bebés

abraço

O poder do abraço! 7 RAZÕES CIENTIFICAMENTE PROVADAS para abraçar o seu filho

Um abraço não cura tudo mas ajuda a apaziguar, a acalmar. O ato de abraçar ajuda a fortalecer os laços entre uma criança e o seu educador. E se, nos adultos, um abraço vale mais do que mil palavras, nas crianças abraçar é, possivelmente, um dos maiores gestos de amor e carinho.

Além de serem bons para consolar nos momentos tristes e celebrar nos momentos alegres, os abraços têm benefícios cientificamente provados.

7 RAZÕES PARA ABRAÇAR, COMPROVADAS PELA CIÊNCIA!

1 – os abraços tornam as crianças mais inteligentes

As crianças precisam de muita estimulação sensorial para se desenvolverem de forma saudável. O contacto com a pele e o toque físico que o abraço oferece é uma das mais importantes formas de estimulação que promove o crescimento de um cérebro saudável e um corpo forte.

Nos orfanatos da Europa de Leste, os bebés raramente são embalados ou tocados. Chegam a passar 22 a 23 horas nos berços. Os biberões são-lhes deixados na hora de comer e os cuidados fazem parte de uma rotina com o mínimo de interação humana.

Estas crianças têm, muitas vezes, atrasos no desenvolvimento cognitivo.

Investigadores descobriram que crianças institucionalizadas que recebem, pelo menos, 20 minutos por dia de estimulação táctil (toque) demonstram resultados mais elevados em testes de desenvolvimento infantil.

No entanto, estudos também demonstram que nem todos os tipos de toque são benéficos. Só um toque carinhoso, como um abraço suave, pode fornecer o estímulo que um cérebro em desenvolvimento necessita para crescer de forma saudável.

2 – os abraços ajudam as crianças a crescer

Quando as crianças são privadas de contacto físico, os seus corpos deixam de crescer ao ritmo expectável, mesmo que façam uma alimentação normal. Estas crianças sofrem de MÁ EVOLUÇÃO PONDERAL  ( distúrbio caracterizado por um aumento de peso inferior ao esperado em crianças com menos de 2-3 anos de idade). Esta deficiência no desenvolvimento pode ser melhorada com o toque e com abraços.

Abraçar provoca a libertação de ocitocina, também conhecida como a molécula do amor. Esta hormona provoca um bem estar que tem os mais variados efeitos no nosso corpo. Um deles é estimular o crescimento.

3 – abraçar torna os miúdos mais saudáveis

Os abraços são bons para a saúde. O aumento do nível de ocitocina ajuda fortalecer o sistema imunitário e baixa os níveis de plamas da hormona da tiróide, o que acelera o processo de cura.

4 – o abraço ajuda a amenizar uma birra

Os abraços são bons para a saúde emocional das crianças. Nada ajuda mais a acalmar uma birra do que um abraço da mãe ou do pai.

Há pais que podem achar que abraçar uma criança que está a portar-se mal é uma recompensa pelo mau comportamento. Mas não é. Quando a criança está a fazer uma birra está num estado de descontrolo emocional, não está a ser teimosa. Está a perder o controlo das suas emoções porque ainda não as consegue regular.

Pode também ler

http://gymboreeclasses.pt/conselhos-de-sabios/10-conselhos-uteis-para-pais-solteiros/

O equilíbrio emocional é um como um carro: o estímulo é o acelerador e a calma o travão. Os dois funcionam em separado no controlo das emoções. Quando uma criança faz uma birra, é como um carro descontrolado. Está sobre-estimulado e o mecanismo de calma está desativado.

O que fazer, então? Travar o carro primeiro, dar o sermão depois. O abraço funciona exactamente assim: evita um descontrolo emocional.

O abraço espoleta a libertação de ocitocina, o que faz com que os níveis de stress baixem, bem como os efeitos da ansiedade. Abraçar é libertar o acelerador emocional enquanto se carrega no travão.

5 – abraçar faz com que as crianças se tornem mais resilientes

O sistema nervoso dos recém-nascidos não é suficientemente desenvolvido para que consigam regular as próprias emoções. Por isso é que os bebés, quando têm emoções fortes, não as conseguem controlar.

Num momento de sofrimento, os níveis de cortisol a circular no organismo sobem. Quando estes níveis se mantêm durante muito tempo, devido à incapacidade da criança de se reequilibrar, têm efeitos tóxicos que terão impacto na saúde, tanto física como mental, da criança.

