bebés

Como te sentes meu pequenino?

Exprimir e Sentir

Quando se é pequenino, a forma de se exprimir e mostrar o que sente vai para além das palavras!
Faça uns cartões com imagens felizes, tristes, zangados e dê ao seu filho lápis, marcadores ou tintas. Peça-lhe para desenhar uma imagem feliz, não necessita de nada em particular, apenas uma que signifique felicidade para ele. De seguida, peça-lhe para desenhar uma imagem triste e zangada. Enquanto ele desenha, conversem sobre o que aconteceu e o que ele sentiu naquela situação, e o que fez para se sentir feliz! Assim vai ajudá-lo a criar ferramentas de coping (como lidar ou reagir em cada situação) que o ajudará a desenvolver a competência de auto-controlo quando ele crescer.

Pés Pequenos

Pegadas Próprias

Desde o nascimento, os bebés são fascinados pelos seus próprios pés, quer seja pelo que sentem com eles, ou pelo aspecto dos seus primeiros sapatos!
Seguir um caminho de qualquer espécie requer equilíbrio e coordenação.
Esta semana ofereçam uma nova perspectiva dos pés aos vossos filhos, assim eles têm um grande desafio para as suas competências motoras, aprendendo a seguir as suas próprias pegadas. Desenhem o contorno das solas dos sapatos dos seus filhos, em varias folhas de papel e usando diferentes cores. De seguida coloquem-nas no chão e lancem o desafio: “agora uma pegada azul, vermelha… amarela, a que está ao lado da verde!” e por aí em diante!
Desta maneira estão, de uma forma divertida, a ajudar os vossos filhos a desenvolverem várias competências tais como a coordenação, o auto-controlo, equilíbrio, reconhecimento visual e até o vocabulário!

Ser Criança!

Ser Criança é…

…viver histórias que só existem nos livros. Inventar finais, sentir qualquer personagem, ser o príncipe, a princesa, o sapo ou a fada…

Significa imaginar, criar, recriar, viver um mundo faz-de-conta, entre tantas outras brincadeiras.

Ser criança no Gymboree significa também sonhar, mas bem mais alto!

Ser criança no Gymboree significa desenvolver a tomada de perspectiva, estimular a imaginação e a criatividade, promover o pensamento simbólico, a coordenação olho-mão, a motricidade, a tolerância, a perseverança, a resistência à frustração entre tantas outras aprendizagens.

Ser criança no Gymboree permite-nos explorar aquilo que a criança está pronta a fazer emergir numa determinada fase de crescimento. E a desenvolver diversas competências: sociais, cognitivas, emocionais, relacionais, estimular a sua auto-estima, o auto-conceito, a confiança, a autonomia…

Existe um mundo cheio de surpresas no Gymboree e lá, todos somos crianças!

Venha também conhecer este mundo e viver uma experiência Gymboree…

Acredite, brincar tornar-se-á uma excelente ferramenta para estimular o desenvolvimento do seu filho!

Esperamos por si!

Vamos Tocar nas Bubbles!

Bubbles de Sabão

É muito divertido tocar nas Bubbles! Elas flutuam, tremem e brilham.

A partir dos 3 meses de idade, o seu bebé está a adquirir a sua consciência sensorial, a sua coordenação olho-mão e a compreensão da causa e do efeito enquanto os seus olhos seguem e as mãos tentam chegar às bolinhas de sabão.

Enquanto a sua criança cresce, estimule as suas aptidões linguísticas crescentes ao falar com ela sobre as suas descobertas de como rebentar as bolinhas. O que acontece quando rebentas uma bolinha? Quando rebentas uma bolinha sentes cócegas nos dedos? Ou um beijinho molhado na bochecha?

Não seja um pai distraído

Nas palavras de Orlando…

“O desenvolvimento do seu filho depende muito de si, pai ou mãe. Por muitas razões: em 1º lugar, porque o desenvolvimento da criança exige amor; em 2º, porque tal desenvolvimento exige contextos estimulantes e em 3º, porque esse desenvolvimento exige actividade da própria criança (actividade motora e mental). Ou seja, têm uma influência sobre a educação e o desenvolvimento dos filhos que é única e insubstituível.

