Desenvolvimento Infantil

Brincadeiras para o fim-de-semana!

Aqui estão algumas sugestões de brincadeiras para todas as idades!

0-1 ANO:

Crie uma sinfonia! Reúna um conjunto de objectos sonoros/barulhentos – tampas de frascos, rocas/guizos, colheres de pau ou de plástico – e una-os com uma fita. Agite o instrumento em frente ao seu bebé.

Como é que ele reage? Mexe-se e tenta pegar no instrumento ou procura afastá-lo? Parece receoso ou chora?

Compreender o modo como a criança lida com a informação sensorial e detectar qual a amplitude de som que é confortável para o bebé, constitui uma informação importante para os pais e para outros cuidadores do bebé.

1 – 2 ANOS:

Será que cabes? Junte algumas caixas de cartão – algumas suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro e outras suficientemente grandes para que se possa sentar no interior.

Para fortalecer a sua noção de consciência espacial, alinhe as caixas e pergunte ao seu filho “Será que cabes?” Deixe-o experimentar entrar em cada caixa para ver se cabe. Esta é, também, uma excelente actividade de resolução de problemas.

2 – 3 ANOS:

Saltar nas folhas de lírio/nenúfar. Corte grande círculos verdes de papel. Espalhe-os e cole-os no chão. Veja se o seu filho consegue andar ou “saltar” de folha em foha. Diga “salta” cada vez que o filho salta para associar a palavra à acção.

Jogos como este incentivam a imaginação e o pensamento criativo do seu filho, tanto como constroem as capacidades da linguagem

3 – 5 ANOS:

Brinquem ao “afunda” ou “flutua”. Reúna um conjunto de itens, alguns que se afundam (como uma pedra) e outros que flutuam (como uma rolha). Encha uma bacia com água e peça ao seu filho para adivinhar se determinado objecto irá flutuar ou afundar-se.

Deixe que a criança coloque cada item no alguidar de modo a observar se o seu palpite estava correcto.

DIVIRTAM-SE!

4yrold_art_music-005
A música ao fim de semana mas como “instrumento” de brincadeiras e aprendizagem

O seu filho compreende o mundo

 Os Primeiros passos…

Durante os 6 meses depois do seu filho fazer o primeiro aniversário, este vai ficar muito mais crescido e aprender a andar.

Nesta fase, as crianças já começam a mostrar o que querem ou não fazer. É importante seguir sempre o interesse da criança e não a forçar a fazer actividades que não tem vontade!

Incentive-a a explorar o mundo, mostre que a compreende, pois, apesar de ainda não falar, através dos risos (ou choros), de indicar com os dedos ou mesmo vocalizar, elas conseguem exprimir aquilo que sentem e o modo como pensam acerca das coisas que as rodeiam!

A partir de 1 ano a criança começa a aprender também as competências sociais, como por exemplo, brincar em conjunto com outras crianças. No entanto, partilhar continua a ser complicado.

Primeiros passos...
Primeiros passos…

Como te sentes meu pequenino?

Exprimir e Sentir

Quando se é pequenino, a forma de se exprimir e mostrar o que sente vai para além das palavras!
Faça uns cartões com imagens felizes, tristes, zangados e dê ao seu filho lápis, marcadores ou tintas. Peça-lhe para desenhar uma imagem feliz, não necessita de nada em particular, apenas uma que signifique felicidade para ele. De seguida, peça-lhe para desenhar uma imagem triste e zangada. Enquanto ele desenha, conversem sobre o que aconteceu e o que ele sentiu naquela situação, e o que fez para se sentir feliz! Assim vai ajudá-lo a criar ferramentas de coping (como lidar ou reagir em cada situação) que o ajudará a desenvolver a competência de auto-controlo quando ele crescer.

Pés Pequenos

Pegadas Próprias

Desde o nascimento, os bebés são fascinados pelos seus próprios pés, quer seja pelo que sentem com eles, ou pelo aspecto dos seus primeiros sapatos!
Seguir um caminho de qualquer espécie requer equilíbrio e coordenação.
Esta semana ofereçam uma nova perspectiva dos pés aos vossos filhos, assim eles têm um grande desafio para as suas competências motoras, aprendendo a seguir as suas próprias pegadas. Desenhem o contorno das solas dos sapatos dos seus filhos, em varias folhas de papel e usando diferentes cores. De seguida coloquem-nas no chão e lancem o desafio: “agora uma pegada azul, vermelha… amarela, a que está ao lado da verde!” e por aí em diante!
Desta maneira estão, de uma forma divertida, a ajudar os vossos filhos a desenvolverem várias competências tais como a coordenação, o auto-controlo, equilíbrio, reconhecimento visual e até o vocabulário!

Ser Criança!

Ser Criança é…

…viver histórias que só existem nos livros. Inventar finais, sentir qualquer personagem, ser o príncipe, a princesa, o sapo ou a fada…

Significa imaginar, criar, recriar, viver um mundo faz-de-conta, entre tantas outras brincadeiras.

Ser criança no Gymboree significa também sonhar, mas bem mais alto!

Ser criança no Gymboree significa desenvolver a tomada de perspectiva, estimular a imaginação e a criatividade, promover o pensamento simbólico, a coordenação olho-mão, a motricidade, a tolerância, a perseverança, a resistência à frustração entre tantas outras aprendizagens.

Ser criança no Gymboree permite-nos explorar aquilo que a criança está pronta a fazer emergir numa determinada fase de crescimento. E a desenvolver diversas competências: sociais, cognitivas, emocionais, relacionais, estimular a sua auto-estima, o auto-conceito, a confiança, a autonomia…

Existe um mundo cheio de surpresas no Gymboree e lá, todos somos crianças!

