetos ou as pessoas continuam a existir mesmo que não estejam visíveis num determinado momento, ainda dominam o dia a dia da criança.

Por isso irá notar que as separações com os pais, quer seja durante o dia, quer seja durante a noite ao deitar, podem tornar-se um pouco mais difíceis.

O bebé adora esconder-se atrás de uma esquina atrás de um cortinado, mas não gostam quando são os pais que se afastam dele. No fundo ele quer controlar as separações.

Ajudar nesta fase, sugerimos então o jogo das escondidas com objetos ou com pessoas.

No primeiro caso, basta tampar um objeto que o bebé goste com uma manta ou uma fralda, depressa o bebé vai ser capaz de reconhecer os objetos através da sua forma.

Caso o bebé não consiga encontrar, basta tapar apenas uma parte.

Não se esqueça de fazer uma grande festa quando o bebé encontra o objeto escondido. Poderá ser também o adulto ou o bebé a esconder-se, mas aqui deixamos uma dica de ouro de Gymboree!

O adulto ao esconder-se, pode dizer: adeus!

E quando aparece pode dizer: olá!

Poderá fazê-lo também com outras línguas, dizendo: bye bye! Ou então: hello!

E uma maneira simples e divertida, ajuda o bebé a aprender novas palavras.

 

E esta é a dica de brincadeiras e estímulos número 4, para bebés dos 10 aos 16 meses. Junte algumas bolas leves e macias que tenha por casa, meias dobradas também servem perfeitamente e um cesto, ou um balde ou uma taça. Caso este objeto seja de metal será ainda mais interessante, porque vai fazer um barulho muito giro, quando as bolas aqui caírem.

À vez, adulto e criança vão atirar as bolas para dentro do cesto.

Boa! Agora é a tua vez! Ah! Muito bem!

Até que todas as bolas tenham desaparecido.

Depois também à vez, vão retirar as bolas e colocar no sítio inicial.

Desta forma estará a estimular a relação causa-efeito, a coordenação olho-mão, a capacidade de agarrar e largar do seu bebé, mas também a capacidade de esperar pela sua vez.

Durante a brincadeira, não se esqueça de responder às solicitações que o seu bebé faz e assim estará mostrar que o que ele diz é importante. E isso encorajo-o a comunicar cada vez mais,

 

Já estamos a meio do percurso com a  brincadeira número 5.

E por falar em percursos sugerimos isso mesmo, um percurso de obstáculos.

Liberte o conquistador que há dentro do seu filho. E explorem juntos um percurso com diferentes obstáculos motores, por exemplo, poderemos colocar alguns brinquedos no chão e ajudar o bebé a contornar.

Boa!

Evitando os vilões desta história, por exemplo.

Poderemos ajudar o bebé a subir e a gatinhar, ou a andar, de acordo com o que ele consiga fazer, neste monte Everest, que são as almofadas da sala.

Poderemos colocar também um túnel, que poderá ser uma caverna escura, ou uma cadeira em que o bebé passa por baixo ou uma caixa de cartão grande destapada pelos topos e assim o bebé conseguirá passar pelo meio.

Ou até mesmo, subirem a uma árvore, que poderá ser a cama ou o sofá da sala.

E assim o bebé chegará ao seu objetivo, que é o seu brinquedo preferido.

Este género de desafios ajudam o bebé a estimular várias capacidades motoras, nomeadamente o equilíbrio, a força, a coordenação e também o conhecimento do seu corpo e do espaço.

 

Para a sexta dica de brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses, sugerimos um clássico e temporal.

Que é a construção e desconstrução da torre.

Este jogo pode ser feito com diferentes materiais, cubos de madeira, copos de plástico, caixas de comida de plástico, quaisquer objetos ou brinquedos que possam ser empilhados, a diversão está garantida. Assim como a estimulação da coordenação olho-mão, da motricidade fina e grossa e também da discriminação do tamanho e da forma dos objetos, mas não se esqueça, este jogo tem duas etapas. A tarefa árdua de construir a torre e a parte mais divertida, que é deita-la abaixo.

E para Isso poderá ser o bebé com suas mãozinhas a derrubar, ou então utilizando umas bolas ou uns saquinhos de feijão.

Pumba!

Divirtam-se.

 

Já estamos na sétima dica de brincadeiras e estímulos.

E desta vez sugerimos um baile entre o adulto e o bebé.

Claro que quantos mais participarem, mais divertido será.

Põe a música e dance com o seu filho.

Poderão colocar-se frente a frente, segurando nos dedinhos do bebé e dançar lado a lado por exemplo.

E se o seu bebé for mais crescido poderá também fazer uma roda, se for necessário de algum apoio, se não o bebé sozinho já conseguirá fazer.

Uma outra variante desta brincadeira pode ser dançar sentado.

Incentivar o bebé a imitar os gestos que o adulto faz, por exemplo, ir lado a lado mas sentado, ou rodar, ou levar os braços acima e abaixo.

Ou então, quase como o jogo do rei manda, podemos dizer vamos tocar nos pé.

Tchiki tchiki tchiki tchika!

Ou vamos abrir a boca!

Isto tudo claro ao ritmo da música.

O seu bebé já está tão crescido que já consegue perceber várias palavras ou frases, e por isso verá como ele consegue seguir uma orientação de cada vez, durante esta brincadeira e consegue organizar o seu corpo de modo a seguir essas mesmas indicações.

Que foi Gymbo? Queres brincar? Gymbo agora estou a treinar, não é para brincar!

Queres a bola de pilates? Ai! A bola de pilates é um equipamento de treino, não é um brinquedo!

Esta situação é lhe familiar?

Então deixamos com a dica número 8, brincadeiras que pode fazer com seu filho e a bola pilates, nomeadamente durante as pausas do treino.

Experimente sentar o seu bebé na bola pilates e fazê-lo saltitar. Com mais ou menos força de acordo com a vontade que o seu bebé demonstrar, poderá também fazer alguns movimentos do lado lado, para a frente, para trás ou também movimentos de roda roda.

Terá de segurar muito bem o tronco do bebé para que ele não se desequilibre e não caia.

E poderá cantar.

Salta salta salta, salta salta salta, salta salta salta salta salta até parar!

Ao repetir esta canção, o bebé a dada altura será capaz de antecipar o momento da pausa, e aí o pai ou a mãe poderão perguntar:

Queres mais? Outra vez? Sim? Então faz tu.

E aí verão como o bebé tentará mover a bacia ou as pernas para tentar saltar na bola, mas claro terá de precisar de ajuda do adulto para o fazer corretamente.

Boa!

Com os bebés mais crescidos, depois do um ano, poderão colocar o bebé em pé, na bola pilates e terão de o ajudar a equilibrar-se por cima da bola.

Esta brincadeira estimula não só o bebé, ao nível do seu equilíbrio do sistema vestibular, também da força do tronco, mas estimula também o adulto. Que por um lado fará um treino de braços ao segurar e fazer saltitar o bebé tantas vezes. E também um treino de abdominais de tanto rir em juntos com esta brincadeira.

 

Estamos a chegar à reta final deste top 10 brincadeiras e estímulos para bebés dos 10 aos 16 meses.

Vamos então à brincadeira número 9.

Para isso, precisa apenas de uma lanterna ou de um candeeiro assim deste género.

Se quiser aprimorar um pouco, poderá colocar um papel de tecido ou papel de seda colorido, por cima, e assim a luz ficará de uma cor diferente.

Estando atrás do bebé, o bebé poderá estar a gatinha por exemplo, ou a andar, dependendo do que ele consegue fazer.

Ligamos a lanterna e apontamos, por exemplo, para o chão.

Neste caso, estou a colocar os dedos à frente da lanterna, para que a luz não disperse tanto.

E portanto vamos incentivar o bebé a apanhar a luz.

Podemos apontar para o chão, para os objetos, para alguma mobília em especial e o bebé terá então de percorrer todos estes passos para apanhar a luz.

Sempre que o seu bebé for bem-sucedido dê reforços positivos e divirtam-se muito.

 

Esta pode ser a nossa última sugestão de brincadeiras e estímulos, mas não é certamente a menos importante.

E que brincadeira é essa?

A de ler uma história!

O seu bebé pode não saber ainda falar, é capaz de produzir alguns sons para algumas palavras específicas e certamente não percebe também todas as palavras que lhe são dirigidas. Mas até os bebés mais pequeninos adoram ler livros com os seus pais ou avós. Por isso escolha um livro breve, com imagens claras de objetos que são familiares o bebé.

E à medida que vai lendo a história, vai apontando para esses mesmos objetos, para que o bebé os vá reconhecendo.

Prefira livros de plástico, de tecido ou de cartão mais grosso para que o bebé seja capaz de pouco a pouco ir folheando.

Enfatize as rimas e as palavras divertidas e verá como é um momento delicioso para passar os dois juntos.

Desta forma estará a estimular o desenvolvimento da linguagem, da escuta, da discriminação e da memória visuais do seu filho

A dada altura pode acontecer que o seu filho tenha uma história preferida e certamente irá testar a sua paciência ou a pedir-lhe que leia a mesma história vezes e vezes sem conta.

Qualquer pai pensaria: porque não vou ler um livro diferente?

Um conselho de Gymboree aplicável a esta brincadeira como todas as outras.

Nunca subestime o valor da repetição quando se trata de desenvolvimento infantil.

A verdade é que os psicólogos educacionais dizem mesmo, que é necessário que uma brincadeira seja repetida vezes e vezes sem conta, para consolidar as redes neurais. E assim melhorar a proficiência.

Mas isto quer dizer o quê?

Que ao repetir a mesma história, estará a estimular as células cerebrais do seu filho que permitem fazer associações entre as palavras e os objetos que estas palavras representam.

Por isso prefira a qualidade das brincadeiras à quantidade de brincadeiras.

E foram estas as nossas sugestões de 10 brincadeiras e estímulos para bebés entre os 10 e os 16 meses.

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Vemo-nos em breve, divirtam-se!

 

 

 

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Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

Top 10 Brincadeiras Bebés 6 a 10 meses

 

 

Recomendado pelos Pediatras

 

Descubra as 10 melhores brincadeiras e estímulos para fazer com o seu bebé dos 6 aos 10 meses, com a garantia do Gymboree Play&Music! https://bit.ly/1ofertamae

Entre os 6 e os 10 meses de vida, os bebés estão muito ocupados a tentar adquirir competências que lhes permitam ter impacto no mundo.

Começam a compreender como funciona o mundo, a noção causa-efeito e relacionarem-se com os outros. As brincadeiras com exploração das rampas, túneis e escorregas, promovem o desenvolvimento de capacidades motoras como a força e o equilíbrio, tão necessários para que o bebé consiga gatinhar, pôr-se e ficar de pé e caminhar.

Gostaria de ver alguma brincadeira em particular? Clique nos links em baixo e divirtam-se muito!

Brincadeiras 00:00

Brincadeira #1: Os túneis lá de casa 00:41

Brincadeira #2: Caixas e rolamentos 01:16

Brincadeira #3: Escorregas caseiros 02:22

Brincadeira #4: Andar a cavalo 03:26

Brincadeira #5: Jogo da corda 05:13

Brincadeira #6: 1, 2, 3 Saltar! 05:56

Brincadeira #7: Brincar com esponjas 07:01

Brincadeira #8: Gatinhar lado a lado 07:58

Brincadeira #9: Rocas caseiras 08:48

Brincadeira #10: Túneis de pano 10:56

 

Olá, o meu nome é Catarina e hoje venho-vos mostrar 10 brincadeiras para os bebés entre os seis e dois meses.

 

O principal objetivo nesta fase, é o fazer a conhecer, através da noção, causa e efeito.

Os bebés, nesta fase tentam explorar as rampas, os túneis, para adquirirem a força e o equilíbrio, para posteriormente conseguirem se colocar em pé e andar.

Comunicam com os adultos, através de apenas sons ou canções que vamos cantar para eles.

E estas são 10 brincadeiras para este nível.

Vamos fazer túneis para o nosso bebé explorar, se não tiver algum túnel aí em casa, pode construir com uma cadeira e com uma manta por cima vamos fazer com que o nosso bebé comece a gatinhar e a explorar o nosso túnel.

E se o seu bebé em caso de se mostrar receoso, pode colocar alguns objetos que o atraem para que consiga explorar o nosso túnel, por exemplo aqui temos algumas bolas ou pode ser um peluche ou algum instrumento que faça som para que atraia o bebé a explorar este túnel.

 

Nesta brincadeira, vamos precisar de um carrinho ou mais hoje, ou de algum objeto que role.

Então vamos precisar de uma caixa de sapato.

Vamos começar por recortar, as extremidades da caixa de sapatos, ou se quiser simplesmente abrir a caixa de sapatos.

E vamos rolar o carrinho por dentro deste túnel imaginário, e vamos perceber como é que a criança antecipa, a saída do carrinho pelo outro lado do túnel.

Empurre gentilmente o carrinho, para que fique dentro deste túnel e perceba como é que a criança reage, ao reparar que o carrinho ficou lá dentro e não saiu.

Será que a criança tenta alcançar e vai procurar o carrinho dentro do túnel?

Ou então, será que ela espera que ele saia.

Podemos também, rolar mais um carrinho gentilmente, e ver se ele fica também dentro do túnel.

Podemos perguntar:

Onde estão os carrinhos? Será que os consegues encontrar?

Perceba como é que reage a sua criança a esta brincadeira com a descoberta do objeto e da antecipação.

 

Vamos criar escorregas em casa e vamos arranjar alguma almofada e um sofá, ou então uma mesa ou uma tábua de passar a ferro e vamos apoiar de forma segura, em algum sítio, neste caso temos um banco, mas pode apoiar ou no sofá ou numa mesa.

E vamos também precisar de uma manta para que o nosso bebé consiga escorregar mais facilmente pelas nossas rampas ou pelo nosso escorrega.

Trabalhando o nosso ritmo dinâmico em movimento.

E colocamos o nosso bebé de barriga para baixo. Seguramos bem o nosso bebé e depois podemos puxar a manta, para que ele deslize. Sempre em contacto com o nosso bebé para que ele nos consiga ver.

E podemos repetir.

Pomos a manta lá pra cima e depois escorregamos devagarinho, devagarinho, para que ele ganhe confiança.

Depois pode puxar a manta mais rapidamente.

Com esta brincadeira vamos trabalhar o equilíbrio.

E apenas precisamos de uma cadeira ou de um banco.

E como é que nós podemos trabalhar o equilíbrio da criança através desta brincadeira?

Sentamos numa cadeira e colocamos nosso bebé virado para nós, nas nossas pernas e com os nossos indicadores colocamos nas mãos do bebé para que ele nos agarre.

E podemos cantar uma canção do cavalo, e balançar nas nossas pernas para cima e para baixo.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! Pela estrada fora eu vou!

E quando acabamos a nossa canção do cavalo, levantamos e deixamos o bebé escorregar pelas nossas pernas.

E estamos a trabalhar o equilíbrio.

Veja como é que a sua criança reage ao descer pelas suas pernas. Se tenta subir, se tenta agarrar com os braços e não apenas os nossos indicadores.

E depois podem voltar à posição centrada e continuar o vosso passeio a cavalo.

Podemos fazer o nosso passeio mais rápido e descer mais rápido pelas nossas pernas. Ou mais lentamente.

Perceba também do que é que a sua criança prefere. Se gosta de um passeio mais lento, ou se de um passeio mais rápido.

A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo a cavalo eu vou! A cavalo a cavalo, a cavalo eu vou, pela estrada fora eu vou!

E assim estamos a trabalhar o equilíbrio do nosso bebé.

 

Depois fazer o jogo da corda. Por isso, vamos precisar de uma fralda de pano ou de um cobertor.

Sente-se no chão com o seu bebé e dê a ponta da fralda de pano ou do cobertor para que ele a agarre.

Do outro lado, vai puxar ligeiramente a corda até que perceba que o seu bebé também a pare de puxar. Se ele a puxar, aumente ligeiramente a força que puxa a corda para o seu lado para aumentar a resistência.

Estes jogos suaves de força desenvolvem a parte superior do tronco do seu bebé e também a sensação de sucesso.

E por fim. Veja quem puxa mais a corda e vá dando sempre feedback positivo ao seu bebé para que ele tenha essa sensação de sucesso.

 

Hoje vamos trabalhar a antecipação dos sistema que estimula o nosso bebé, com o saltar. Vamos colocar o nosso bebé sentado contra o nosso peito e vamos tornar umas repetições tranquilizantes  e também uma pitada de surpresa.

Vá cantando mais rápido, ou mais lento consoante o bebé para tornar estas supresas ainda mais divertidas.

E fazemos um-dois-três. Saltar!

Vamos lá bebé de novo.

Mais lento agora.

Um-dois-três. Saltar! Boa.

E dando sempre feedback positivo e também percebendo como é que o bebé reage a estas surpresas do saltar e também do saltitar com estas repetições do balançar das nossas pernas.

E também podemos fazer, mais rápido.