Objectar-me-á, com razão, que teria de ter mais tempo e dinheiro para poder estar atento ao seu filho (para poder falar e brincar com ele, levá-lo a passeios, de quando em vez e comprar-lhe jogos, livros e brinquedos). Contudo, se não estiver atento à educação e desenvolvimento do seu filho, acabará, mais tarde, por gastar mais tempo e dinheiro. As crianças que se tornam muito inteligentes e boas, quando jovens ou adultos, tiveram, em geral, pais atentos. Ao contrário, pais distraídos contribuem, muitas vezes, para o aparecimento de jovens infelizes e delinquentes.

Também é importante salientar que uma certa consistência educativa é muito importante para o desenvolvimento da criança, ou seja, se os pais dizem aos filhos uma coisa, hoje, e o contrário, logo amanhã, estão a dificultar-lhe a distinção entre a aparência e a realidade e, portanto, a construção de normas morais, lógicas e sociais. Claro que os pais tendem a ser tanto menos consistentes em relação à educação dos seus filhos quanto menos atenção lhes prestam.»In Crianças para o Amanhã (1999), de Orlando Lourenço, adaptado por Catarina Lucas.

Antes Elogiar que reprimir

Sabia que…

É obrigação de toda a comunidade e, muito em especial, de professores (professores Gymboree também), educadores, psicólogos e pediatras, ajudar os pais naquilo que eles mais anseiam: promover nos seus filhos o máximo desenvolvimento psicológico.

Seria bom que pensassemos na educação e o desenvolvimento dos filhos em termos de sucesso individual, mas também em termos sociais. Para termos sucesso nestas duas valências, devemos evitar o erro educacinal fundamental: os pais, muitas vezes, estão interessados em estimular comportamentos positivos e desejáveis nos seus filhos, como por exemplo, dizer a verdade, de ser solidário com um amigo ou de arrumar o seu quarto. Outras vezes, ao contrário, estão interessados em que o filho não faça certas coisas, como por exemplo, que não minta, que não tenha brigas com o irmão mais novo.

Seria bom, então, que os pais estimulassem os primeiros, elogiando o filho, por exemplo, e que não dessem muita atenção aos segundos, relativizando-os no geral. Acontece que muitos pais, na melhor das intenções, procedem exactamente ao contrário. De modo mais claro, pensam que os filhos mais não fazem que o seu dever quando se comportam bem, nem merecendo por isso, um simples elogio, mas que devem ser castigados ou repreendidos quando se comportam mal. Em vez do “Menino, não faças isto!”, é sugerido que se diga “ foste formidável!”.

De facto, sabe-se relativamente bem que dar atenção ao negativo e ignorar o positivo não só não promove os comportamentos desejados, como torna mais frequentes os indesejados.

Som mágico…

Instrumentos Musicais

Os paus de chuva são instrumentos musicais e cerimoniosos usados desde tempos ancestrais até à actualidade. O seu nome deriva do delicado tilintar das mágicas “gotas” que escorregam no seu interior.
O som desta bela obra de arte é considerado, por muitas pessoas, como extremamente calmante e confortante, relaxando pessoas de todas as idades. Há pessoas que o sentem como um meio para comunicar.
Sabia que o pau de chuva usado nas aulas de Musica do Gymboree foi feito por um artesão no Chile, onde este precioso instrumento é usado em cerimónias para chamar a chuva para regiões do Deserto de Atacama?
É mesmo mágico.

Sugestão para este fim-de-semana: construir um pau de chuva.

Para construir este instrumento musical poderá usar uma garrafa de água de plástico vazia, uma colher de plástico e um recipiente com arroz. Mostre-lhe como segurar na garrafa com uma mão e com a outra encher a colher de arroz e depois deitá-lo dentro da garrafa. Esta tarefa exigirá uma grande coordenação motora. Veja e elogie o progresso da criança à medida que vai enchendo a garrafa. Bastará que preencha cerca de 1/3 do volume da garrafa. Para ajudar a criança poderá mesmo fazer uma marca em torno da garrafa indicando até onde a criança deverá deitar o arroz.
Por uma questão de segurança cole a tampa à garrafa – ponha cola no interior da tampa (na zona lateral) e depois feche a garrafa. O pau de chuva poderá, depois, ser pintado com tintas de diferentes cores. Experimente apresentar à criança uma pequena esponja como “pincel”.
Depois de seco… Tocar e cantar?

