Transforme o Negativo no Positivo (2 aos 3 anos)
Provavelmente a palavra preferida do seu pequenote nesta fase é o “Não”.
Competências em destaque:
-
Socialização
-
Linguagem
-
Noção de limites
Esta ideia que nos deixa meio intrigados e com vontade de ler mais, foi defendida por Eduardo Sá no encontro “Vale a Pena ir à Pré”, uma iniciativa conjunta da Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e da revista Pais&filhos destinada a debater e esclarecer o valor do ensino pré-escolar na educação de uma criança.
Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”.
Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”).
Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu.
Em suma, concluiu, “o jardim de infância faz bem à saúde” e é urgente que seja “acarinhado” e discutida a educação pré-escolar. Sob pena de virmos a pagar no futuro “custos exorbitantes” por tal esquecimento.
Está comprovado que as relações, as experiências e aprendizagens que ocorrem nos primeiros anos de vida têm um grande impacto no futuro da criança. De facto, o cérebro está mais ativo nos primeiros três anos de vida, nos quais crescerá até 80% do seu tamanho adulto.
É, assim, fundamental que os pais, os cuidadores e os educadores promovam o desenvolvimento da criança durante esta fase centrando-se na criança como um todo, com o objetivo de ajudar as crianças a adquirir as competências chave – capacidades motoras, sociais e de auto-estima – de que irão necessitar para se tornarem adultos confiantes, felizes e bem sucedidos.
E é a nossa experiência de 40 anos em Desenvolvimento Infantil que nos dá a confiança de que o programa de aprendizagem do Gymboree é um meio por excelência para apoiar este desenvolvimento e que faz com que os nossos programas apresentem resultados. Seja em modelo Local nos Centros ou seja em modelo Gymboree On The Go / Nas Escolas, onde oferecemos os mesmos princípios e componentes que nos nossos espaços físicos, devidamente adaptados para cada grupo de idade, espaço disponível e número de crianças nos estabelecimentos Pré-Escolar com que temos parcerias.
Gostaria de conhecer o nosso programa PlayLab Academy?
Saiba mais em www.gymboreeclasses.pt/programas/gymboree-nas-escolas
E o fim das férias de Verão já se aproxima rapidamente e começa a ser hora de pensar e focar as atenções no Regresso às Aulas. É oportuno portanto ler e relembrar o que nos diz Mário Cordeiro num artigo sobre a escola e seu papel na educação das crianças como um todo. Boa leitura!
“A Escola é parte integrante da vida das crianças, pelo menos até cerca dos 17 anos. O seu dever é descobrir talentos e competências, detetar fragilidades, dar informação, gerar conhecimentos e, sobretudo, transmitir sabedoria que seja geral e sólida, mas respeitando a diversidade individual. Cada um tem as suas competências mas também as suas incompetências: o objetivo é dar o melhor de si próprio e atingir o máximo das suas faculdades, e não ter como meta ser “o menino do Quadro de Honra”… mal estará a noção de honra, se esse for o caso!
Outro aspeto tem a ver com os ritmos de ensino, as longas aulas em que os alunos têm de estar mudos e quedos, com professores que não toleram ser questionados, odeiam argumentação e não aceitam que possa haver estudantes que sabem mais do que o mestre, em aulas em que não se respeitam, nem a biologia, nem a psicologia das crianças. Há professores e professores. Mas ainda se registam muitos casos de “ensino à moda antiga”, com s´tores papagueando temas e veiculando informação, como se abrir a cabeça aos alunos e enchê-la de dados fosse o passaporte para uma vida feliz. A política atual do ministério, aliás, vai ao encontro desta forma bafienta de pensar, dado que a criatividade, a estética, a música, as artes plásticas ou o desporto, por exemplo, são os parentes pobres da Escola.
Para lá disso, o que se aprende na Escola tem de ser sedimentado em todos os lados. As fontes de informação, conhecimento e sabedoria são cada vez mais vastas, da casa à rua, passando pela televisão, internet, livros, amigos, vizinhos, casos reais, ficção… assim, a Escola não é “a única que ensina” e tem de ter a humildade de pensar que complementa o resto, designadamente o que é feito em casa, e não educa, mas sim desenvolve uma relação em que uns aprendem e outros ensinam, e nem sempre os protagonistas são os mesmos. Levar isto à prática faz com que se tenha de repensar praticamente tudo e abandonar alguns dos métodos de gerações anteriores. Querem melhor desafio?