Estudos provam que a exposição excessiva a esta hormona pode comprometer o sistema imunitário da criança, afetando, mais tarde, a memória e a fala. Pode também conduzir, mais tarde, a estados depressivos.

O abraço provoca a libertação de ocitocina, o que baixa os níveis de cortisol e, assim, previne efeitos nefastos. Abraçar ajuda a criança a regular as suas próprias emoções e, assim, a tornar-se mais resiliente.

Veja também

http://gymboreeclasses.pt/dicas-gymboree/preparar-criancas-chegada-irmao/

6. Abraços felizes = crianças felizes

Os abraços promovem o otimismo e contribuem para o aumento da auto-estima. A ocitocina faz com que a criança se sinta amada.

7. Os abraços reforçam os laços entre pais e crianças

Ao abraçar o seu filho«o está a transmitir-lhe confiança, a reduzir o medo e a melhorar a vossa ligação. O abraço ajuda a fortalecer os laços emocionais entre pais e filhos.

Por isso, já sabe. Dê um grande e carinhoso abraço aos seus filhos!

Siga-nos nas redes sociais!

Facebook

Instagram

educar com limites

Estamos de férias! Deixamos os miúdos acordados até mais tarde?

Sobre o Sono

Casamentos, festas, férias… Há inúmeras ocasiões em que as celebrações se estendem além da hora em que as crianças costumam ir para a cama.

Muitos pais debatem-se com o dilema de aceitar ou não convites por causa dos horários de sono das crianças. Por isso, o Gymboree deixa-lhe alguns conselhos úteis sobre como quebrar a rotina (e voltar a introduzi-la) nestes dias especiais.

Em primeiro lugar, é preciso salientar que a quebra do horário de dormir deve ser excecional. «A rotina é muito importante para a criança, pois dá-lhe segurança e ajuda na sua autonomia. As excepções à regra podem existir para quebrar a rotina de vez em quando, como em dias de festa. Até mesmo ao fim de semana os pais podem aproveitar para estender um pouco mais o seu dia, agora que os dias estão maiores, e aproveitar para brincarem em família», começa por explicar Carolina Canto, Psicóloga e Professora Sénior Gymboree.

O sono a seu dono

Cada criança é única e tem o seu próprio ritmo. Por isso, para compensar as horas de sono, impõe-se uma sesta à tarde, «não só para as crianças até aos quatro anos, mas mesmo depois disso». «Importa estar atento aos sinais que a criança nos dá para não ‘esticar demais a corda’», salienta Carolina Canto.

Se a criança se deitar mais tarde pode, assim, acordar um pouco mais tarde no dia seguinte. Mas vamos a um exemplo prático:

«Um bebé de 18 meses, que normalmente está na cama às 21h00, se os pais forem jantar fora, mais vale fazer um jantar mais cedo e conseguir que a criança esteja em casa mais ou menos por volta dessa hora. Ou então o bebé dorme um pouco no carrinho de passeio, se possível, até chegarem a casa», explica a Professora Sénior Gymboree.

Horas de sono recomendadas para as crianças e jovens *

Lactentes dos 4 aos 12 meses

12 a 16 horas por 24 horas (incluindo sestas)

Crianças de 1 a 2 anos

11 a 14 horas por 24 horas (incluindo sestas)

Crianças de 3 a 5 anos

10 a 13 horas por 24 horas (incluindo sestas)

Crianças de 6 a 12 anos

9 a 12 horas sono noturno por 24 horas

Adolescentes de 13 a 18 anos

8 a 10 horas sono noturno por 24 horas

Como voltar à rotina? Jogar na antecipação

Para restabelecer o horário normal de sono é necessário antecipar a rotina.

«Se quebram a rotina na sexta e sábado à noite, então no domingo deitam-se mais cedo para antecipar a semana que vai começar. Dessa forma, estamos a praticar também uma rotina», explica Carolina Canto. Quando se tratam de períodos mais extensos, como o regresso às aulas após as férias, é recomendável antecipar o regresso à rotina escolar «com uma semana ou duas de antecedência».

«Assim, as crianças vão-se habituando aos poucos aos horários mais certos em período de aulas», explica a psicóloga.

Os dias de festa, as exceções à regra, são importantes para que as crianças percebam que existe na vida um momento para tudo. No entanto, é fundamental que os mais pequenos percebam o significado desses dois momentos.

