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Dicas de criatividade e brincadeiras artísticas

Crianças criativas e mais cooperantes

Os pequeninos agradecem sempre que se passe mais tempo de qualidade com eles e de preferência com criatividade!

Reserve alguns minutos do dia para mimar o seu filho e o fazer sentir ainda mais especial com algumas brincadeiras.

Ele vai adorar e você também! Pois para além da alegria que simplesmente sente em brincar com ele, a criança ainda lhe retribui em dobro! A criança vai ficar mais feliz, mais bem disposta, mais cooperante e o vosso dia vai ser muito mais fácil!

Então que tal umas brincadeiras artísticas e com criatividade para colorir os vossos momentos especiais?

Os benefícios das brincadeiras artísticas e criativas

  • A criança desenvolve as suas capacidades físicas, sociais e cognitivas;
  • A criança torna-se mais tolerante em relação às ideias dos outros;
  • Proporcionam às crianças mais do que uma perspetiva ou resposta;
  • A arte dá às crianças uma maneira divertida e visual de processar a informação e as suas experiências;
  • Permitem transferir habilidades para outras áreas de aprendizagem como a matemática, a linguagem, a ciência e a interação social;
  • A arte permite às crianças arriscar intelectualmente e tentar novas experiências, e ainda atribuir-lhes um significado;
  • Através da arte as crianças dizem-nos quem são, do que gostam, quem são as pessoas importantes nas suas vidas, como se sentem em relação a si mesmas e o que conhecem sobre o seu mundo.

Dicas para Promover a Criatividade da Criança

  • Não modifique ou corrija o trabalho da criança.
  • Permita que a criança seja criativa. Aceite o facto de que o gato que a criança pintou tenha três rabos e cinco olhos!
  • Incentive a criança a falar acerca das cores e formas que coloca na sua obra de arte.
  • Deixe que a criança lhe conte o que pintou antes de tentar adivinhar.
  • Lembre-se que a arte não tem de representar algo concreto para ter valor ou um significado.

Sugestões de Brincadeiras:

  • Pintura livre com o papel de cenário colado no chão ou na parede;
  • Plasticina – amassar, cortar, rolar, esticar. Pode acrescentar um tema à brincadeira para estimular a imaginação.
  • Construções com blocos / legos. Adicione um tema de uma história que a criança goste muito para desenvolver a brincadeira.
  • Usar adereços como lenços e chapéus para encenar algum momento especial do dia, algum acontecimento familiar divertido, ou uma parte da sua história preferida.

As gargalhadas são garantidas e a cumplicidade e o amor ainda mais fortalecidos assim como a qualidade da relação que constrói com o seu filho é cada vez mais positiva!

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A linguagem desenvolve-se na barriga da mãe?

A fala nasce na barriga da mãe

O desenvolvimento da linguagem inicia-se logo dentro da barriga da mãe. Os bebés ouvem os batimentos cardíacos da mãe e todos os sons que o seu corpo produz e reagem, também, a sons exteriores. Em geral, todas as mães conseguem identificar uma ou outra situação em que o seu bebé reagiu a sons exteriores, mais ou menos fortes, movimentando-se dentro da sua barriga.

Logo após o nascimento, num período que vai até aos três primeiros meses de vida, os nossos bebés já são capazes de, imaginem, realizar tarefas como distinguir sons, línguas diferentes e a voz da mãe de outras vozes!

Todas estas competências revelam que a linguagem acontece desde muito cedo, devendo ser vista de forma holística, não só na sua vertente expressiva (fala), mas também compreensiva. Por outras palavras, embora ainda não fale, um bebé já compreende muito material linguístico à sua volta.

O ser humano tem a capacidade inata para desenvolver linguagem, comunicando através de um sistema linguístico verbal e/ou não-verbal.

Veja também: o foco e a concentração na infância

Pelo seu cariz inato e aparentemente simples, temos tendência a não observar a fala com a devida atenção nas nossas crianças. No entanto, esta competência tem tanto de fascinante como de complexo, devendo por isso ser valorizada logo desde as etapas mais precoces.

A importância do choro e as primeiras palavras

Encontramos outra forma de manifestação precoce da competência linguística em algo aparentemente simples: o choro. O choro e os seus diferentes tipos constituem uma forma de comunicar. É através do choro e, um pouco mais tarde, do sorriso, que os bebés mostram ao adulto as suas necessidades mais básicas (fome, irritação, sono…).

