bebé

Vamos Tocar nas Bubbles!

Bubbles de Sabão

É muito divertido tocar nas Bubbles! Elas flutuam, tremem e brilham.

A partir dos 3 meses de idade, o seu bebé está a adquirir a sua consciência sensorial, a sua coordenação olho-mão e a compreensão da causa e do efeito enquanto os seus olhos seguem e as mãos tentam chegar às bolinhas de sabão.

Enquanto a sua criança cresce, estimule as suas aptidões linguísticas crescentes ao falar com ela sobre as suas descobertas de como rebentar as bolinhas. O que acontece quando rebentas uma bolinha? Quando rebentas uma bolinha sentes cócegas nos dedos? Ou um beijinho molhado na bochecha?

Não seja um pai distraído

Nas palavras de Orlando…

“O desenvolvimento do seu filho depende muito de si, pai ou mãe. Por muitas razões: em 1º lugar, porque o desenvolvimento da criança exige amor; em 2º, porque tal desenvolvimento exige contextos estimulantes e em 3º, porque esse desenvolvimento exige actividade da própria criança (actividade motora e mental). Ou seja, têm uma influência sobre a educação e o desenvolvimento dos filhos que é única e insubstituível.

Objectar-me-á, com razão, que teria de ter mais tempo e dinheiro para poder estar atento ao seu filho (para poder falar e brincar com ele, levá-lo a passeios, de quando em vez e comprar-lhe jogos, livros e brinquedos). Contudo, se não estiver atento à educação e desenvolvimento do seu filho, acabará, mais tarde, por gastar mais tempo e dinheiro. As crianças que se tornam muito inteligentes e boas, quando jovens ou adultos, tiveram, em geral, pais atentos. Ao contrário, pais distraídos contribuem, muitas vezes, para o aparecimento de jovens infelizes e delinquentes.

Também é importante salientar que uma certa consistência educativa é muito importante para o desenvolvimento da criança, ou seja, se os pais dizem aos filhos uma coisa, hoje, e o contrário, logo amanhã, estão a dificultar-lhe a distinção entre a aparência e a realidade e, portanto, a construção de normas morais, lógicas e sociais. Claro que os pais tendem a ser tanto menos consistentes em relação à educação dos seus filhos quanto menos atenção lhes prestam.»In Crianças para o Amanhã (1999), de Orlando Lourenço, adaptado por Catarina Lucas.

Antes Elogiar que reprimir

Sabia que…

É obrigação de toda a comunidade e, muito em especial, de professores (professores Gymboree também), educadores, psicólogos e pediatras, ajudar os pais naquilo que eles mais anseiam: promover nos seus filhos o máximo desenvolvimento psicológico.

Seria bom que pensassemos na educação e o desenvolvimento dos filhos em termos de sucesso individual, mas também em termos sociais. Para termos sucesso nestas duas valências, devemos evitar o erro educacinal fundamental: os pais, muitas vezes, estão interessados em estimular comportamentos positivos e desejáveis nos seus filhos, como por exemplo, dizer a verdade, de ser solidário com um amigo ou de arrumar o seu quarto. Outras vezes, ao contrário, estão interessados em que o filho não faça certas coisas, como por exemplo, que não minta, que não tenha brigas com o irmão mais novo.

Seria bom, então, que os pais estimulassem os primeiros, elogiando o filho, por exemplo, e que não dessem muita atenção aos segundos, relativizando-os no geral. Acontece que muitos pais, na melhor das intenções, procedem exactamente ao contrário. De modo mais claro, pensam que os filhos mais não fazem que o seu dever quando se comportam bem, nem merecendo por isso, um simples elogio, mas que devem ser castigados ou repreendidos quando se comportam mal. Em vez do “Menino, não faças isto!”, é sugerido que se diga “ foste formidável!”.

De facto, sabe-se relativamente bem que dar atenção ao negativo e ignorar o positivo não só não promove os comportamentos desejados, como torna mais frequentes os indesejados.

Som mágico…

Instrumentos Musicais

Os paus de chuva são instrumentos musicais e cerimoniosos usados desde tempos ancestrais até à actualidade. O seu nome deriva do delicado tilintar das mágicas “gotas” que escorregam no seu interior.
O som desta bela obra de arte é considerado, por muitas pessoas, como extremamente calmante e confortante, relaxando pessoas de todas as idades. Há pessoas que o sentem como um meio para comunicar.
Sabia que o pau de chuva usado nas aulas de Musica do Gymboree foi feito por um artesão no Chile, onde este precioso instrumento é usado em cerimónias para chamar a chuva para regiões do Deserto de Atacama?
É mesmo mágico.