«Para que a criança se sinta segura e para que ela possa antecipar e reconhecer os momentos do seu dia, a rotina é muito importante. Ou seja, é essencial, desde cedo, criar um sequência quotidiana que satisfaz as necessidades de cada um e da família como um todo», salienta Carolina Canto.

Explicar os dias especiais às crianças

Cada idade tem uma percepção diferente dos dias de festa e das alterações à rotina.

«O bebé de 1 ano não entenderá o significado da festa, mas os balões, o bolo. a vela e cantar os ‘Parabéns’ são evidências de um dia especial. O bebé passa a associar esses sinais a um dia de festa e alegria. Na sua memória ele consegue fazer esse registo», explica Carolina Canto.

Dicas de criatividade e brincadeiras artísticas

Crianças criativas e mais cooperantes

Os pequeninos agradecem sempre que se passe mais tempo de qualidade com eles e de preferência com criatividade!

Reserve alguns minutos do dia para mimar o seu filho e o fazer sentir ainda mais especial com algumas brincadeiras.

Ele vai adorar e você também! Pois para além da alegria que simplesmente sente em brincar com ele, a criança ainda lhe retribui em dobro! A criança vai ficar mais feliz, mais bem disposta, mais cooperante e o vosso dia vai ser muito mais fácil!

Então que tal umas brincadeiras artísticas e com criatividade para colorir os vossos momentos especiais?

Os benefícios das brincadeiras artísticas e criativas

  • A criança desenvolve as suas capacidades físicas, sociais e cognitivas;
  • A criança torna-se mais tolerante em relação às ideias dos outros;
  • Proporcionam às crianças mais do que uma perspetiva ou resposta;
  • A arte dá às crianças uma maneira divertida e visual de processar a informação e as suas experiências;
  • Permitem transferir habilidades para outras áreas de aprendizagem como a matemática, a linguagem, a ciência e a interação social;
  • A arte permite às crianças arriscar intelectualmente e tentar novas experiências, e ainda atribuir-lhes um significado;
  • Através da arte as crianças dizem-nos quem são, do que gostam, quem são as pessoas importantes nas suas vidas, como se sentem em relação a si mesmas e o que conhecem sobre o seu mundo.

Dicas para Promover a Criatividade da Criança

  • Não modifique ou corrija o trabalho da criança.
  • Permita que a criança seja criativa. Aceite o facto de que o gato que a criança pintou tenha três rabos e cinco olhos!
  • Incentive a criança a falar acerca das cores e formas que coloca na sua obra de arte.
  • Deixe que a criança lhe conte o que pintou antes de tentar adivinhar.
  • Lembre-se que a arte não tem de representar algo concreto para ter valor ou um significado.

Sugestões de Brincadeiras:

  • Pintura livre com o papel de cenário colado no chão ou na parede;
  • Plasticina – amassar, cortar, rolar, esticar. Pode acrescentar um tema à brincadeira para estimular a imaginação.
  • Construções com blocos / legos. Adicione um tema de uma história que a criança goste muito para desenvolver a brincadeira.
  • Usar adereços como lenços e chapéus para encenar algum momento especial do dia, algum acontecimento familiar divertido, ou uma parte da sua história preferida.

As gargalhadas são garantidas e a cumplicidade e o amor ainda mais fortalecidos assim como a qualidade da relação que constrói com o seu filho é cada vez mais positiva!

terapia fala linguagem

A linguagem desenvolve-se na barriga da mãe?

A fala nasce na barriga da mãe

O desenvolvimento da linguagem inicia-se logo dentro da barriga da mãe. Os bebés ouvem os batimentos cardíacos da mãe e todos os sons que o seu corpo produz e reagem, também, a sons exteriores. Em geral, todas as mães conseguem identificar uma ou outra situação em que o seu bebé reagiu a sons exteriores, mais ou menos fortes, movimentando-se dentro da sua barriga.

Logo após o nascimento, num período que vai até aos três primeiros meses de vida, os nossos bebés já são capazes de, imaginem, realizar tarefas como distinguir sons, línguas diferentes e a voz da mãe de outras vozes!

Todas estas competências revelam que a linguagem acontece desde muito cedo, devendo ser vista de forma holística, não só na sua vertente expressiva (fala), mas também compreensiva. Por outras palavras, embora ainda não fale, um bebé já compreende muito material linguístico à sua volta.