Saiba mais: crianças e tecnologia – devemos por-lhes o tablet à frente?

 

Segue-se a fase do balbucio, entre os 4 e os 8 meses, em que os pais afirmam que os seus bebés já dizem “mamã” ou “papá”. Importa identificar o contexto em que um bebé faz “mamamamama” e, de acordo com o mesmo, perceber se esta produção tem um significado linguístico ou é apenas aleatório.

Ao longo desta etapa os pais podem ainda, por exemplo, verificar se a criança balbucia mais na presença de um adulto ou quando está sozinha, permitindo-lhes atribuir ou não um significado linguístico à produção sonora do bebé. Nesta fase os bebés já são capazes de reconhecer o seu próprio nome, algumas palavras inseridas em frases e associar significados a algumas palavras.

O início da fala

Por volta dos 12 meses inicia-se a chamada linguagem expressiva (fala): o bebé produz as suas primeiras palavras (cerca de 10)! Mais uma vez, é importante o adulto identificar o contexto em que cada palavra acontece, de forma a entender se tem um significado linguístico ou é aleatório.

Além disso, os 12 meses são apenas uma referência. Se o seu filho não diz uma palavra com essa idade e até aos 18 meses, ou se já o diz com 10 meses, nenhuma dessas situações deverá ser motivo de preocupação.

Entre os 12 e os 18 meses, o seu vocabulário produzido cresce até cerca de 50 palavras relacionadas com necessidades básicas e rotinas da criança (ex. pão, papa, água, bola, mamã, papá…).

Por volta dos 24 meses, acontece uma explosão de vocabulário produzido, em que a velocidade de produção de palavras novas aumenta significativamente, o que torna ainda mais fascinante a observação por par te dos pais deste processo tão inato e ao mesmo tempo tão complexo. Simultaneamente, inicia-se a construção de frases, inicialmente muito simples e gradualmente mais complexas.

Por volta dos 3 anos, as frases produzidas pela criança já apresentam estruturas mais completas do ponto de vista gramatical. Por volta dos 4 anos de idade, são capazes de produzir cerca de 5 mil palavras. Em todas as fases é importante evitar a linguagem abebezada do adulto com a criança, de forma a poder transmitir-lhe o modelo mais correcto possível em termos da articulação dos sons da fala.

Como vimos, muito do que ocorre mesmo antes do nascimento até aos 6 anos é espontâneo, decorrendo do funcionamento da nossa mente.

No entanto, o desenvolvimento pode ser estimulado pelo adulto, rodeando a criança de um ambiente rico e propício.

Se o desenvolvimento linguístico da sua criança fica aquém do que foi explicado, ou se tem dúvidas relativamente ao que é ou não esperado para a sua idade, não hesite em contactar o Terapeuta da Fala.  Em todas as etapas/ idades é possível realizar-se um trabalho de estimulação profissional, seja no trabalho directo com a criança, seja sob a forma de orientação aos pais (terapia indirecta). A intervenção precoce fará toda a diferença e evitará complicações futuras quer a nível da linguagem oral, quer a nível da linguagem escrita!

Joana Assunção,Terapeuta da Fala Pós-Graduada em Neurodesenvolvimento em Pediatria
Telemóvel: 93 766 61 79   |    Email: [email protected]
Gabinete Amoreiras: Rua Marquês da Subserra 17 r/c dto 1070-012 Lisboa Clínica
Pontofisio: Rua da Indústria Corticeira 59 r/ c esq 2870 – 281 Montijo

Iniciação nas ciências a fazer de detective

Seja um pequeno detective! Coloque sobre a mesa várias lupas e diferentes objectos para observarem, como por exemplo, tecidos, pequenos ramos de árvores, insectos, folhas e flores.

“E como são as lupas? Parecem-se com o quê?”

Sugira ao seu filho que mova o dedo de um lado para o outro, observando-o através da lupa. Reparem que as lentes são transparentes e não são rasas, mas de certa forma são curvas. Aproximem e afastem ao máximo a lupa dos vossos olhos. Coloquem-na tão próximo dos vossos olhos que a imagem fica desfocada, como que nebulosa.

 “E como será observar folhas e flores?

Mostre ao seu filho um conjunto de folhas e flores. Convide-o a observar e a descrever cada uma delas.