Sugestão para este fim-de-semana: construir um pau de chuva.

Para construir este instrumento musical poderá usar uma garrafa de água de plástico vazia, uma colher de plástico e um recipiente com arroz. Mostre-lhe como segurar na garrafa com uma mão e com a outra encher a colher de arroz e depois deitá-lo dentro da garrafa. Esta tarefa exigirá uma grande coordenação motora. Veja e elogie o progresso da criança à medida que vai enchendo a garrafa. Bastará que preencha cerca de 1/3 do volume da garrafa. Para ajudar a criança poderá mesmo fazer uma marca em torno da garrafa indicando até onde a criança deverá deitar o arroz.
Por uma questão de segurança cole a tampa à garrafa – ponha cola no interior da tampa (na zona lateral) e depois feche a garrafa. O pau de chuva poderá, depois, ser pintado com tintas de diferentes cores. Experimente apresentar à criança uma pequena esponja como “pincel”.
Depois de seco… Tocar e cantar?

I.M.

Respeitar o ritmo da Criança

Com que cores pintar as paredes?

Dicas Dyrup

Deixamos aqui algumas dicas sobre as melhores cores para pintar o quarto do seu pequenote!

Não é recomendável a utilização das cores preta e branca, pois assim as capacidades de percepção do bebé são pouco estimuladas.

O vermelho pode aparecer numa peça do quarto, permitindo assim o desenvolvimento da acuidade visual do recém-nascido, pelo contraste verificado entre as cores.

Deve usar tons fortes e evitar a proximidade de tons semelhantes com as mesmas categorias (com fraca discriminação de tonalidades).

Os recém-nascidos observam preferencialmente as linhas curvas às linhas rectas e apenas quando os contornos são curvos.

Tendencialmente, as crianças observam mais os contornos das formas do que o seu interior.
Tendem a olhar mais para desenhos com mais elementos na metade superior.
E, claro está, é evidente a sua preferência por faces!
Em relação ao impacto das cores no comportamento dos bebés:

Violeta, Vermelho, Azul, Laranja – são estimulantes e energizantes.
Amarelo – é calmante e relaxante.
Verde e Rosa – são desinteressantes.
Castanho e Caqui – são repelentes e aversivas.

Com que cores pintar as paredes? 1

A DYRUP apresenta 10 cores para decorar o quarto do seu pequenote:

As “bem-estar” (como o azul céu e o amarelo suave – a colocar em paredes próximas da zona de dormir), as “calmantes” (como o rosa forte e o amarelo – para superfícies maiores do quarto) e as “estimulantes” (como o vermelho e o azul – em pequenas superfícies com formas e nos espaços de brincar)!

Sabia que o seu bebé não vê as cores pastel e neutras?

F.M.
bebés bebé

“Bebés na Praia” por Mário Cordeiro

Um bebé pode ir à praia no 1º ano de vida?

Pode, claro que pode.

Desde que com as devidas precauções. O pediatra Mário Cordeiro, num artigo da Pais & Filhos e que de forma original escreve dirigido aos Bebés, defende que sim mas deixa alguns avisos que abordam diferentes receios e dúvidas dos Pais. Um excelente artigo intemporal, do qual recolhemos vários conselhos e dicas que esperamos ajude os Pais e Mães a prepararem umas férias de praia e Verão inesquecíveis com os vossos bebés.

Gostaria de conhecer as brincadeiras que recomendamos na praia?

PODERÁ UM BEBÉ IR À PRAIA NO PRIMEIRO ANO DE VIDA?