Um-dois-três. Saltar!

 

E hoje vamos trabalhar o tato e a força das mãos do nosso bebé.

E vamos espremer esponjas.

Vamos precisar de um alguidar e várias esponjas ou então mesma hora do banho pode fazer esta brincadeira.

Dê ao seu bebé, várias esponjas para que ele esprema. Ao espremer a água o bebé vai trabalhar a sensação de tato e também a força nas mãos.

E pode sempre ajudar. E salpicar o seu bebé, que também dá uma sensação muito refrescante.

E inicialmente, pode ajudar, para que ele perceba o que tem de fazer, qual é o objetivo de apertar as esponjas.

E se tiver alguma esponja de outras texturas, ainda melhor para a sensação do tato do nosso bebé e vamos espremendo as nossas esponjas no alguidar. Também podemos fazer as nossas sensações refrescantes com os salpicos. São tão fresquinhos!

 

Vamos gatinhar com o nosso bebé.

Muitos bebés, acham divertido seguir os pais pela casa a gatinhar.

Por isso, faça a vontade ao seu explorador e gatinhe com ele.

Pode, inicialmente também usar algum objeto que se o seu bebé, começar agora a gatinhar para que ele o consiga alcançar, ter que forçar este gatinhar.

Se o seu bebé já for muito explorador, então não precisa de nenhum objeto e basta divertir-se e gatinhar com ele.

Se tiver ajuda aí em casa, pode sempre colocar o seu bebé nas costas enquanto gatinha e fazer o som de algum animal, como um cavalo e ele certa maneira colocando em cima das suas costas, também está a trabalhar o seu equilíbrio dinâmico, equilíbrio em movimento.

Divirtam-se nesta exploração pela sua casa ou pelo seu quintal…

 

Vamos abanar, trabalhando a audição e a noção causa-efeito do nosso bebé. E por isso vamos precisar de rolhas de caixas de tampas.

Podemos também por colheres ou blocos de madeira.

Assim alguns objetos de dimensões grandes para apropriarmos ao nosso brr…

E por isso vamos precisar de uma caixa de plástico e de tampas ou então blocos de madeira ou colheres que tenha em casa e vamos colocar dentro da nossa caixa. Assim, objetos de dimensões apropriadas para o nosso bebé.

Vamos colocar dentro da nossa caixa, também trabalhar a coordenação hormonal, ao pedir ao bebé que coloque os objetos dentro da caixa.

Pode também ir colocando ou fazer a sua roca para crianças crescidas, uma para si e outra para a sua bebé.

E depois brincarem com esta música.

Podemos colocar… Aqui nós só temos as tampas.

E depois fechamos a nossa caixa e vamos divertir-nos com a música. Com a nossa roca.

E vamos abanar.

E parar para perceber se o bebé consegue perceber quando abana e faz um som e quando para, perceba se o seu bebé procura o som, e tenta ele abanar a sua roca.

E abanamos.

Abana, abana, abana! Abana, abana, abana! Abana, abana, abana, abana, abana sem parar!

Stop!

E ao parar, estamos a trabalhar a noção-causa-efeito.

Que quando abanamos, fazemos o som. E quando paramos, há a ausência do som.

O seu bebé gosta de abanar mais rápido?

Então abane mais rápido ou então mais lentamente, como o seu bebé preferir e divirtam se com estes sons de rocas para crianças muito crescidas.

 

E hoje vamos explorar um túnel de pano ou de tecido.

E temos estes túneis articulados disponíveis a lojas de brinquedos especializados.

E explorar um túnel é sempre muito divertido, tanto para os bebés que começaram agora a gatinhar, como os bebés mais experientes nesta arte, que tanto gostam de explorar a casa a gatinhar.

Passar por um túnel articulado, permite ao bebé ter uma noção do espaço e se colocar uma bola ou o objeto que o seu bebé mais gosta, no fim.

Ele percebe que quando chegar ao fim deste túnel terá um prémio no fim.

Se quiser também gatinhar com ele dentro do túnel, torna esta brincadeira ainda mais divertida. E também, ao túnel ser demasiado escuro, permitirá ao bebé trabalhar o seu receio de sítios e locais mais escuros.

Será que o seu bebé gosta de passar por este túnel de pano? Ou se nem é necessário colocar diferentes objetos que gosta lá dentro, para estimular este gatinhar pelo túnel.

Divirta-se e perceba como é que o seu bebé reage a esta brincadeira de explorar um túnel de pano.

Boas brincadeiras!

 

Ah..fim, ah…

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E claro, divirtam-se com o seu bebé. E sempre boas brincadeiras!

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Parentalidade Inteligente

Parentalidade Inteligente

 

 

Parentalidade inteligente, formação de seres humanos, desporto.

Nuno Frazão é Professor.

Foi Atleta Olímpico e é Treinador de Esgrima.

Falamos de treino e desporto, mas tambem de Parentalidade Inteligente. https://bit.ly/1ofertamae

Estudou Educação Física e Desporto na Faculdade de Motricidade Humana e fez Pós-Graduação em Esgrima em Semmelweis University Institute of Coaching and Sport Education – Budapeste

Autor do livro: Histórias do meu Diário e mais uns escritos.

Vamos falar da sua experiência enquanto atleta e pai de atletas de alta competição, tão bem como a sua visão sobre a educação e o desporto. Parentalidade Inteligente.

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Empreendedorismo Infantil

Podcast Empreendedorismo Infantil – Miguel Muñoz Duarte – Co-Autor Lemonade Festival

 

 

Conheça o nosso programa para criar pequenos empreendedores a partir de casa.

O Miguel Muñoz Duarte é Professor de Empreendedorismo na Nova SBE.

Empreendedor de longa data e Co-criador do Lemonade Festival.

O Miguel é um dos sócios da IMatch onde trabalha com dezenas de grandes empresas e promove concursos de empreendedorismo com o Big Smart Cities da Vodafone, ou grande eventos como o Building the Future.

O Miguel tem um pensamento próprio sobre o Empreendedorismo que recomendamos conhecer.

O Miguel tem 3 filhos e uma forma particular de acompanhar a sua educação.

O Empreendedorismo Infantil é uma disciplina como outra qualquer. Baseia-se no estímulo de várias competências que dão a qualquer criança a capacidade de empreender e apostar nas suas ideias.

Conheça a iMatch https://imatch.pt/

Conheça a Nova SBE: https://www2.novasbe.unl.pt/en/

 

Building the Future: https://buildingthefuture.pt/

 

Bom dia.

 

Como estás?

 

Tá tudo impecável.

 

Epah isto é um enorme privilégio ter te aqui, mas hoje vamos fazer uma coisa um bocadinho diferente, vamos falar sobre empreendedorismo. Que é o teu super poder.

E para quem nos está ouvir, eu queria apresentar o Miguel como, ele é professor de empreendedorismo da Nova SBE. É um empreendedor já muito experiente, Co-Promotor do Lemonade Festival, vamos falar sobre todas essas coisas um bocadinho. E para simplificar, quem tem seguido o podcast tem visto que eu já convidei pediatras, psicólogos, professores, pais e mães, portanto tudo relacionado com a infância. E o Miguel é o pediatra, é o psicólogo, é mãe e o pai de algumas delas e definitivamente professor de muitas destas empresas. E a nível pessoal, é um mentor de empreendorismo já há alguns anos e portanto muito me honra ter-tte aqui.

 

Obrigado.

 

Miguel, ora essa.

O que é que para ti na tua definição, o que é que dirias o empreendedorismo?

 

Como é que eu definiria o empreendedorismo… Uma pergunta estrutural e complexa.

Epah, quer dizer.. há muitas definições aí pela pela internet fora, na academia em tudo mais.

Por tanto eu, quase que tentar definir agora eu próprio, seria sempre minimizar todo o conhecimento que existe, mas ainda assim, eu posso dar algumas notas daquilo que para mim é o empreendedorismo.

Sendo que eu dividiria o que é empreendedorismo do que é empresarialismo, eu acho que muitas vezes é confundido.

Há muitas pessoas que pensam que o imperialismo é montar uma empresa, e não é necessariamente montar uma empresa, há muitas pessoas que acham que o empreendedorismo é toda a jornada de uma pessoa que faz uma carreira por si própria, que monta os seus próprios negócios e que faz toda essa jornada.

Eu acho que não é bem assim.

Porque na verdade na verdade, quer dizer uma pessoa pode ser empreendedora em diferentes contextos.

Uma pessoa pode ser empreendedora num contexto empresarial em que monta o seu próprio negócio, mas também pode ser num contexto social em que faz… monta um algum tipo de ONG ou projeto que tem um objetivo melhorar alguma coisa, ou  resolver alguma coisa na sociedade ou nas comunidades, pronto pode ser empreendedor num contexto empresarial, ou seja, cooperativa, vamos chamar-lhe assim.

Dentro de uma empresa grande, a pessoa começa uma nova área de negócio, lança produtos, tem uma série de iniciativas, lança projetos e portanto isso também é ser empreendedor, portanto para mim empreendedor ou empreendedorismo tem a ver com a iniciativa. Tem a ver com procurar, fazer mexer o status quo, eu diria que essa é resumidamente.

A iniciativa até dentro de casa não é?

Estamos aqui num contexto mais mais de educação, com a mente empreendedora pode ser em casa fazer alguma coisa que não é… uma criança pode ser empreendedora sem montar uma empresa não é?

 

Claro .

 

E por tanto.. essa é a definição, essa é a definição de empreendedorismo.

Não tem necessariamente que ver, com o que fala nas notícias, com o mundo das start ups e com todo este, este bus, que às vezes é criada à volta, à volta de um palavrão que fica bem em qualquer discurso político e qualquer… em qualquer intervenção que faças em qualquer conferência não..

Até já se fala da Igreja Universal do Reino do empreendedorismo não é? Como o Ricardo Araújo Pereira brincou com o fato.

Mas eu acho que não é por aí, acho que o empreendedorismo para mim é mais um skill e uma competência e é mais uma mentalidade, algo que tu tens, no teu adn ou que trabalhas para ser mais, mas para ter iniciativa à comissão, a palavra chave se calhar é a iniciativa.

 

Muito bem.

 

Ou a proatividade talvez não é, ou a proatividade também é outra palavra…

 

Muito bem.

E em termos de pilares ou de principais conceitos, o que é que achas que é importante nutrir para se conseguir empreender?

Nós temos aqui um entendimento muito parecido, que o empreendedorismo pode ser considerada uma disciplina, e portanto podemos ensiná-lo.

Mas temos que o simplificar, temos que encontrar  aqui capítulos que simplificam se calhar o bolo que é o empreendedorismo.

Do teu ponto de vista, o que é que achas, como é que achas que podemos subdividir o empreendedorismo? O que é são os conceitos principais ou as sub disciplinas de empreendedorismo?

 

Eu acho que um… claramente, eu julgo que mais do que se ensinar, que eu acho que não, palavra perigosa, eu acho que se pode aprender. E que é diferente não é, ensinar parte de um pressuposto que alguém, superiormente vai passar algum conhecimento.

E eu, como sabes, não defendo muito essa teoria do ensinar, do iluminado que vai mostrar o caminho aos fiéis, acho que é possível aprender sim, acho que é possível treinar sim e acho no limite o que nós chamamos de o professor, nesse caso seria mais um facilitador desse contexto de aprendizagem.

E portanto eu acredito muito em que é possível, criar um espaço, criar um contexto, onde estas competências, estas iniciativas, estas metodologias para a empreender podem ser treinadas e apreendidas.

Esta seria a minha definição, daquilo que é mais do que ensinar.

Top-down…

Eu acredito mais nesta criação deste espaço, neste contexto, para que de facto estas novas ferramentas, estas novas mentalidades vão emergindo e vão se treinando.

Agora é preciso fazê-lo num contexto mais seguro, num contexto protegido, num contexto reflexivo que muitas vezes também não é uma das coisas que mais fazemos na educação ,mas se tu tiveres oportunidade de ir experimentando, ir pensando e refletindo sobre o que está a fazer, tu vais incorporando essas mesmas características e ferramentas dentro da tua da tua bagagem normal.

E portanto este para mim seria uma nota importante, que é não se ensina, eu acho que se aprende e se facilita.

Dito isto, o que é que parece mais que são os pilares para isso acontecer…

Eu acho que há um pilar importante que é desaprender.

Ok porque isso é, seria o primeiro onde eu começaria. Porque acho que se nós não desaprendermos uma série de enviesamentos que desde muito cedo somos, vá pela  educação,quer em casa, quer em social, quer formal. Que nós vamos tendo aqui mais ou menos no nosso, na nossa na nossa matriz.

Não é?…

 

Podes nos dar uns exemplos?

 

Claro que sim, claro que sim e tou a falar isto não é só em Portugal, eu acho que esta educação, neste aspecto, é muito comum, salvo algumas excessões que é muito e boas, mas a educação tradicional tipicamente e até em casa, treinamos não para ter iniciativa, mas para obedecer, mas para cumprir, mas para seguir.

E por tanto quer dizer desde cedo e vamos educação e tão longe disclaimer, tão longe de também eu próprio a não cometer estas mesmas falácias dentro da minha própria casa, mas desde cedo, tu dizes é assim que se faz, não é assim.

Não é?

Tu dizes. isto podes, isto não podes.

Tu dizes para a direita não é para a esquerda. Pois isto cá em casa não é?

Depois vais às escolas não é? E nas escolas dizes olha resposta certa, resposta errada, maneira certa de fazer as coisas, maneira errada, vais seguir aqui esta agenda, vais fazer este planeamento vais fazer estas coisas.

Portanto nós claramente estamos aqui a fazer.. a formatar as pessoas para um determinado o tipo de pensamento e de ação.

Portanto o empreendedorismo primeira coisa que tens de fazer é desaprender muitas destas coisas e dou exemplo no meu contexto se calhar é mais fácil também incorporar, falo em uma universidade de gestão, onde se ensina a gerir as realidades, não é, empresariais, mas também de outros contextos, mas sobretudo gestão.

E na gestão há muito esta coisa de ok um planejamento e análise de uma determinada realidade, um conjunto definição de estratégias, de objetivos, de planos, de ação e depois a execução monitorização e medição e depois voltamos à casa de partida e isto é um ciclo da gestão do ciclo da gestão que pode ser anual e tem outros ciclos mais pequenos eventualmente durante um qualquer um ciclo da operação.

Ora bem, tu quando chegas ao empreendedorismo, se não desaprendes claramente..

E desaprender não é tirar a…apagar completamente o teu cérebro se não percebes que a diferença entre esse tipo de sistema de ação versos o que tu precisas de fazer numa realidade diferente que é o empreendedorismo. Não percebes estas diferenças dificilmente tu conseguirás explorar o máximo do potencial do empreendedorismo.

E porquê?

Epah, porque estas, este ferramental e este mindset que estamos aqui a falar, esta forma de pensar e de fazer da gestão aplica-se as habilidades que são conhecidas, a mercados que são conhecidos a empresa que têm tipicamente já a sua lods operandi, os seus modelos de negócio, as suas formas de operar muito definidas não é?

E que certo não é? Vamos lá otimizar, maximizar, afinar a máquina que já está em movimento.

No empreendedorismo não é assim. Não há máquina, não há movimento, pelo contrário, há inércia e pah a realidade os carris não existem, não estão à tua frente e portanto mais do que uma locomotiva em andamento, que tu vais afinando aqui como maquinista ou como passageiro, ou como contribuinte desta marca esta máquina, tu aqui não tens que carruagem sequer, não tens carrinhos, não tens nada não é? Uma tábua tens uma um conjunto de intenções, tens energia e pouco mais.

E portanto tens de desaprender um bocadinho do maquinismo, tens que desaprender do comboio não é? Para dizer assim, agora vamos lá criar aqui um novo meio de transporte de para me levar a B e vamos ter que explorar, a palavra pilar para mim seria desaprender, desaprendizagem.

 

E a seguir?

 

Num podcast de aprendizagem fica sempre bem, a seguir eu diria que as pessoas muitas vezes, tendência natural e epah, eu vejo isto muito na minha faculdade, malta inteligente não é? Que tem todo este maquinismo dos comboios, já vem bem absorvido, o que era e é terem uma ideia.

Ok já percebi.

Então agora vou focar-me na ideia.

Ah, tive uma ideia!

A ideia é que é importante não é?

Eu acho que é preciso reconhecer que a ideia não vale nada, a ideia vale muito pouco, a ideia, repara a ideia com uma má equipa, com a equipa errada vale zero ou próximo de zero ou vale negativo.

Uma ideia no contexto errado vale muito pouco, uma ideia sem sorte, sem ter um pingo de sorte, vale nada, uma ideia sem de alguma maneira, sem execução não é?

Sem fazermos alguma coisa para implementarmos também não vale nada, porque eu costumo dizer que o cemitério está cheio de boas ideias e portanto mais do que olharmos para as ideias que é outro fator que também temos de travar um pouco.

