desenvolvimento

O seu filho compreende o mundo

 Os Primeiros passos…

Durante os 6 meses depois do seu filho fazer o primeiro aniversário, este vai ficar muito mais crescido e aprender a andar.

Nesta fase, as crianças já começam a mostrar o que querem ou não fazer. É importante seguir sempre o interesse da criança e não a forçar a fazer actividades que não tem vontade!

Incentive-a a explorar o mundo, mostre que a compreende, pois, apesar de ainda não falar, através dos risos (ou choros), de indicar com os dedos ou mesmo vocalizar, elas conseguem exprimir aquilo que sentem e o modo como pensam acerca das coisas que as rodeiam!

A partir de 1 ano a criança começa a aprender também as competências sociais, como por exemplo, brincar em conjunto com outras crianças. No entanto, partilhar continua a ser complicado.

Primeiros passos...
Primeiros passos…

Como te sentes meu pequenino?

Exprimir e Sentir

Quando se é pequenino, a forma de se exprimir e mostrar o que sente vai para além das palavras!
Faça uns cartões com imagens felizes, tristes, zangados e dê ao seu filho lápis, marcadores ou tintas. Peça-lhe para desenhar uma imagem feliz, não necessita de nada em particular, apenas uma que signifique felicidade para ele. De seguida, peça-lhe para desenhar uma imagem triste e zangada. Enquanto ele desenha, conversem sobre o que aconteceu e o que ele sentiu naquela situação, e o que fez para se sentir feliz! Assim vai ajudá-lo a criar ferramentas de coping (como lidar ou reagir em cada situação) que o ajudará a desenvolver a competência de auto-controlo quando ele crescer.

Vamos Tocar nas Bubbles!

Bubbles de Sabão

É muito divertido tocar nas Bubbles! Elas flutuam, tremem e brilham.

A partir dos 3 meses de idade, o seu bebé está a adquirir a sua consciência sensorial, a sua coordenação olho-mão e a compreensão da causa e do efeito enquanto os seus olhos seguem e as mãos tentam chegar às bolinhas de sabão.

Enquanto a sua criança cresce, estimule as suas aptidões linguísticas crescentes ao falar com ela sobre as suas descobertas de como rebentar as bolinhas. O que acontece quando rebentas uma bolinha? Quando rebentas uma bolinha sentes cócegas nos dedos? Ou um beijinho molhado na bochecha?

Não seja um pai distraído

Nas palavras de Orlando…

“O desenvolvimento do seu filho depende muito de si, pai ou mãe. Por muitas razões: em 1º lugar, porque o desenvolvimento da criança exige amor; em 2º, porque tal desenvolvimento exige contextos estimulantes e em 3º, porque esse desenvolvimento exige actividade da própria criança (actividade motora e mental). Ou seja, têm uma influência sobre a educação e o desenvolvimento dos filhos que é única e insubstituível.

Objectar-me-á, com razão, que teria de ter mais tempo e dinheiro para poder estar atento ao seu filho (para poder falar e brincar com ele, levá-lo a passeios, de quando em vez e comprar-lhe jogos, livros e brinquedos). Contudo, se não estiver atento à educação e desenvolvimento do seu filho, acabará, mais tarde, por gastar mais tempo e dinheiro. As crianças que se tornam muito inteligentes e boas, quando jovens ou adultos, tiveram, em geral, pais atentos. Ao contrário, pais distraídos contribuem, muitas vezes, para o aparecimento de jovens infelizes e delinquentes.

Também é importante salientar que uma certa consistência educativa é muito importante para o desenvolvimento da criança, ou seja, se os pais dizem aos filhos uma coisa, hoje, e o contrário, logo amanhã, estão a dificultar-lhe a distinção entre a aparência e a realidade e, portanto, a construção de normas morais, lógicas e sociais. Claro que os pais tendem a ser tanto menos consistentes em relação à educação dos seus filhos quanto menos atenção lhes prestam.»In Crianças para o Amanhã (1999), de Orlando Lourenço, adaptado por Catarina Lucas.

Antes Elogiar que reprimir

Sabia que…

É obrigação de toda a comunidade e, muito em especial, de professores (professores Gymboree também), educadores, psicólogos e pediatras, ajudar os pais naquilo que eles mais anseiam: promover nos seus filhos o máximo desenvolvimento psicológico.