I.M.

Respeitar o ritmo da Criança

Com que cores pintar as paredes?

Dicas Dyrup

Deixamos aqui algumas dicas sobre as melhores cores para pintar o quarto do seu pequenote!

Não é recomendável a utilização das cores preta e branca, pois assim as capacidades de percepção do bebé são pouco estimuladas.

O vermelho pode aparecer numa peça do quarto, permitindo assim o desenvolvimento da acuidade visual do recém-nascido, pelo contraste verificado entre as cores.

Deve usar tons fortes e evitar a proximidade de tons semelhantes com as mesmas categorias (com fraca discriminação de tonalidades).

Os recém-nascidos observam preferencialmente as linhas curvas às linhas rectas e apenas quando os contornos são curvos.

Tendencialmente, as crianças observam mais os contornos das formas do que o seu interior.
Tendem a olhar mais para desenhos com mais elementos na metade superior.
E, claro está, é evidente a sua preferência por faces!
Em relação ao impacto das cores no comportamento dos bebés:

Violeta, Vermelho, Azul, Laranja – são estimulantes e energizantes.
Amarelo – é calmante e relaxante.
Verde e Rosa – são desinteressantes.
Castanho e Caqui – são repelentes e aversivas.

Com que cores pintar as paredes? 1

A DYRUP apresenta 10 cores para decorar o quarto do seu pequenote:

As “bem-estar” (como o azul céu e o amarelo suave – a colocar em paredes próximas da zona de dormir), as “calmantes” (como o rosa forte e o amarelo – para superfícies maiores do quarto) e as “estimulantes” (como o vermelho e o azul – em pequenas superfícies com formas e nos espaços de brincar)!

Sabia que o seu bebé não vê as cores pastel e neutras?

F.M.
bebés bebé

“Bebés na Praia” por Mário Cordeiro

Um bebé pode ir à praia no 1º ano de vida?

Pode, claro que pode.

Desde que com as devidas precauções. O pediatra Mário Cordeiro, num artigo da Pais & Filhos e que de forma original escreve dirigido aos Bebés, defende que sim mas deixa alguns avisos que abordam diferentes receios e dúvidas dos Pais. Um excelente artigo intemporal, do qual recolhemos vários conselhos e dicas que esperamos ajude os Pais e Mães a prepararem umas férias de praia e Verão inesquecíveis com os vossos bebés.

Gostaria de conhecer as brincadeiras que recomendamos na praia?

PODERÁ UM BEBÉ IR À PRAIA NO PRIMEIRO ANO DE VIDA?

“… Dependendo muito do bebé, dos pais, da praia e das condições globais de clima, um bebé pode começar a «fazer praia» desde muito cedo, claro está que com certas regras, para que as coisas corram bem e não venham a sofrer com isso:

– devem evitar-se as horas de maior radiação, ou seja, entre as 11h e as 17h, pois é quando os raios ultravioletas têm maior intensidade. É também quando geralmente faz mais calor (embora convenha diferenciar as duas coisas);

– no entanto, há praias onde antes da uma está um nevoeiro «de cortar à faca» e onde, depois das seis, a nortada não deixa ninguém sossegado. Nesse caso há que ponderar muito bem a situação;

– deve-se, pois, avaliar cada dia e cada praia por si, tendo como regra geral aquele horário mas adaptando-o às circunstâncias;

– além do calor, também a luz pode incomodar – recomenda-se o uso de óculos escuros para todos os bebés (ver caixa) e um chapéu de abas largas;

– já que o que está em causa são vocês, bebés, convém que os vossos pais vejam como estão a reagir à praia: se estão afogueados, encarnados, irritados, impacientes, ou seja, a «pedir» para ir para casa, ou se, pelo contrário, adormecem calmamente à sombra ou estão simplesmente a olhar para as vistas, «a ver quem passa»;

– não deve ser o relógio a mandar na família mas o «estado geral das coisas». Estando atentos à vossa pequenina, mas douta opinião, os pais perceberão se vale a pena continuar na praia ou se mais vale ir para casa.”

