educação

Adeus Birras!

As Birras

No passado dia 5, o The New York Times divulgou aos seus leitores o método ensinado pelo Dr. Harvey Karp que permite aos pais melhorarem e superarem as birras dos seus pequenotes:

http://www.nytimes.com/2008/02/05/health/05well.html?em&ex=1202360400&en=cb1da607a977332b&ei=5070

Durante os primeiros meses após o nascimento, o método ensinado no Workshop The Happiest Baby pára as cólicas “desligando o botão” do choro, activa o reflexo de acalmia e isso ajuda bebés (e pais!) a dormirem melhor.

Uma vez ultrapassada essa fase inicial, entramos nas birras! O choro tem outro significado e para ajudar os pais a lidarem com as crianças que choram contrariando os adultos ou insistindo em querer algum objecto, o Dr. Harvey Karp ensina o método The Happiest Toddler.

Os pequenotes quando estão chateados ficam pré-históricos e perdem-se na selva das suas emoções! Saber falar com eles, de modo que nos entendam, durante uma birra não é inato, mas aprende-se! Vejam em

F.M.
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Crise ou Oportunidade?

A parentalidade pode constituir uma das experiências mais enigmáticas e gratificantes da vivência humana.

Senão vejamos….

Vou ser pai! Vou ser mãe! Sinto que alcancei um objetivo de vida, mas… E agora? Chegou a altura de escrever um novo capítulo, quiçá se o mais belo, do livro da vida. Mas atenção! Está prestes a entrar num espaço que requer mudanças e adaptações constantes, capazes de o surpreender a si e aos que o rodeiam. Deixe-me adivinhar… Estava convicto de que o que tinha visto, lido e conversado com os amigos, colegas e familiares lhe teria dado a informação que necessitava para ser “o melhor”… Contudo, nalguns dias e nalgumas noites, aquelas estratégias que sempre resultaram com a sua família e os seus amigos não resultaram consigo não é? Pior ainda quando, como se não bastasse, as poucas horas de sono e descanso pareciam querer diminuir a falta de paciência e aumentar a intolerância e irritação para com o seu parceiro. Discussão? Confirmava-se uma regra de qualquer família saudável: “ a Crise”.

Investigámos a fundo a palavra. Haveria razão para a recear? Concluímos que não. Pelo contrário.
O caracter chinês para a palavra crise significa “perigo” e “oportunidade”.
Etimologicamente, a palavra crise vem do grego “krisis” que significa capacidade para distinguir, escolher, decidir, resolver.

É natural que, na fase de transição para a parentalidade, alguns casais percepcionem não possuir recursos para dar resposta às exigências dos seus novos papeis. Mãe. Pai. Contudo, a crise que possa querer imperar pode ser encarada com um brilhozinho confiante no olhar.

Resultado: a resposta à questão “existirá algum manual, algum segredo, que me possa ensinar a ser o melhor pai ou a melhor mãe?” A resposta é Não. Porquê? Porque o seu filho é único. Você é único. E porque é deste conjunto de desafios e provações que emergem algumas das maiores conquistas do Homem, capazes de proporcionar a mais genuína vivência da realização pessoal.

I.M.
Parentalidade
Parentalidade
Pais Orgulhosos 1

Pais Orgulhosos

O papel dos Pais

Durante bastante tempo prevaleceu a ideia de que a natureza teria dado à mulher as ferramentas essenciais para ser a única pessoa responsável pelo bem-estar físico, emocional e social dos filhos. A educação, bem como o cuidado dos filhos, eram encarados como responsabilidades exclusivas das mães. O papel do pai na educação das crianças parecia ser absolutamente secundário. Era visto como o “ganha-pão” da casa e, como tal, era encarado como uma figura ausente, de autoridade e disciplina.
Contrariando esta tendência, nos últimos anos, o pai começou a ganhar destaque na educação e desenvolvimento dos filhos, podendo e envolvendo-se mais e estando mais presente. E, felizmente, algumas medidas governamentais (como a licença parental) têm apoiado os pais neste processo.
Atualmente, e como consequência de várias metamorfoses sociais, ambas as figuras parentais tentam conciliar uma vida profissional e uma vida familiar com filhos. A mãe deseja um pai atento e envolvido e o pai deseja-se dedicado, afetuoso e disponível. O pai deixou, então, de ser periférico e passou a ser central na família. O homem encontrou outra forma de se envolver na vida familiar, ao mesmo tempo que a mãe se voltou para o mundo exterior, não deixando de estar presente na família. Presentemente, os homens já têm consciência da necessidade de participarem na educação dos filhos e a perceção de que a paternidade responsável faz deles seres mais felizes e completos. A capacidade de envolvimento do pai no cuidado dos filhos parece estar menos dependente das expectativas sociais e mais relacionada com as expectativas que o próprio tem sobre essa tarefa.
No Gymboree, é um prazer termos uma aula cheia de pais, animados, acompanhando os seus rebentos. Orgulhosos do seu papel. É muito engraçado ver as negociações entre mãe e pai sobre a estratégia a adoptar na participação nas aulas. “Eu faço Gymboree e tu Música. Para a semana trocamos. Combinado?”
I.M.
Baby girl (3-6 months) grasping father's thumb, close-up of hands
Pai
Como ajudar uma criança que reage de forma explosiva à raiva, tristeza e frustração? - A caixa calmante e um cantinho acolhedor 2

Como ajudar uma criança que reage de forma explosiva à raiva, tristeza e frustração? – A caixa calmante e um cantinho acolhedor

Artigo originalmente postado aqui. Cortesia Gymboree Telheiras.

A caixa  calmante poderá ajudar as crianças a recuperar de uma birra, a mantê-las ocupadas quando aguardam por qualquer coisa e a reorganizarem-se ao lidarem com sentimentos como a raiva, tristeza e frustração.

Esta caixa poderá conter diferentes objetos maioritariamente de estimulação sensorial que permitam tranquilizar a criança. Estes objetos devem proporcionar satisfação à criança ao manipulá-los.

Que tipo de objetos deve conter a caixa?

– Que proporcionem uma respiração profunda (bolinhas de sabão, catavento ou balão);

– Algo que dê para apertar e libertar a tensão (plasticina e bolas antisstress);

– Que visualmente distraía e tranquilize (como um temporizador de areia/gel ou uma simples garrafa com óleo de bebé e cor para agitar e observar o efeito visual);

– Algo que mostre ou espelhe emoções (espelho e símbolos de emoções).

Embora esta caixa deva ser facilmente transportável, é aconselhável utiliza-la sobretudo num espaço que seja propício para este momento (em inglês “cosy corner” – cantinho acolhedor). Ajudando na fase inicial, a criança a escolher o objeto e mostrar-lhe como o usar.

No espaço Gymboree também temos um cantinho acolhedor para os nossos alunos poderem ficar mais calmos ou simplesmente para ficarem a observar os colegas, se assim quiserem.
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