Acho que vale muito mais a pena olhar para o problemas não é? Vamos tentar encontrar aqui problemas que valham a pena resolver.

E portanto tipicamente, eu gostava, gosto muito mais de fazer mais, do que ediação eu posto na exploração, portanto desaprendizagem, depois exploração mais do que depois por o Bob the Builder do que chapéu do Bob the builder vale mais a pena por o chapéu do.. ou do Indiana Jones à procura da arca perdida, porque é aí que nós temos que focar o segundo esforço, pois a partir daí quando encontrarmos um realmente, um problema que valha a pena resolver, num setor específico, numa coisa muito concreta, tipicamente é preferível ser específico do que ser que se genérico.

Aí sim, depois vamos ter de pôr a nossa criatividade ao serviço desse problema que encontramos para o resolver criar uma solução e este seria o meu terceiro pilar, a criatividade e o engenho, se quisermos, vamos dizer desenha aí em português, rasca aí é muito útil, mas se não for estrategicamente em curado destes dois outros pilares não funciona nada.

E depois para mim a seguir a isso, também vai uma parte essencial, que é a execução.

Muitas pessoas pensam, ok, já tive e já encontrei o problema, já tive uma ideia dos diabos de uma solução.

Então agora vou implementar.

Fazer um plano de negócios e implementar.

Antes disso, vem outro pilar essencial e que é a validação, a experimentação, onde vamos vamos ter que, porque não temos os recursos infinitos e porque não conhecemos o suficiente sobre aquela realidade.

Nós vamos ter que tentar mitigar o risco, diminuir esse risco, experimentando, tentando fazer algumas experiências que nos permitam ir buscar dados ao evidências ao mercado.

Portanto conseguimos de alguma maneira de diminuir o risco e aumentar as hipóteses de termos sucesso com isso mesmo.

Por isso eu diria que estes são os pilares.

E não sei se realmente são demais, mas mas na verdade eles são quase também cronologicamente progressivos e portanto acabam por funcionar bem.

 

Ok, sabes que sempre vai haver gente que acha que está uma questão inata, não é?

Esta pessoa nasceu para ser empreendedora, olha para ele, lá vai ele com o seu enésimo negócio, correm muita bem. Nasceu com perseverança, tem uma grande capacidade de trabalho, tem um perfil de risco muito favorável, consegue arriscar, é muito dinâmica, muito criativo, é muito inovador, tem muita autoconfiança, tem muito sentido de oportunidade.

E pronto eu percebo.

Realmente eu também me consigo inspirar com pessoas assim, parece que pronto, não vem ali do estudos.

Mas depois há outras, pronto.. eu olhei para trás de ti e vejo um monte de livros, é obvio que está aí muita coisa que ajuda não é?

Portanto eu queria era um bocadinho, reforçar… ou não, pronto alguns são ruído mas pronto eu queria reforçar um bocadinho que realmente há muito conhecimento escrito e sistematizado.

E abre boas fontes de inspiração, pronto. Umas mais científicas outras um bocadinho mais emocionais.

 

Sim, mas deixa-me só contradizer já isso.

É verdade, pode haver claro, mas se fosse assim tu irias para uma aldeia remota em África ou perdido na Ásia e temos aqui maus empreendedores.

Tu ias para famílias menos privilegiadas não é?

Como dizem os americanos, underserved não é?

E dirias que “underserved community” não têm e pode-se dizer empreendedores.

E não eu não acredito nisso tipo, portanto eu acho que de facto pode te ajudar a ter mais ferramentas, menos ferramentas, mas não acho que nasce com nós, não acho que seja proporcional ao conhecimento, pelo contrário. Tipicamente onde há muito conhecimento de até há mais ou menos, se quiseres a parte empresarial do empreendedorismo montar a  empresa, mais à frente, as universidades nem sempre são os sítios também onde os próprios… a própria academia é relativamente aversa à mudança do status comum.

Mas portanto eu não acho que seja assim, eu acho há outras matrizes importantes isso já foi estudado e debatido N e N vezes, mas eu não vejo assim, não vejo que seja inato, não vejo que seja também adquirido por tu pores um USB e fazeres download de conhecimento.

Acho sim mais os contextos de ação, os contextos em que te inseres, as oportunidades que tu tens para realmente treinares e a praticares isso.

E a necessidade não é? Que o que tens também de o fazer, porque num contexto que te obriga ou que te permite treinar isso, normalmente emerge naturalmente o ser humano não é?

Desde o tempo das cavernas, como é que se caça? Com calhaus não estamos a conseguir caçar o mamute.

Então isso vamos afinando, vamos por cima e portanto assim dando inventividade humana já está..

Essa sim é inata e portanto eu acredito mais neste… na criação de ambientes e contextos pro-iniciativa não é?

Do que… epah, do que a administração de doses de mágicas de empreendedorismo.

Não há vacinas, meu caro, para isto no caso.

Para a pandemia do status comum não há vacinas e portanto há mais ginásios.

 

Concordo. Olha, da tua experiência achas que o empreendedor é feliz?

É eu sei que esta é dura.

 

Não, acho que um empreendedor é um ser humano.

Portanto acho que sim, acho que é feliz alguns outros, alguns que não são, acho que passa felizes como diria o poeta Manuel da Fonseca, felizes são os estúpidos, porque a felicidade não é um objetivo nem é um estado eterno.

E portanto é um empreendedor como outros seres humanos, procura sempre a sua felicidade, mas não é o estado que.. porque eu agora já sou feliz, não, não é assim que funciona e portanto..

Epah sim há muitos muitos duros, há altos e baixos, há alturas difíceis, portanto tenho a iniciativa e o contexto rejeita a minha iniciativa não é?

A professora não deixa, o meu pai não quer, a minha mãe protesta porque eu desarrumo e portanto, está aqui um contexto que não me está ajudar.

E eu vou ser infeliz com isso.

Sempre que eu tenho uma ideia, corta-me a ideia.

Sempre que eu quero fazer alguma iniciativa a minha comunidade rejeita e diz mal e até tenho alguns tipos que vão estragar.

Portanto tu vais ter sempre momentos altos e bons.

Agora pensemos em um não empreendedor, uma pessoa de estabilidade, não é?

E a estabilidade também passa por altos momentos e baixo momentos, não é?

Uma pessoa está na empresa e diz: epah, estou aqui à tecnicamente há 20 anos e não me reconhecem, também não é feliz.

Epah, estava muito bem e mas agora mudaram aqui.. mudou a chefia e eu agora, repente já estou a ser questionado, querem mudar tudo. Já não sou feliz.

Epah tinha emprego e estava feliz, mas agora de repente já não tenho emprego porque temos uma crise brutal, porque a empresa foi não é.. apareceu alguma coisa que o mercado estragou completamente o meu contexto.

Tinha aqui o meu táxi, estava feliz, nenhum me chateava, mas agora apareceu o Uber a estragar isto tudo, não é?

E portanto há altos e baixos em todos os contextos em todo o tipo de escolhas que fazemos na vida e portanto no empreendedor não é exceção.

Oh Nuno eu acho que é igual.

Não acredito naquela coisa, vais para empreendedor para seres mais feliz. Vai para uma carreira mais tradicional para ser mais feliz, epah vais trabalhar para o estado para seres mais feliz.

Epah não trabalhes para seres mais feliz.

Mesmo não trabalhando, mesmo estando na tua praia a beber um suco de frutas tropicais.

Pah tu vais ter altos e baixos.

Tu espetas uma coisa no pé não é?

Estás na praia e espetas um ouriço no pé e dizes porra!

Não podia ser, não consigo ser feliz, ficou com uma infecção brutal, tens de ir para o Hospital.

Já não és feliz, de repente naquele paraíso, não é?

 

Sabes que estava a perguntar também no contexto… epah nós conhecemos isto à nossa volta até muito próximos, epah sendo empreendedorismo o músculo que se desenvolve, às vezes ele fica hiper-desenvolvido e tu quando começas a ter algum sucesso ou quando começas a aprender melhor o algoritmo, não é?

Do empreendedorismo, após as ideias brotam e a tua capacidade de implementar não desaparece, portanto tu tens novas ideias e sabes como implementá-las, mas não tens é tempo ou não tens paciência e depois aquilo causa-te ansiedade.

Deixei cair aquela coisa ou gostava de ajudar a quais.

Este é um projeto tão giro e eu não posso e tu crias uma espécie de uma responsabilidade, se calhar é tão complexo de super-homem, não é?

Tem aqueles superpoderes que podia ajudar tanta gente, mas não pode estar em dois sítios ao mesmo tempo.

Não sentes isso?

 

Epah, mais ou menos, não é, mais ou menos…

Se por um lado podemos dizer que sim, não é? Epah sim, a pessoa gostava sempre de fazer mais, não é? Mas por outro lado, também temos que ser autocríticos, não é?

E dizer que se calhar não estamos a fazer bem, porque só gostamos de uma parte da iniciativa, não é?

Vamos pensar aqui num contexto de educação e temos o contexto em casa para os miúdos terem iniciativas e não se quê.

Depois começam a ter uma iniciativa, mas não cavam, não é?

Não fecham círculos, nunca chegam a realmente a ver se aquilo funciona ou não funciona, fazem só pequenas.. têm só a ideia, não é?

E disparam a pequena iniciativa, mas depois cansam-se e começámos isto com tecnologia, com tantos estímulos.

As crianças estão cada vez mais… de não é?

De um attention, uma atenção muito mais reduzida.

Epah agora quero fazer isto!

Boa boa, vamos embora, então vamos lá, não é?

E depois: ah eu estou cansado.

Começou a ficar difícil.

Swipe! Como dizem não é? Como dizem na linguagem…

Epah, tá aí claramente… Ele tem muitas ideias, ele tem muita iniciativa, mas não as fecha não as executa, portanto será isso é ser realmente empreendedor?

Ou é ser apenas um idiota?

No sentido que tem muitas ideias e tem muita… eu acho que esse é um ponto claramente onde temos também melhorar.

Há pouco falávamos naqueles quatro pilares ou cinco.

Agora já não me recordo bem quantos é que falava há pouco, mas epah o outro pilar final é a capacidade de execução e a resiliência para levar até ao fim, para levar até ao fim.

E eu costumo dizer vai até ao fim e não costumo dizer vai até o sucesso.

Pode ser até o limite da tentativa.

Para dizer, não funciona, mas eu fiz tudo o que estava ao meu alcance e fui até ao limite e portanto não consigo mesmo.

E saber desistir quando as coisas não funcionam também é um mérito.

E portanto para mim eu digo que ia já claramente, que é preciso também treinar esse músculo. O músculo de foco e fechar ciclos.

Porque nós, pois claramente muitas vezes o que fazemos é.. epah não fecharmos os ciclos  e já queres abrir outro.

Mas porquê?

Ainda estás à procura de outros brinquedos e não brincaste com este.

E o empreendedor muitas vezes também é assim, mas eu diria que esses são os empreendedores metralhadora, os empreendedores bazuca, não é?

Agora está na moda falar muito bazuca, embora pronto, na educação falar de armas não é coisa melhor.

Bom, mas eu acho que temos que deixar de ser não é… de fazer cócegas em muitos instrumentos e fechar.

Fecha ciclo e depois sim.

Tu reparas, a gente depois…

Eu oiço sempre as comparações.

Epah está bem, mas o Jazz Bass e a Amazon têm milhares de negócios.

Têm, pois têm.

Mas cada um deles, tem a densidade e a dimensão suficiente para conseguirem ser considerados um negócio. E para além disso, ele não o fez logo todos ao mesmo tempo.

Ele foi fazendo e foi criando a máquina e a estrutura para os conseguir fazer.

Epah, mas a Nestlé tem muitas marcas, a Prot Gamble tem muitas marcas..

Por tanto eles também começaram com o… certo.

Mas só depois de terem o negócio, eles dizem assim: agora podemos tentar agora aqui testar e abrir o outro, não é?

Porque se não abres muito, não fechas nenhum, dispersas e pelo contrário, quer dizer, o que podias fazer, não o fazes, porque está disperso.

E portanto atenção, e estou aqui assumido comum como um idiota destes, ou seja, como uma pessoa que abre muitas projetos e muitas oportunidades e que depois…vê se mal como muitos, digo eu, da nossa cultura mais Latina também tem.

Se vais para os anglo-saxónicos, tu ou mesmo pronto,países mais a norte da Europa, tu vês o contrário.

Tu vês um hiperfoco, muito grande.

Tu ves que perdem mais tempo no início, na exploração para encontrar realmente à vida que querem seguir e depois a partir daí, um hiperfoco muito dedicado, e portanto acho que temos que aprender com isto também.

 

Claro, olha lá.

Exemplos para ti de empreendedores bem-sucedidos, três ou quatro que te inspira, tais como, curioso.

 

Interessante eu não sei se vou dizer nomes, mas vou te seguramente tentar ser contra-intuitivo, tipicamente se fores fazer esta pergunta muitos de nós vamos dizer: olhar para cima, vamos olhar para o Silicon Valley, olhar para as oportunidades, aquilo que se vê, que se aspira, as aspirações… o lado aspiracional da coisa.

E o que me interessa mais, acho mais interessante olharmos para baixo com esse olharmos para o lado e aí é onde eu acho que é interessante encontrar os bons exemplos e tou te dizer isto, porque me inspira mais num país ou numa comunidade como à pouco falávamos menos membros com menos condições.

 

Mais sofisticavel.

 

Sofisticada se quiseres, emergente assim mais sofisticada e tu dizeres assim como é que esta malta conseguiu fazer este este caminho. Como é que se aqui se está a fazer tanto impacto, tão significativo na vida humana.

Acho isto mais interessante, há quem lhe chame “Reverse Innovation”, não é?

Que é veres os países emergentes, o que é que está acontecer nos países emergentes e depois até, porque antigamente não era dos países sofisticados e desenvolvidos e depois fazias o drill down, levavas importação dessa inovação para os países emergentes.

E o que estamos agora assistir, também muito é que há muitas inovações que vêm dos países emergentes e que depois podem ser aplicados nas comunidades também nas sociedades mais sofisticadas.

Eu gosto desse reverse innovation, e portanto sou mais, sou mais inspirado muitas vezes por coisas que se descobrem na Índia, na Ásia, em África, no Brasil, na América Latina ou.. não é?

Que aqui os nossos pares ao lado estão a fazer coisas realmente diferentes e importantes.

Portanto sou mais sensível a este tipo de referências, do que às referências ditas clichê das notícias, quer dos Silicon Valley, quer das europas sofisticadas, quero mesmo que aqui do nosso Burgo, Portugal e Brasil, não é?

Que nós tendemos sempre a ver estes exemplos que estão nas notícias, como os exemplos, mas eu acho que faremos um serviço público em descobrir os pequenos empreendedores que fazem, geramento diferente, não é?

Para fazer ligeiramente, impactos que duram.

 

E se eu te pergunta se exemplos de empreendedores mal sucedidos?

 

Eu diria todo bom empreendedor foi mal sucedido no seu percurso, portanto eu diria que todos eles, quiser há gente que fala, só para dar o exemplo agora mais clichê, Steve Jobs, epah é um Deus, não é? Na terra.

Não sei pronto, o Steve Jobs sempre muitos e rotundos e caros fracassos.

Agora falamos do chefe Jeff Bezos, Jeff Bezos lançou N iniciativas dentro do seu ecossistema, grupo Amazon, que não foram a lado nenhum e que gastaram muito dinheiro. E o Jeff Bezos era até há pouco era uma espécie de perdedor, porque a Amazon continuava a perder dinheiro sem parar, claro que o Andy Gamer era forte, tinha ali um.. tinha uma lógica.

Mas claramente, houve muitos outros que também fizeram esse caminho que não foram bem sucedidos, mas no próprio Jeff Bezos que foi bem sucedido nesse noutro…

Mal sucedida é não tentar, sabes?

E para mim esse é o ponto, se tu tentaste e fizeste tudo o que conseguiste e aprendeste  com isto, para mim és bem sucedido.

Portanto eu acho que é mais o retorno da aprendizagem, do que o retorno do sucesso ou dinheiro ou da fama, com fama Fortuna e não sei mais o quê.

Porque de facto, na vida não é o que é sucesso uma pessoa de sucesso, é o mesmo conceito, epah tens sucesso, porque tens dinheiro no banco.

Será? E vais para o cemitério e pronto, na mesma não é? Meto uma uma caixa melhor.

Epah, está bem, porreiro.

E depois ficam os teus descendentes a discutir todos, não é?

Começar com partilhas, são sempre uma… esse aí é igual em qualquer país não é?

Dos mais ricos aos mais pobres.

Partilhas é sempre uma desgraça.

Por isso não sei se isso realmente é ser bem sucedido, não sou fundamentalista.

 

Porque é que acha que alguém se torna empreendedor ou… já deves ter feito esta pergunta muitas vezes, talvez até nos questionários das aulas, quais são os os porquês das pessoas escolherem este caminho, tipicamente quais são?

 

Está estudado isso também não é?

Há N estudos sobre essas razões para empreender.