“De que cor são? As pétalas são todas da mesma cor e tamanho? O que tem cada um dos lados da folha? É rugoso ou macio? É duro ou mole? É húmido ou seco?”

Peguem numa lupa, observem e descrevam as folhas e as flores. Escolha duas folhas ou duas flores e faça uma tabela simples para comparar e descrever as semelhanças e diferenças entre elas.

Vá anotando as respostas do seu filho, assinalando com um X as semelhanças entre a Flor A e a Flor B, por exemplo. Inclua categorias como: tamanho, cor; onde vivem, se têm folhas, se são rosas ou margaridas. Se os itens são diferentes nas duas flores, deixe esse espaço em branco. No final contem quantas categorias têm em comum para concluir se são flores diferentes ou se são a mesma flor.

E os insectos, como são?

Observem a fotografia de um insecto e vá perguntando ao seu filho:

“Quantas pernas tem? Consegues ver os seus olhos, orelhas e boca? Vês alguma parte do corpo que as pessoas não têm? (Aponte para as antenas e para as 6 patas, por exemplo)

“Onde é que já viste este insecto? Aonde é que eles vivem? O que é que comem? Que barulho fazem?”

Os gafanhotos-macho fazem barulho batendo as suas asas ao mesmo tempo. Essas pequenas vibrações fazem um barulho característico.

Em 3 diferentes caixas devidamente preparadas coloque um grilo, um caracol e uma minhoca, assegurando que os animais não saem da caixa. Observem os insectos e como eles saltam e comem.

“Eles mexem as antenas? E para que servem as antenas?”

E um verdadeio detective analisa impressões digitais!

Comecem por olhar para as próprias mãos sem ainda usar a lupa. E pergunte ao seu filho:

“O que é que vês nas tuas mãos?”

Conversem sobre como cada pessoa é única e tem linhas em cada um dos dedos, e que são diferentes entre si. Disponibilize-lhe várias folhas de papel branco e almofadas de carimbo (de preferência com diferentes cores) para que se possam divertir a fazer as vossas impressões digitais. Aproveite a ocasião para falarem sobre as diferenças existentes, tanto na forma como no tamanho das vossas impressões digitais.

Por Carolina Canto, Psicóloga, Professora Sénior Gymboree

Eduardo Sá Pré-Escolar Jardim de infância Jardim infantil escola

O que pensa Eduardo Sá da educação na idade pré-escolar?

O que pensa Eduardo Sá da educação na idade pré-escolar?

 

“Devia ser proibido ensinar a ler e a escrever no Jardim de Infância.”

Esta ideia que nos deixa meio intrigados e com vontade de ler mais, foi defendida por Eduardo Sá no encontro “Vale a Pena ir à Pré”, uma iniciativa conjunta da  Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e da revista Pais&filhos destinada a debater e esclarecer  o valor do ensino pré-escolar na educação de uma criança.

Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”.
Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”).
Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.

Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu.

Em suma, concluiu, “o jardim de infância faz bem à saúde” e é urgente que seja “acarinhado” e discutida a educação pré-escolar. Sob pena de virmos a pagar no futuro “custos exorbitantes” por tal esquecimento.

Está comprovado que as relações, as experiências e aprendizagens que ocorrem nos primeiros anos de vida têm um grande impacto no futuro da criança. De facto, o cérebro está mais ativo nos primeiros três anos de vida, nos quais crescerá até 80% do seu tamanho adulto.

É, assim, fundamental que os pais, os cuidadores e os educadores promovam o desenvolvimento da criança durante esta fase centrando-se na criança como um todo, com o objetivo de ajudar as crianças a adquirir as competências chave – capacidades motoras, sociais e de auto-estima – de que irão necessitar para se tornarem adultos confiantes, felizes e bem sucedidos.

Que mais podemos nós (como Pais, Educadores e Profissionais do Ensino) pedir do que isso, um futuro feliz para as crianças do presente?

E é a nossa experiência de 40 anos em Desenvolvimento Infantil que nos dá a confiança de que o programa de aprendizagem do Gymboree é um meio por excelência para apoiar este desenvolvimento e que faz com que os nossos programas apresentem resultados. Seja em modelo Local nos Centros ou seja em modelo Gymboree On The Go / Nas Escolas, onde oferecemos os mesmos princípios e componentes que nos nossos espaços físicos, devidamente adaptados para cada grupo de idade, espaço disponível e número de crianças nos estabelecimentos Pré-Escolar com que temos parcerias.

