educação

Ser Criança!

Ser Criança é…

…viver histórias que só existem nos livros. Inventar finais, sentir qualquer personagem, ser o príncipe, a princesa, o sapo ou a fada…

Significa imaginar, criar, recriar, viver um mundo faz-de-conta, entre tantas outras brincadeiras.

Ser criança no Gymboree significa também sonhar, mas bem mais alto!

Ser criança no Gymboree significa desenvolver a tomada de perspectiva, estimular a imaginação e a criatividade, promover o pensamento simbólico, a coordenação olho-mão, a motricidade, a tolerância, a perseverança, a resistência à frustração entre tantas outras aprendizagens.

Ser criança no Gymboree permite-nos explorar aquilo que a criança está pronta a fazer emergir numa determinada fase de crescimento. E a desenvolver diversas competências: sociais, cognitivas, emocionais, relacionais, estimular a sua auto-estima, o auto-conceito, a confiança, a autonomia…

Existe um mundo cheio de surpresas no Gymboree e lá, todos somos crianças!

Venha também conhecer este mundo e viver uma experiência Gymboree…

Acredite, brincar tornar-se-á uma excelente ferramenta para estimular o desenvolvimento do seu filho!

Esperamos por si!

Vamos Tocar nas Bubbles!

Bubbles de Sabão

É muito divertido tocar nas Bubbles! Elas flutuam, tremem e brilham.

A partir dos 3 meses de idade, o seu bebé está a adquirir a sua consciência sensorial, a sua coordenação olho-mão e a compreensão da causa e do efeito enquanto os seus olhos seguem e as mãos tentam chegar às bolinhas de sabão.

Enquanto a sua criança cresce, estimule as suas aptidões linguísticas crescentes ao falar com ela sobre as suas descobertas de como rebentar as bolinhas. O que acontece quando rebentas uma bolinha? Quando rebentas uma bolinha sentes cócegas nos dedos? Ou um beijinho molhado na bochecha?

Não seja um pai distraído

Nas palavras de Orlando…

“O desenvolvimento do seu filho depende muito de si, pai ou mãe. Por muitas razões: em 1º lugar, porque o desenvolvimento da criança exige amor; em 2º, porque tal desenvolvimento exige contextos estimulantes e em 3º, porque esse desenvolvimento exige actividade da própria criança (actividade motora e mental). Ou seja, têm uma influência sobre a educação e o desenvolvimento dos filhos que é única e insubstituível.

Objectar-me-á, com razão, que teria de ter mais tempo e dinheiro para poder estar atento ao seu filho (para poder falar e brincar com ele, levá-lo a passeios, de quando em vez e comprar-lhe jogos, livros e brinquedos). Contudo, se não estiver atento à educação e desenvolvimento do seu filho, acabará, mais tarde, por gastar mais tempo e dinheiro. As crianças que se tornam muito inteligentes e boas, quando jovens ou adultos, tiveram, em geral, pais atentos. Ao contrário, pais distraídos contribuem, muitas vezes, para o aparecimento de jovens infelizes e delinquentes.

Também é importante salientar que uma certa consistência educativa é muito importante para o desenvolvimento da criança, ou seja, se os pais dizem aos filhos uma coisa, hoje, e o contrário, logo amanhã, estão a dificultar-lhe a distinção entre a aparência e a realidade e, portanto, a construção de normas morais, lógicas e sociais. Claro que os pais tendem a ser tanto menos consistentes em relação à educação dos seus filhos quanto menos atenção lhes prestam.»In Crianças para o Amanhã (1999), de Orlando Lourenço, adaptado por Catarina Lucas.

Antes Elogiar que reprimir

Sabia que…

É obrigação de toda a comunidade e, muito em especial, de professores (professores Gymboree também), educadores, psicólogos e pediatras, ajudar os pais naquilo que eles mais anseiam: promover nos seus filhos o máximo desenvolvimento psicológico.

Seria bom que pensassemos na educação e o desenvolvimento dos filhos em termos de sucesso individual, mas também em termos sociais. Para termos sucesso nestas duas valências, devemos evitar o erro educacinal fundamental: os pais, muitas vezes, estão interessados em estimular comportamentos positivos e desejáveis nos seus filhos, como por exemplo, dizer a verdade, de ser solidário com um amigo ou de arrumar o seu quarto. Outras vezes, ao contrário, estão interessados em que o filho não faça certas coisas, como por exemplo, que não minta, que não tenha brigas com o irmão mais novo.