Obviamente que há muitas que são muito ligadas à vontade, quero fazer.

Há muitas outras ligadas à necessidade, epah fiquei sem chão, preciso de fazer, não é?

E há pouco estávamos a dizer as comunidades menos bem servidas, não há empregos aqui na… portanto temos que fazer pela vida e não estou só a dizer, a falar dos países emergentes.

Se fores, por exemplo, a um excelente Cassidy de empreendedorismo em Detroit, quando as fábricas de automóveis e toda o ecossistema da cadeia de valores começou a fechar começaram a surgir N iniciativas de novas, porque as pessoas não tinham emprego, tinham que procurar claramente emprego

Há também nos Estados Unidos direito, por exemplo, em Israel não é?

Os veteranos da guerra ou os ex militares, depois vão montar o seu próprio negócio.

Portanto só para dizer que não é só nos países de… a necessidade não existe só nos países com menos, digamos condições.

Portanto, vontade, necessidade e eu diria que a terceira é a oportunidade.

E acho que a oportunidade é também muito importante, quando alguém identifica uma oportunidade mesmo não sendo ela própria, digamos que um empreendedor nato pode dizer assim: Epah, espera aí, que há aqui uma oportunidade interessante, um caminho alternativo e também se ficar.. para mim seriam essas três grandes razões para empreender.

Há um quarto, há um quarto, mas eu não gosto de falar dele, não é?

Que é vaidade.

 

OK

 

Que é vaidade, porque tem a ver com um bocadinho com, não é?

Dinheiro, status e razões menos positivas, mas são as má razões para se empreender, eu acho que as boas razões são estas, não é?

Vontade de criar impacto, de acrescentar o valor ou de mudar alguma coisa.

Ter uma necessidade de criar valor para capturar o valor, não é?

Ou tenho uma oportunidade para criar valor e realmente acrescentar aqui alguma coisa.

Para mim está muito mais na criação de valor, do que noutras razões menos positivas.

 

Ora, esta pergunta é um bocadinho mais longa, e basicamente desafiava-te a pegar na parte ou nas partes que te interessarem mais, porque realmente são muitos

temas e nós precisávamos de dias para debater isto..

Mas passa um bocadinho pelos mitos associados ao empreendedorismo, o empreendedor trabalho muitas horas por dia, há muitas vezes a perguntar como é que é o teu dia normal enquanto empreendedor.

E depois à todas as coisas mais práticas, que é como é que se conjuga com a vida familiar? O que é que te motiva?

como é que tu geras as novas ideias?

Como é que tu geres o medo ou a falta dele?

Os obstáculos e depois no fundo quais são os teus ideiais enquanto empreendedor.

Portanto estas coisas todas seguramente que alguma te abriu o apetite pacaio.

 

Sim, se calhar tu, a perguntar um pouco como é que isto se encaixa na tua vida normal não é?

Ser empreendedor e como é que isso também se eventualmente se treina, se educa, para estarmos mais prontos para isso no futuro não é?

Epah, mais uma vez eu sou uma pessoa pouco sofisticada, os teus convidados têm teorias um pouco mais profundas sobre o tema e eu sou mais básico.

Epah,eu não sei muito bem não é?

Eu acho que há coisas importantes, mas são importantes não é por serem empreendedoras, são importantes na vida no geral.

Se tens uma família que não te apoia ou que não entende ou que não gosta do quer que seja que tu fazes.

Tu vais ter obviamente uma vida mais difícil.

Tu vais ter mais dificuldades encaixar as coisas não é?

Se tu queres jogar futebol e a família quer que tu sejas médico, tu vais ter mais dificuldades.

Não há aqui dúvidas não é?

Se queres montar alguma coisa, queres ter a iniciativa para criar uma organização social no teu bairro ou queres fazer montar um negócio na tua garagem não é?

Epah e a tua família diz te nem pensar, filho estuda e não sejas…

Por muito que digas, precisas de ir lá agora à noite ou vais um fim de semana fazer, a família não vai entender.

Isto é válido enquanto pais, educadores não é?

Mas também é válido enquanto casal e portanto o pilar da família tem que ser um pilar importante, quer na carreira mais tradicional, quer carreiras menos convencionais. Como é o empreendedorismo não é?

E portanto, para mim esse é um pilar fundamental para tu conseguires conciliar tudo.

Atendo esse caminho, essa base essencial, tudo se consegue.

Como é mesmo, com as relações, com o amor, tudo se consegue.

E portanto para mim, depois é uma questão de julgar, de julgar com prioridades, com tarefas, não é?

E aí é como qualquer projeto, como é que tu geres uma… tens muito.

Eu não acho que tenhas muito mais, eu vou te dizer, eu como sabes tenho uma uma carreira que tem três grandes blocos, não é?

Eu trabalhei como executivo nas multinacionais de grande consumo multinacionais, etc Portugal e fora.

E portanto tive uma carreira mais tradicional, desde 2004 em que regressei a Portugal, para casar com a minha mulher portuguesa, e que desde então sou empreendedor.

E 2005 quando comecei a dar aulas e que também tenho a academia, também academia tenho empreendedor e tenho a carreira mais tradicional e corporativa.

Bem vou te dizer, que em todas elas, eu tenho os mesmos desafios.

Tenho falta de tempo, tenho coisas a mais para fazer, tenho as dificuldades que tu estavas a mencionar não é?

E portanto se não tiver o pilar fundamental que é a família e essa base, se não tiver outro pilar fundamental que é a minha própria saúde, física, emocional e psíquica bem fundamentada, quer dizer eu vou andar sempre em desequilíbrio.

Para mim essa é a condição para tudo, mas é válida como te disse nos três cenários, no contexto em que eu vivi se for válido, porque mo início da minha carreira corporativa eu fazia noitadas, não é?

No meu primeiro trabalho cheguei a fazer duas e três noitadas por semana.

E portanto tinha aí tinha e quando nós estavam… bem as coisas na altura, não tinha a minha família também ainda constituída, posso dizer que até tinha mais liberdade no sentido, mas era pior que eu não estava tão completo como agora estou.

E portanto isso acaba por desequilibrar muito mais.

Agora muito mais equilibrado, muito mais fácil de gerir isso, porque tenho felizmente os pilares familiares muito sólidos

 

Isso é a ponte certa para a minha próxima pergunta.

Tu és pai de três filhos, dois rapazes e uma menina.

Como pai que a ansiedades é que tu te identificas e que ambições é que tu tens para os seus filhos?

E tu tens uma resposta ótima que eu já conheço, mas que eu quero tornar universal.

 

Epah, eu não tenho muitas ansiedades.

Eu ao contrário do que… não sei se era isso que estavas à espera que eu respondesse, mas eu quero é que eles façam o caminho deles e que aprendam e sejam felizes sobretudo, ou claro que há uns fundamentos, coisas fundamentais que me geram um bocadinho mais de preocupação.

Mas de resto eu não estou no pai otimizador, não é?

O pai que quer sejam os melhores do bairro, as melhores do mundo.

Se eles quiserem ser os melhores do mundo, eles que lutem por isso. Se eles quiserem ser os melhores do bairro, epah, eles que treinem.

Eles que ponham esse objetivo e que façam.

Eu nesse aspecto sou um bocadinho mais, menos estressado. Nesse aspecto preocupa-me mais valores, esses sim são mais uma coisa que me preocupa, acho que o mundo já está cheio de bandidagem, quando eu fui tomando as decisões de ter mais filhos, até no meu círculo de amigos eu sou capaz de ser dos que têm mais filhos.

Como é que é possível, pah o mundo está não sei, tá mal.

E eu disse: epah, por isso mesmo. Vou por pessoas do bem do lado certo da força com o coração do lado certo, para tentarem mudar um bocadinho mais este mundo.

E portanto, esse é uma preocupação que tenho, os valores.

E depois algumas coisas mais simples e básicas que podem ajudar e que têm a ver não com conhecimento, não têm a ver com competência A ou B, mas tem a ver com métodos de trabalho, métodos de tentar quase que organizar as próprias vidas deles, não é?

Para conseguirem atingir qualquer objetivo que queiram, se eles não tiverem método de trabalho, vai ser mais difícil vão ter que fazer o seu caminho, mas vai ser mais difícil.

Se eles não tiverem valores, epah vai ser menos positivo e portanto são essas duas coisas que eu acho mais importantes.

Educação, valores, métodos de trabalho e disciplina e essa resiliência para aguentar os impactos que aí vêm.

Emocional sobretudo, mas etc.

E o resto, não me estressa nada.

Epah, outra coisa que também… não te preocupa não deixares nada para os teus filhos e de…pois não me preocupa nada pah.

O dinheiro que está a ganhar sou eu não sou eles.

Gosto imenso de… não fizeram nada para merecer isto, pah.

Há um comediante que é o C.K Louis, se pesquisarem no Google eu sei que depois podes meter aí nas notas.

C.K Louis a falar sobre os filhos, ele é um comediante, é isso mesmo.

 

É o Louis C.K que tu queres dizer.

 

Talvez, pois é capaz e ele diz isso claramente.

Quem faz o show sou eu, eles não ganharam nada, são filhos da mãe, que só bebem biberão

Com humor,  eu acho que é um pouco isso.

Não tenho grandes ansiedades, o caminho é deles, a vida é deles, eles que se amanhem, um pouco assim.

Claro que estou a dizer isto, mas tentarei sempre criar mais o contexto e o espaço para que eles possam emergir, esse para mim seria o ponto principal.

Eu não estou com isto a dizer que sou totalmente hippie e não sei que, simplicidade e naturalidade não tem que estar nas melhores escolas, não.

Para quê? Para serem felizes?

Eles tem que ter uma escola que seja um bom espaço para eles irem acrescentando os seus legos à sua vida, não têm que ter todo o tempo ocupado a estudar e a fazer coisas.

Epah, porque também é importante desenvolver outras… a brincar e a terem tempo ocioso e terem paciência para muitas vezes para o que seja, não é?

E portanto não sou estressado, zero nesse aspecto, pronto são essas as duas coisas.

 

Outra ponte, excelente para… a minha pergunta seguinte era até como é que nós podemos melhorar a escola?

Mas também tenho aqui um ponto, e eu sei que esta é difícil.

Mas eu também queria falar do lemonade por isso se calhar casamos estas duas perguntas porque são ótimas.

Pah, nós trabalhámos juntos no projeto chamado Lemonade Festival do qual tu és o pai e a mãe.

Eu sou tipo um tio afastado.

 

Não, de todo.

 

E não me esqueço daquela reunião, onde tu desenhaste num guardanapo a estrutura do Lemonade e pronto eu fiquei a tremer de excitação e de inspiração.

E o festival Lemonade evoluiu muito, porque a tua equipa também contribuiu muito para o assunto.

E depois tivemos muitos parceiros e muitos convidados que acabaram por enriquecer muita a ideia.

Mas pronto, o objetivo do Lemonade era sensibilizar a sociedade para a importância de se ensinar em competências mais soft e competências empreendedoras às crianças desde pequeninas.

E portanto tu de certa forma também formatar a escola ou educação para focarmos um bocadinho mais calhar se calhar na responsabilidade, comunicação, na empatia, em alguns princípios fundadores da empreendedorismo.

O que é que foi para ti o Lemonade?

Cada um de nós tirou se calhar a sua parte.

De onde é que aquilo?

Aquilo estava te a queimar na mente, porque aquilo pareceu ser tão naturalmente não sei, fala me um bocadinho sobre isso.

 

Não, eu continua me a queimar.

Acho que aliás como estamos aqui a conversar essas coisas, são também são coisas que estão na minha… pelo menos no meu radar ou na minha lista de preocupações e intenções.

E portanto, eu continuo a acreditar na missão e continuo a achar que o projeto tem um espaço para isso.

Acho que não fomos consequentes e há pouco falávamos disso, nos empreendedores podíamos ter, devíamos ter continuado.

Aliás estamos agora com essa conversa também para recuperar isso, não é?

Como tu também já disseste que.. e acho que não fomos totalmente bem sucedidos, embora o evento tenha sido um sucesso, num contexto giro, acho que foi ótimo e foi uma primeira semente que para mim funcionou como uma experiência ou na validação do que fizemos.

No entanto sendo autocríticos, eu acho que ficámos a uma fração daquilo que poderíamos fazer.

A missão continua lá, a necessidade e oportunidade continua lá.

Acho que temos de trabalhar mais e melhor para fazer disso uma coisa realmente com mais impacto e com mais tração no mercado, e não estou a falar de negócio, porque tem um fim.

Sobretudo de criação de agenda não é? Como tu estavas a dizer.

Para mim a importância do que está ali desenhado como missão é de facto nós curarmos e estruturarmos iniciativas que estão perdidas.

Formas diferentes de passar de facto uma nova forma de aprender mais do que educar, de aprender e treinar estas competências, esta forma de mais empreendedora das pessoas, das crianças, para se transformarem em pessoas.

E eu acho que essa missão continua muito viva, porque continua a ser necessário a forma de implementarmos essa missão, acho que está apenas a começar.

Acho que o festival é uma coisa, não é?

Mas acho que tem muita coisa para ser feita ainda com muito potencial para ser feito e acho que esse é o desafio do grupo empreendedor que está por trás disto, que é dar corpo, criar um veículo que permita realmente a chegar a atingir essa missão e escalar essa missão para até onde pode ir.

Mas para mim, foi um orgulho foi espetacular.

Foi uma validação de que existe de facto, iniciativas, pessoas, formas de criar aprendizagem em competências não standard. Suficientes, existe matéria suficiente para nós levarmos isto para o novo patamar em termos de generalização.

No entanto, mais uma vez, não sei se o veículo foi suficiente, não sei se a abrangência foi a suficiência, a cobertura foi suficiente e portanto o desafio para mim é:

Como é que a gente vai refazer realmente esta escala de impacto?

Como é que a gente vai transformar isto num rolo compressor e não apenas só num fugaz e acho que esse aqui é o desafio também do empreendedor não é?

O último pilar que eu falava não é?

Nós fizemos a parte preparatória, nós fizemos a parte criativa, nós fizemos a parte de validação com a primeira edição da iniciativa. Mas agora temos que começar a criar a parte da execução, a parte da digamos que da expansão desse impacto, desse valor criado.

Para mim a missão mantém-se, para mim a frustração por não termos ainda feita essa continuidade mantém-se, para mim a esperança ou a vontade de o fazer e de arregaçar as mangas quanto antes, mantém-se.

Só que é como tudo, temos de fechar ciclos outros ciclos para abrir um ciclo totalmente consciente e dedicado para fazer acontecer.

Porque se não, é apenas para por mais uma coisa no to do list, no carro e depois só nos gera ansiedade.

Então tem que ser bem consciente e bem pensado.

 

Antes de voltar a esse assunto que eu ainda queria rebuscar uma pergunta.

Dizer que pronto, nós tivemos… que a autoria também é da Marta Gonzaga que eu não à bocado, porque estava lançado na pergunta, que foi também autora do Tarex Kids.

E portanto ajudou imenso na parte também da escolha dos convidados e mediação do projeto.

Miguel, da parte do Lemonade, originalmente aquilo foi um festival e portanto nós na segunda edição que iniciamos, mas depois não terminamos, tínhamos a ideia de tornar aquilo num projeto se calhar mais distribuído no tempo e com outras iniciativas.

Tu achas que vale mais por esta parte dos eventos, porque nós possamos canalizar muito mais atenção e muito mais pessoas e meios de comunicação social quando a gente diz…

Há ali um ponto do tempo onde vai acontecer esta coisa e nós podemos sensibilizar as coisas e é um bocadinho como o dia da criança ou o natal pronto.

Vamos ser família no natal uma vez por ano e portanto conseguimos canalizar para ali toda a nossa paciência e esforço.

Ou é uma coisa que a gente tem que colocar na escola ou na web, temos que ter conteúdos semanais ou diários sobre o assunto.

Como é que achas, o que achas que tem mais impacto na eficácia?

 

Estás me a perguntar, para fazer aqui agora rapidamente aqui uma discussão sobre o que é que pode ser o futuro dessa missão, a forma de fazer.

Eu acho pode ser tudo isso que tu acabaste de dizer.

Hoje em dia, eu diria aconteceu há 3 há três anos.

Eu acho que hoje em dia, existem outras e mais iniciativas com missões parecidas e com pelo menos com potencial de nós olharmos para a forma como estão a fazer impacto em emissões parecidas.

Sei lá.

Se tu olhares para um exemplo, se olhares para o que está a ser feito na parte de competências digitais, acho que há muitos bons exemplos de inovação na educação. Ou para criar agenda. Ou para criar contextos de aprendizagem. Ou para escalar e levarem esse impacto a mais pessoas e a mais comunidades.

E portanto eu diria que tem cinco anos muito intensos na área da inovação da educação.

Acho que estamos apenas no começo, porque cada vez mais a sociedade está mais  consciente para isso.

E portanto eu acho que claramente, hoje em dia olhando para que o que é esta oportunidade, chamar-lhe assim, desta missão de levar outro tipo de competências não é?