“… Dependendo muito do bebé, dos pais, da praia e das condições globais de clima, um bebé pode começar a «fazer praia» desde muito cedo, claro está que com certas regras, para que as coisas corram bem e não venham a sofrer com isso:

– devem evitar-se as horas de maior radiação, ou seja, entre as 11h e as 17h, pois é quando os raios ultravioletas têm maior intensidade. É também quando geralmente faz mais calor (embora convenha diferenciar as duas coisas);

– no entanto, há praias onde antes da uma está um nevoeiro «de cortar à faca» e onde, depois das seis, a nortada não deixa ninguém sossegado. Nesse caso há que ponderar muito bem a situação;

– deve-se, pois, avaliar cada dia e cada praia por si, tendo como regra geral aquele horário mas adaptando-o às circunstâncias;

– além do calor, também a luz pode incomodar – recomenda-se o uso de óculos escuros para todos os bebés (ver caixa) e um chapéu de abas largas;

– já que o que está em causa são vocês, bebés, convém que os vossos pais vejam como estão a reagir à praia: se estão afogueados, encarnados, irritados, impacientes, ou seja, a «pedir» para ir para casa, ou se, pelo contrário, adormecem calmamente à sombra ou estão simplesmente a olhar para as vistas, «a ver quem passa»;

– não deve ser o relógio a mandar na família mas o «estado geral das coisas». Estando atentos à vossa pequenina, mas douta opinião, os pais perceberão se vale a pena continuar na praia ou se mais vale ir para casa.”

COMER AREIA

“Muitos pais queixam-se que vocês comem areia aos quilos. Isso faz-se? Faz-se, pois claro. A areia em si não faz mal a ninguém e se comerem, paciência, deitá-la- ão fora na primeira ocasião. O único problema é se, misturados com a areia, vão detritos, lixos e outras coisas indesejáveis. Ou pontas de cigarro, que gente desleixada enterra na areia para vocês depois as descobrirem e comerem…”

“…Alguns de vós têm medo (quase nojo) da areia, chorando, infelicíssimos, quando têm que a tocar com os pés. Pois é, será difícil ir a uma praia que não tenha areia. Aqui, meus amigos, a razão está do lado deles.

Peçam para não vos forçarem, mas o melhor é habituarem-se, e cedo verão como é bom sentir a areia, sobretudo se já gatinham ou dão passos.”

DORMIR NA PRAIA

“A praia tem um efeito imprevisível nos bebés – alguns, que no dia-a- dia até são mauzitos para dormir, chegam à praia e «ronc!», é «Deus com os Anjos».

Outros, pelo contrário, ficam excitados e não pregam olho. Uma sestazinha a meio do dia é muito salutar e sempre dá uns minutos aos pais para respirarem.”

SEGURANÇA

“Há muitos aldeamentos turísticos cujas casas têm piscina. Partindo do princípio que são limpas e asseadas, e que o cloro contrabalança todos os chichis que a criançada faz, o maior problema são os afogamentos. Todos os anos afogam-se várias crianças em piscinas, muitas vezes à frente dos olhos dos adultos. Para não ter que estar sempre em grande ansiedade, mais vale andarem com braçadeiras. Relativamente às piscinas para bebés, muito cuidado: relembrem os vossos pais que vocês se podem afogar em menos de um palmo de água.”

CREME PROTECTOR

“Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que o galã não encha de creme as costas da actriz principal debaixo dos olhos invejosos da actriz secundária? Vocês não são menos do que eles; exijam creme, de qualquer marca, mas factor 50, e para aplicar na cara e em todo o corpo, que vocês fazem topless, bottomless e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol directo, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz.”

ÁGUA

“Outra regra – a água. A presença do mar, com os ventos que sopram salgados, mais o calor, a areia e tudo o mais, faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para bebés – na dúvida mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão – a da água – poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho… ponham ordem na companhia e digam às avós que vocês são bons cientistas, e expliquem que os bebés precisam de água, especialmente se as perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos). Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são e mais rapidamente se desidratam.”

COMIDA

“Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, que vos desejo muito boas, calmas e tranquilas. E sejam generosos e gratos: se eles fizerem tudo isto, deixem-nos dormir sem os acordar a meio da noite ou às sete da manhã!”