As nossas aulas são:

  • Apropriadas para a maturidade e desenvolvimento de cada grupo
  • Prestadas por professoras entusiásticas, experientes e treinadas nos nossos programas
  • Enriquecidas pelo nosso currículo Gymboree, produtos e equipamentos
  • Flexíveis no horário e local

Benefícios:

  • Aprendizagem pela brincadeira, música, arte e movimento
  • Adaptadas para as crianças em ambiente escolar quando em modelo OnTheGo/Nas Escolas
  • Oferta diferenciadora entre escolas
  • Aulas em Português ou Inglês
  • Suporte de uma rede internacional com 1000 centros físicos, em 55 países, com programas colaborativos e altamente sofisticados
  • Oferta de uma aula de demonstração antes de se comprometer com o nosso programa

https://www.eduardosa.com/

Gostaria de conhecer o nosso programa PlayLab Academy?

Saiba mais em www.gymboreeclasses.pt/programas/gymboree-nas-escolas 

Férias é Aprender, a brincar!

É Verão, não há aulas e estamos em pleno período de férias! Bom tempo, boa disposição e dias grandes, são a combinação perfeita para a brincadeira.

As férias são por excelência, o tempo para os nossos pequeninos descansarem do ritmo muitas vezes acelerado da rotina da escola e do trabalho dos pais. É aquela altura do ano em que podemos ficar a brincar no parque até mais tarde, ir à praia, fazer piqueniques no campo, fazer novos amigos, brincar com os amigos com quem não estamos habitualmente e até viajar.

E embora a escola e as aulas sejam formalmente o espaço e o tempo de aprendizagem e de trabalho, não significa que as férias sejam o tempo de não trabalho e de não aprendizagem.

Também nas férias, pode ajudar o seu filho a fazer novas aprendizagens, a adquirir e melhorar competências e a não esquecer o que aprendeu durante o ano, proporcionando-lhe experiências únicas e cheias de significado, que ele certamente nunca mais irá esquecer.

Aproveite as férias, para educar e ensinar os seus filhos de uma forma descontraída  e não formal.

A não formalidade da educação, ou melhor dizendo a Educação Não Formal, é aliás um tema que ganha cada vez mais destaque e importância, sendo debatido pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa, que afirma que a educação e a aprendizagem não-formal é uma área essencial à aprendizagem.

Mas o que é a Educação não formal?

A Educação não formal, é centrada na criança, nos seus gostos e motivações. Não tem horário, nem espaço específico para acontecer, não tendo um currículo ou avaliação formal. É assim, uma forma de educação voluntária, que parte das oportunidades que a própria curiosidade e vontade de aprender da criança nos dá.

Mas e como é que nós pais, pomos em prática a Educação não Formal durante as férias?

Tem um número infinito de possibilidades!

  • Levo o seu filho a um workshop, ao teatro, ao cinema, a um museu, ao oceanário…
  • Leve o seu filho a uma aldeia, vila ou cidade onde ele nunca tenha ido
  • O seu filho pode ajudar a fazer o almoço e o jantar
  • Quando for às compras ensine o seu pequenote a fazer compras e se ele já tiver idade incentive-o a ler rótulos e a fazer pequenos cálculos.
  • Leia uma história ao deitar, ou sempre que o seu filho demonstrara vontade
  • Ensine-o a nadar
  • Façam construções na areia
  • Façam desenhos, com diferentes materiais (lápis, tintas) e diferentes técnicas (pintar com as mãos, com os pés)
  • Ponha uma música e dance
  • À noite mostre-lhe a lua e as estrelas
  • Imitem animais
E mesmo para os mais pequeninos e nas mais pequeninas coisas e ocasiões pode sempre retirar proveito do Verão e da curiosidade do seu filho sobre as texturas estimulando-lhe o sentido do tacto por exemplo.
Tire-lhe os sapatos, deixando-o sair e percorrer uma variedade de texturas, tais como a areia quente, pedrinhas lisas, cimento frio, erva molhada e terra fofinha. Actividades como esta promovem a consciência sensorial, uma vez que a criança recebe informação dos seus cinco sentidos.

Brincadeiras para o fim-de-semana!

Aqui estão algumas sugestões de brincadeiras para todas as idades!

0-1 ANO:

Crie uma sinfonia! Reúna um conjunto de objectos sonoros/barulhentos – tampas de frascos, rocas/guizos, colheres de pau ou de plástico – e una-os com uma fita. Agite o instrumento em frente ao seu bebé.