O ser humano tem a capacidade inata para desenvolver linguagem, comunicando através de um sistema linguístico verbal e/ou não-verbal.

Veja também: o foco e a concentração na infância

Pelo seu cariz inato e aparentemente simples, temos tendência a não observar a fala com a devida atenção nas nossas crianças. No entanto, esta competência tem tanto de fascinante como de complexo, devendo por isso ser valorizada logo desde as etapas mais precoces.

A importância do choro e as primeiras palavras

Encontramos outra forma de manifestação precoce da competência linguística em algo aparentemente simples: o choro. O choro e os seus diferentes tipos constituem uma forma de comunicar. É através do choro e, um pouco mais tarde, do sorriso, que os bebés mostram ao adulto as suas necessidades mais básicas (fome, irritação, sono…).

Saiba mais: crianças e tecnologia – devemos por-lhes o tablet à frente?

 

Segue-se a fase do balbucio, entre os 4 e os 8 meses, em que os pais afirmam que os seus bebés já dizem “mamã” ou “papá”. Importa identificar o contexto em que um bebé faz “mamamamama” e, de acordo com o mesmo, perceber se esta produção tem um significado linguístico ou é apenas aleatório.

Ao longo desta etapa os pais podem ainda, por exemplo, verificar se a criança balbucia mais na presença de um adulto ou quando está sozinha, permitindo-lhes atribuir ou não um significado linguístico à produção sonora do bebé. Nesta fase os bebés já são capazes de reconhecer o seu próprio nome, algumas palavras inseridas em frases e associar significados a algumas palavras.

O início da fala

Por volta dos 12 meses inicia-se a chamada linguagem expressiva (fala): o bebé produz as suas primeiras palavras (cerca de 10)! Mais uma vez, é importante o adulto identificar o contexto em que cada palavra acontece, de forma a entender se tem um significado linguístico ou é aleatório.

Além disso, os 12 meses são apenas uma referência. Se o seu filho não diz uma palavra com essa idade e até aos 18 meses, ou se já o diz com 10 meses, nenhuma dessas situações deverá ser motivo de preocupação.

Entre os 12 e os 18 meses, o seu vocabulário produzido cresce até cerca de 50 palavras relacionadas com necessidades básicas e rotinas da criança (ex. pão, papa, água, bola, mamã, papá…).

Por volta dos 24 meses, acontece uma explosão de vocabulário produzido, em que a velocidade de produção de palavras novas aumenta significativamente, o que torna ainda mais fascinante a observação por par te dos pais deste processo tão inato e ao mesmo tempo tão complexo. Simultaneamente, inicia-se a construção de frases, inicialmente muito simples e gradualmente mais complexas.

Por volta dos 3 anos, as frases produzidas pela criança já apresentam estruturas mais completas do ponto de vista gramatical. Por volta dos 4 anos de idade, são capazes de produzir cerca de 5 mil palavras. Em todas as fases é importante evitar a linguagem abebezada do adulto com a criança, de forma a poder transmitir-lhe o modelo mais correcto possível em termos da articulação dos sons da fala.

Como vimos, muito do que ocorre mesmo antes do nascimento até aos 6 anos é espontâneo, decorrendo do funcionamento da nossa mente.

No entanto, o desenvolvimento pode ser estimulado pelo adulto, rodeando a criança de um ambiente rico e propício.

Se o desenvolvimento linguístico da sua criança fica aquém do que foi explicado, ou se tem dúvidas relativamente ao que é ou não esperado para a sua idade, não hesite em contactar o Terapeuta da Fala.  Em todas as etapas/ idades é possível realizar-se um trabalho de estimulação profissional, seja no trabalho directo com a criança, seja sob a forma de orientação aos pais (terapia indirecta). A intervenção precoce fará toda a diferença e evitará complicações futuras quer a nível da linguagem oral, quer a nível da linguagem escrita!

Joana Assunção,Terapeuta da Fala Pós-Graduada em Neurodesenvolvimento em Pediatria
Telemóvel: 93 766 61 79   |    Email: [email protected]
Gabinete Amoreiras: Rua Marquês da Subserra 17 r/c dto 1070-012 Lisboa Clínica
Pontofisio: Rua da Indústria Corticeira 59 r/ c esq 2870 – 281 Montijo
bebé estimualaçao sensorial sentidos

Vamos sentir! Saiba como, de forma simples, pode estimular os sentidos do seu bebé

Estimule os sentidos do bebé, tocando e fazendo o bebé sentir os objectos em diferentes partes do seu corpo e conversando sobre as características do que estão a tocar.