BANHO DE MAR

“A água do mar é água e sal… teoricamente, porque há que juntar tudo o que o homem lhe adicionou e a que globalmente se chama poluição. Segundo aspecto, a temperatura: há praias de água mais fria e praias de água mais quente. Quanto a vocês, bebés, uns detestam, outros adoram, uns choram quando entram, outros choram porque têm de sair. É bom tomar um banho de vez em quando, mas digam aos vossos pais para esses banhos não serem muito prolongados e para eles vos enxugarem logo que saírem da água porque a vossa capacidade de secar ao sol é muito limitada. Por outro lado, se tiverem frio, chorem e gritem. Até pode ser que as ondas vos assustem…”

ÓCULOS DE SOL

“Tal como acontece nas células da pele, o efeito dos ultravioletas (que deveriam ser apelidados de «ultraviolentos»), são dependentes da dose e cumulativos. Os primeiros 15 anos de vida são essenciais. Na Austrália, onde primeiro se fizeram sentir os efeitos do «buraco do ozono», o número de adolescentes com queimaduras irreversíveis da retina é muito grande. É fundamental incrementar o uso de óculos escuros desde os dois meses de vida. Dois meses! Começar cedo leva a que os bebés se habituem mais facilmente e também que o nível de radiação, ao fim de uns anos, seja muito menor. Pode não ser fácil, requer persistência, força de vontade, admitir que este é um problema grave, e estar-se «nas tintas» para os comentários de alguns palermas que não querem perceber o perigo que vocês, bebés, correm.”

Citando Mário Cordeiro, Pediatra

Conheça um dos nossos artigos mais populares sobre o relaxamento das crianças

Aos olhos de um bebé…

Sobre a visão do bebé

Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade!

Através da visão o bebé capta imensa informação acerca de tudo o que o rodeia. Isso estimula o desenvolvimento neuronal e futuramente conduz à aquisição de capacidades físicas, como sentar, rolar, gatinhar e andar. A visão do bebé desenvolve-se gradualmente até aos 6/8 meses, altura em que já consegue ver quase tão bem como um adulto.
Nos primeiros momentos de vida do bebé, a sua visão é algo difusa, embora ele consiga perceber a luz, as formas e o movimento. Ele só consegue distinguir um objecto que esteja a uma distância aproximada de 20 a 30 cm de si – a distância suficiente para distinguir claramente a cara de quem lhe dá colo!
A cara da mãe, é nesta altura o mais interessante aos seus olhos, seguida de objectos com padrões muito contrastantes, como um xadrez branco e preto.
Com 1 mês já é capaz de usar os seus dois olhos em conjunto, focando-os e sendo capaz de acompanhar um objecto em movimento.
A partir dos 2 meses e até aos 4, a diferenciação das cores torna-se cada vez mais clara e provavelmente, surgirá uma preferência por cores primárias brilhantes e por formas mais detalhadas e complicadas. Sugerimos que encoraje essa sua capacidade, mostrando-lhe livros, fotografias e imagens brilhantes.
Por volta dos 4 meses começa a desenvolver-se a capacidade de percepção da profundidade. Nesta altura também já há um maior controlo dos braços, que aliado a essa nova capacidade visual, permitirá alcançar e agarrar os objectos com maior facilidade, como por exemplo, os cabelos e os brincos da mãe 🙂
Aos 5 meses o bebé poderá demonstrar a capacidade de reconhecer um objecto, que esteja apenas parcialmente visível. Este é um bom indício para as brincadeiras de cu-cu, usando um pequeno lenço ou a sua mantinha!
Com 8 meses a visão estará suficientemente desenvolvida para a capacidade de reconhecimento de diferentes pessoas e objectos ao longo de uma sala. Por volta desta idade a cor dos olhos do bebé também estará próxima da definitiva, apesar de poder notar ainda algumas ligeiras mudanças. C.A.
Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade!
Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade!

Brincadeiras Gymboree

Crianças Felizes

As crianças adoram brincar em interacção com a natureza. E o bom tempo faz o convite:
pequenos e crescidos venham partir à descoberta, brincando e aprendendo em conjunto!
As actividades que propomos destinam-se a crianças entre os 2 e os 4 anos, embora com
algumas adaptações possam ser realizadas quer com crianças mais pequenas, quer com mais
crescidas.
A criança irá adorar a sua companhia e o seu encorajamento será essencial para que a criança
se sinta competente e confiante nas suas descobertas.