E perceber o que é que se faz e o que é que as boas práticas de treino e aprendizagem de outro tipo de competências é assim que eu sumarizava esta missão.

Será para isto, eu diria que podes claramente evoluir muito num track de notoriedade de pôr na agenda.

Acho que tem muita coisa para ser feita.

Acho que tens muita coisa para fazer na área de curadoria de escolher as melhores práticas e também disponibilizá-la quase como um open source para quem quiser agarrar e levar.

Acho que há muita coisa para ser feita aqui.

E acho que há muita coisa para ser feita também para escalar impacto.

Eu vejo esses três grandes pilares, como avenidas de desenvolvimento da próxima fase desta missão.

Claro que eu já tenho para cada uma delas… eu consigo ver N estratégias e ações possíveis, mas acho que é precipitado sem falarmos sem aqui ao vivo e a cores sem se discutir isto.

E sobretudo sem ver depois que parte que me indefesa, não é?

Que é a consequência, ser consequente não é?

Uma coisa é desenharmos um guardanapo outra coisa depois é implementarmos e para não ser um fogás e pouco consequente, eu acho que temos que ter essa seriedade, não é?

E criar algo que seja repetível, escalável e pronto e obviamente sustentável também em termos de modelo. Porque se não, acaba por não ajudar.

Eu acho que isso é essencial.

Se quiseres o que te estou a definir o que te estou aqui a dar minha opinião sobre isto, acontece com as iniciativas voluntariosas

Ok, não estou a falar de voluntariado estou a falar de voluntariosas.

Voluntariosas são quase como.. há aqui um problema no bairro, vamos montar alguma coisa para resolver o problema no baixo.

Neste momento estamos todos muito entusiasmados com isso, neste momento vamos todos meter aqui umas horas extra, mas depois de fazermos alguma coisa não é?

Há muitas delas depois morrem logo aí pelas discussões.

Começa logo aí a remoer e a coisa parece uma reunião de condomínio e a coisa perde-se.

Depois outros, que me aguenta, porque há ali realmente vontades e as vontades unem se, criasse uma espécie de movimento ou algum projeto.

Mas depois tu ves que faz um bocadinho, mas não faz tudo. Ou faz uma vez, mas não faz mais.

E eu acho que isso acontece muito no empreendedorismo mais social, não é?

Isso acontece muito no empreendedorismo, alguns amigos que se juntam que trabalham à noite, etc. Fazem um bocadinho não é?

Ou mesmo assim, quando montam e fazem um primeiro ciclo etc.

Mas depois a travessia do deserto não é? Cada um destes três momentos tem aqui uns abismos terríveis.

E ultrapassar abismos eu acho que é o grande segredo da sustentabilidade e da continuidade do que é o empreendimento, porque é um projeto qualquer não é?

E eu acho que precisamos precisamente também de ultrapassar o abismo.

E eu acho que nós nesta missão, só fizemos uma parte e não continuamos, não ultrapassarmos o abismo que tinhamos à frente.

E portanto para mim um dos segredos também do empreendedorismo é ultrapassar os abismos e há quem a ultrapasse a voar por cima, outros fazem uma ponte, outros vão lá abaixo e depois escalão para cima outra vez, com sangue nas mãos e tudo mais.

Outros conseguem fazer não é?

Não é voar, eles vão à lua rapidamente para passar o abismo, depois já ficam na estratosfera e consegue fazê-lo.

Esse abismo existe e nós temos um abismo.

Nós também nesta missão temos um abismo da dificuldade da implementação e portanto cabe-nos a nós ultrapassá-lo ou não.

Fizemos uma avaliação, o contributo para o fogás.

E como diz o outro: foi bom enquanto durou..

 

Efetivamente foi glorioso, foi um prazer absolutamente enorme e as memórias ficarão para sempre.

Portanto se fosse só aquilo eu vou te dizer…

 

Podias por o vídeo para as pessoas verem.

 

E vou por depois o link, como vou por uma série de links dos teus projetos que estão vivos.

Foi glorioso e valeu por si próprio, portanto nunca me esquecerei das memórias e das aprendizagens e dos contatos.

O que está por fazer, eu acho que será feito nós somos novos e temos tudo ao nosso alcance.

Eu acho que esse abismo que tu identificas muito bem, devesse a nós tinhamos o prato cheio com outras coisas e não podíamos deixá-las cair, portanto nós fomos encurtar os abismos.

 

Mas o mérito foi ultrapassarmos outros abismo.

Ah temos muita vontade, mas não fazemos nada,

Abismo ultrapassado, fizemos.

Ah fazemos alguma coisa, mas não lançámos!

Ultrapassámos esse abismo, lançámos.

Ah fizemos um bocadinho, agora podiamos fazer outros e mais e corrigir o que não funcionou.

Esse é que nos falta fazer.

 

É uma questão de ordenar prioridades e voltar a colocar isso lá no topo, portanto será feito. Quando estivermos prontos para esse passo.

Eu aí eu estou tentando ser gentil connosco próprios, porque nós podemos culpabilizar aqui até o infinito e realmente eu também considero que é um objetivo urgente.

 

Aí normalmente também somos diferentes não é?

Eu sou mais alta punitivo, eu sou, eu gosto de dizer assim: não foi bem efeito.

Se doer, então agora vamos fazer bem feito

Tu és um pouco mais mais gentil, epah não foi, ainda vai ser.

E acho que no meio estará a virtude como sempre não é?

Nem ser auto fustigar de uma maneira de facto de que nascem livres e que nos que deixa imobilizados.

Nem passar panos quentes que nos desculpabiliza e que não nos faz ser uncountable, mas eu acho que… quer dizer os americanos, bom agora é um bom exemplo, porque até não estou a conseguir fazer, levar isso…

Temos com esta coisa do Donald Trump, mas os americanos são muito bons neste lado de eles, para eles uma palavra muito forte é countability, se quisermos responsabilidade eles, quer dizer no contexto empresarial e eu sei que trabalhei muito nos Estados Unidos.

Epah, no contexto empresarial, no contexto da escola, no contexto pessoal tu tens que ser “held accountable” como eles dizem, que é ser responsabilizado e eu acho que isso também no contexto do empreendedorismo é essencial.

Nós assumimos as coisas também como nossas, eu não estou a dizer com isto seja imobilizador.

Estou a dizer com isto que seja consciente e também num contexto de educação não é?

Quer dizer, eu lembro-me de partir candeeiros em minha casa.

O meu pai perguntava: quem é que partiu candeeiro?

E nós dizíamos: partiu-se! Estragou-se!

Não fui eu é claro e eu acho que temos que dar também uma nota importante que é ser empreendedor também é isto é nós também próprio sermos uncountable, sermos responsáveis pelas coisas boas e más.

 

Então vá, chamar a mim essa responsabilidade, agora quando acabar aqui o confinamento, vamos marcar um encontro e vou levar um monte de guardanapos para escrevermos os nossos próximos projetos.

 

Vamos embora, Nuno, quando quiseres.

E eu acho que para melhorar este lado do empreendedorismo não empresarialismo, mas do empreendedorismo eu acho que há muito good wheel, há muita vontade porque sabemos que isso é um contributo que nós podemos dar.

Para uma mulher, portanto para mim já sabes que contas comigo.

 

Estamos alinhados.

Mestre, muito obrigado, um grande abraço e até breve.

 

Obrigado eu.

Um abraço e para toda a gente que nos está a ouvir, muito obrigado por estarem aí e por continuarem a acreditar numa melhor educação.

 

Eu agradeço em nome de todos.

Um grande abraço e até breve!

 

Obrigado, obrigado.

 

 

 

 

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#emprendedorismo #empreendedorismoinfantil #novasbe

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Co-sleeping, Transporte, Segurança e Conforto do Bebé – João Barroso – Chicco

Co-sleeping, Transporte, Segurança e Conforto do Bebé – João Barroso – Chicco

 

 

Quais as primeiras compras de uma família que vai ter um bebé?
Como se escolhe um Carrinho, a primeira Cadeira, o primeiro berço?

Vantagens, Perigos e Boas práticas do Co-Sleeping

Falámos com o João Barroso, Marketing Manager da Puericultura Pesada da Chicco e Recaro.

Falámos de Co-sleeping e dos novos Next2me Forever, mas tambem de:
Cadeiras Auto
Carrinhos de Passeio
Berços
Camas
Camas de Viagem
Banheira
Muda-fraldas
Espreguiçadeiras
Cadeiras de Papa e Alimentação
Dicas para se fazerem boas compras, seguras, económicas e sem desperdício.
Importância de adquirir material de transporte e segurança auto em primeira mão.
Estado da tecnologia nas cadeiras e carrinhos de bebé.
Dicas de montagem, limpeza e manutenção.

 

Olá bom dia Nuno. 

Como está? 

Tudo bem? 

Tudo bem, obrigado. 

Muito obrigado por este bocadinho, é precioso este tempo, este tempo seu.

Que eu sei que é uma pessoa muito ocupada, para esclarecermos aqui um bocadinho a nossa audiência sobre um conjunto de temas, que eu acho que são interessantes para as famílias portuguesas. 

Só apresentar muito brevemente o João. 

Nós conhecemo-nos numa reunião na Chicco, que é uma parceira nossa. 

E fomos discutir um temazinho assim e acabamos por ficar três horas a falar de um montão de temas.

E eu acho que a recessão da nossa reunião que precede este podcast, foi até um bocadinho o percursor deste podcast. 

Eu pensei, estas conversas têm começar a ficar gravadas, porque há aqui coisas tão preciosas que são tão úteis às famílias e aos profissionais de saúde e educação infantil.

Nós temos de começar a colecionar este tipo de conversas. 

O João estava super ocupado, tinha aí uma coleção a sair, portanto só conseguimos agora juntarmo-nos em fevereiro, mas aqui estamos finalmente. 

Pronto. 

Para quem não conhece o João, estudou marketing e publicidade e é marketing manager da puericultura pesada da Chicco.

É isso, estou a dizer bem?

 

Chicco e Recaro.

Das marcas Chicco e Recaro também. 

Muito bem. 

A sua opinião sobre a sua profissão, o que é que acha de trabalhar com estas coisas? 

O que é que gosta mais? 

Olhe eu entrei na, ainda força na Portugal, antes de ser Artsana Portugal.

Portanto a Artsana era uma empresa, uma sociedade entre um sócio português e o senhor Capelli dono da Artsana Itália e portanto tem a marca Chicco.

Era uma sociedade depois passou a ter 100% capital italiano, como agora mudou de nome.

Portanto entrei há mais de 20 anos e logo desde o início entrei para trabalhar quatro linhas de produtos, entre as quais a puericultura pesada. 

Foi uma paixão imediata e foi o que ficou até agora. 

Portanto, entretanto a empresa desenvolveu-se.

Criaram-se mais especializações à parte do marketing, entraram outras pessoas para poderem gerir as linhas produto em separado e portanto eu fiquei sempre com a puericultura pesada, porque é desde sempre uma paixão. 

Antes disso trabalhava brinquedos e portanto também entrei a trabalhar brinquedos na forsana como disse.

Mas apesar de realmente foi uma paixão. 

E continua a ser. 

Muito bem.

É os brinquedos é todo um novo episódio.

E eu sei que o João ainda por cima veio da concentra ou de quem representava a concentra na altura, portanto tem sido brinquedos a vida toda. 

É coxa, desculpe a concentra é que representava marcas, a concentra, desculpe.

OK.

O rigor.

Muito bem.

Ok. 

Oh João, entrando aqui se calhar na curiosidade das nossas famílias, pronto, esta coisa da puericultura pesada, eu vou citar aqui um conjunto de… 

Palavrão não é? 

São quase incontornáveis para um casal jovem, moderno nesta altura, óbvio que se calhar há 100 anos atrás não se falava de nenhuma destas coisas. 

Seguramente que há 200 anos atrás isto não havia, nada disto havia, pronto.

Neste momento isto tudo parece indispensável. 

E causa até grande estresse nas famílias. 

O que é que eu compro primeiro? E onde é que eu compro? E como é que eu escolho? E como é que eu monto? E como é que eu limpo? 

E portanto a primeira pergunta que eu lhe ia colocar e que tem aqui uma pequena introdução. 

Passava um bocadinho pelo qual é o percurso de aquisições mais provável de artigos da puericultura pesada, que estão no seu catálogo? 

E depois a pergunta vem a seguir a isto.

E portanto, qual é que é o percurso típico? 

Tipicamente as cadeirinhas, não o ovo, os pais têm que levar a criança do…

Da maternidade para casa.

Da maternidade para casa. 

Vão precisar de um carrinho de passeio, vão precisar de um berço e de uma cama, uma cama de viagem, banheiras, muda-fraldas, espreguiçadeiras, as cadeiras de papa e de alimentação, aquelas bolsas para levar as fraldas para todo lado e depois os porta bebés ou marsupiais, eventualmente pode ser opcional. 

Se bem que, eu tenho para aí umas treze aqui da Chicco em casa. 

Porque além das que eu comprei foram me oferecendo sempre, temos bebés é uma coisa que se oferece. 

E portanto, estas coisas não só interessam aos pais que vão comprar, como interessam aos familiares desses pais que muitas vezes as querem oferecer. 

E a minha pergunta era por aqui, dicas de aquisição deste tipo de produtos, porque a informação online realmente é muito abundante.

Acho que alguma delas é contraditória. 

Na prática se o João estivesse a aconselhar o seu filho a comprar estas coisas. 

Como é que, por onde é que ele devia começar? 

Vamos imaginar que ele quer fazer algum estudo prévio. 

Por onde começar e quais são se calhar os pontos mais importantes? 

Quais são os vá lá, os pilares destas cópias? 

É a segurança? 

É o preço? 

É a qualidade? 

É a marca? 

Na sua óptica, o que é que vale mais pesar nesta escolha?

Hora bem. 

Bom, antes de mais vou só falar de pesada não é? 

Porque há outras linhas também essenciais com produtos essenciais para serem adquiridos, mas no que diz apenas e só à  puericultura pesada, eu começaria pela cadeira Auto. O tal ovinho como as pessoas dizem, não é? 

Porque efetivamente é a primeira coisa que se vai utilizar desta linha de produtos, precisamente para saída da maternidade. 

E portanto a cadeira auto terá que ser escolhida em função, o bebé será um recém nascido como é óbvio e terá que ser uma cadeira auto adequada para um recém-nascido.

A oferta é múltipla, obviamente e inclusivamente dentro de cada marca, existem mais do que uma opção para responder a esta necessidade.  

Eu acho que as pessoas devem ler aprofundadamente a informação que puderem e devem sempre pensar no tipo de utilização que vão dar aos produtos. 

Em relação à cadeira auto por exemplo, eu podemos dizer é que, a instalação no carro deve ser o mais fácil possível, não é? 

Deve ser feita o mais rápida e facilmente possível. 

E isso pode implicar por exemplo a existência de uma base que se pré-instala no automóvel e depois chega-se para a cadeira e encaixa-se na cadeira sem precisar da instalação do cinto.

Agora tudo isto combina também com o orçamento, não é? 

E portanto depende muito daquilo que as pessoas podem despender ou investir nos produtos. 

Portanto obviamente que soluções mais fácil, mais sofisticadas irão ser certamente, vão durar a conta final, não é? 

A despesa final. 

Mas por outro lado também oferecem muito maior facilidade de uso.

Portanto passo número um é a cadeira auto, logo a seguir e ainda bocado ligado à cadeira auto vem o carrinho de passeio.

Porque muitas vezes, o que acontece é que as pessoas querem a possibilidade de encaixar cadeira auto no carrinho de passeio depois para poderem passear e portanto ser mais fácil transportar também o bebé até ao automóvel e por aí fora.

Do modo que, eu penso que esta dupla de produtos e é os chamados duos, têm realmente toda a pertinência, é o primeiro passo.

Mas eu gostava de não, gostava de não esquecer um outro elemento, que eu penso que é importante também para integrar aqui na última parte, que é a alcofa? 

E porquê alcofa?

Porque efetivamente para um recém-nascido e nos primeiros cinco, seis meses de vida, a alcofa será certamente o sítio mais confortável e mais seguro para o bebé estar e poder passear, poder portanto os pais poderem sair à rua e passear com o bebé. 

O que é também um aspecto muito importante e bastante saudável, portanto poder passear o bebé ao ar livre, não é? 

Não digo na primeira semana, mas a partir da segunda, terceira semana e também dependendo obviamente da saúde do bebé.

Se tudo estiver bem e se o tempo também não estiver demasiado agreste, é recomendável.

Depois de resolvido esta questão do exterior, não é? 

Do passeio chamado outdoor, então aí começam a entrar outras necessidades mais ligadas ao indoor ou dentro de casa, não é? 

E aí vamos ter necessariamente um sítio onde o bebé deverá dormir.

Portanto ele vai precisar de um berço, um berço ou uma cama, dependendo obviamente também das opções. 