Venha também conhecer este mundo e viver uma experiência Gymboree…

Acredite, brincar tornar-se-á uma excelente ferramenta para estimular o desenvolvimento do seu filho!

Esperamos por si!

Vamos Tocar nas Bubbles!

Bubbles de Sabão

É muito divertido tocar nas Bubbles! Elas flutuam, tremem e brilham.

A partir dos 3 meses de idade, o seu bebé está a adquirir a sua consciência sensorial, a sua coordenação olho-mão e a compreensão da causa e do efeito enquanto os seus olhos seguem e as mãos tentam chegar às bolinhas de sabão.

Enquanto a sua criança cresce, estimule as suas aptidões linguísticas crescentes ao falar com ela sobre as suas descobertas de como rebentar as bolinhas. O que acontece quando rebentas uma bolinha? Quando rebentas uma bolinha sentes cócegas nos dedos? Ou um beijinho molhado na bochecha?

Não seja um pai distraído

Nas palavras de Orlando…

“O desenvolvimento do seu filho depende muito de si, pai ou mãe. Por muitas razões: em 1º lugar, porque o desenvolvimento da criança exige amor; em 2º, porque tal desenvolvimento exige contextos estimulantes e em 3º, porque esse desenvolvimento exige actividade da própria criança (actividade motora e mental). Ou seja, têm uma influência sobre a educação e o desenvolvimento dos filhos que é única e insubstituível.

Objectar-me-á, com razão, que teria de ter mais tempo e dinheiro para poder estar atento ao seu filho (para poder falar e brincar com ele, levá-lo a passeios, de quando em vez e comprar-lhe jogos, livros e brinquedos). Contudo, se não estiver atento à educação e desenvolvimento do seu filho, acabará, mais tarde, por gastar mais tempo e dinheiro. As crianças que se tornam muito inteligentes e boas, quando jovens ou adultos, tiveram, em geral, pais atentos. Ao contrário, pais distraídos contribuem, muitas vezes, para o aparecimento de jovens infelizes e delinquentes.

Também é importante salientar que uma certa consistência educativa é muito importante para o desenvolvimento da criança, ou seja, se os pais dizem aos filhos uma coisa, hoje, e o contrário, logo amanhã, estão a dificultar-lhe a distinção entre a aparência e a realidade e, portanto, a construção de normas morais, lógicas e sociais. Claro que os pais tendem a ser tanto menos consistentes em relação à educação dos seus filhos quanto menos atenção lhes prestam.»In Crianças para o Amanhã (1999), de Orlando Lourenço, adaptado por Catarina Lucas.

Antes Elogiar que reprimir

Sabia que…

É obrigação de toda a comunidade e, muito em especial, de professores (professores Gymboree também), educadores, psicólogos e pediatras, ajudar os pais naquilo que eles mais anseiam: promover nos seus filhos o máximo desenvolvimento psicológico.

Seria bom que pensassemos na educação e o desenvolvimento dos filhos em termos de sucesso individual, mas também em termos sociais. Para termos sucesso nestas duas valências, devemos evitar o erro educacinal fundamental: os pais, muitas vezes, estão interessados em estimular comportamentos positivos e desejáveis nos seus filhos, como por exemplo, dizer a verdade, de ser solidário com um amigo ou de arrumar o seu quarto. Outras vezes, ao contrário, estão interessados em que o filho não faça certas coisas, como por exemplo, que não minta, que não tenha brigas com o irmão mais novo.

Seria bom, então, que os pais estimulassem os primeiros, elogiando o filho, por exemplo, e que não dessem muita atenção aos segundos, relativizando-os no geral. Acontece que muitos pais, na melhor das intenções, procedem exactamente ao contrário. De modo mais claro, pensam que os filhos mais não fazem que o seu dever quando se comportam bem, nem merecendo por isso, um simples elogio, mas que devem ser castigados ou repreendidos quando se comportam mal. Em vez do “Menino, não faças isto!”, é sugerido que se diga “ foste formidável!”.

De facto, sabe-se relativamente bem que dar atenção ao negativo e ignorar o positivo não só não promove os comportamentos desejados, como torna mais frequentes os indesejados.

Um ginásio para crianças? Uma universidade para bebés?

Gymboree

Onde? Um espaço cheio de cor, seguro e com equipamentos e materiais adequados à ao processo de descoberta.
Que ginástica se faz no Gymboree? Brincar, brincar e brincar.
Que músculos são trabalhados no Gymboree? Motores, cognitivos, sociais e emocionais. Todas eles em sintonia ajudam a criança a trilhar os caminhos do crescimento.
O currículo das aulas? Brincadeiras adequadas ao nível de desenvolvimento da criança. Novas brincadeiras todas as semanas.
Porquê esta brincadeira? Cada pormenor das brincadeiras é reflexo de estudos continuados, levados a cabo por especialistas, na área do desenvolvimento infantil.
Os professores? Entusiastas, dedicados e sensíveis (pessoal e profissionalmente) ao desenvolvimento infantil.
Os pais também vão às aulas? Os pais são potencialmente os melhores professores e os melhores companheiros de brincadeira. Os pais também vão às aulas!
Avaliações? Cada um ao seu ritmo. O interesse da criança dita o caminho da descoberta.
Trabalhos para casa? A animação da aprendizagem e do crescimento pode continuar em casa. Para casa vão sugestões de mais brincadeiras.
Missão? Confiança. Amizade. Criatividade. Tudo começa no Gymboree.I.M.

toddler_play_site-016