Seria bom que pensassemos na educação e o desenvolvimento dos filhos em termos de sucesso individual, mas também em termos sociais. Para termos sucesso nestas duas valências, devemos evitar o erro educacinal fundamental: os pais, muitas vezes, estão interessados em estimular comportamentos positivos e desejáveis nos seus filhos, como por exemplo, dizer a verdade, de ser solidário com um amigo ou de arrumar o seu quarto. Outras vezes, ao contrário, estão interessados em que o filho não faça certas coisas, como por exemplo, que não minta, que não tenha brigas com o irmão mais novo.

Seria bom, então, que os pais estimulassem os primeiros, elogiando o filho, por exemplo, e que não dessem muita atenção aos segundos, relativizando-os no geral. Acontece que muitos pais, na melhor das intenções, procedem exactamente ao contrário. De modo mais claro, pensam que os filhos mais não fazem que o seu dever quando se comportam bem, nem merecendo por isso, um simples elogio, mas que devem ser castigados ou repreendidos quando se comportam mal. Em vez do “Menino, não faças isto!”, é sugerido que se diga “ foste formidável!”.

De facto, sabe-se relativamente bem que dar atenção ao negativo e ignorar o positivo não só não promove os comportamentos desejados, como torna mais frequentes os indesejados.

Um ginásio para crianças? Uma universidade para bebés?

Gymboree

Onde? Um espaço cheio de cor, seguro e com equipamentos e materiais adequados à ao processo de descoberta.
Que ginástica se faz no Gymboree? Brincar, brincar e brincar.
Que músculos são trabalhados no Gymboree? Motores, cognitivos, sociais e emocionais. Todas eles em sintonia ajudam a criança a trilhar os caminhos do crescimento.
O currículo das aulas? Brincadeiras adequadas ao nível de desenvolvimento da criança. Novas brincadeiras todas as semanas.
Porquê esta brincadeira? Cada pormenor das brincadeiras é reflexo de estudos continuados, levados a cabo por especialistas, na área do desenvolvimento infantil.
Os professores? Entusiastas, dedicados e sensíveis (pessoal e profissionalmente) ao desenvolvimento infantil.
Os pais também vão às aulas? Os pais são potencialmente os melhores professores e os melhores companheiros de brincadeira. Os pais também vão às aulas!
Avaliações? Cada um ao seu ritmo. O interesse da criança dita o caminho da descoberta.
Trabalhos para casa? A animação da aprendizagem e do crescimento pode continuar em casa. Para casa vão sugestões de mais brincadeiras.
Missão? Confiança. Amizade. Criatividade. Tudo começa no Gymboree.I.M.

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A Matemática dos mais pequenos

Pequenos cientistas

Por volta dos 24 meses, o reconhecimento das características de diferentes objectos constitui uma importante ferramenta para o seu pequeno cientista aprender como funciona o mundo. Por volta desta idade, as crianças adoram agrupar objectos de acordo com as suas semelhanças – blocos e madeira numa caixa e blocos de plástico noutra caixa, por exemplo. Esta é uma lição de matemática.
A criança está a fazer categorizações quando:
– Tenta descobrir que formas entram em determinados buracos ou quando coloca as argolas pela ordem correcta;
– Separa objectos de acordo com a sua cor, forma, tamanho ou função;
– Chama a todos os animais peludos de quatro patas “cão”.A organização ZeroToThree sugere:
* Transforme cada momento quotidiano numa oportunidade para fazer categorizações. Precisa de uma ajuda na organização da roupa lavada? Meias num molho, camisolas noutro monte. Num passeio pelo campo, porque não recolher num saco folhas, pinhas e pedras? Em casa, poderão separá-las.
* Envolva a criança em tarefas quotidianas. Por exemplo, ponham a mesa para comer em equipa! É uma actividade que implica fazer correspondências, uma vez que cada membro da família terá de ter no seu lugar uma faca (particular cuidado com este objecto), um garfo, um prato, um guardanapo. Não se esqueça de agradecer a preciosa ajuda do seu filhote!
Desde cedo, a matemática – sob a forma de competências essenciais para posteriores aprendizagens – poderá fazer, de forma natural, parte do processo de crescimento de uma criança.  I.M.
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Pequenos cientistas
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“Bebés na Praia” por Mário Cordeiro

Um bebé pode ir à praia no 1º ano de vida?

Pode, claro que pode.