Mas o berço aqui tem várias vantagens, em primeiro lugar é mais pequeno, em segundo lugar deveria e deverá estar junto à cama dos pais, porque a proximidade do bebé com os pais nos primeiros seis meses também é muito importante para a sua estabilidade emocional e para reforçar a ligação entre o bebé e os pais. 

Portanto o berço é uma peça também crucial.

Outra peça essencial também, é uma banheira, porque o bebé terá de tomar banho e portanto uma banheira e de preferência com um vestidor, portanto com uma superfície onde seja possível mudar a fralda, vestir o bebé, limpá-lo, vesti lo, mudar-lhe a fralda e tudo isso.

Portanto esse tipo de produto também existe, é perfeitamente conhecido.

Portanto banheira com vestidor. 

E depois a partir daí haverá outros produtos que poderão ou não estarem imediatamente nesse primeiro momento do recém-nascido. 

Por exemplo a cadeira de papa que só vai ser utilizada como cadeira de papa acerca dos cinco, seis meses, portanto quando o bebé fizer o desmame, não é? 

Passar a ter as comidinhas sólidas, inclusive já poder também, já se aguentar sozinho sentado, porque é partir desse momento em que poderá ir para a cadeira de papa. 

Mas a verdade é que as cadeiras de papa, nomeadamente as da marca Chicco, permita-me também referir isso, têm uma função que permite, que faz sentido portanto fazer a compra logo após o nascimento do bebé.

Porque elas, graças ao facto do encosto reclinar completamente, elas acabam por adquirir uma função de espreguiçadeira, ou seja, um sítio onde o bebé poderá por exemplo ficar um bocadinho, em vez de estar logo pronto, quando o bebé adormece em vez de ir logo para o berço, não é? 

E estar constantemente a utilizar o berço, até porque o berço precisa de arejar.

Portanto convém dar descanso, entre aspas, ao berço. 

Deverá haver outro sítio confortável que o bebé possa, por exemplo dormir uma pequena sesta.

E isso é uma função que está incluída, por exemplo em algumas cadeiras de papa, como é o caso das nossas. 

Mais do que até do modelo que faz essa função. 

Portanto desta forma, portanto crias essa função da cadeira de papa antecipamos a compra também para o momento do nascimento.

Em vez de ficares só, portanto após os cinco, seis meses de vida do bebé, é quando ele depois realmente quando se introduzirem, quando se introduzir a alimentação sólida. 

Pois é, continuam haver outros produtos, lá está, depende muito do estilo de vida dos pais, da dimensão da casa, se tem uma casa grande obviamente que podem ter muitos produtos e produtos especializados na sua própria função, não é? 

Ou então terem produtos multifunções, que num produto conseguem se fazer duas ou três funções.

Claro.

Isto se a casa for pequena, se calhar uma opção dessas será uma ótima solução.

Diga, diga.

Eu acho que isso liga muito bem com a minha próxima pergunta, que era, estas coisas todas juntas, isto custam uma pequena fortuna, não é João? 

Sim.

Portanto quando começamos a comprar, se não tivermos nenhum filho antes de novo e não tivermos aquele material…

E não herdar os produtos do primeiro. 

E essa é um bocadinho a pergunta. 

Existe obviamente essa cultura de passar os equipamentos dos filhos para os outros e existe a cultura de emprestar a amigos ou existe a cultura de comprar usados. 

E portanto tinha aqui um bocadinho esta pergunta. 

Porque é que é importante comprar estas coisas em primeira mão ou alguma destas coisas em primeira mão? 

Porque obviamente imagino que tenha haver com segurança, não é? 

Sim, sim. 

Eu diria que depende do tipo de produtos. 

Há por exemplo, há uma categoria de produtos que para a qual eu desaconselho vivamente a compra em segunda mão. 

São as cadeiras auto. 

E porquê?

É muito simples, porque quando se compra uma cadeira auto em segunda mão, não se sabe o histórico da cadeira. 

Não se sabe se ela já teve um acidente.

Ou até por situações, não necessariamente de acidentes, mas por situações de stress, do ponto de vista dinâmico de travagens bruscas, de…

Ou térmico. 

E mesmo térmico, não é?

Exatamente.

Ou até porque ficou guardada num sítio em que ficou exposta ao sol ou à umidade, ou enfim…

E até porque como tudo na vida não é? 

Os materiais têm um ciclo de vida. 

E portanto até vos posso dizer que isso ainda não não acontece na Europa, mas desconfio que muito em breve irá acontecer uma coisa que já acontece, por exemplo nos Estados Unidos, em que as cadeiras auto têm prazo de validade.

Portanto, após ultrapassar aquele prazo, acabou, o produto não pode ser mais utilizado. 

Por quê? 

Porque os materiais têm realmente um tempo de vida. 

E como estamos a falar de um dispositivo de segurança, todo o rigor na sua manutenção e utilização, deve ser extremo e não podemos facilitar. 

Muito menos realmente naquilo que diz respeito à segurança do bebé.

Não há espaço para facilitar. 

Muitas vezes também essas cadeiras autos nem sequer vêm acompanhadas com um livro de instruções, enfim.

Portanto podem ter danos não visíveis a olho nu, que comprometem o seu desempenho. 

Eu costumo dizer que as cadeiras auto, há marcas que dizem conseguir se quiseres que nós verifiquemos se a cadeira auto está, digamos dória do ponto de vista do seu desempenho ou não. 

Portanto entregamos a cadeira que nós fazemos uma análise e portanto damos uma resposta. 

Eu tenho muitas dúvidas do que é que se pode aferir numa análise de um produto desses, porque repare a forma de nós termos a certeza de que o produto está em condições de testá-lo.

Testá-lo é destruiu, ou seja, isto é como nos ovos.

Nós só depois de partirmos o ovo, é que sabemos se ele está bom ou se está podre, não é?

Portanto é exatamente o que acontece com as cadeiras auto. 

Nunca poderíamos ter a certeza, mesmo com uma verificação mais profunda,  nunca se poderá ter a certeza se efetivamente todos os requisitos de segurança daquele produto estão completamente intactos, não é?

Para que o desempenho possa acontecer a 100 por cento, não é? 

A cem por cento do ponto de vista daquilo que é suposto aquilo do produto.

Claro.

Desempenhar. 

E não podemos esquecer que os carros vão a uma inspeção por uma razão, não é? 

Portanto a cadeira tem obviamente se calhar, eu acho que devia ser equiparada, não é?

Exatamente, exatamente.

 

Devíamos ter a segurança, que aquilo está a funcionar, da mesma forma que eles testam os nossos cintos de segurança.

Pronto, a cadeira está a jusante da cadeira do cinto segurança, tem que ser escutada também, não é? 

E depois há uma coisa que muitas pessoas não sabem.

Eu por acaso sei, porque tenho um mundo motociclista no passado, tanto nos capacetes como as cadeiras são artigos descartáveis, quer dizer em termos de acidentes só aguentam um acidente.

Portanto se batermos com o nosso capacete ou se o capacete cair de um metro de altura, ele está desenhado para se destruir nesse impacto. 

Exatamente. 

Para a cabeça não ter que amortecer nenhum do choque. 

Exatamente, é a própria estrutura do capacete que vai absorver esse impacto, para evitar chegar a cabeça. 

E as pessoas não sabem que ele não é elástico. 

Ele não repõe a sua forma inicial. 

Ele efetivamente, o trabalho dele é destruir se, para não destruir a nossa cabeça tal tal como a estrutura da cadeira que pronto, tem exatamente o mesmo.

É exatamente isso, Nuno.

É exatamente isso.

Oh João, outra coisa que me deixa curioso. 

Vocês todos os anos quase ou às vezes até mais, soltam com mais frequência, soltam cadeiras novas. 

Como é que está o estado da tecnologia neste momento? 

O que é vocês vão atualizando de um ano para o outro? 

Não é seguramente só estética, não é? 

Portanto há seguramente…

Não não não. 

É uma área de constante desenvolvimento e de pesquisa portanto para se encontrarem soluções mais sofisticadas.

E portanto e ofereçam maior desempenho, lá está.

Houve uma coisa que veio trazer outra, obrigou a criar-se uma nova geração de produtos, que foi a alteração da norma. 

Neste momento existem duas normas em vigor, o que é um bocadinho confuso para as pessoas.

Quer dizer, se uma norma já era um bocadinho confusa, duas normas em vigor tornam-se ainda mais confusa.

Mas a verdade é que, pronto a outra norma mais antiga, portanto que ainda vigora como eu disse, mas tenderá a desaparecer, nos próximos anos. Ainda não tem fim anunciado, mas mais tarde ou mais cedo vai acabar por desaparecer e ficará a nova norma.

Esta nova norma ficou muito conhecida High Size. 

Veio introduzir critérios de maior rigor na alugação dos produtos, ou seja, do lado da produção do produto, a norma inclui quer requisitos para os construtores de cadeira auto como requisitos para os utilizadores das cadeiras auto.

Portanto a norma tem estes dois suas sentidos de… 

Influência, não é? 

Exato. 

Esta-me a faltar a palavra.

A norma abrange de abrangência, era o que eu queria dizer.

Portanto abrange não só tudo aquilo que diz respeito à utilização, como também à produção do produto.

Depois há uma série de testes que terão de ser ultrapassados para se obter alugação.

E é precisamente os critérios que esta norma vem introduzindo dentro do sistema de homologação, que tornou tudo mais rigoroso.

Posso lhe dizer, por exemplo que passou se a fazer um teste de colisão lateral que não era obrigatório na norma antiga, os damises, que são aqueles manequins que são utilizados portanto a simularem o bebé, passaram a ser de uma geração mais mais sofisitcada com mais sensores, portanto dão mais informação mais rigoroso. 

Por outro lado, a norma de uma prevalência também muito grande ao sistema de fixação da cadeira de instalação do carro, isofix, que é um sistema obviamente mais seguro e menos sujeito ao erro humano da instalação.

Enquanto a instalação é feita no cinto do carro, muitas vezes, a instalação não fica bem feita ou porque o cinto ficou frouxo ou porque não está a passar nos sítios corretos, enfim.

E portanto no caso isofix, a instalação é muito mais simples, muito mais óbvia e praticamente elimina a possibilidade de erro.

E portanto isso tem obviamente enormes vantagens. 

Depois outro aspecto também é muito importante que a norma veio introduzir é que até aos 15 meses de idade, é obrigatório o transporte no sentido de marcha…

Portanto tem que viajar virado para trás. 

Enquanto que na norma antiga isso do ponto de vista de norma, não é? 

Era possível colocar um bebé no sentido da marcha a partir dos nove quilos, ou seja, nove quilos equivale a mais ou menos a 9 meses e é claramente cedo demais para um bebé viajar no sentido da marcha.

Portanto esta norma vem introduzir aqui uma outra fronteira obrigatória para os 15 meses

de idade.

Portanto até aos 15 meses, pelo menos, é obrigatório viajar no sentido inverso à marcha e aconselhasse a que se continue no sentido inverso à marcha até o mais tarde possível. 

Por causa dos impactos frontais que são muitos violentos e que podem provocar lesões gravíssimas se o bebé for no sentido da marcha.

E portanto esta foi o grande virar de página que obrigou obviamente a todos os fabricantes também a criarem produtos que pudessem responder a todos estes requisitos mais exigentes, não é? 

Que a norma vem introdu…

Claro.  

E pelo que eu percebo vocês agora incluem imensa redundância nas fixações, nós o isofix básico, não é? 

Aqueles dois dentes…

Os crocodilos, parecem uns crocodilos. 

Depois ainda têm fitas, alguns modelos têm fitas superiores, que encoram lá atrás e depois ainda têm trancas à frente.

Quer dizer… 

Basicamente isofix tem duas versões.

Tem uma versão com a chamada perna de suporte que vai ao chão do carro.

Portanto ,ou seja, além dos dois pontos de ancoragem feitos entre o encosto e o assento do automóvel, não é? Que são os tais crocodilos que vão mover, umas argolas metálicas que existem no carro não é? 

Portanto a importância no encosto.

Ficam ali acurados. 

Depois há o tal…que pode ser a tal perna de suporte que vai ao chão do carro ou uma correia que passa por cima do banco de onde está a ser instalada a cadeira do encosto do banco e que vai encorar se num ponto específico que para isso, portanto essa ancoragem não pode ser uma argola para cargas e bagagens, tem que ser um ponto metálico especificamente identificado para esse fim, para ancoragem do top tyler, pronto.

Desloca-se lá, faz se lá também uma ancoragem nesse ponto, estica-se essa correia… 

E para quê?

Qual é o objetivo destas duas possibilidades de terceiro ponto? 

Precisamente para evitar que em caso de impacto a cadeira possa afundar, não é? Sobre o acolchoado do assento do automóvel. 

Portanto é evitar essa rotação frontal. 

É tentar que a cadeira em caso de acidente fique mais estática possível, para evitar todas essas movimentações que acabam depois por provocar portanto a transmissão de impacto…

Muito bem. 

Vocês agora têm mais uma coisa, que eu acho que é recente, que é um sensor de presença do bebé no carro, não é? 

Sim, sim.

Isso é de facto, posso lhe dizer a origem desse dispositivo no nosso caso, eu não sei se já existiam algum dispositivo desses, mas posso dizer que no nosso caso isso deve-se ao seguinte. 

Em Itália houve um caso de morte de uma criança esquecida no automóvel. 

Isto parece uma coisa impossível de acontecer. 

Como é que é possível um pai ou uma mãe esquecerem se do filho no automóvel, mas já aconteceu variadíssimas vezes, por todo o mundo, por todo mundo. 

Ninguém pode dizer: ah nós os portugueses não temos casos desses. 

Não. 

Já aconteceu esquecimentos em Portugal, não sei se houve mortes, mas esquecimentos já houve vários. 

E penso que também já houve uma e acontece porquê? 

Porque o ser humano é absolutamente falível, mesmo em coisas que jamais nós poderíamos por em hipótese de falhar, mas falhamos.

E portanto e o que aconteceu com este pai italiano foi que, portanto falhou efetivamente aconteceu e ele ficou de tal forma chocado consigo próprio, mas também penso que terá tido uma compreensão necessária para um momento destes de dizer assim: eu não sou nenhum monstro, eu não sou nenhum não é? Não sou um monstro de insensibilidade ou  de falta de não…  Eu sou um pai extremoso a quem aconteceu uma coisa ideonda, mas que aconteceu. 

E isto pode acontecer a qualquer pessoa.

Portanto a prova de que pode acontecer, aconteceu-me a mim, pode acontecer a qualquer pessoa. 

Então a partir daí, esse pai empenhou-se numa campanha para tentar conseguir que, conseguir que fosse introduzida na legislação italiana a obrigatoriedade de um sistema, que evitasse que isto pudesse voltar a acontecer. 

E durante anos isto prolongou-se e eu não sei exatamente quanto tempo, mas foram anos e anos de esta luta, deste pai a tentar introduzir na legislação italiana obrigatoriedade de um sistema que evitasse casos destes, que pudessem voltar a acontecer. 

E conseguiu. 

A tecnologia entretanto, hoje em dia os recursos tecnológicos são imensos, não é? 

Graças ao Bluetooth e a tudo aquilo que é possível conectar e aquilo que hoje em dia existe e que nós também temos. 

Não só nalguns casos inserir por exemplo dentro da própria estrutura da cadeira, noutros casos um dispositivo portátil que se pode adaptar a qualquer cadeira auto.

Portanto é um dispositivo que o que é que faz? 

Está ligado ao telemóvel quem conduz o automóvel e quando essa pessoa se afasta a uma determinada distância e durante um período determinado período de tempo, o dispositivo ativa uma mensagem para o telemóvel, uma mensagem portanto com som e vibração, a dizer que: atenção que o bebé está no automóvel, ficou no automóvel.  

O pai ou a mãe, poderá desativar a mensagem, portanto desligar o alarme ficaram cientes até podem não estar esquecidos ainda, não é? 

Mas portanto desativam. 

Mas também podem não reparar ou até podem ter deixado o telemóvel no automóvel. 

E aí o telemóvel toca mas ninguém vai o ouvir. 

Nesse caso existe um alarme de segundo nível que vai ser ativado para até 5 números de telemóveis que foram pré-definidos, não é? 

Quando se cria a conta neste sistema, não é? 

E vai disparar mensagens para esses, até cinco, pode ser um, dois, três quatro ou cinco, dispara uma mensagem de alarme e envia também a geolocalização do telemóvel.

Uau.

Muito bom. 

De maneira a que as pessoas possam portanto aperceber que há alguma coisa de errado se está a passar.

Pronto, é uma forma de realmente enfim, evitar que aquilo que aparentemente se pensa que é impossível de acontecer, mas que acontece, evitando em absoluto, em absoluto quer dizer há falhas ainda assim, o sistema não é perfeito nem dá garantias de nada.

Mas é um passo, não é? 

É digamos um auxiliar e é uma forma de dar algum contributo para e o contributo grande para que um caso dessa gravidade nunca venha acontecer.