Seria bom, então, que os pais estimulassem os primeiros, elogiando o filho, por exemplo, e que não dessem muita atenção aos segundos, relativizando-os no geral. Acontece que muitos pais, na melhor das intenções, procedem exactamente ao contrário. De modo mais claro, pensam que os filhos mais não fazem que o seu dever quando se comportam bem, nem merecendo por isso, um simples elogio, mas que devem ser castigados ou repreendidos quando se comportam mal. Em vez do “Menino, não faças isto!”, é sugerido que se diga “ foste formidável!”.

De facto, sabe-se relativamente bem que dar atenção ao negativo e ignorar o positivo não só não promove os comportamentos desejados, como torna mais frequentes os indesejados.

Um ginásio para crianças? Uma universidade para bebés?

Gymboree

Onde? Um espaço cheio de cor, seguro e com equipamentos e materiais adequados à ao processo de descoberta.
Que ginástica se faz no Gymboree? Brincar, brincar e brincar.
Que músculos são trabalhados no Gymboree? Motores, cognitivos, sociais e emocionais. Todas eles em sintonia ajudam a criança a trilhar os caminhos do crescimento.
O currículo das aulas? Brincadeiras adequadas ao nível de desenvolvimento da criança. Novas brincadeiras todas as semanas.
Porquê esta brincadeira? Cada pormenor das brincadeiras é reflexo de estudos continuados, levados a cabo por especialistas, na área do desenvolvimento infantil.
Os professores? Entusiastas, dedicados e sensíveis (pessoal e profissionalmente) ao desenvolvimento infantil.
Os pais também vão às aulas? Os pais são potencialmente os melhores professores e os melhores companheiros de brincadeira. Os pais também vão às aulas!
Avaliações? Cada um ao seu ritmo. O interesse da criança dita o caminho da descoberta.
Trabalhos para casa? A animação da aprendizagem e do crescimento pode continuar em casa. Para casa vão sugestões de mais brincadeiras.
Missão? Confiança. Amizade. Criatividade. Tudo começa no Gymboree.I.M.

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“(In)Consistências” por Inês Afonso Marques

“Não!” (Inconsistências)

 

Compreensivelmente, “é de partir o coração” ver uma criança choramingar, barafustar, refilar, insurgir-se quando se depara com a confirmação daquilo que previamente já tinha sido informada.

“Para irmos brincar no parque é preciso que antes arrumes os brinquedos que estão espalhados pelo chão do quarto dentro da caixa dos brinquedos.”

Face a uma possível resistência inicial por parte da criança, a tendência será para repetir “as regras do jogo”. A criança poderá querer continuar a testar até onde pode ir. Irá repetir as regras mas, desta vez, provavelmente, o tom da sua voz terá aumentando ligeiramente de intensidade e as regras já serão formuladas pela negativa.

“Se não arrumares já os brinquedos, não vamos ao parque.” Sem muito esforço ainda se acrescenta um “Não vais ao parque hoje, nem nos próximos dias!”

Contudo, como já está cansado daquela “disputa” e porque não quer ver o quarto desarrumado, tenta de novo.

“A mãe ajuda. Anda, trás lá essa peça.”

“Não. Já disse que não.”

Usa os seus últimos “pozinhos” de tolerância…

“Vamos arrumar o quarto e depois o pai leva-te ao parque.”

“Não. Arruma tu. És má”.

E vislumbra-se a cara de uma criança, de quatro anos, doce mas tristonha, inundada por um mar de lágrimas e salpicada com alguns soluços difíceis de controlar. E acaba por ceder…

“Pronto. Eu arrumo e vamos para o parque. Mas é só desta vez. Não chores mais”.

Resultado: mãe ou pai vencido e sem forças e criança que aprendeu que consegue dar a volta ao crescido. Certamente, tentará fazê-lo outra, outra e outra vez. Quantas mais vezes o adulto ceder, mais argumentos a criança terá para apresentar… Embora seja obviamente um caso caricaturado, ele espelha uma mensagem importante sobre uma forma de (in)consistência. Mesmo neste tipo de situação, aparentemente mais “simples”, é importante não voltar atrás. Qualquer criança precisa de previsibilidade nas suas vidas, para se sentir segura e confiante. Em última análise, a criança numa situação como esta, aprende que não pode confiar naqueles crescidos.

“Agora diz-me uma coisa e depois diz outra.” Por muito que faça sofrer… A criança sofre no imediato porque não faz o que quer e os pais sofrem porque desesperam ao ver o seu rebento desesperado.

