“Da conjugalidade à parentalidade…” por Mª Teresa Ribeiro

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Quando uma mulher e um homem se amam, desejar um(a) filho(a) é o que há de mais natural.

‘ Ser mãe ’ e ‘ser pai’ é, para muitos, a experiência existencial mais profunda da sua vida, assinalando no processo evolutivo familiar uma mudança normativa: a transição da conjugalidade para a parentalidade.

Maternidade e Paternidade como um encontro – um encontro especial, com contornos únicos, cada um aprendendo o que é “ ser mãe ”, “ser pai” e “ser filho”.

Maternidade e Paternidade como um processo – mais do que acontecimentos e embora com durações temporais diferentes, gravidez, maternidade e paternidade são processos. Do ponto de vista psicológico são processos dinâmicos de construção e desenvolvimento.

A maternidade/paternidade é um processo que ultrapassa a gravidez… é um projecto para
toda a vida. À maneira de um tecido que se vai tecendo, entrelaçando fios, fazendo, e por vezes desfazendo, nós e laços, com linhas de cores e espessuras diferentes… Neste processo também se dá o estabelecimento de novas relações de parentesco na família extensa constituindo um salto geracional – tornar-se “avós”, tornar-se “tios”, tornar-se “primos”.

De díade a tríade… Com o nascimento do primeiro filho, marido e mulher têm que desenvolver novos papéis enquanto pai e mãe – vão enfrentar muitas exigências na educação dos filhos, que pôem à prova a sua paciência, união, auto-estima e criatividade, individual e como casal, na resolução de novos desafios. Desafios à capacidade de se dar, de se descentrar de si próprios. Este desafios – como encontro e como processo ao longo da vida – para algumas mães e pais são preponderantemente entendidos como responsabilidade de ter alguém completamente dependente de si.

Para outras mães e pais têm, também, tonalidades muito positivas, permitindo-lhes pensar na realização pessoal sob a forma de dom e de dádiva. Ser mãe e ser pai é apostar na confiança, é afirmar a vida, é uma Esperança… é um valor social eminente. É fundamental, neste processo de parentalidade, continuar a “acarinhar” o casal.

Drª Maria Teresa Ribeiro, Docente na Faculdade de Psicologia

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