COMER AREIA

“Muitos pais queixam-se que vocês comem areia aos quilos. Isso faz-se? Faz-se, pois claro. A areia em si não faz mal a ninguém e se comerem, paciência, deitá-la- ão fora na primeira ocasião. O único problema é se, misturados com a areia, vão detritos, lixos e outras coisas indesejáveis. Ou pontas de cigarro, que gente desleixada enterra na areia para vocês depois as descobrirem e comerem…”

“…Alguns de vós têm medo (quase nojo) da areia, chorando, infelicíssimos, quando têm que a tocar com os pés. Pois é, será difícil ir a uma praia que não tenha areia. Aqui, meus amigos, a razão está do lado deles.

Peçam para não vos forçarem, mas o melhor é habituarem-se, e cedo verão como é bom sentir a areia, sobretudo se já gatinham ou dão passos.”

DORMIR NA PRAIA

“A praia tem um efeito imprevisível nos bebés – alguns, que no dia-a- dia até são mauzitos para dormir, chegam à praia e «ronc!», é «Deus com os Anjos».

Outros, pelo contrário, ficam excitados e não pregam olho. Uma sestazinha a meio do dia é muito salutar e sempre dá uns minutos aos pais para respirarem.”

SEGURANÇA

“Há muitos aldeamentos turísticos cujas casas têm piscina. Partindo do princípio que são limpas e asseadas, e que o cloro contrabalança todos os chichis que a criançada faz, o maior problema são os afogamentos. Todos os anos afogam-se várias crianças em piscinas, muitas vezes à frente dos olhos dos adultos. Para não ter que estar sempre em grande ansiedade, mais vale andarem com braçadeiras. Relativamente às piscinas para bebés, muito cuidado: relembrem os vossos pais que vocês se podem afogar em menos de um palmo de água.”

CREME PROTECTOR

“Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que o galã não encha de creme as costas da actriz principal debaixo dos olhos invejosos da actriz secundária? Vocês não são menos do que eles; exijam creme, de qualquer marca, mas factor 50, e para aplicar na cara e em todo o corpo, que vocês fazem topless, bottomless e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol directo, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz.”

ÁGUA

“Outra regra – a água. A presença do mar, com os ventos que sopram salgados, mais o calor, a areia e tudo o mais, faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para bebés – na dúvida mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão – a da água – poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho… ponham ordem na companhia e digam às avós que vocês são bons cientistas, e expliquem que os bebés precisam de água, especialmente se as perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos). Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são e mais rapidamente se desidratam.”

COMIDA

“Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, que vos desejo muito boas, calmas e tranquilas. E sejam generosos e gratos: se eles fizerem tudo isto, deixem-nos dormir sem os acordar a meio da noite ou às sete da manhã!”

BANHO DE MAR

“A água do mar é água e sal… teoricamente, porque há que juntar tudo o que o homem lhe adicionou e a que globalmente se chama poluição. Segundo aspecto, a temperatura: há praias de água mais fria e praias de água mais quente. Quanto a vocês, bebés, uns detestam, outros adoram, uns choram quando entram, outros choram porque têm de sair. É bom tomar um banho de vez em quando, mas digam aos vossos pais para esses banhos não serem muito prolongados e para eles vos enxugarem logo que saírem da água porque a vossa capacidade de secar ao sol é muito limitada. Por outro lado, se tiverem frio, chorem e gritem. Até pode ser que as ondas vos assustem…”

ÓCULOS DE SOL

“Tal como acontece nas células da pele, o efeito dos ultravioletas (que deveriam ser apelidados de «ultraviolentos»), são dependentes da dose e cumulativos. Os primeiros 15 anos de vida são essenciais. Na Austrália, onde primeiro se fizeram sentir os efeitos do «buraco do ozono», o número de adolescentes com queimaduras irreversíveis da retina é muito grande. É fundamental incrementar o uso de óculos escuros desde os dois meses de vida. Dois meses! Começar cedo leva a que os bebés se habituem mais facilmente e também que o nível de radiação, ao fim de uns anos, seja muito menor. Pode não ser fácil, requer persistência, força de vontade, admitir que este é um problema grave, e estar-se «nas tintas» para os comentários de alguns palermas que não querem perceber o perigo que vocês, bebés, correm.”

Citando Mário Cordeiro, Pediatra

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