Pode usar um peluche macio, um lenço de seda, uma pinha rugosa, uma colher de metal, uma pena colorida, um limão ou uma pedra.

 

(Já conhece o nosso programa de estímulos para fazer em casa 24 horas por dia e 7 dias por semana?)

É uma brincadeira que pode ser repetida tantas vezes quantas a sua imaginação deixar.

Com esta brincadeira, desenvolvemos:

  • Estimulação sensorial

  • Linguagem

  • Consciência corporal

Esta atividade é especialmente indicada para bebés com idades compreendidas entre os 0 e os 12 meses. E explicamos-lhe porquê.

Um recém-nascido é um ser fascinante: os seus sentidos estão em desenvolvimento, está focado nos adultos cuidadores e mostra-se curioso pelo mundo que o rodeia. Durante os primeiros meses, verificam-se grandes ganhos na sua habilidade de controlar os músculos, tornando-se cada vez mais ativo.
O bebé recém-nascido pode parecer ainda incapaz de fazer muita coisa, mas já apreende muita informação do mundo envolvente através dos cinco sentidos.

É nesta fase que a brincadeira tem um papel fundamental.

Ajudando cada bebé a tornar-se calmo, atento e curioso. À medida que vai crescendo, surgem outras necessidades e emergem novas potencialidades. Por isso mesmo, as brincadeiras focarão outras competências, nomeadamente a coordenação, a consciência espacial, a força dos principais grupos musculares e a comunicação.
O brincar começa com a exploração sensorial pela observação de objetos, pela audição de diferentes sons e pelo toque, até o bebé se mostrar mais sociável, rindo e chamando a atenção com as suas brincadeiras.

Alguns vídeos que pode usar para exploração sensorial:

No Gymboree, as aulas Sensory Baby Play são especialmente indicadas para bebés que ainda não gatinham. Saiba mais no nosso NOVO SITE.

Siga-nos no Facebook e no Instagram

Foto: Katie Emslie on Unsplash
bebé mãe 25 mitos pediatria

25 mitos da pediatria… Desmistificados por especialistas!

25 mitos da pediatria

 

As orientações da pediatria moderna são conhecidas em Portugal e estão adoptadas por muitos especialistas. Este artigo é baseado numa partilha de informação do Expresso, que ouviu alguns pediatras com trabalhos publicados nesta área e com funções em hospitais públicos de referência.

Música na gravidez

Não é preciso nascer para ouvir. Hoje admite-se que o feto tem capacidades auditivas a partir das 12 semanas e guarda memória dos sons após o nascimento. Recomenda-se a audição de sons graves porque têm um efeito calmante e a música clássica está entre os estilos adequados.

Os ritmos binários têm a vantagem acrescida de se assemelharem ao batimento do coração da mãe. Uma curiosidade: a cadência com que as mães embalam é igual ao seu ritmo cardíaco e é por isso que o bebé adormece mais facilmente.

Aleitamento

Evitar alimentos como laranjas, cebolas, leguminosas ou chocolates não diminui as cólicas no bebé. A alimentação da mulher deve ser variada desde a gestação porque está provado que o feto inicia o desenvolvimento das células sensíveis ao sabor às 14 semanas.

Todos são unânimes sobre os benefícios da amamentação exclusiva até aos seis meses de vida do bebé e provou-se que estão erradas as teorias sobre a fraca qualidade do leite muito líquido ou que não escorre quando é deitado num copo. O aleitamento é prioritário e deve começar ainda na sala de partos.

Esterilização

Ferver ou esterilizar biberões e tetinas não é necessário se os pais lavarem frequentemente, e bem, as mãos. As doenças infecciosas são menos frequentes e em condições normais de habitabilidade e de higiene. Basta uma lavagem que elimine os resíduos.

Alimentos

É um erro excluir alimentos como peixe, gema de ovo, carne de porco e frutas nos primeiros tempos de vida. A selecção visava prevenir alergias, mas as organizações internacionais defendem que atrasar a diversificação alimentar, mesmo em alérgicos, não traz benefícios.

