Antes Elogiar que reprimir

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Sabia que…

É obrigação de toda a comunidade e, muito em especial, de professores (professores Gymboree também), educadores, psicólogos e pediatras, ajudar os pais naquilo que eles mais anseiam: promover nos seus filhos o máximo desenvolvimento psicológico.

Seria bom que pensassemos na educação e o desenvolvimento dos filhos em termos de sucesso individual, mas também em termos sociais. Para termos sucesso nestas duas valências, devemos evitar o erro educacinal fundamental: os pais, muitas vezes, estão interessados em estimular comportamentos positivos e desejáveis nos seus filhos, como por exemplo, dizer a verdade, de ser solidário com um amigo ou de arrumar o seu quarto. Outras vezes, ao contrário, estão interessados em que o filho não faça certas coisas, como por exemplo, que não minta, que não tenha brigas com o irmão mais novo.

Seria bom, então, que os pais estimulassem os primeiros, elogiando o filho, por exemplo, e que não dessem muita atenção aos segundos, relativizando-os no geral. Acontece que muitos pais, na melhor das intenções, procedem exactamente ao contrário. De modo mais claro, pensam que os filhos mais não fazem que o seu dever quando se comportam bem, nem merecendo por isso, um simples elogio, mas que devem ser castigados ou repreendidos quando se comportam mal. Em vez do “Menino, não faças isto!”, é sugerido que se diga “ foste formidável!”.

De facto, sabe-se relativamente bem que dar atenção ao negativo e ignorar o positivo não só não promove os comportamentos desejados, como torna mais frequentes os indesejados.

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1 Comentário
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Silvia
Silvia
9 Abril, 2009 10:52

Muito interessante este texto, mas embora concorde com a importancia de valorizar o positivo, não reagindo como se fosse algo «natural», acho que se deve repreender o negativo. Não o digo fazendo apelo a violencia ou discursos que diminuam a criança, mas fazendo apelo á distinção entre o bem e o mal que eles assimilam tão cedo. Não há nada que eu deteste mais ver do que uma criança reagir mal e os pais/avós não reagirem. Se os educamos para a sociedade também lhes devemos revelar a distinção entre o bem e o mal.

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