Desde que com as devidas precauções. O pediatra Mário Cordeiro, num artigo da Pais & Filhos e que de forma original escreve dirigido aos Bebés, defende que sim mas deixa alguns avisos que abordam diferentes receios e dúvidas dos Pais. Um excelente artigo intemporal, do qual recolhemos vários conselhos e dicas que esperamos ajude os Pais e Mães a prepararem umas férias de praia e Verão inesquecíveis com os vossos bebés.

Gostaria de conhecer as brincadeiras que recomendamos na praia?

PODERÁ UM BEBÉ IR À PRAIA NO PRIMEIRO ANO DE VIDA?

“… Dependendo muito do bebé, dos pais, da praia e das condições globais de clima, um bebé pode começar a «fazer praia» desde muito cedo, claro está que com certas regras, para que as coisas corram bem e não venham a sofrer com isso:

– devem evitar-se as horas de maior radiação, ou seja, entre as 11h e as 17h, pois é quando os raios ultravioletas têm maior intensidade. É também quando geralmente faz mais calor (embora convenha diferenciar as duas coisas);

– no entanto, há praias onde antes da uma está um nevoeiro «de cortar à faca» e onde, depois das seis, a nortada não deixa ninguém sossegado. Nesse caso há que ponderar muito bem a situação;

– deve-se, pois, avaliar cada dia e cada praia por si, tendo como regra geral aquele horário mas adaptando-o às circunstâncias;

– além do calor, também a luz pode incomodar – recomenda-se o uso de óculos escuros para todos os bebés (ver caixa) e um chapéu de abas largas;

– já que o que está em causa são vocês, bebés, convém que os vossos pais vejam como estão a reagir à praia: se estão afogueados, encarnados, irritados, impacientes, ou seja, a «pedir» para ir para casa, ou se, pelo contrário, adormecem calmamente à sombra ou estão simplesmente a olhar para as vistas, «a ver quem passa»;

– não deve ser o relógio a mandar na família mas o «estado geral das coisas». Estando atentos à vossa pequenina, mas douta opinião, os pais perceberão se vale a pena continuar na praia ou se mais vale ir para casa.”

COMER AREIA

“Muitos pais queixam-se que vocês comem areia aos quilos. Isso faz-se? Faz-se, pois claro. A areia em si não faz mal a ninguém e se comerem, paciência, deitá-la- ão fora na primeira ocasião. O único problema é se, misturados com a areia, vão detritos, lixos e outras coisas indesejáveis. Ou pontas de cigarro, que gente desleixada enterra na areia para vocês depois as descobrirem e comerem…”

“…Alguns de vós têm medo (quase nojo) da areia, chorando, infelicíssimos, quando têm que a tocar com os pés. Pois é, será difícil ir a uma praia que não tenha areia. Aqui, meus amigos, a razão está do lado deles.

Peçam para não vos forçarem, mas o melhor é habituarem-se, e cedo verão como é bom sentir a areia, sobretudo se já gatinham ou dão passos.”

DORMIR NA PRAIA

“A praia tem um efeito imprevisível nos bebés – alguns, que no dia-a- dia até são mauzitos para dormir, chegam à praia e «ronc!», é «Deus com os Anjos».

Outros, pelo contrário, ficam excitados e não pregam olho. Uma sestazinha a meio do dia é muito salutar e sempre dá uns minutos aos pais para respirarem.”

SEGURANÇA

“Há muitos aldeamentos turísticos cujas casas têm piscina. Partindo do princípio que são limpas e asseadas, e que o cloro contrabalança todos os chichis que a criançada faz, o maior problema são os afogamentos. Todos os anos afogam-se várias crianças em piscinas, muitas vezes à frente dos olhos dos adultos. Para não ter que estar sempre em grande ansiedade, mais vale andarem com braçadeiras. Relativamente às piscinas para bebés, muito cuidado: relembrem os vossos pais que vocês se podem afogar em menos de um palmo de água.”

CREME PROTECTOR

“Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que o galã não encha de creme as costas da actriz principal debaixo dos olhos invejosos da actriz secundária? Vocês não são menos do que eles; exijam creme, de qualquer marca, mas factor 50, e para aplicar na cara e em todo o corpo, que vocês fazem topless, bottomless e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol directo, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz.”