Outro erro antigo: não se deve obrigar a comer nem negociar alimentos por alimentos – por exemplo, dar uma bolacha para compensar ter comido sopa – e os legumes e frutas devem estar sempre na mesa porque a sua presença influenciará a alimentação na vida adulta. No passado, os alimentos eram introduzidos com o aparecimento dos dentes e agora são recomendados aos quatro meses, quando não há amamentação.

Suplementos alimentares

Vitaminas para quê? A sociedade moderna caracteriza-se pela abundância e uma dieta equilibrada é suficiente. A excepção, sobretudo no primeiro ano de vida, é a vitamina D, que gerações reforçaram com ‘colheradas’ de óleo de fígado de bacalhau.

A tradição tem sido recuperada sob outras formas: os ácidos gordos são decisivos na formação das membranas cerebrais e estão a ser redescobertos em óleos de peixes de profundidade.

Peso

Gordura não é formosura. Cada bebé tem o seu ritmo e as variações nem sempre são sinal de doença. Os pediatras afirmam que os pais modernos se preocupam em excesso com o crescimento e recomendam que pesagem e medição só sejam feitas nas consultas de rotina.

Sono

Não tem fundamento o medo de que os bebés deitados de costas podem sufocar no caso de bolçarem. Em situações normais, o corpo humano está preparado para evitar estas situações. O medo levou muitos pais a deitarem os recém-nascidos de barriga para baixo, mas hoje é reprovável e perigoso.

É mandatório deitar os bebés de barriga para cima, pelo menos, até aos seis meses. Depois, é o próprio bebé que escolhe a posição mais confortável. O sono solitário foi estimulado por se acreditar que promovia a autonomia, mas não está provado.

Morte súbita

‘Abafar’ os bebés não é o perigo principal. A morte de crianças saudáveis por razões inexplicáveis continua a registar-se e estudos recentes têm evidenciado que é mais comum quando os pais são fumadores, em famílias monoparentais e quando o bebé é deitado de barriga para baixo.

Choro

As lágrimas são mais do que fome ou fralda molhada. Descobriu-se que os bebés são muito sensíveis a estímulos e também precisam de aliviar a tensão. Ou seja, às vezes basta deixar chorar um bocadinho para perceber a mensagem.

Banho

Esperar pela digestão para dar banho é um mito. A água utilizada está morna e não existe choque térmico, responsável pela congestão. Além disso, o leite é de fácil digestão. O banho deve ser um prazer e a regra é ‘água quanto baste e pouco produto de limpeza’, sobretudo com glicerina, porque seca e irrita a pele em demasia.

Pele

Pó de talco fora da lista. A limpeza exagerada é inimiga da pele e um banho seguido de uma loção hidratante é suficiente. Na zona da fralda é necessária parcimónia no uso de toalhetes, pois limpam a sujidade, mas também podem arrastar a camada superficial da pele.

Quando a fralda só está molhada e não existe irritação não é necessário usar creme ou pastas sob risco de provocar uma sensibilização excessiva. E o pó de talco está fora de moda porque as partículas podem ser inaladas pelo bebé.

Fralda

O uso precoce do bacio está fora de questão. Os pediatras estão a recuperar a tradição de retirar a fralda só aos dois anos porque o controlo precoce do esfíncter pode, afinal, trazer problemas.

Botas ortopédicas

 Não vale a pena olhar para os pés antes dos dois anos. A ortopedia moderna respeita as regras de crescimento do pé e da marcha das crianças e qualquer calçado que faça alguma contenção interfere com a evolução normal.

É ponto assente que é o exercício e não o calçado ortopédico ou formativo que cumpre a missão fisiológica. Sempre que possível, as crianças devem andar descalças e usar sapatos que protejam apenas o tornozelo e o calcanhar.

Creche

A socialização, afinal, só começa aos três anos. Na sociedade actual mães e avós trabalham e os bebés vão para a creche cada vez mais cedo. Contudo, a maioria dos pediatras regressou ao passado para recomendar os cuidados dos avós até aos três anos. Argumentam que os ganhos de afecto compensam.

Febre

A temperatura não é doença. A maioria das crianças faz quatro dias de febre e não é preciso baixar a temperatura de imediato como querem os pais dos nossos dias.

Os médicos alertam que a febre é muitas vezes é um mecanismo de defesa do organismo e que um sinal de serenidade é a criança continuar a brincar.

Leia também: ‘Estou sem paciência para os miúdos!’