Bolinhas numa colher

Inspirada na tradicional corrida do ovo e da colher, esta brincadeira promove o
desenvolvimento da coordenação e da auto-confiança da criança.
Defina um percurso – um ponto de partida e um ponto de chegada que poderá marcar no chão
com um círculo de papel ou desenhar no chão com giz – e dê à criança uma colher de plástico para
segurar na mão. Encha o ambiente de bolinhas de sabão (Nota: As bubles oodles do Gymboree são
feitas com base numa solução açucarada que não é tóxica para a criança, mesmo em contacto com
a boca ou os olhos). A criança deverá apanhar uma bolinha com sua colher e, com passos
cuidadosos, chegar ao ponto de chegada. A bolinha ainda está na colher? Boa! Conseguiste! Quer
aumentar o desafio? Experimente dar à criança duas colheres, uma em cada mão. Acrescente
alguns obstáculos ao percurso.

Hora do banho

Por volta dos 24 meses as crianças adoram fazer brincadeiras faz de conta. Provavelmente o seu
filhote já brinca às “mamãs” e aos “papás” com as seus bonecos, embalando-os, alimentando-os e
deitando-os.
A criança irá adorar dar banho ao seu boneco preferido, podendo assumir o papel de pai/mãe,
o crescido que cuida dos mais pequenos. É uma excelente forma para a criança se sentir um
cuidador especial, aprender a manter o corpo limpo e dar “banhos de amor” aos seus bonecos
preferidos. Além disso, trata-se de uma excelente oportunidade para praticar competências sociais
e desenvolver a sua capacidade imaginativa. Segurar no sabonete ou lavar as pequenas partes do
corpo do boneco, permite que a criança desenvolva a motricidade fina. E as crianças adoram
brincadeiras com água!
– Prepare a banheira da bonecada! Encha uma banheira de bebé ou um grande alguidar com
água e gel de banho para fazer espuma. Disponibilize uma toalha, uma esponja, um sabonete e
patinhos de borracha para tornar a brincadeira ainda mais realista.
– Encoraje a criança a testar a temperatura da água antes de molhar o boneco. Está muito
fria, para ele? Está quente a água? Estimule-a, também, a ser carinhosa enquanto lava o filhote
(boneco).
– Nomeie as várias partes do corpo do boneco. Estará a facilitar a nomeação de partes do
próprio corpo.
– Finja que o boneco está muito sujo e incentive a criança a lavar melhor partes específicas
(atrás das orelhas, entre os dedos dos pés…).
– No final do banho, deixe a criança secar o bebé. E, depois, pentear, pôr creme, vestir…
Incentive a criança a decidir os passos a tomar. E agora o que é preciso fazer?

Roteiro dos Sentidos

O convite do bom tempo para passeios ao ar livre é, também, um convite à estimulação
sensorial. A que cheiram as flores? Que som fazem os pássaros nos seus ninhos? Que cores têm as
joaninhas? Como é sentir a relva molhada nos pés? E a areia da praia nas mãos? Que forma têm as
rodas de um carro? São doces as cerejas? Enquanto passeiam façam um roteiro dos cinco sentidos.
Poderão ter uma folha de papel para cada sentido, associando-lhe uma imagem da parte do corpo
a que corresponde cada um dos sentidos. O roteiro dos sentidos poderá ser completado com
desenhos, fotografias, anotações… Novas imagens e sensações tácteis. Novos sons, odores e
sabores. Querem explorá-los?

Flutua?

Uma brincadeira de verdadeiros cientistas.
Encha um alguidar com água. Num outro recipiente disponibilize diferentes materiais: um bola
de ténis de mesa, uma pequena pedra, uma pena, uma esponja, grão, uma palhinha, uma folha de
uma árvore, uma bola de ténis, um lenço, uma bola de algodão…
Investiguem! Conversem sobre as características dos diferentes objectos. Incentive a criança a
tentar adivinhar se determinado objecto flutua ou vai ao fundo. Deixe que a criança sugira outros
objectos para explorar. Muitas surpresas?