Como é que ele reage? Mexe-se e tenta pegar no instrumento ou procura afastá-lo? Parece receoso ou chora?

Compreender o modo como a criança lida com a informação sensorial e detectar qual a amplitude de som que é confortável para o bebé, constitui uma informação importante para os pais e para outros cuidadores do bebé.

1 – 2 ANOS:

Será que cabes? Junte algumas caixas de cartão – algumas suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro e outras suficientemente grandes para que se possa sentar no interior.

Para fortalecer a sua noção de consciência espacial, alinhe as caixas e pergunte ao seu filho “Será que cabes?” Deixe-o experimentar entrar em cada caixa para ver se cabe. Esta é, também, uma excelente actividade de resolução de problemas.

2 – 3 ANOS:

Saltar nas folhas de lírio/nenúfar. Corte grande círculos verdes de papel. Espalhe-os e cole-os no chão. Veja se o seu filho consegue andar ou “saltar” de folha em foha. Diga “salta” cada vez que o filho salta para associar a palavra à acção.

Jogos como este incentivam a imaginação e o pensamento criativo do seu filho, tanto como constroem as capacidades da linguagem

3 – 5 ANOS:

Brinquem ao “afunda” ou “flutua”. Reúna um conjunto de itens, alguns que se afundam (como uma pedra) e outros que flutuam (como uma rolha). Encha uma bacia com água e peça ao seu filho para adivinhar se determinado objecto irá flutuar ou afundar-se.

Deixe que a criança coloque cada item no alguidar de modo a observar se o seu palpite estava correcto.

DIVIRTAM-SE!

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A música ao fim de semana mas como “instrumento” de brincadeiras e aprendizagem

O seu filho compreende o mundo

 Os Primeiros passos…

Durante os 6 meses depois do seu filho fazer o primeiro aniversário, este vai ficar muito mais crescido e aprender a andar.

Nesta fase, as crianças já começam a mostrar o que querem ou não fazer. É importante seguir sempre o interesse da criança e não a forçar a fazer actividades que não tem vontade!

Incentive-a a explorar o mundo, mostre que a compreende, pois, apesar de ainda não falar, através dos risos (ou choros), de indicar com os dedos ou mesmo vocalizar, elas conseguem exprimir aquilo que sentem e o modo como pensam acerca das coisas que as rodeiam!

A partir de 1 ano a criança começa a aprender também as competências sociais, como por exemplo, brincar em conjunto com outras crianças. No entanto, partilhar continua a ser complicado.

Primeiros passos...
Primeiros passos…

Como te sentes meu pequenino?

Exprimir e Sentir

Quando se é pequenino, a forma de se exprimir e mostrar o que sente vai para além das palavras!
Faça uns cartões com imagens felizes, tristes, zangados e dê ao seu filho lápis, marcadores ou tintas. Peça-lhe para desenhar uma imagem feliz, não necessita de nada em particular, apenas uma que signifique felicidade para ele. De seguida, peça-lhe para desenhar uma imagem triste e zangada. Enquanto ele desenha, conversem sobre o que aconteceu e o que ele sentiu naquela situação, e o que fez para se sentir feliz! Assim vai ajudá-lo a criar ferramentas de coping (como lidar ou reagir em cada situação) que o ajudará a desenvolver a competência de auto-controlo quando ele crescer.

Pés Pequenos

Pegadas Próprias

Desde o nascimento, os bebés são fascinados pelos seus próprios pés, quer seja pelo que sentem com eles, ou pelo aspecto dos seus primeiros sapatos!
Seguir um caminho de qualquer espécie requer equilíbrio e coordenação.
Esta semana ofereçam uma nova perspectiva dos pés aos vossos filhos, assim eles têm um grande desafio para as suas competências motoras, aprendendo a seguir as suas próprias pegadas. Desenhem o contorno das solas dos sapatos dos seus filhos, em varias folhas de papel e usando diferentes cores. De seguida coloquem-nas no chão e lancem o desafio: “agora uma pegada azul, vermelha… amarela, a que está ao lado da verde!” e por aí em diante!
Desta maneira estão, de uma forma divertida, a ajudar os vossos filhos a desenvolverem várias competências tais como a coordenação, o auto-controlo, equilíbrio, reconhecimento visual e até o vocabulário!