Tosse

Adeus ao xarope. Tossir é uma forma de o corpo para eliminar secreções e melhorar a respiração. Trata-se de um sintoma e não de uma doença e nos primeiros anos de vida não são recomendados inibidores.

Aerossóis

São os grandes terapeutas do século XXI. Ajudam a respirar melhor, contudo, os médicos têm dúvidas sobre o que os próximos avanços podem revelar sobre a sua utilização.

Ginástica respiratória

Comum na década de 90, revelou-se desnecessária. Era usada para bronquiolites e hoje sabe-se que aumentam o cansaço e as dificuldades de respiração.

Remédios caseiros

Vivem-se tempos de medicação excessiva. As precauções sobre o uso de remédios estão na ordem do dia e a regra é recuperar remédios caseiros como o xarope de cenoura e os preparados com mel.

Vacinas

O calendário mudou. As crianças dos nossos dias são mais vacinadas – e dizem os pediatras, estão mais protegidas – e já não é preciso recomeçar do zero quando há atrasos muito grandes.

Flúor

As gotas outrora comuns foram trocadas pelos dentífricos. Actualmente, é promovida a lavagem cada vez mais precoce dos dentes, aliás, logo que a dentição aparece na vida do bebé.

Brinquedos

Quantos mais, pior. As crianças precisam de estimular a imaginação e para isso não podem ter muitos brinquedos para poderem explorá-los ao máximo, dando-lhe várias utilizações. Os pais devem guardar os presentes, optando pela distribuição ao longo do ano.

Animais

Os eternos amigos estão de volta. Após várias teorias sobre o risco acrescido de alergias, cães, gatos, pássaros e outros animais são desejáveis para o desenvolvimento da criança.

Leia também: Vamos de férias… e os bichos também vão!

Desporto

O cloro não faz alergia. A prática desportiva é defendida para o desenvolvimento psicomotor e a natação volta a liderar as preferências. A qualidade da água das piscinas melhorou e os bebés podem nadar a partir do sexto mês de vida. Só é preciso limpar o cloro com um banho abundante e dar bastante água para minimizar a sua presença no estômago.

Regras

O ónus dos pais sobre a personalidade dos filhos está mitigado. Passou a ser admitido que há crianças difíceis que complicam a vida das famílias e que as regras são, por isso, indispensáveis. A negociação deve existir, mas sem rendição, em especial, dos pais.

Pediatras referenciados

o chefe do Serviço de Pediatria do Hospital de Cascais, Luís Pinheiro; o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Anselmo da Costa; o neonatologista do Hospital de Santa Maria, António Simões de Azevedo; o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, e o director da Pediatria Médica do Hospital de Dona Estefânia, Gonçalo Cordeiro Ferreira.

Fonte:  Expresso 

 

O que diz a Pediatra Mónica Pinto sobre a linguagem

Férias é Aprender, a brincar!

É Verão, não há aulas e estamos em pleno período de férias! Bom tempo, boa disposição e dias grandes, são a combinação perfeita para a brincadeira.

As férias são por excelência, o tempo para os nossos pequeninos descansarem do ritmo muitas vezes acelerado da rotina da escola e do trabalho dos pais. É aquela altura do ano em que podemos ficar a brincar no parque até mais tarde, ir à praia, fazer piqueniques no campo, fazer novos amigos, brincar com os amigos com quem não estamos habitualmente e até viajar.

E embora a escola e as aulas sejam formalmente o espaço e o tempo de aprendizagem e de trabalho, não significa que as férias sejam o tempo de não trabalho e de não aprendizagem.

Também nas férias, pode ajudar o seu filho a fazer novas aprendizagens, a adquirir e melhorar competências e a não esquecer o que aprendeu durante o ano, proporcionando-lhe experiências únicas e cheias de significado, que ele certamente nunca mais irá esquecer.

Aproveite as férias, para educar e ensinar os seus filhos de uma forma descontraída  e não formal.

A não formalidade da educação, ou melhor dizendo a Educação Não Formal, é aliás um tema que ganha cada vez mais destaque e importância, sendo debatido pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa, que afirma que a educação e a aprendizagem não-formal é uma área essencial à aprendizagem.

Mas o que é a Educação não formal?

A Educação não formal, é centrada na criança, nos seus gostos e motivações. Não tem horário, nem espaço específico para acontecer, não tendo um currículo ou avaliação formal. É assim, uma forma de educação voluntária, que parte das oportunidades que a própria curiosidade e vontade de aprender da criança nos dá.