Ok. 

Oh João, voltando então aqueles equipamentos pesados. 

Outra questão muito frequente é, como é que isto se lava? 

Como é que isto se mantém? 

Onde é que eu posso lubrificar? 

E depois como é que eu guardo isto num longo prazo? 

Um filho, vou ter outro daqui a um ano ou dois. 

Dicas sobre o bom uso, a boa manutenção e a boa limpeza destes equipamentos. 

O que é que nos pode dizer? 

Olhe, antes de mais, primeira instrução, ler as instruções do produto. 

Normalmente setenta a oitenta por cento das dúvidas que nos colocam através da nossa linha verde ou através dos nossos e-mails, as respostas estariam dadas no livro de instruções se as pessoas tivessem lido e que já não teriam que ter recorrido a nós para saberem a resposta. 

Mas tudo bem, podem recorrer à vontade, não há qualquer problema nisso e nós até agradecemos. 

Quando há dúvidas, perguntem, antes de fazer asneira ou antes de fazer alguma coisa que que não devem fazer, há que perguntar o que se deve fazer. 

Portanto ler o livro de instruções dos produtos é crucial. 

Às vezes os livros são gordinhos, mas depois as páginas em português, são duas ou três.

Portanto não é nada de assustador. 

E lá está, toda a manutenção necessária ao produto está lá indicada, o que é que se deve fazer. 

Mas assim muito sucintamente e eu diria que, no caso de produtos que têm mecanismos e quando esses mecanismos e depois lá está, depende dos produtos se são produtos dentro de casa estão sujeitos a sujarem se e com poeiras e com terra inclusivamente ou alguma coisa dessas.

Portanto basicamente esses produtos não vão necessitar de grande manutenção a não ser a higienização das partes têxteis, não é?

Mas no que diz respeito a mecanismos, por exemplo um carrinho de passeio precisa de ser limpo de facto, as rodas muitas vezes são é possível desmontar as rodas, poderá limpar se aqueles eixos e aquelas coisas todas das poeiras. 

E tudo se deve fazer com uma coisa chamada óleo seco de silicone. 

Porquê? 

Porque é um óleo muito líquido, portanto pouco gorduroso, pouco espesso, ideal para este tipo de lubrificação, inclusivamente…

Há pressão? Recomenda à pressão ou por…? 

Sim, pode ser.

Há os sprayszinhos, até com uma caninhazinha para poder ir a determinados pontos e poder injetar digamos assim o óleo de pontos menos acessíveis.

E portanto a lubrificação com esse óleo é mais…

Atenção, nunca lubrificar nada relacionado com as cadeiras auto.

As cadeiras auto não devem ser, os mecanismos das cadeiras auto não devem ser nunca lubrificadas. 

Eu penso que isso está também nas instruções, mas fica já aqui essa informação. 

Oh João, mas esta nova cadeira mágica que vocês têm, tipo falam dá um toque e ela desmonta-se toda.  

Não precisa de óleo nas dobradiças?  

Isso é um carrinho de passeio.

É o Goddy.

É o Goddy, que se fecha sozinho. 

Mas pode precisar também, lá está, também depende de se tem uma utilização mais urbana, portanto mais de cidade, não está tão sujeita a sujidades, não é?

Agora se vai para o campo, para pisos em terra batida ou coisas desses gêneros, é natural que fique mais sujo e que…

Mas por regra.

Não me chereni-se, porque é óbvio que os óleos degradam os plásticos, etc, é preciso saber o que se está a fazer.

Lá está, por isso é que eu falava do óleo silicone, porque o óleo silicone é muito pouco, eu não sei se é tóxico, mas sei que é bastante pacífico digamos assim, não ataca obviamente os plásticos.

Antes pelo contrário, é o óleo que se deve utilizar em sistemas, em mecanismos plásticos, precisamente para os lubrificar e daí portanto a recomendação deste óleo. 

No caso por exemplo dos tecidos, aí é seguir escrupulosamente as indicações dadas nas etiquetas.

Há sempre uma etiqueta com a composição e com as instruções lavagem daquela peça têxtil. 

E portanto deve-se seguir escrupulosamente essas indicações. 

Se diz que é para levar a mão, portanto não se deve, nunca colocar na máquina, porque isso pode degradar logo na primeira lavagem essa peça. 

Porque muitas vezes não é propriamente o tecido da superfície, é por exemplo os acolchoados, as espumas que se usam para tornar para tirar os acolchoados mais fofos não é? 

Mais confortáveis. 

E muitas vezes é mais isso que se degrada na máquina e não o próprio tecido, não é?

Ok. 

Em relação à montagem destas coisas, no bom uso disto, eu sei que obviamente que as instruções que estão sempre muito claras, eu não tenho nada contra instruções, mas eu acho que há um viés anti instruções.

A maior parte das pessoas compram televisões, se com sorte vai ver o guia rápido, mas a maior parte das pessoas o que faz é carrega no botão e começa a tentar explorar por si próprio, pronto e a mesma coisa com as cadeiras, pronto.

Eu já montei 10 cadeiras de carro, esta aqui há de ser igual e às vezes não é. 

E a terceira, eu já dei por mim a fazer asneira e… 

Sim, ninguém está livre disso.  

Ninguém é perfeito, ninguém, eu tento ler algumas, depende dos produtos. 

Eu interrompi-o mas só para só para dizer uma coisa que é assim. 

Quando são produtos da… como é que eu ei de dizer? 

Uma máquina fotográfica que é um objeto que eu adoro e que gosto de explorar a 100%, não é? 

Leio aquilo, porque lá está, é uma leitura que me interessa. 

Eu quero saber todas as possibilidades que tem e que posso dispor, não é? 

O telemóvel, praticamente faço o mesmo, porque também lá está, o telemóvel hoje em dia é, há telemóveis mais potentes que computadores, não é? 

Verdadeira, é uma máquina impressionante e que se mete no bolso, não é? 

E portanto é um vastíssimo campo de utilizações e também gosto de saber tudo aquilo que posso fazer com o meu telemóvel. 

Agora nem todas as pessoas são iguais, não é?

Se eu comprasse se calhar uma máquina de lavar roupa ou louça se calhar, lá está, já não leio com a mesma paixão.

Claro.

Tento saber como é que funciona, como é óbvio e tento perceber, lá está, porque é nas instruções que se percebe também como se devem fazer as coisas corretamente e que isso vai traduzir-se na durabilidade dos produtos. 

Saber como é que se deve tratar os produtos, para eles durarem mais.

Durar mais, funcionar melhor e no fundo também prestando um serviço mais eficaz que é aquilo que nós pretendemos dele, não é?

 

E se a compra for online? 

Eu acho que não há outra opção, mas se a compra for na loja, eles conseguem nos ajudar lá, se nós perguntarmos: pode dar aqui umas luzes? Como é que isto se monta? Eles estão equipados para esse tipo de informação? 

Olhe, eu posso falar em particular das lojas Chicco, não é? 

Nós temos 34 lojas espalhadas pelo nosso país, incluindo as Ilhas. 

E as pessoas das nossas lojas têm informação, como deve imaginar não é fácil, porque a Chicco é uma marca 360 graus. 

Portanto tem desde brinquedos linha base puericultura pesada, calçado, roupa, portanto é uma marca bastante abrangente e portanto os produtos são milhares, são milhares de produtos e é difícil dar formação manter portanto as pessoas das lojas absolutamente update em todas as áreas, mas tentamos.  

Tentamos, portanto, transmitir-lhes esse conhecimento para que qualquer funcionário nossa nas lojas consiga responder, não é? 

Adequadamente às perguntas que os clientes fazem sobre isto ou aquilo.

Tentamos que esse nível de conhecimento seja o mais elevado possível e também nos nossos clientes, aliás posso lhe dizer que estamos neste momento a preparar todo um programa para implementar juntamente dos nossos clientes nesse sentido, para dar formação, não só às equipas, portanto funcionam dentro das lojas dos clientes, portanto aos seus funcionários, mas também dar alguma formação, em digamos em sessões destinadas aos próprios pais. 

Porque os pais também acabam por ser não é? 

Claro. 

Aliás como é óbvio, não é?

Se têm muitas dúvidas e precisam de formação, precisam de saber, aliás um bocadinho o que nós estamos hoje aqui a fazer, também a tirar algumas, a dar aqui algumas dicas, algumas luzes, não é?

Em certos aspectos deste universo que gira à volta do…

Muito bem.

Oh João, gostava de falar um bocadinho sobre o next to me, este mais recente, que vem aí o forever.

Já cá está.

Fascinante. 

Já está disponível.

Mas se calhar começava pela pergunta. 

O que é isto do co-sleeping?

Quais são as vantagens? 

Até quando é que se deve fazer? 

Porque eu imagino que tenha nascido assim, obviamente a ideia do next.to.me originalmente, não é? 

Olhe, a Chicco foi pioneira numa coisa, não foi pioneira no chamado Co-sleeping.

Ou seja, dormir lado a lado.

Nós só usamos a expressão estrangeirismo, porque é difícil numa palavra, lá está, a tradução de Co-sleeping para português é o bebé dormir lado a lado com os pais. 

E portanto como é mais prático dizer Co-sleeping e permite o usar um bocado essa expressão. 

Não somos nós que inventamos o Co-sleeping, ele já existia nas camas de madeira, portanto era possível abater uma das barreiras, não é? Um dos lados. 

E vamos juntar a cama à cama dos pais, penso que também fixada, devidamente fixada não criar intervalos, porque poderiam ser obviamente perigosos, o bebé pode cair se não houver uma fixação. 

E portanto já existia. 

O que a Chicco fez que foi completamente inovador, foi transformar, foi transpor esse conceito para o universo da puericultura pesada, ou seja, um produto construído em metal e por peças que pudessem inclusivamente ser desmontadas, transportar numa bolsa e montar facilmente, por exemplo na cama da casa de férias ou em viagem ou na casa dos avós. 

Portanto foi essa a nossa inovação.

Criamos o primeiro nex to me.

Que é o tal berço, que o gordo abre. 

A partir daí, portanto fomos desenvolvendo este conceito.

E hoje em dia chegamos à primeira cama, portanto que faz Co-sleeping, sem qualquer limite de tempo, porque o que acontece é o seguinte.

Portanto agora aqui fazer um bocadinho também a explicação do porquê da importância do Co-sleeping.

Hora nos primeiros seis meses, os bebés, portanto depois dos nove meses de…

Estação.

De estação, uterina não é? 

Vem para o mundo um bocadinho hostil, ou seja, o mundo que tem frio, tem calor, tem ruídos, tem… 

E portanto são seres muito vulneráveis e muito sensíveis a tudo aquilo que é exterior.

Portanto a presença da mãe é essencial, da mãe sobretudo, não quer dizer que o pai também não tenha o seu papel, mas o fato é que a natureza encarregou-se de dar às mães essa fantástica aventura de serem elas a gerar, não é? Os seres humanos.

E portanto elas têm uma ligação superior aos pais, é inevitável.

E portanto essa ligação entre o bebé e a mãe durante os primeiros seis meses, é crucial, acaba por transmitir ao bebé toda a segurança que ele necessita. 

Portanto a presença da mãe, ele sentir que a mãe está próxima e cada vez que chora podia ter uma resposta imediata da mãe, é essencial.

Mas também ouvi-la, não é?

Ouvir a sua respiração, sentir o seu…

Exatamente.

Todo esse mundo de outras coisas que nós não conseguimos, lá está, que funcionam a nível mais instintivo, não é? 

Eles são os seus animais e portanto tudo isso funciona. 

Portanto o odor, a audição, todos os sentidos, não é? 

Todos funcionam de uma forma, se calhar menos consciente, mas todos eles estão presentes.

E portanto são esses primeiros meses, a presença da mãe junto do bebé são essenciais, sobretudo quando no escuro, no momento do sono em que no início estamos a tentar que o bebé compreenda essa dicotomia do dia-noite, não é?

E que possa começar a aprender a dormir mais tempo durante a noite.

Portanto o Co-sleeping vai responder a isto tudo, a todas estas necessidades e de uma forma incrível, porque ao aproximar um berço, encostar um berço à cama dos pais, da maneira como esses berços permitem, o que acontece é que, não há qualquer barreira entre a mãe e o bebé.

A mãe se esticar o braço, toca no bebé, tem o bebé ali à sua mão, à distância de uma mão.

Que sem dúvida nenhuma acaba por facilitar o acordar frequente do bebé durante a noite para mamar e portanto inclusivamente até há mães que se adaptam depois a amamentar o bebé deitadas numa posição deitada que é possível e que portanto que acaba por também por lhes poupar ainda algum esforço, nessa amamentação. 

Enfim há todas essas vantagens que vem da proximidade e da facilidade depois de poder assistir o bebé em todas as suas necessidades. 

Hora portanto este é todo um envolvimento que justifica a importância dos berços que fazem Co-sleeping. 

E agora chegamos à cama. 

A cama Co-sleeping. 

Na verdade o que é que nós fizemos? 

Quisemos prolongar o Co-Sleeping além de dos seis meses, porque também há pareceres pediatras que acham que o Co-sleeping é importante para além dos seis meses. 

Claro que não, não será necessariamente importante até aos 4 anos, porque depois vai permitir a utilização fiz até aos 4 anos. 

Mas se calhar é importante até aos 8, 10, 12 meses. 

Provavelmente enquanto o bebé mamar, enquanto tiver a amamentação da mãe, porque lá está, tem essa vantagem, se acorda durante a noite também está presente, está lá e pelo menos durante esse período. 

E portanto a nova cama que se chama next to me forever, depois dessa fase do Co-sleeping, poderá ser usada, portanto com o bordo subido, como uma cama normal.

Poderá colocar no quarto do bebé eventualmente, ele deixará o quarto dos pais, irá para o seu próprio quartinho e a cama forever funciona como uma cama de grades, não é? 

Que era aquilo que tradicionalmente as pessoas compravam antigamente e que agora podem comprar portanto uma cama faz de berço que se prolonga até aos 4 anos. 

Isso é espetacular.  

Porque uma cama de Co-sleeping, quer dizer, para seis meses de vida, é realmente um instrumento pesado e algumas pessoas se calhar acabam por evitá-la por essa razão.

Vocês agora ao prolongar a vida do período, se me permite aqui a opinião, é um grande argumento de…

É um digamos em um 2 em 1, não é? 

Mas eu ainda gostava de dizer mais uma coisa, Nuno, se me permite.

Na verdade é um 3 em 1, porque a cama ainda tem 1 função muito interessante que é a chamada cama de chão, ou seja, a partir de uma certa altura em que a criança já tem a sua autonomia, a sua locomoção e já tem alguma  autonomia, o que é que podemos fazer?

Desmontamos os pés da next to me forever e a cama fica ao nível do chão, desmontamos o bordo, portanto que se abre, não é? 

Que é uma cortiça, desmonta se e a cama fica, portanto acessível para a criança entrar e sair quando quiser. 

O que promove o conceito de Montessori. 

Espetacular.

Como sabe a filosofia da senhora Montessori, era apontava no sentido de dar às crianças os instrumentos necessários para elas aprenderem por si próprias e para ganharem a sua autonomia, não é? 

E a sua autoconfiança. 

E portanto a cama tem também esta função, que eu acho maravilhosa, não é? 

Que é de poder permitir a utilização pela criança autônoma, ela entra e sai quando quer, porque tem sempre a lateral aberta. 

Espetacular. 

Espetacular e eu vou querer comprar uma, porque tenho uma bebé em casa e…

O Nuno, eu sei que o Nuno é um bom cliente, não é?

Tem aí. 

Estou… 

Vocês deviam de ter um busto meu aí à porta da artesana, porque aqui a Chicco…

Vamos pensar nisso.

Oh João, pronto isto foi ótimo. 

Sabe que eu acho que uma outra coisa que as pessoas têm interesse é conhecer a Chicco mais a fundo.

A Chicco é de longe marca mais conhecida aqui na arte na área da puericultura em Portugal, existem milhões de seguidores e pronto. 

Já criaram obviamente o vosso rapor com a população, mas eu acho que as pessoas às vezes gostariam de, se calhar não perguntam, mas teriam interesse em saber esta informação.  

Quais são tipicamente os os valores da Chicco?

O que é que vos move? 

O que é que o orienta? 

Sim.

Se achar oportuno.  

Vou tentar ser, não ser maçudo.  

Nós temos realmente e normalmente até incluímos esse tipo de, a nossa forma de estar, a nossa visão, não é? 

Incluímos normalmente nos catálogos das várias linhas de produtos e mas basicamente e numa versão atual, digamos que são, temos quatro pilares.

O primeiro pilar é a parentalidade. 

A parentalidade na verdade é cuidarmos dos nossos, não é? 

Cuidarmos dos nossos filhos, para cima e para baixo, ou seja, para baixo para os filhos, para cima para os pais, para os avós. 

Parentalidade é tudo isso, é os laços familiares que se criam.