É também essencial a descoberta de talentos e competências – exigirá uma revisão ampla dos objetivos da Escola e dos sistemas de classificação. Há competências sociais e humanas que não são classificáveis, mas o atual sistema é ínvio porque conduz, desde o início, à conclusão de que a performance académica é a única que interessa. Basta ser bom a matemática ou a ciências, mas pode ser-se um “bandido sem escrúpulos”. O contrário será bastante penalizador… A Escola deve estar atenta aos talentos e capacidades, para desenvolver pessoas livres e felizes, assertivas e solidárias, e sobretudo ecléticas, que vivem uma vida própria e relacional.
Uma última palavra para o ambiente, que tem de ser acolhedor, à medida dos alunos e dos professores, onde a exploração dos limites do corpo possa ser exercitada sem perigos mas com riscos controlados. Onde os alunos se sintam bem e felizes, condição indispensável para o sucesso educativo. Um ambiente de qualidade, a todos os níveis, com regras, normas e rigor, mas com humor, alegria e descontração. Uma Escola assim fará mais pelo civismo e pela cidadania, e pelo futuro dos estudantes, do que milhares de “pregações” feitas por adultos em promessas de campanhas eleitorais.”
Veja artigo na integra na Pais e Filhos clicando aqui.
Essa fase da sua obra, a mais popularmente difundida, caracteriza-se por pinturas cujas estruturas são definidas por linhas pretas ortogonais (o uso de diagonais induziria a percepção a ver profundidade na tela).
Essas linhas definem espaços que se relacionam de diferentes modos com os limites da pintura, e que podem ser preenchidos com uma cor primária: amarelo, azul e vermelho, decisão que mostra sua estreita relação com as teorias estéticas da Bauhaus e da Escola de Ulm, e que definem pesos visuais diferentes para esses espaços.
Os blocos de cor, pintados de modo fosco e distribuídos assimetricamente, reforçam a ideia de um movimento superficial que se estende perpetuamente, indicando que o pintor investia na percepção da sua obra como uma abstracção materialista e sem profundidade, criticando a pintura histórica enquanto produzia uma abstracção racionalista, espiritualista e sobretudo concreta do mundo. A sua obra continua a inspirar a arte, o design, a moda e a publicidade.
No Museu Colecção Berardo é possível admirar um óleo sobre tela do pintor holandês – Composition with Yellow, Black, Blue and Grey, 1923.
Uma das actividades realizadas na aula de Artes III da Gymboree – uma janela muito especial – teve como inspiração um quadro deste pintor.
O resultado: umas janelas, ou quadros, ao estilo neoplastico de Mondrian.
Em exclusivo no blog do Gymboree admiram-se as fascinantes obras de Arte dos nossos Artistas Ricardo e Diana.
Por Inês Afonso Marques, Psicóloga

0-1 ANO:
Crie uma sinfonia! Reúna um conjunto de objectos sonoros/barulhentos – tampas de frascos, rocas/guizos, colheres de pau ou de plástico – e una-os com uma fita. Agite o instrumento em frente ao seu bebé.
Como é que ele reage? Mexe-se e tenta pegar no instrumento ou procura afastá-lo? Parece receoso ou chora?
Compreender o modo como a criança lida com a informação sensorial e detectar qual a amplitude de som que é confortável para o bebé, constitui uma informação importante para os pais e para outros cuidadores do bebé.
1 – 2 ANOS:
Será que cabes? Junte algumas caixas de cartão – algumas suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro e outras suficientemente grandes para que se possa sentar no interior.
Para fortalecer a sua noção de consciência espacial, alinhe as caixas e pergunte ao seu filho “Será que cabes?” Deixe-o experimentar entrar em cada caixa para ver se cabe. Esta é, também, uma excelente actividade de resolução de problemas.
2 – 3 ANOS:
Saltar nas folhas de lírio/nenúfar. Corte grande círculos verdes de papel. Espalhe-os e cole-os no chão. Veja se o seu filho consegue andar ou “saltar” de folha em foha. Diga “salta” cada vez que o filho salta para associar a palavra à acção.
Jogos como este incentivam a imaginação e o pensamento criativo do seu filho, tanto como constroem as capacidades da linguagem
3 – 5 ANOS:
Brinquem ao “afunda” ou “flutua”. Reúna um conjunto de itens, alguns que se afundam (como uma pedra) e outros que flutuam (como uma rolha). Encha uma bacia com água e peça ao seu filho para adivinhar se determinado objecto irá flutuar ou afundar-se.
Deixe que a criança coloque cada item no alguidar de modo a observar se o seu palpite estava correcto.
DIVIRTAM-SE!