Mas e como é que nós pais, pomos em prática a Educação não Formal durante as férias?

Tem um número infinito de possibilidades!

  • Levo o seu filho a um workshop, ao teatro, ao cinema, a um museu, ao oceanário…
  • Leve o seu filho a uma aldeia, vila ou cidade onde ele nunca tenha ido
  • O seu filho pode ajudar a fazer o almoço e o jantar
  • Quando for às compras ensine o seu pequenote a fazer compras e se ele já tiver idade incentive-o a ler rótulos e a fazer pequenos cálculos.
  • Leia uma história ao deitar, ou sempre que o seu filho demonstrara vontade
  • Ensine-o a nadar
  • Façam construções na areia
  • Façam desenhos, com diferentes materiais (lápis, tintas) e diferentes técnicas (pintar com as mãos, com os pés)
  • Ponha uma música e dance
  • À noite mostre-lhe a lua e as estrelas
  • Imitem animais
E mesmo para os mais pequeninos e nas mais pequeninas coisas e ocasiões pode sempre retirar proveito do Verão e da curiosidade do seu filho sobre as texturas estimulando-lhe o sentido do tacto por exemplo.
Tire-lhe os sapatos, deixando-o sair e percorrer uma variedade de texturas, tais como a areia quente, pedrinhas lisas, cimento frio, erva molhada e terra fofinha. Actividades como esta promovem a consciência sensorial, uma vez que a criança recebe informação dos seus cinco sentidos.

Brincadeiras para o fim-de-semana!

Aqui estão algumas sugestões de brincadeiras para todas as idades!

0-1 ANO:

Crie uma sinfonia! Reúna um conjunto de objectos sonoros/barulhentos – tampas de frascos, rocas/guizos, colheres de pau ou de plástico – e una-os com uma fita. Agite o instrumento em frente ao seu bebé.

Como é que ele reage? Mexe-se e tenta pegar no instrumento ou procura afastá-lo? Parece receoso ou chora?

Compreender o modo como a criança lida com a informação sensorial e detectar qual a amplitude de som que é confortável para o bebé, constitui uma informação importante para os pais e para outros cuidadores do bebé.

1 – 2 ANOS:

Será que cabes? Junte algumas caixas de cartão – algumas suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro e outras suficientemente grandes para que se possa sentar no interior.

Para fortalecer a sua noção de consciência espacial, alinhe as caixas e pergunte ao seu filho “Será que cabes?” Deixe-o experimentar entrar em cada caixa para ver se cabe. Esta é, também, uma excelente actividade de resolução de problemas.

2 – 3 ANOS:

Saltar nas folhas de lírio/nenúfar. Corte grande círculos verdes de papel. Espalhe-os e cole-os no chão. Veja se o seu filho consegue andar ou “saltar” de folha em foha. Diga “salta” cada vez que o filho salta para associar a palavra à acção.

Jogos como este incentivam a imaginação e o pensamento criativo do seu filho, tanto como constroem as capacidades da linguagem

3 – 5 ANOS:

Brinquem ao “afunda” ou “flutua”. Reúna um conjunto de itens, alguns que se afundam (como uma pedra) e outros que flutuam (como uma rolha). Encha uma bacia com água e peça ao seu filho para adivinhar se determinado objecto irá flutuar ou afundar-se.

Deixe que a criança coloque cada item no alguidar de modo a observar se o seu palpite estava correcto.

DIVIRTAM-SE!

4yrold_art_music-005
A música ao fim de semana mas como “instrumento” de brincadeiras e aprendizagem

O seu filho compreende o mundo

 Os Primeiros passos…

Durante os 6 meses depois do seu filho fazer o primeiro aniversário, este vai ficar muito mais crescido e aprender a andar.

Nesta fase, as crianças já começam a mostrar o que querem ou não fazer. É importante seguir sempre o interesse da criança e não a forçar a fazer actividades que não tem vontade!

Incentive-a a explorar o mundo, mostre que a compreende, pois, apesar de ainda não falar, através dos risos (ou choros), de indicar com os dedos ou mesmo vocalizar, elas conseguem exprimir aquilo que sentem e o modo como pensam acerca das coisas que as rodeiam!

A partir de 1 ano a criança começa a aprender também as competências sociais, como por exemplo, brincar em conjunto com outras crianças. No entanto, partilhar continua a ser complicado.

Primeiros passos...
Primeiros passos…