Oiço a chuva

Lembra-se como nos primeiros meses de vida do seu bebé o som de uma roca poderia ser um
verdadeiro espectáculo auditivo? Agora que está mais crescido o seu filhote poderá construir um
verdadeiro pau de chuva, tocá-lo e cantar músicas acompanhadas pelo som da “chuva”.
Pau de Chuva
Para construir este instrumento musical poderá usar uma garrafa de água de plástico vazia, uma
colher de plástico e um recipiente com arroz. Mostre-lhe como segurar na garrafa com uma mão e
com a outra encher a colher de arroz e depois deitá-lo dentro da garrafa. Esta tarefa exigirá uma
grande coordenação motora. Veja e elogie o progresso da criança à medida que vai enchendo a
garrafa. Bastará que preencha cerca de 1/3 do volume da garrafa. Para ajudar a criança poderá
mesmo fazer uma marca em torno da garrafa indicando até onde a criança deverá deitar o arroz.
Por uma questão de segurança cole a tampa à garrafa – ponha cola no interior da tampa (na zona
lateral) e depois feche a garrafa. O pau de chuva poderá, depois, ser pintado com tintas de
diferentes cores. Experimente apresentar à criança um pequena esponja como “pincel”. E depois
de seco, vamos cantar e tocar?
Oiço a chuva
(Melodia: Frére Jaques)
Oiço a chuva. Oiço a chuva.
Barulhenta. Barulhenta.
Umas gotas de água. Umas gotas de água.
Suavemente. Suavemente.

Puzzles de Papel

Crie um puzzle simples para promover a compreensão e organização espacial do seu filho.
Seleccione uma imagem atractiva e colorida de alguma coisa que o seu filho goste – um animal,
um autocarro, um bebé ou um alimento, por exemplo. Depois, cole a imagem num cartão. Corte
em seguida a imagem em diferentes peças. Para uma criança de dois anos, comece por pequenos
puzzles com 4-6 peças. Para crianças mais velhas adeque o desafio, aumentando o número de
partes em que corta a imagem, quando cria o puzzle. Ajude a criança a organizar as peças de modo
a construir a imagem pretendida. Criar e recriar uma imagem que a criança gosta transmitir-lhe-á
confiança para experimentar puzzles mais complicados e para, de uma forma mais abrangente,
resolver outros problemas de forma eficaz.

As letras do meu nome

Para cada letra do nome do seu filho, destine uma folha de papel. Na parte da frente de cada
folha escreva de forma clara uma letra e no verso anote sucintamente um desafio físico: saltar com
os pés juntos 3 vezes, atirar uma bola ao ar e apanhá-la antes que caia ao chão… Coloque as folhas
no chão e deixe o seu filho escolher uma letra. Ele já reconhece a letra? Sabe como pronunciá-la?
Vire a folha escolhida e leia o desafio. O seu filho consegue fazê-lo? Boa filho! Vamos escolher
outra letra do teu nome? Poderão depois alargar o leque de letras a usar neste jogo. Brincadeiras
como esta encorajam a coordenação, assim como competências literárias precoces, constituindo
um incentivo ao interesse pela leitura e escrita.

Areia Mágica

Encha um alguidar com areia. Coloque uma bola de golfe ou de ténis de mesa dentro do
alguidar. Demonstre à criança como poderá rodar o alguidar de forma a criar padrões/desenhos na
areia. Incentive o uso da imaginação e de competências de motricidade fina na criação de
múltiplos desenhos na areia. Este parece mesmo um caracol!

Inês Marques

Brincadeiras Gymboree 2

E o bebé começa a dormir melhor! 3

E o bebé começa a dormir melhor!

O Sono do Bebé

E o bebé começa a dormir melhor! 4E o bebé começa a dormir melhor! 5E dorme, dorme… mas precisa de se alimentar!
Quando embrulhados (1º passo – swaddling), durante as primeiras semanas, os bebés não acordam tanto para serem alimentados. Mesmo assim, os pais devem acordar os seus bebés para os alimentarem.
Os 5 S’s (5 passos) estão a ser ensinados nos Estados Unidos da América em diferentes clínicas e agora também em Portugal, ajudando muitas mães a conseguirem amamentar os seus bebés com sucesso, uma vez que o choro do bebé causa: 1) desânimo; 2) stress e fadiga, diminuindo a produção de leite; 3) a perca de confiança das mães e o aumento das preocupações com o seu leite (“Não será bom?”, “Será alergia a algum alimento?”); 4) as mães às vezes ficam ressentidas ao amamentar quando o peito é a única maneira que encontram de acalmar o bebé; 5) o choro frequentemente leva os pais a pressionarem as mães a parar de amamentar.
É claro que quando o bebé resmunga, as primeiras coisas a fazer são pegar no bebé, amamentar, mudar a fralda… mas se continua a chorar… ou se quer colocar o bebé a dormir, os 5 S’s são uma ajuda preciosa. De facto, têm sido usados por mães de todo o mundo há milhares de anos. F.M.