E a Chicco tem com todos os bebés do mundo ou tenta ter, portanto é esse o objetivo do conselho deste pilar de parentalidade, é nós termos com qualquer bebé um laço de familiarizado, como se fossemos também família desse bebé. 

E portanto termos o mesmo amor e carinho e dedicação e tentarmos cuidar desse bebé o melhor possível, como se fossemos os pais ou os avós. 

Ok. 

E portanto esse é um dos pilares.

Depois outro pilar é necessariamente o nosso manual, a nossa experiência. 

Nós somos uma marca com 60 anos. 

Portanto que ao longo de todo este percurso sempre se desenvolveu produtos para bebés e sempre procurou uma outra coisa que é outro pilar que é a inovação. 

Ou seja, tentarmos estar a olhar para o futuro e tentar perceber o que é que vai ser necessário, o que é que se poderá fazer de melhor em relação a todas estas áreas que envolvem, para as coisas da nossa marca está envolvido, lá está.

Como nós somos uma marca de 360°, que tem todo o tipo de ramificações possíveis de produtos para bebés, menos a alimentação, nós tentamos em cada uma dessas áreas responder sempre com a solução inovadoras mais práticas e que ajudem os pais a cuidarem dos seus bebés. 

Por último, é um pilar que seria incontornável de não ter, portanto não, temos obviamente penso que hoje em dia qualquer marca terá que pensar e que fazer por este pilar. 

Que é o pilar da sustentabilidade. 

Portanto como sabe está na ordem das urgências do dia, não é?

Do dia é nas urgências do dia, pensamos no futuro do planeta e em tudo aquilo que estamos a fazer de mal. 

E portanto cabe, todos temos um papel de desempenhar isso, nós como consumidores ou como funcionários da empresa ou como, enfim, em todos os nossos papéis, não é? Temos deveres e devemos fazer a nossa parte e as empresas têm um enorme espaço também de responsabilidade para tentar cada vez mais caminhar no sentido de criar produtos biodegradáveis, que não agridam a natureza e promover algum tipo de reutilização ou pelo menos de não desperdício, não é? 

E portanto este é o quarto pilar que seguramente será aquele que também onde certamente, muitas novidades virão aí nos próximos tempos.

Ah boa. 

Oh João, aqui sobre este último pilar, eu ia meter aqui uma cunha para não abrandarem as vossas caixas de cartão à volta dos brinquedos, porque os meus filhos acabam por brincar tanto tempo com a caixa como com o brinquedo em si.  

Portanto se isso acabar eu acho ques e vai esvaziar aqui um bocadinho da função do… 

Olhe, acabou de tocar num ponto muito interessante, porque efetivamente, não é? 

A embalagem dos produtos e isso acontecem, com inúmeras coisas, não é? 

Muitas vezes pode ser lá está, pode ser reutilizada. 

E o Nuno deu aí um exemplo ótimo, uma caixa, uma simples caixa de cartão, para nós eventualmente poderá ou não, se não precisarmos de arrumar nada naquele momento, vai para o lixo, não é? 

Vai para o lixo separado, para o cartão, não é? 

Mas mesmo assim quer dizer se ela poder ter um bocadinho mais de vida porque alguém em casa, dentro de casa e acha mais piada do que nós e que consegue até tornar uma espécie de brinquedo, epah isso é uma ótima, é um ótimo destino para a nossa caixa. 

Sim.

Por acaso já pedi esse favor às nossas professoras aqui, para darem dicas às famílias sobre como usar as caixas e dar uma vida mais longa, é uma coisa que parece aparentemente lixo, mas que não. Se calhar é um brinquedo ou é um objeto faz de conta pode ter uma vida mais longa. 

João, sobre aqueles assuntos que temos estado a falar. 

Há alguma forma das pessoas, eu acredito que a Chicco tenha imensos recursos escritos sobre este assunto. 

Onde é que as pessoas podem procurar este tipo de informação, ou se há alguma linha de apoio que se possa contactar? 

É gratuito?

Sim.

Como é que isso funciona? 

Nós temos o nosso site da marca, www.chicco.pt .

Depois temos redes sociais também, Facebook e Instagram. 

E temos uma linha verde cujo o número. 

Posso dizer? 

Força força

E depois vou por na descrição.

Ok, 800 20 19 77. 

É uma linha gratuita que funciona dentro do horário mais ou menos normal, eu penso que é das nove à uma e das duas ou 2:30 às 5:30, pronto. 

Num horário laboral digamos assim todos os dias, portanto e que tem permanentemente pessoas que atendem e que ou respondem na hora, quando é possível dar a resposta na hora, portanto dar a solucionar aquela questão que nos colocam. 

Ou então recorrer às pessoas internamente para depois prepararem, para se preparar uma resposta e ser enviado eventualmente por e-mail ou novamente por telefonema. 

Ok.

Portanto desta forma pensamos estar sempre disponíveis e de porta aberta para todas as dúvidas que nos queiram colocar. 

Ok. 

Oh João, tenho aqui umas perguntas pessoais para si agora. 

Do ponto de vista é um pai que trabalhou com artigos para crianças a vida toda.

E eu identifico-me com isso, porque pronto, também já faço Gymboree há 14 anos, tenho quatro filhos e todos eles viveram no meio do Gymboree, de brinquedos…

O Nuno tem o mestrado, pá.

E já dá mestrado.

Estou com um mestrado. 

Como é que terá sido?

Eu sei que o tem um filho, não é? 

Tenho um filho, neste momento tem 15 anos.

Parecemos 2 crianças a brincar, a brincar juntos agora, agora brincamos juntos. 

Aliás desde que ele nasceu brincamos juntos, não é?

Como é que foi para ele, viver com um pai que lhe podia trazer caminhões de brinquedos para casa todos os dias, fosse necessário. 

Enjoou? 

Não enjoou? 

Como é que a sua arrecadação? 

Como é que fez? 

Olhe, posso lhe dizer que foi realmente a experiência mais maravilhosa da minha vida, ter o meu filho. 

Foi muito divertido sempre e muito interessante, porque eu finalmente podia testar variadíssimas coisas com as quais trabalhava há anos, não é? 

Mas tentei ter algum bom senso. 

Tentei não pecar por exagero, porque a tentação é grande, não é? 

Porque sabe, eu também tenho a paixão dos brinquedos, como já tinha referido, eu venho antes do Chicco e portanto da Artesana, venho de uma empresa onde trabalhei brinquedos do grupo…

Trabalhei sei lá, Barbie, trabalhei a Nikon, que eram os carrinhos rádio controlados, macromachines, não sei se isso…

Sim, eu lembro-me lindamente.

Eram umas miniaturas minúsculas, colecionáveis, trabalhei um bocadinho da Nintendo ainda, antes de sair, portanto a Nintendo também que é uma marca de videojogos, também era, fazia parte das marcas apresentadas pelo grupo fas..

Enfim… 

E portanto eu também tenho essa paixão, portanto está a ver, isto juntasse o a fome com a vontade com a vontade de comer. 

Hora o meu filho tinha obviamente brinquedos da Chicco, tinha aqueles que eu achava que era quase e atenção aproveito para passar mais uma mensagem, o segredo de dar brinquedos úteis às crianças, é respeitar a idade adequada, portanto há brinquedos que são para dos 0 aos seis meses, depois outros dos 6 aos 12 meses e depois dos 12 aos 18 aos 24. 

E portanto estes escalões que estão bem visivelmente anunciados nas caixas dos produtos dos brinquedos pré-escolares, são absolutamente cruciais e devem ser seguidas. 

Não se deve dar um brinquedo para 18 meses a uma criança com seis meses, porque provavelmente ela não está ainda, não reúne as aptidões necessárias para poder explorar o brinquedo dessa forma e até lhe pode criar algum tipo de frustração, não conseguir…

E desinteresse, depois.

Desempenhar certas funções. 

Exatamente, desinteresse. 

Portanto esse é um dos aspectos mais importantes também relacionados com os brinquedos, é respeitar a idade adequada para quais os brinquedos estam pensados. 

Depois por exemplo, a partir dos três anos em diante, em que os brinquedos portanto ultrapassaram aquela barreira mais rigorosa dessas faixas etárias, é desgraça total.

Desde dos colecionismos, não é? 

É desgraça total e depois eu também sou um bocadinho colecionista.

Ainda compro carrinhos de vez em quando. 

Ainda acho piada a alguns carrinhos. 

Mas compro com critério não de coleção exaustiva, não quero ter critérios exaustivos.

Está a ver Nuno?

Arranje aqui uns critérios mais difíceis para não comprar tantos e só comprando de vez em quando do género: olha este é giro, por exemplo comprar os carros do Batman, coisas desse género.

E o meu filho é igual.

É igual, claro.

O pai é assim acaba por se espalhar na minha maneira de ser também. 

Mas foi muito giro. 

O meu filho tem uma grande paixão e eu vou confessá-la, vou dar uma boleia a uma marca concorrente, mas que merece.

Merece porque de facto tem um conceito absolutamente universal e espetacular que é a Lego.

Eu sempre gostei de ler e o meu filho tem má adoração por ler. 

Ainda hoje continua a ter brinquedos Lego, não é? 

Agora já do Star Wars, porque agora já cola com outro universo que também lhe é querido, não é? 

E portanto, pronto tem também, no outro dia o meu filho foi a casa de um amigo meu, olhe que me tinha encomendado um dos produtos, por acaso, fui lá entregar. 

E de repente entro na sala, portanto ajudei a carregar as coisas para a sala e vejo uma estante cheia de… mas de peças grandes, está a vêr? 

Da Lego? 

Da Lego da Star Wars. 

Portanto a partir daí começamos a trocar fotografias. 

Não eu, isso é do meu filho, isso é Lego Star wars é dele.

E eu gosto mais de…

Hoje em dia já não, já não ligo tanto.

Em miúdo é que adorei o Lego e brinquei muito. 

Hoje em dia não.

Mas há pouco tempo fiz um carrinho de até daquela linha mais adulta, penso que é mecânico.

Sim, sim mechanic. 

Técnico, da linha tecnico. 

Então fiz um carrinho da linha tecnico que me deu um gozo imenso assim, construir. 

Enfim. 

Agora em relação, pronto, basicamente em relação ao meu filho, para além de outros prazeres que temos, realmente acho que esta lúdica sempre foi muito importante na nossa vida.

Sim.

Eu vou deixar uma dica para outras famílias que tenham muitos brinquedos, é irem fazer uma rotação dos brinquedos, portanto não deixar todos a exposição, porque realmente pode causar algum fastio às crianças. 

Se vocês tiverem sei lá, cinco, seis brinquedos todos a mão, há brinquedos ali que nunca vão ser usados e que podem ser brinquedos giros e que a criança pode vir a gostar saberse tiver a oportunidade de o escolher.

Se tiverem no fundo do cesto, nunca os vão ver, se tiverem só dois cestos e os brinquedos forem rodando de cima para baixo e depois trocam se, de dois em dois meses trocam se os cestos. 

Eu acho que é uma boa dica para dar alguma frescura aos brinquedos e pronto e haver mesmo alguma abundância. 

Se houverem muitos, Nuno, a dispersão será garantida, não é?

Portanto dispersam-se.

E não se concentram em explorar a fundo. 

Claro. 

Um a um não é? 

Que é aquilo que acaba por ser mais vantajoso também para criança, é ela poder explorar a fundo, cada um dos brinquedos que tem.

Os brinquedos realmente são essenciais na educação e na formação das crianças, são absolutamente cruciais.

E a montante dos brinquedos, o brincar, não é? 

O brincar claro, a atividade lúdica de brincar. 

Mas eu diria que os brinquedos deviam ser entendidos como um bem essencial para o ser humano. 

Portanto, neste caso para as crianças obviamente. 

E são ferramentas de brincar e a verdade é que elas se não tiverem um brinquedo dedicado, elas inventam um brinquedo onde o encontrarem, não é? 

Pode é ser perigoso. 

Porque para uma criança que não tenha nenhum brinquedo, uma faca é um brinquedo percebe? 

Portanto. 

Ah claro, claro. 

Elas deitam a mão a tudo e há aquela fase oral, não é? 

Em que põe tudo na boca. 

Portanto extremamente perigoso, determinado tipo, lá está, mais uma vez o respeitar as indicações. 

Não se pode nunca, dar à criança determinados objetos, por exemplo, eu fico um bocadinho, enfim, um bocadinho irritado, não é? Eternamente irritado, quando vejo telemóveis em mãos de crianças pequeninas, porque acho que tudo tem o seu tempo. 

E portanto as crianças não podem galgar etapas, não é? 

Não se podem queimar etapas e uma criança com um ano, não deve ser um telemóvel nas mãos, tem outras coisas muito mais importantes e muito mais adequadas para a sua fase de desenvolvimento, para a qual a sua atenção se deve focar e não para um telemóvel.

Claro que elas se sentem atraídas por um objeto que passam a vida a ver os adultos a manipular, não é? 

Claro.

As crianças, há o efeito de imitação, não é? 

Portanto elas olham para os adultos constantemente com o telemóvel na mão, elas querem o telemóvel.

Claro.

Mas há que tentar, lá está, há que tentar retardar também estas, respeitar as etapas e não queimar etapas, respeitar cada uma das etapas até chegar mais… 

Posso lhe dizer que o meu filho também sente até certa altura sentia-se atraído por jogos de vídeo e nós tentamos que a coisa não fosse imediata, portanto que ele também sentia: espere isto não é estalar os dedos e está aqui, não é? 

Por um lado, não lhe passar essa ideia de facilidade. 

Tudo o que eu quero eu tenho. 

E por outro lado também, porque achávamos que ainda era cedo demais para ele, porque sabemos a força pública que realmente essas coisas têm e atenção eu não tenho nada contra os jogos de vídeo.  

Quando lá está, quando utilizados com contra pesos e medidas, com bom senso, não é?

Nada contra, antes pelo contrário, também desenvolvem imensas faculdades e competências digamos assim das crianças. 

Agora tudo tem que ser com contra peso e medida, o bom senso, a resposta está na palavra bom senso. 

Claro que sim. 

João tenho aqui a última pergunta para si. 

Se pudesse ocupar um cartaz gigante para toda a gente ver. 

O que é que escolhia lá colocar?

E isso não é uma pergunta que se faça assim.

Sem mais ou menos, Nuno. 

Isso não é uma resposta fácil de dar.

Olhe bom senso podia ser uma palavra que lá…

Podia lá estar.

Olhe, eu, há uma frase, há uma frase que me tem acompanhado ao longo da minha vida e que eu um dia li, ainda trabalhava no grupo… 

E também havia marcas de desporto. 

E a certa altura, o grupo conseguiu a representação de uma marca de surf.

Foi a primeira marca de surf, que entrou no grupo, que era a marca O’Neill. 

Sim, super conhecida. 

Porque talvez dos surfistas. 

Esses conhecem muito bem. 

E é uma marca muito engraçada, porque há uma lenda por trás, tem uma figura, é o Jack O ́ Neill, era um velho ancião de barba e de paula no olho, com uma figura bastante marcante que fazia.. 

E que acabou por dar origem à marca de pranchas e depois de roupas, enfim de tudo aquilo que se possa imaginar de artigos, pronto.

E o Jack O ́ Neill tinha, nas literaturas que eu li na altura também até para traduzir para português, apareceu me uma frase, que era uma frase dele, era uma coisa que ele, quase uma espécie do lema da sua vida, dele, Jack O ́ Neill.

E que me ficou. 

E que acabou por adotar um bocadinho também como o meu lema de vida. 

E a frase é “ segue o teu instinto”.

E se calhar era isso que eu punha num cartaz, porque eu acho que quando se pensa em instinto, não é? 

Aquele conhecimento que não se aprendeu, que não se adquiriu em lado nenhum que é, vem de dentro, que não se sabe muito bem explicar, mas que nos ajuda a tomar as decisões que permanentemente temos que tomar na vida, estamos sempre a decidir todos os dias, a toda hora, temos que tomar variadíssimas decisões, se vamos para aqui se vamos para lá… 

O instinto que nos ajuda nisto tudo, está cá dentro de nós, não é? 

E acaba por ser às vezes bastante, lá está, sensato dessas decisões intuitivas que acabamos por tomar.

Eu acho que as pessoas devem sentir, seguir o seu instinto. 

E acho muito adequado e já agora João, vou informá-lo que já tivemos outros convidados que colocaram no cartaz variações dessa frase. 

Portanto é seguramente um bom conselho, muito sábio. 

João chegamos ao fim. 

Muito obrigado pela sua ajuda, pelo seu tempo.

De nada. 

Estamos em contacto. 

Eu depois vou deixar na descrição alguns links e o telefone, eventualmente algum email geral para se alguém tiver alguma pergunta de follow up para fazer chegar. 

Ok.

Eu é que agradeço Nuno, a oportunidade desta conversa que foi bastante prazerenta.

Muito obrigado. 

Um grande abraço. 

Até breve. 

Igualmente, obrigado. 

Um abraço.

Obrigado.

Mais informações em http://www.chicco.pt
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