A criança irá no futuro agradecer-lhe a sua coragem, a sua determinação e a sua consistência nos primeiros momentos de teste. Caso contrário, o mais provável será encontrarmos personagens “destes filmes” com 2, 3, 4, 5, 6,7,8 anos…

Adolescentes que não conhecem limites. Adultos com grande dificuldade em saber lidar com tropeções.

Um dos “segredos” na educação de crianças, felizes, chama-se consistência. Particularmente, consistência das práticas parentais.

Por Inês Afonso Marques, Psicóloga

 

https://bit.ly/1ofertamae

Vou dar banho ao meu bebé!

Um banho especial…

Por volta dos 24 meses as crianças adoram fazer brincadeiras faz de conta. Provavelmente o seu filhote já brinca às “mamãs” e aos “papás” com as seus bonecos, embalando-os, alimentando-os e deitando-os.
A criança irá adorar dar banho ao seu boneco preferido, podendo assumir o papel de pai/mãe, o crescido que cuida dos mais pequenos. É uma excelente forma para a criança se sentir um cuidador especial, aprender a manter o corpo limpo e dar “banhos de amor” aos seus bonecos preferidos. Além disso, trata-se de uma excelente oportunidade para praticar competências sociais e desenvolver a sua capacidade imaginativa. Segurar no sabonete ou lavar as pequenas partes do corpo do boneco, permite que a criança desenvolva a motricidade fina.

– Prepare a banheira da bonecada! Encha uma banheira de bebé ou um grande alguidar com água morna e gel de banho para fazer espuma. Disponibilize uma toalha, uma esponja, um sabonete e patinhos de borracha para tornar a brincadeira ainda mais realista.
– Encoraje a criança a testar a temperatura da água antes de molhar o boneco. “Está muito fria, para ele? Está quente a água?” Estimule-a, também, a ser carinhosa enquanto lava o filhote (boneco).
– Nomeie as várias partes do corpo do boneco. Estará a facilitar a nomeação de partes do próprio corpo, uma actividade que muito agrada crianças por volta dos 24 meses e a permitir que a criança adquira consciência corporal.
– Finja que o boneco está muito sujo e incentive a criança a lavar melhor partes específicas (atrás das orelhas, entre os dedos dos pés…).
– No final do banho, deixe a criança secar o “seu bebé”. E, depois, pentear, pôr creme, vestir… Deixe que seja a criança a decidir os passos a tomar.

Esta sugestão baseia-se numa actividade proposta no livro: Masi, W. (2004). Toddler play. San Francisco: Gym-Mark, Inc., and Weldon Owen Inc.

I.M.

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Cortesia: http://squishedblueberries.com/toddler-tuesdays-baby-bath-time

Apoiar a aprendizagem

Aprendizagem

Através da exploração e da brincadeira, bebés e crianças, aprendem a resolver desafios de forma progressivamente mais eficaz. Deixamos algumas sugestões propostas pela ZeroToThree, empresa parceira do Gymboree, para apoiar, no dia a dia, o desenvolvimento cognitivo do seu filho.
* Encorage diferentes formas de exploração dos brinquedos – tocando, agitando, empilhando.
* Transforme as rotinas diárias em momentos de aprendizagem através da brincadeira. Por exemplo, a hora do banho é um momento ideal para aprender noções como molhado e seco ou flutua e afunda.
* Siga os interesses da criança. As crianças aprendem mais através de actividades que as cativam.
* Quando a criança tiver perto de três anos, comece a colocar-lhe questões que a façam pensar. Por exemplo, quando estiverem juntos a ler um livro, pergunte “Porque achas que a menina se está a rir?”
Divirtam-se.

I.M.

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Aprendizagem

Relações

Relações

O Gymboree nasce também do interesse de fazer crescer a relação que liga pais a filhos (e outros familiares próximos) e filhos a pais e é muito interessante acompanhar o quanto crescem estas relações, quando estamos todos à espera de começar mais uma “aventura” no Gymboree e cá fora se ouve cantar aquela canção, que marca o início de todas as aulas, como que a dizer: “está na hora da porta abrir!” e quando chegamos à porta para convidar todos a entrar cruzamo-nos com olhares radiantes e com aquela animação de quem diz “boa! vai começar!”. E depois são os pequenos grandes acontecimentos de dia-a-dia que vamos partilhando nas nossas relações:
“já lhe nasceu um dente!” – Boa!
“mostra lá a novidade!… começou a gatinhar!” – Que máximo!
“já está a dar os primeiros passos!” – Fantástico!
e até já acompanha algums movimentos que a música diz para fazer …
Estão mesmo a crescer todos os dias, que grande aventura !!…
Cr. A.

Relações
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