ÁGUA

“Outra regra – a água. A presença do mar, com os ventos que sopram salgados, mais o calor, a areia e tudo o mais, faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para bebés – na dúvida mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão – a da água – poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho… ponham ordem na companhia e digam às avós que vocês são bons cientistas, e expliquem que os bebés precisam de água, especialmente se as perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos). Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são e mais rapidamente se desidratam.”

COMIDA

“Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, que vos desejo muito boas, calmas e tranquilas. E sejam generosos e gratos: se eles fizerem tudo isto, deixem-nos dormir sem os acordar a meio da noite ou às sete da manhã!”

BANHO DE MAR

“A água do mar é água e sal… teoricamente, porque há que juntar tudo o que o homem lhe adicionou e a que globalmente se chama poluição. Segundo aspecto, a temperatura: há praias de água mais fria e praias de água mais quente. Quanto a vocês, bebés, uns detestam, outros adoram, uns choram quando entram, outros choram porque têm de sair. É bom tomar um banho de vez em quando, mas digam aos vossos pais para esses banhos não serem muito prolongados e para eles vos enxugarem logo que saírem da água porque a vossa capacidade de secar ao sol é muito limitada. Por outro lado, se tiverem frio, chorem e gritem. Até pode ser que as ondas vos assustem…”

ÓCULOS DE SOL

“Tal como acontece nas células da pele, o efeito dos ultravioletas (que deveriam ser apelidados de «ultraviolentos»), são dependentes da dose e cumulativos. Os primeiros 15 anos de vida são essenciais. Na Austrália, onde primeiro se fizeram sentir os efeitos do «buraco do ozono», o número de adolescentes com queimaduras irreversíveis da retina é muito grande. É fundamental incrementar o uso de óculos escuros desde os dois meses de vida. Dois meses! Começar cedo leva a que os bebés se habituem mais facilmente e também que o nível de radiação, ao fim de uns anos, seja muito menor. Pode não ser fácil, requer persistência, força de vontade, admitir que este é um problema grave, e estar-se «nas tintas» para os comentários de alguns palermas que não querem perceber o perigo que vocês, bebés, correm.”

Citando Mário Cordeiro, Pediatra

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Aos olhos de um bebé…

Sobre a visão do bebé

Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade!

Através da visão o bebé capta imensa informação acerca de tudo o que o rodeia. Isso estimula o desenvolvimento neuronal e futuramente conduz à aquisição de capacidades físicas, como sentar, rolar, gatinhar e andar. A visão do bebé desenvolve-se gradualmente até aos 6/8 meses, altura em que já consegue ver quase tão bem como um adulto.
Nos primeiros momentos de vida do bebé, a sua visão é algo difusa, embora ele consiga perceber a luz, as formas e o movimento. Ele só consegue distinguir um objecto que esteja a uma distância aproximada de 20 a 30 cm de si – a distância suficiente para distinguir claramente a cara de quem lhe dá colo!
A cara da mãe, é nesta altura o mais interessante aos seus olhos, seguida de objectos com padrões muito contrastantes, como um xadrez branco e preto.
Com 1 mês já é capaz de usar os seus dois olhos em conjunto, focando-os e sendo capaz de acompanhar um objecto em movimento.
A partir dos 2 meses e até aos 4, a diferenciação das cores torna-se cada vez mais clara e provavelmente, surgirá uma preferência por cores primárias brilhantes e por formas mais detalhadas e complicadas. Sugerimos que encoraje essa sua capacidade, mostrando-lhe livros, fotografias e imagens brilhantes.
Por volta dos 4 meses começa a desenvolver-se a capacidade de percepção da profundidade. Nesta altura também já há um maior controlo dos braços, que aliado a essa nova capacidade visual, permitirá alcançar e agarrar os objectos com maior facilidade, como por exemplo, os cabelos e os brincos da mãe 🙂
Aos 5 meses o bebé poderá demonstrar a capacidade de reconhecer um objecto, que esteja apenas parcialmente visível. Este é um bom indício para as brincadeiras de cu-cu, usando um pequeno lenço ou a sua mantinha!
Com 8 meses a visão estará suficientemente desenvolvida para a capacidade de reconhecimento de diferentes pessoas e objectos ao longo de uma sala. Por volta desta idade a cor dos olhos do bebé também estará próxima da definitiva, apesar de poder notar ainda algumas ligeiras mudanças. C.A.
Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade!
Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade!